Valor FIPE Atual
R$ 41.090,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 021006-4
Ano: 1995-1
MêsPreço
Jan/26R$ 41.090,00
Dez/25R$ 41.169,00
Nov/25R$ 41.232,00
Out/25R$ 41.332,00
Set/25R$ 41.466,00
Ago/25R$ 41.555,00
Jul/25R$ 41.623,00
Jun/25R$ 41.666,00
Mai/25R$ 41.750,00
Abr/25R$ 41.788,00
Mar/25R$ 41.852,00
Fev/25R$ 41.879,00

Entendendo a Tabela FIPE para o Mercedes-Benz C-36 AMG 1995: guia para seguros, avaliação e planejamento

Quando se fala em seguros de automóveis, especialmente modelos com apelo histórico e desempenho, a Tabela FIPE surge como referência prática para entender o valor de mercado de um veículo. O Mercedes-Benz C-36 AMG, lançamento de meados dos anos 90, é um exemplar que costuma levantar dúvidas entre colecionadores, entusiastas e proprietários que desejam ter uma cobertura condizente com a realidade do carro. Este texto aborda como ler a Tabela FIPE para o C-36 AMG 1995, destacando aspectos técnicos, o significado da marca e as particularidades de seguro para um modelo de alto desempenho com apelo clássico.

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para o seguro

A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) opera como referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. A Tabela FIPE agrega dados de transações consideradas estáveis, levando em conta fatores como ano de fabricação, versão, condições de conservação e histórico de uso. Para corretores de seguros, a referência FIPE ajuda a calibrar o valor segurado, ou seja, o montante estimado que, em caso de perda total ou roubo, serve de base para indenização. É importante entender que o valor FIPE não é um preço de venda ou de avaliação definitivo; ele funciona como referência padronizada para diversas operações, incluindo cotações, tabelas de cobertura e metodologias de cobrança de prêmio.

Tabela FIPE Mercedes-Benz C-36 AMG 1995

Ao tratar de um veículo clássico ou de alto desempenho, como o C-36 AMG de 1995, a leitura da FIPE deve considerar ainda a particularidade de baixa disponibilidade de unidades, variações por condição de conservação e o impacto de modificações que, em muitos casos, foram adotadas pela AMG ou pelo próprio proprietário ao longo dos anos. Por isso, o valor de referência da FIPE pode servir como ponto de partida, mas não substitui uma avaliação mais granular feita pela seguradora ou por uma avaliação especializada quando a condição do veículo é superior ou inferior ao esperado para aquele ano-modelo.

Ficha técnica do Mercedes-Benz C-36 AMG 1995 (resumo)

  • Motor: 3.6 L em linha com sobrealimentação ( AMG), caixa de 24 válvulas, configuração performance típica da linha AMG da época
  • Potência e torque: aproximadamente 276 cv e 385 Nm de torque
  • Transmissão: manual de 5 velocidades (configuração tradicional para o C-36 AMG de época)
  • Tração: traseira (RWD) com suspensão calibrada para desempenho, conforto e dinamismo

Além desses itens, o C-36 AMG apresentava uma série de ajustes específicos de freios, suspensão, escapamento e estética que o distinguiam dentro da linha Mercedes da década de 1990. O peso e as dimensões típicas do modelo refletem o equilíbrio entre desempenho e o conforto de um sedã de luxo esportivo, com carroceria construída para oferecer rigidez estrutural aliada a um perfil aerodinâmico adequado aos objetivos de condução de alta performance. Embora os números exatos possam variar entre unidades, o conjunto mecânico 3.6 L com sobrealimentação, a configuração de tração traseira e a transmissão manual de 5 velocidades são marcadores consensuais desse exemplar AMG.

Contexto histórico e o papel da marca

A Mercedes-Benz, fabricante alemã com mais de um século de tradição, consolidou a imagem de precisão, qualidade de engenharia e conforto característico de seus modelos. A parceria com a AMG, setor de alta performance da marca, revelou-se crucial para transformar sedãs sofisticados em verdadeiros automóveis de desempenho, sem abrir mão do refinamento que caracteriza a marca. O C-36 AMG, apresentado no início dos anos 90, representou uma época em que o foco crescia na combinação entre luxo, dinamismo e tecnologia de chassis, com motores trabalhados para entregar potência sem abrir mão da dirigibilidade dia a dia.

O estudo da evolução da linha AMG em Mercedes-Benz ajuda a compreender por que modelos como o C-36 AMG ainda despertam interesse entre colecionadores, entusiastas e proprietários que valorizam a nostalgia associada a uma era de transição entre a engenharia de base moderna e o desempenho mais agressivo. Essa reputação de engenharia de ponta, aliada à qualidade de acabamento, faz com que, mesmo anos depois, a valorização de unidades bem conservadas tenha suporte na FIPE e em outras referências de mercado. No âmbito de seguros, isso se traduz em uma necessidade de avaliação criteriosa das condições de conservação, originalidade de peças e histórico de uso para chegar a uma cobertura adequada ao perfil do veículo.

Conservação, originalidade e valor de mercado: o que considerar na FIPE

Para quem acompanha a FIPE como referência de valor, é essencial entender que um carro de performance, ainda que com poucos exemplares, pode sofrer oscilações de valor conforme condições de conservação, histórico de proprietários, grau de originalidade e disponibilidade de peças. O Mercedes-Benz C-36 AMG 1995, se mantido com a originalidade e com documentação em dia, tende a apresentar uma faixa de valor que contempla o equilíbrio entre o apelo do modelo e a rarefação de unidades circulantes. Em termos práticos, corretoras de seguros costumam considerar a FIPE como base para o “valor de referência” da apólice, complementando com avaliações adicionais para itens de valor elevado, como componentes AMG originais, kit de suspensão e freios de alta performance, entre outros.

Além disso, é comum que o segurado tenha de informar ao menos duas informações-chave para a seguradora: o estado de conservação atual do veículo e o histórico de modificações. Um exemplar preservado com peças originais tende a ter uma leitura de valor diferente de um carro que recebeu modificações de performance após a saída de fábrica. O ponto central é reconhecer que, no âmbito da FIPE, o objetivo é comparar o veículo com outros parecidos da mesma faixa etária e configuração, levando em conta as particularidades que podem impactar o custo da cobertura e a indenização em caso de sinistro.

Como a FIPE impacta o seguro do C-36 AMG: princípios práticos

Ao planejar a proteção do seu Mercedes-Benz C-36 AMG 1995, alguns aspectos práticos emergem da relação entre FIPE e seguro. A seguir, pontos que costumam guiar a tomada de decisão junto à corretora:

  • O valor segurado deve refletir, de forma responsável, a referência FIPE, ajustada pela condição do veículo e pela documentação disponível. Isso ajuda a evitar subseguro ou superseguro, cenários que podem impactar a indenização ou o valor do prêmio.
  • A documentação de manutenção, históricos de revisões, notas de serviço e comprovantes de originalidade ajudam a sustentar a avaliação de risco e a justificar o valor segurado perante a seguradora.
  • A existência de modificações, mesmo que voltadas à performance, pode exigir uma avaliação mais detalhada. Em muitos casos, itens originais ou opções de época são valorizados pela FIPE como parte da identidade do veículo.
  • Requisitos de garagem, uso do veículo (ex.: museu, uso eventual, road trips) e a expectativa de quilometragem influenciam o prêmio. Veículos guardados em garagem protegida costumam ter incidência de prêmios menor do que unidades expostas a uso diário intenso.

Se a visão de valor de referência da FIPE for complementar à avaliação prática de um veículo de coleção ou de alto desempenho como o C-36 AMG, a cotação com a GT Seguros pode ser útil para alinhar as coberturas ao perfil específico do carro. Abaixo, apresentamos considerações sobre a condução do seguro neste tipo de veículo, com foco educativo para quem busca entender o cenário sem depender apenas do número da FIPE.

Características do veículo e implicações para o seguro

O C-36 AMG 1995 pertence a uma classe de automóveis que combina duas características importantes para seguradoras: potência e construção premium. A mecânica AMG, ajustada para entregar desempenho superior, implica em itens de manutenção específicos, custo de reposição de peças originais e disponibilidade de peças de época. Consequentemente, o seguro precisa de uma leitura mais apurada de risco, levando em conta fatores como:

  • Originalidade e itens AMG: unidades conservadas com peças originais costumam ter maior valor de mercado na FIPE e, por consequência, podem exigir limites de cobertura mais robustos.
  • Sinistrabilidade: veículos de alto desempenho podem ter maior exposição a danos em cenários de uso esportivo, o que demanda coberturas que contemplem danos a motor, transmissão, suspensão e componentes de alto custo.
  • Rastreamento e garagem: a proteção contra roubo pode ser reforçada com dispositivos de rastreamento e com a garantia de guarda em garagem fechada, se possível.
  • Uso responsável e condição de conservação: a percepção de risco pela seguradora está intimamente ligada à manutenção preventiva, histórico de revisões e à documentação de procedência.

Com base nesses aspectos, a consulta a uma seguradora especializada, como a GT Seguros, pode oferecer opções de coberturas que se alinhem ao uso pretendido do veículo, incluindo proteções adicionais para peças originais, assistência 24 horas em deslocamentos e opções de indenização que considerem o valor de reposição de peças de época quando aplicável.

Para quem busca uma orientação prática, a mensagem a seguir pode ser útil: ao estruturar a apólice, pense na soma segurada como um conjunto que representa não apenas o valor da FIPE, mas também o custo de reposição de itens originais, a possível depreciação com o tempo e a disponibilidade de peças. Um seguro bem dimensionado evita subseguro em caso de sinistro e também reduz a exposição a surpresas futuras quando peças de chegada mais rara forem necessárias para reparo.

Se você está em busca de alinhamento entre o valor de referência da FIPE, o estado de conservação do seu C-36 AMG 1995 e a melhor estrutura de proteção, considere solicitar uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação especializada pode trazer tranquilidade ao planejar a cobertura ideal, levando em conta as particularidades deste modelo histórico.

Conselhos práticos para proprietários de C-36 AMG 1995

Abaixo, trazemos orientações que ajudam a manter a cobertura alinhada ao valor real e ao perfil de uso do carro:

  • Documente a procedência e a manutenção em dia, guardando notas, manuais, histórico de revisões e trocas de componentes, especialmente itens AMG originais.
  • Guarde o veículo em local apropriado (garagem coberta) sempre que possível, reduzindo riscos de exposição a intempéries, vandalismo e roubo invejável para veículos de alto valor.
  • Considere coberturas adicionais direcionadas a peças de alto custo (sistema de freios, suspensão, motor, câmbio, carroceria) para evitar surpresas financeiras em reparos.
  • Mantenha a FIPE como referência de base, porém, peça à seguradora uma avaliação específica para o estado atual do veículo e para a presença de itens originais que elevam o valor de reposição.

Se o objetivo é alinhar a proteção à realidade do veículo, vale lembrar que a Tabela FIPE é apenas uma das ferramentas que compõem a avaliação de seguro. O equilíbrio entre o valor de referência, o estado de conservação, as condições de uso e o histórico do proprietário é o que, de fato, define o custo e a qualidade da cobertura. O C-36 AMG de 1995, com seu apelo histórico e capacidade de performance, merece uma análise cuidadosa que vá além de números simples, reconhecendo o valor cultural e o custo real de reposição de peças originais, caso haja necessidade de reparos.

Ao