Valor FIPE Atual
R$ 1.392,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 801004-8
Ano: 1991-1
MêsPreço
Jan/26R$ 1.392,00
Dez/25R$ 1.395,00
Nov/25R$ 1.398,00
Out/25R$ 1.402,00
Set/25R$ 1.375,00
Ago/25R$ 1.362,00
Jul/25R$ 1.365,00
Jun/25R$ 1.367,00
Mai/25R$ 1.354,00
Abr/25R$ 1.356,00
Mar/25R$ 1.359,00
Fev/25R$ 1.360,00

Entenda a Tabela FIPE para a Agrale Dakar 30.0 190cc, 1991: como interpretar a referência e entender seu impacto na contratação de seguros

A Tabela FIPE é amplamente utilizada no Brasil para estabelecer referências de valor de veículos, incluindo motocicletas clássicas como a Agrale Dakar 30.0 190cc do ano 1991. Para quem atua no mercado de seguros, compreender o funcionamento dessa tabela é essencial para avaliar prêmios, coberturas e o valor segurado adequado. Este texto oferece uma visão educativa sobre o que é a Tabela FIPE, como ela se aplica a modelos específicos como a Dakar 30.0, e quais fatores complicam ou enriquecem a avaliação de seguro de uma moto histórica. Ao longo da leitura, você encontrará uma ficha técnica resumida do modelo, observações sobre a marca Agrale e orientações práticas para quem planeja proteger um veículo deste tipo com responsabilidade.

O que é a Tabela FIPE e como ela serve aos seguros de veículos

A Tabela FIPE é um referencial de preços médios de mercado, elaborado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). Ela agrega dados de transações de compra e venda realizadas ao longo de um período específico, levando em conta as variações sazonais, de região e de condição do veículo. Para seguros, a tabela funciona como base de cálculo para a avaliação de valor de reconstrução, de preferência de reposição e de cobertura de danos, especialmente em situações de sinistro total ou de restituição por perda parcial. Embora seja amplamente reconhecida, a FIPE não é um retrato absoluto do valor de mercado de cada unidade específica, pois cada exemplar pode apresentar particularidades que pesam na valoração final.

Tabela FIPE AGRALE DAKAR 30.0 190cc 1991

Quando se trata de modelos de motocicletas envelhecidas, como a Dakar 30.0 190cc de 1991, a leitura da FIPE exige uma leitura crítica. Em primeiro lugar, veículos históricos costumam sofrer de descontinuidade de dados no catálogo da FIPE ou apresentarem valores atrelados a faixas que não refletem com precisão o estado atual de conservação de cada unidade. Em segundo lugar, itens como restaurações, modificações mecânicas, originalidade de peças e histórico de uso podem influenciar o valor de mercado de forma relevante, ficando aquém da média registrada pela tabela. Por isso, para veículos com apelo histórico, as seguradoras costumam complementar a referência FIPE com uma avaliação de valor de mercado realista, ou com tabelas internas que consideram o estado de conservação, a originalidade das peças e o histórico de manutenção.

Para quem trabalha com corretagem de seguros ou faz a gestão de apólices, é fundamental ter clareza sobre três aspectos principais: a finalidade da FIPE, a variação de valores entre anos e versões, e o papel dos ajustes com base no estado real do veículo. A FIPE serve como linha de base para comparação entre seguradoras, ajuda a estabelecer parâmetros de indenização ou reconstrução, e facilita a comunicação entre o cliente e o corretor. Contudo, quando se trata de um modelo de 1991 com características específicas, é comum que a seguradora peça documentação que comprove a condição do veículo, além de notas sobre manutenções, peças originais e histórico de ufas de uso.

Ficha técnica da Agrale Dakar 30.0 190cc 1991 (visão geral e pontos relevantes)

A Dakar 30.0, fabricada pela empresa brasileira Agrale de tradição em veículos leves, representa um capítulo interessante da história de motociclismo nacional. A seguir, apresento uma visão prática da ficha técnica deste modelo específico, com foco em aspectos que costumam influenciar avaliação de seguros e o tratamento de informações pela FIPE. Vale mencionar que, assim como ocorre em muitos exemplares clássicos, pequenas variações entre unidades podem ocorrer conforme o lote, a manutenção e o cuidado de cada proprietário.

  • Cilindrada e motor: o conjunto apresenta uma configuração de 190 cm³, com motor quatro tempos, monocilíndrico, alimentado por carburador e refrigeração a ar. Esse arranjo é típico de motocicletas de uso misto da época, alinhando simplicidade mecânica a desempenho suficiente para trajetos urbanos e trilhas leves.
  • Transmissão e câmbio: a moto costuma utilizar uma transmissão de cinco marchas com acionamento pela embreagem, compatível com o padrão de many motos de uso off-road urbano da década de 1990. A relação de marchas tende a favorecer retomadas em terrenos variados, sem exigir excessivo torque de pilotagem em subidas moderadas.
  • Suspensão, freios e chassis: dianteira com garfo telescópico e traseira com sistema de suspensão traseira convencional possuem configuração robusta para absorver irregularidades. Em termos de freios, é comum encontrar disco à frente e tambor traseiro, com calibragens que atendem ao espírito de segurança de motocicletas da época, especialmente para uso em piso de terra batida ou pavimentos menos uniformes. O chassi costuma ser de aço tubular, enfatizando resistência e leveza, características desejáveis para veículos clássicos de uso misto.
  • Dimensões, peso e tanque: a Dakar 30.0 tende a apresentar peso em ordem de marcha na faixa aproximada de 120 a 140 kg, com capacidade de tanque entre 9 e 12 litros. A altura do assento, a distância entre eixos e o conjunto de rodas são compatíveis com uma pilotagem que exige destreza, sem abrir mão da manobrabilidade. Vale destacar que pequenas variações entre unidades podem ocorrer, especialmente entre unidades fabricadas em diferentes lotes ou com alterações de fábrica ao longo da produção.

Observação prática para quem lida com seguros: os dados acima servem como referência de ficha técnica básica. Em uma cotação real, a seguradora pode solicitar informações complementares, como histórico de manutenção, comprovantes de aquisição, assegurar que peças originais foram mantidas e que não houve modificações que desfigurassem o conjunto original de fábrica. Em muitos casos, o estado de conservação, a originalidade de peças e o histórico de uso impactam diretamente no valor segurado e, consequentemente, no prêmio. Por isso, mantenha documentação organizada e atualizada para facilitar o processo de avaliação.

A marca Agrale e o seu papel no cenário brasileiro de veículos leves

Agrale é uma referência no cenário brasileiro quando o tema envolve veículos leves com foco em robustez, utilidade prática e versões que atendem demandas de trabalho, transporte e lazer. Fundada com a missão de acompanhar o desenvolvimento industrial do Brasil, a marca se destacou pela produção de caminhões, ônibus, tratores e, em alguns períodos, motocicletas com propostas específicas para o uso em áreas rurais, estradas transitáveis e condições de terreno desafiadoras. O portfólio da empresa, fortemente configurado para durabilidade, costuma valorizar veículos com apelo histórico, fato que, por sua vez, eleva o interesse de colecionadores e entusiastas por seguro com coberturas que respeitem o valor de restaurações, peças originais e a memória de uso da marca.

Ao considerar o seguro de uma Agrale Dakar 30.0 190cc de 1991, o corretor deve reconhecer não apenas a idade do veículo, mas também o legado da marca no segmento de veículos leves. A história da Agrale, marcada por soluções práticas para o dia a dia do campo e da mobilidade de baixa a média velocidade, frequentemente reflete em uma valorização de itens com características de autenticidade. Essa percepção de marca, aliada à possibilidade de restaurações cuidadosas, pode influenciar decisões de cobertura, limites de valor segurado e opções de proteção adicional, como cobertura contra roubo, incêndio e danos a acessórios originais. Por isso, a sinergia entre a história da marca, o estado de conservação do exemplar específico e as políticas da seguradora em termos de avaliação de valor de mercado é crucial para uma proteção eficaz e econômica.

Como o FIPE trata modelos clássicos e o que observar na prática para seguros

Para modelos clássicos como a Agrale Dakar 30.0 190cc de 1991, a Tabela FIPE funciona como uma referência útil, mas não isolada. Em termos práticos, o que as seguradoras costumam considerar envolve uma combinação de dados da FIPE com uma avaliação de mercado realista do veículo específico. Alguns pontos a observar:

  • Estado de conservação: um exemplar preservado, com pintura original e condições mecânicas estáveis, geralmente recebe avaliação de valor superior à de um veículo com desgaste acentuado.
  • Originalidade de peças: peças originais e compatíveis com o componente de fábrica costumam impactar positivamente o valor segurado; alterações mecânicas ou visuais podem exigir análise adicional.
  • Histórico de manutenção: registros consistentes de revisões, substituição de componentes essenciais, histórico de intervenção de especialistas ajudam a confirmar a confiabilidade do veículo.
  • Uso pretendido e localidade: veículos usados com frequência em áreas urbanas, com condições de tráfego modernas, podem ter necessidade de proteções específicas, enquanto exemplares de lazer ou colecionismo podem exigir coberturas adicionais para danos acidentais, transporte em eventos ou mudanças de proprietário.

É comum que seguradoras utilizem a FIPE como base de referência, complementando com avaliações próprias para chegar a um valor segurado que reflita com mais fidelidade o risco e o custo de reconstrução. No caso de modelos de 1991, a posição de especialista é valiosa: a transição entre o valor de mercado atual, as obras de restauração e o custo de reposição de peças originais pode justificar ajustes no prêmio, com a finalidade de não subestimar ou superestimar a proteção do veículo.

Planejamento de seguro para a Agrale Dakar 30.0 190cc 1991: dicas práticas

Para quem busca preparar uma estratégia de seguro consistente para uma moto clássica como a Dakar 30.0, algumas práticas ajudam a equilibrar custo, cobertura e tranquilidade. Abaixo, apresento orientações úteis, sem redundância, para orientar a decisão de proteção do veículo junto de um corretor ou de uma seguradora:

  • Defina com clareza o valor segurado com base na combinação FIPE e avaliação de mercado específico, incluindo o estado de conservação e o histórico de restaurações.
  • Considere coberturas adicionais de proteção contra roubo qualificado, incêndio, colisão, pane de motor e danos a acessórios originais, ajustando as franquias conforme o seu perfil de uso e de risco.
  • Informe de forma transparente o uso do veículo (colecionismo, lazer, trilhas moderadas) para que a seguradora ajuste as condições de indenização e as exclusões aplicáveis.
  • Mantenha documentação organizada: notas fiscais de peças originais, comprovantes de manutenção, fotografias atuais e um histórico de propriedade que demonstre cuidado com o exemplar.

Neste contexto, é útil também conversar com o corretor sobre estratégias de proteção específicas para clássicos, como a possibilidade de cláusulas de revalorização automática ou de seguros com cobertura diferenciada para peças originais, o que pode ser vantajoso para um veículo que carrega consigo o valor histórico tanto quanto o valor funcional.

Outro ponto relevante é a avaliação de risco do veículo no dia a dia. Em termos de tráfego urbano, a Dakar 30.0 pode exigir uma performance estável em vias com piso irregular, o que reforça a importância de manter a suspensão em boas condições, inspeções regulares de freios e pneus, e uma condução responsável para reduzir a probabilidade de sinistros. Além disso, a guarda técnica do veículo em local protegido, com acesso facilitado apenas aos responsáveis pela manutenção, aporta segurança adicional tanto para o proprietário quanto para a seguradora.

Se a ideia é explorar o caminho da proteção com foco em custos e benefícios, vale ressaltar que a correta leitura da FIPE aliada à avaliação prática do estado da moto cria uma base sólida para a seleção de coberturas. O objetivo é chegar a uma proteção que cubra eventos relevantes sem pagar por itens que não correspondem ao uso real do veículo. A experiência de um corretor experiente é crucial nesse equilíbrio, principalmente quando o objeto é uma peça de história automotiva que carrega consigo valor emocional e histórico, além do valor econômico.

No terço final desta leitura, a ideia é deixar claro que investir em uma proteção adequada para a Agrale Dakar 30.0 190cc, ano 1991, envolve entender a tábua de referência FIPE, conhecer o estado do exemplar, reconhecer a importância da originalidade de peças e, principalmente, alinhar a cobertura com o objetivo de uso do veículo. A combinação dessas informações reduz surpresas na hora de acionar a seguradora e aumenta a probabilidade de uma indenização justa, caso o pior aconteça.

Por fim, para quem busca uma orientação segura e confiável na hora de optar pela melhor proteção, a cotação com a GT Seguros oferece um caminho simples para comparar coberturas, limites e condições específicas para motocicletas clássicas como a Dakar 30.0. Com valoração cuidadosa e atendimento especializado, você consegue alinhar proteção, tranquilidade e custo de maneira equilibrada, mantendo o humor e a curiosidade que movem os entusiastas de veículos históricos.