Valor FIPE Atual
R$ 225.328,00
↓ 0,5% vs mês anterior
FIPE: 509254-0
Ano: 2010-3
MêsPreço
Jan/26R$ 225.328,00
Dez/25R$ 226.461,00
Nov/25R$ 226.802,00
Out/25R$ 227.348,00
Set/25R$ 228.078,00
Ago/25R$ 228.558,00
Jul/25R$ 228.925,00
Jun/25R$ 229.155,00
Mai/25R$ 229.615,00
Abr/25R$ 229.822,00
Mar/25R$ 230.168,00
Fev/25R$ 230.307,00

Análise detalhada da Tabela FIPE para o Mercedes-Benz Axor 4140 K 6×4 2p (diesel) 2010 e implicações para seguros

Ao falar de veículos comerciais pesados, sobretudo caminhões de grande porte, a Tabela FIPE serve como referência para orientações de seguro, financiamento, negociação com concessionárias e avaliação de sinistros. No universo de transportes, o valor de reposição ou de referência utilizado pelas seguradoras impacta diretamente na composição de apólices, nas coberturas escolhidas e na perenidade da proteção contratada. Neste artigo, exploramos o caso específico do Mercedes-Benz Axor 4140 K 6×4 2p movido a diesel, ano 2010, avaliando suas características técnicas, a relação com a marca e as implicações para a gestão de seguros com foco em frotas, motoristas e operações logísticas. A ideia é oferecer um guia educativo, útil para quem atua como corretor, gestor de frotas ou empresário que depende desse tipo de veículo para a operação diária.

Ficha técnica do Mercedes-Benz Axor 4140 K 6×4 2p (diesel) 2010

O Mercedes-Benz Axor 4140 K 6×4 2p de 2010 é um caminhão pesado, configurado para transporte de cargas com alto peso e maior distância entre operações. Abaixo, apresentamos os elementos mais relevantes da configuração típica desta versão, organizados de forma objetiva para facilitar a consulta em contextos de avaliação de seguro, manutenção e planejamento logístico.

Tabela FIPE MERCEDES-BENZ Axor 4140 K 6×4 2p (diesel) 2010
  • Motorização: diesel, seis cilindros em linha, com deslocamento próximo a 11,9 litros, turbo intercooler. Este conjunto é escolhido por oferecer equilíbrio entre torque para puxar cargas pesadas e eficiência de combustível para jornadas mais longas.
  • Potência e torque: potência nominal de cerca de 410 cavalos (cv); torque estimado entre 1.900 e 2.100 Nm, variando conforme configuração de marcha, eixo de tração e peso da carga. Esses valores sustentam a capacidade de arrasto em rampas desafiadoras e em condições de reboque em estradas nacionais.
  • Transmissão e tração: transmissão típica de alta resistência com opções de câmbio manual de várias velocidades, associada à tração 6×4, que utiliza dois eixos traseiros motrizes. Essa configuração facilita a distribuição de carga e a tração em superfícies irregulares, além de suportar operações em transporte de carga pesada.
  • Capacidade de carga e peso: Peso Bruto Total (PBT) aproximado na faixa de 28.000 kg, com carga útil relevante para transportes de grandes volumes ou pesados; tanque de combustível com capacidade suficiente para percursos de longa distância. Observa-se que a capacidade de carga útil efetiva pode variar conforme o eixo, a cabine, o tipo de carroceria e o estado de manutenção do veículo.

Além dos itens listados acima, a ficha técnica de um Axor 4140 K geralmente contempla especificações complementares que influenciam diretamente na gestão de seguros: suspensão, sistema de freios, dimensões do conjunto com a carroceria, tipo de cabine, opções de aerodinâmica e características de proteção do motorista. Em termos práticos, esse conjunto técnico resulta em um veículo com perfil adequado a operações de transporte de cargas pesadas, com robustez e confiabilidade associadas à tradição de engenharia da Mercedes-Benz. Para quem administra frotas, essas informações ajudam a dimensionar o seguro da frota, a definir coberturas específicas (por exemplo, danos a terceiros, responsabilidade civil, proteção contra roubo e incêndio, entre outros) e a calibrar o valor segurado, conforme a Tabela FIPE ou o valor de reposição utilizado pela seguradora.

A Mercedes-Benz: tradição, inovação e atendimento em rede

A Mercedes-Benz é uma das marcas mais reconhecidas no setor automotivo mundial, com uma trajetória que remonta ao fim do século XIX. No universo de caminhões e veículos comerciais, a marca consolidou-se pela combinação de engenharia de precisão, durabilidade e uma rede de serviço que atua em nível global. Abaixo, pontos-chave sobre a marca que costumam influenciar decisões de aquisição e de seguro para frotas:

  • Engenharia de precisão: a Mercedes-Benz aplica padrões rigorosos de qualidade em seus conjuntos mecânicos, sistemas de freios, transmissão e chassis, o que costuma reduzir falhas graves e aumentar a disponibilidade da frota.
  • Rede de assistência técnica: a presença de concessionárias, centros de serviço autorizados e peças originais facilita reparos rápidos, minimizando tempo de inatividade e contribuindo para um custo de propriedade mais previsível.
  • Reputação de valor de revenda: caminhões da marca geralmente mantêm boa liquidez no mercado de usados, o que pode impactar a percepção de risco pelas seguradoras e, por consequência, os termos de apólice.
  • Inovação em segurança e eficiência: sistemas de proteção ao motorista, assistências de condução e opções de gerenciamento de frota ajudam na prevenção de acidentes e na gestão de consumo de combustível, fatores relevantes para prêmio de seguro.

Para quem atua no seguro de frotas, conhecer a marca e a linha Axor facilita a compreensão de como o veículo tende a se comportar em diferentes cenários de operação. Embora a FIPE forneça um referencial de valor, a avaliação de risco e as condições de cobertura dependem também de histórico de sinistros, uso real (rota, velocidade média, condições de estrada) e estratégias de mitigação adotadas pela operação. A combinação dessas informações com a análise da tabela FIPE resulta em uma proposta de seguro mais alinhada com as necessidades da empresa e com a realidade de custo de reposição em caso de sinistro.

Implicações da Tabela FIPE para seguros: o que o corretor precisa entender

A Tabela FIPE funciona como referência para diversas remunerações e coberturas em seguros de veículos, incluindo caminhões pesados como o Axor 4140 K. Compreender seu papel é essencial para traçar cenários de proteção adequados à operação de uma frota. Abaixo, destacamos aspectos práticos que costumam surgir na gestão de seguros com base na FIPE:

  • Definição do valor de reposição: o FIPE é utilizado como referência para entender qual seria o custo de substituição do veículo em caso de perda total. Esse valor influencia diretamente na composição da cobertura de casco e na indenização em situações de sinistro.
  • Impacto no prêmio: o valor segurado está relacionado ao risco financeiro para a seguradora. Veículos com valores base mais altos costumam exigir prêmios proporcionais à proteção desejada, ao perfil da operação e à probabilidade de sinistros.
  • Coberturas ajustadas à natureza do veículo: caminhões pesados costumam exigir coberturas específicas, como proteção para acessórios da carroceria, guinchos, carretas, e, em alguns casos, proteção de carga e danos elétricos associados a sistemas de telemetria e rastreadores.
  • Inclusão de cláusulas de proteção e de nominalização de peças: devido ao uso intensivo, é comum que seguradoras recomendem cláusulas que cobrem peças de reposição críticas, e que considerem peças de marca original ou equivalentes de qualidade compatível para reposição.

Para o corretor de seguros, entender o valor que a FIPE representa no processo de avaliação de risco ajuda a calibrar limites de cobertura sem subestimar o bem nem tornar a proteção excessiva. A ideia é equilibrar custo de proteção com a sensibilidade do risco inerente à operação de transporte de cargas, que envolve rodovias, trechos urbanos e condições diversas de tráfego. Em termos de gestão de sinistros, a FIPE auxilia na definição de cenários de indenização e na comunicação com clientes sobre o que está coberto, o que é coberto parcialmente e quais situações exigem ajustes na apólice.

Boas práticas para proteger o Axor 4140 K e reduzir riscos operacionais

A redução de riscos não depende apenas do valor assegurado; envolve uma gestão proativa da frota, do treinamento de motoristas e da manutenção programada. Abaixo, apresentamos recomendações práticas que costumam impactar positivamente a experiência de seguro e a disponibilidade da frota:

  • Manutenção preventiva com periodicidade adequada: manter um cronograma de revisões, troca de fluídos, filtros, freios e componentes críticos evita falhas inesperadas, reduzindo imprevistos que podem gerar sinistros