| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 15.379,00 |
| Dez/25 | R$ 15.228,00 |
| Nov/25 | R$ 15.079,00 |
| Out/25 | R$ 14.930,00 |
| Set/25 | R$ 14.638,00 |
| Ago/25 | R$ 14.494,00 |
| Jul/25 | R$ 14.352,00 |
| Jun/25 | R$ 14.211,00 |
| Mai/25 | R$ 14.071,00 |
| Abr/25 | R$ 13.796,00 |
| Mar/25 | R$ 13.660,00 |
| Fev/25 | R$ 13.525,00 |
Guia completo sobre a Tabela FIPE para o GM Chevette 1.6 1989 e suas implicações para seguros
Ficha Técnica resumida do Chevette 1.6 1989
O Chevette 1.6 de 1989, disponível nas versões L, SL, SL/e, DL e SE, representa a atuação de um compacto clássico da GM no Brasil, conhecido pela simplicidade mecânica, facilidade de manutenção e custo acessível. A leitura da Tabela FIPE para esse modelo exige atenção aos detalhes da motorização, do câmbio e das dimensões, pois esses elementos costumam influenciar o cálculo do seguro, inclusive o valor segurado a partir do conceito de referência de mercado. Abaixo está uma ficha técnica conceitual, organizada para facilitar a compreensão dos parâmetros básicos usados na avaliação de risco pelas seguradoras.
- Motor: 1.6 litro, quatro cilindros, alimentação por carburador, potência aproximada entre 60 e 75 cv, torque na faixa de 9 a 12 kgf·m, dependendo da versão e do ajuste de fábrica.
- Câmbio e tração: manual de 4 marchas; tração traseira (motor dianteiro, tração nas rodas de trás).
- Dimensões e peso: comprimento próximo a 3,80–3,95 m; largura em torno de 1,60–1,68 m; altura por volta de 1,35–1,40 m; peso em ordem de marcha entre 850–950 kg.
- Capacidade de combustível e configuração básica: tanque de aproximadamente 40–45 litros; suspensão dianteira independente com suporte de eixo/independente na dianteira e eixo traseiro rígido na traseira, com variações conforme o pacote de opcionais das versões.
A presença da GM no Brasil e o papel do Chevette na história automotiva
Para entender a relevância do Chevette na Tabela FIPE, é útil revisitar o papel da General Motors (GM) no Brasil ao longo das décadas. A GM chegou ao mercado brasileiro copiando uma filosofia de produção que privilegiava custo total de propriedade reduzido, disponibilidade de peças e rede de assistência técnica ampla. Nesse contexto, o Chevette despontou como um veículo de entrada popular, pensado para atender famílias, pequenos negócios e uso urbano diário. Sua mecânica simples, aliada a um design relativamente compacto, fez com que fosse amplamente utilizado como carro de primeira aquisição, veículo de serviço leve e, em várias cidades, até como alternativa de aluguel de curto prazo para quem precisava de mobilidade confiável sem grande complexidade de manutenção.

O Chevette também tem valor histórico como símbolo de uma era em que o Brasil consolidava uma indústria automotiva própria, com motores, chassis e plataformas que, apesar de simples, mostraram-se duráveis e fáceis de consertar. Essa combinação de acessibilidade, disponibilidade de peças e conhecimento técnico ainda circulando entre oficinas contribui para uma leitura prática da Tabela FIPE, especialmente para quem utiliza o veículo como parte de uma estratégia de seguro com foco em custos de manutenção sob controle e valor de reposição alinhado ao mercado de usados da época.
Chevette 1989: versões L, SL, SL/e, DL e SE 1.6 — diferenças práticas entre as variantes
As versões L, SL, SL/e, DL e SE representam uma gradação de acabamento e recursos oferecidos pela GM na linha Chevette 1.6. Em termos práticos, as diferenças costumavam refletir conforto, equipamentos elétricos, acabamento interno e opções visuais. A leitura da Tabela FIPE para cada uma dessas versões deve considerar que padrões de equipagem mudaram ao longo do ano-modelo e que a disponibilidade de itens pode variar conforme o lote de produção e a região de venda. Em linhas gerais, pode-se apresentar o seguinte panorama:
Versionamento básico L: foco na economia e na simplicidade. Interior com menos itens de conforto, comandos manuais e acabamento mais austero. O objetivo era reduzir custos de aquisição e de manutenção, o que refletia, por consequência, em menor complexidade de reparos em oficinas comuns.
Versões SL e SL/e: evolução para o bem-estar do ocupante, com pacotes que costumavam incluir acabamento aprimorado, estofamento mais agradável, e, em alguns casos, recursos elétricos que tornavam a vida a bordo mais prática. A presença de itens como vidros elétricos ou travas elétricas poderia aparecer dependendo do ano-modelo e da configuração regional.
DL (Deluxe) e SE (Special Edition): aparecem como pacotes de topo dentro da linha 1.6, com ênfase em detalhes estéticos, opcionais de conforto adicionais e, em alguns casos, melhorias na insonorização e no conjunto de instrumentação. Mesmo quando equipadas, essas versões preservavam a simplicidade mecânica característica do Chevette, o que favorecia manutenções mais previsíveis e uma rede de atendimento com peças amplamente disponíveis.
É importante notar que as variações entre L, SL, SL/e, DL e SE não apenas maximizavam o conforto, mas também influenciavam aspectos operacionais que importam para seguros: consumo médio, custo de reposição de peças específicas, e a facilidade de obtenção de componentes compatíveis com o veículo. Por isso, ao consultar a Tabela FIPE GM – Chevrolet Chevette L / SL / SL/e / DL / SE 1.6 1989, é comum observar pequenas diferenças entre uma versão e outra, refletindo-se na avaliação de risco e no valor segurável apresentado pelas seguradoras.
Como a Tabela FIPE orienta o seguro e o valor segurável do Chevette 1.6 1989
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para o valor de consulta de veículos usados no Brasil. Ela não representa o preço de venda atual, nem o custo de reposição exata, mas serve como base para o cálculo do valor segurado que a seguradora pode utilizar em contratos de seguro, especialmente nos casos de colisões, roubo ou perda total. No caso específico do GM Chevette 1.6 1989, o conjunto de fatores que a FIPE observa — estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção, existência de documentação, configuração de versão (L, SL, SL/e, DL, SE) e localização geográfica — influencia o valor de referência citado pela tabela e, por consequência, o prêmio do seguro. Produtos de proteção, como coberturas contra roubo, incêndio, colisão e responsabilidade civil, podem ter variações de custo de acordo com esse valor de referência, bem como com a idade do veículo, o que reforça a importância de uma leitura atenta da FIPE no momento de cotar o seguro.
Além disso, para quem está avaliando o Chevette 1.6 1989, é essencial entender que o FIPE também registra variações regionais de preço e flutuações sazonais, com impactos indiretos sobre o custo da apólice. A utilização dessa referência pela GT Seguros, por exemplo, pode se traduzir em opções de cobertura mais adequadas ao perfil do veículo, equilibrando proteção, custo de prêmio e qualidade de atendimento em caso de sinistro. Em resumo, a leitura cuidadosa da Tabela FIPE GM – Chevrolet Chevette L / SL / SL/e / DL / SE 1.6 1989 ajuda o interessado a alinhar expectativas com a realidade de mercado, evitando surpresas no momento da contratação.
Manutenção, conservação e dicas para reduzir riscos no seguro do Chevette 1.6
Manter o Chevette 1.6 em condições ideais é uma forma prática de preservar seu valor de referência e, consequentemente, influenciar positivamente o custo de seguro. Abaixo estão diretrizes úteis para proprietários que desejam equilibrar confiabilidade, disponibilidade de peças e custo de proteção:
- Rotina de manutenção: realize revisões periódicas no sistema de alimentação de combustível, verifique velas, cabos, bobina e sincronização. A regularidade dessas manutenções reduz o risco de falhas mecânicas que, em seguro, podem impactar o prêmio pela percepção de maior probabilidade de sinistro.
- Corrosão e conservação da carroceria: por serem veículos com mais de uma década, muitos Chevettes apresentam pontos de ferrugem, especialmente em áreas de passagem de água e nas zonas de encontro de chapa. Inspeções de íntegra da carroceria, tratamento anticorrosivo quando necessário e armazenamento adequado ajudam a preservar o valor de mercado.
- Sistema elétrico e fiação: a idade dos componentes elétricos pode levar a falhas intermitentes. Investir em fusíveis, chicotes e conectores em bom estado reduz o risco de interrupções elétricas que podem complicar a condução e, consequentemente, o histórico de seguro.
- Peças de reposição e assistência técnica: a rede de peças para Chevette é antiga, mas ainda presente em oficinas especializadas e fornecedores de peças de segunda linha. Manter um registro de peças originais ou equivalentes compatíveis facilita reparos rápidos, o que é favorável para a experiência de sinistro e
