| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 21.651,00 |
| Fev/26 | R$ 21.437,00 |
| Jan/26 | R$ 21.226,00 |
| Dez/25 | R$ 21.023,00 |
| Nov/25 | R$ 20.816,00 |
| Out/25 | R$ 20.610,00 |
| Set/25 | R$ 20.207,00 |
| Ago/25 | R$ 20.008,00 |
| Jul/25 | R$ 19.812,00 |
| Jun/25 | R$ 19.616,00 |
| Mai/25 | R$ 19.423,00 |
| Abr/25 | R$ 19.442,00 |
Guia prático para entender a Tabela FIPE no Suzuki DR 800 S 1999 e suas implicações para o seguro
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa na proteção veicular
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Embora o termo seja comumente associado a automóveis, a FIPE disponibiliza tabelas que abarcam motocicletas e outros tipos de veículos, servindo como base para cálculos de indenizações, depreciação e cobertura de seguros. Quando uma seguradora consulta a FIPE, não está apenas buscando um número; está buscando uma referência consolidada de mercado que reflita, de maneira padronizada, o valor que o proprietário pretende proteger.
Para quem possui uma Suzuki DR 800 S 1999, entender essa referência é essencial. O valor de referência impacta diretamente a forma como a seguradora dimensiona o valor segurado (em especial no casco, quando a apólice cobre danos ao veículo) e influencia outros componentes da contratação, como as franquias, as coberturas adicionais e a necessidade de documentação na hora de acionar um sinistro. Além disso, a atualização mensal da FIPE ressalta a dinâmica do mercado: quanto mais estável for a demanda pela DR 800 S entre colecionadores, motoboys e entusiastas de trilha, mais próximo fica o valor de mercado real e, por consequência, o valor segurado escolhido pelo segurado.

Neste artigo, vamos explorar a relação entre a Tabela FIPE e a Suzuki DR 800 S 1999, com foco educativo para quem busca entender como esse mecanismo influencia a proteção veicular. Ao longo do texto, você encontrará uma ficha técnica sucinta da moto, informações sobre a marca e dicas práticas para quem combina fidelidade à FIPE com uma gestão de seguros eficaz.
Ficha técnica da Suzuki DR 800 S 1999
A consideração de uma ficha técnica ajuda a contextualizar o perfil do veículo, sendo útil tanto para motoristas quanto para profissionais de seguros. A DR 800 S, no ano de 1999, é uma motocicleta de uso misto (enduro), com características que privilegiam robustez, desempenho em terrenos variados e confiabilidade em trajetos curtos e longos. Abaixo estão os aspectos estruturais da motocicleta, apresentados de maneira concisa para facilitar a compreensão do seu papel na avaliação de seguro com base na FIPE.
- Cilindrada e motor: cerca de 799 cm³, motor 4 tempos, 1 cilindro, alimentação por carburador; configuração voltada ao uso misto, com torque útil para manejo em trilha e sedes urbanas.
- Transmissão e condução: câmbio de 5 velocidades, transmissão final por corrente; embreagem projetada para respostas rápidas em diferentes ritmos de pilotagem.
- Dimensões, peso e capacidade: dimensões típicas de uma moto de estrada com apelo off-road, peso aproximado na ordem de magnitude de 160–170 kg em ordem de circulação, tanque com capacidade suficiente para distâncias moderadas, variando conforme o lote de fabricação.
- Suspensão e freios: suspensão dianteira do tipo garfo telescópico (com curso adequado para absorção de irregularidades em terreno não pavimentado) e suspensão traseira com sistema monoamortiguador; sistema de frenagem com discos, proporcionando resposta estável em diferentes condições de pilotagem.
É importante observar que as especificações podem apresentar variações entre unidades, por exemplo, por mercado de venda ou por alterações de componentes ao longo da produção. No entanto, a estrutura geral da DR 800 S 1999 permanece alinhada ao conceito de motocicleta de uso misto, com foco em performance, confiabilidade e versatilidade para quem busca tanto deslocamentos diários quanto aventuras em terrenos desafiadores.
A marca Suzuki: tradição, inovação e presença global
A Suzuki é uma das fabricantes mais reconhecidas no mundo dos motores, com uma trajetória que cruza automobilismo, motociclismo e tecnologia de ponta. Fundada no Japão, a marca consolidou-se ao longo de décadas de desenvolvimento técnico, participação em competições e expansão de portfólio para atender a diferentes perfis de público. No Brasil, a presença da Suzuki se consolidou por meio de modelos que conciliam desempenho, durabilidade e custo-benefício, com especial destaque para linhas que exploram o universo off-road, turismo, urbano e esportivo.
Para o segmento de motos, a Suzuki traz uma herança de engenharia que valoriza o equilíbrio entre potência e controle, uma característica especialmente apreciada por pilotos que demandam robustez em trilhas, caminhos de terra e uso cotidiano. A DR 800 S, como membro da família DR, carrega essa herança: uma referência para quem busca confiabilidade, facilidade de manutenção e disponibilidade de peças, fatores que são relevantes quando o valor de mercado é avaliado pela FIPE e, por consequência, discutido com a seguradora na hora de assegurar o veículo.
Essa combinação entre tradição de marca e foco em inovação ajuda a explicar por que muitos proprietários escolhem a Suzuki para suas aventuras de fim de semana, bem como para o dia a dia, mantendo um portfólio que vai desde motocicletas compactas até modelos de alta performance. O resultado é um ecossistema que facilita a comunicação entre o proprietário e a seguradora, principalmente quando está em jogo a necessidade de uma avaliação justa do valor de reposição, depreciação e cobertura de danos.
Como a Tabela FIPE influencia a apólice da Suzuki DR 800 S 1999
A relação entre a FIPE e o seguro ocorre em múltiplas camadas. Primeiramente, o valor de referência FIPE serve como baliza para definir o que chamamos de valor assegurado. Esse valor é a base para calcular o prêmio, as coberturas de terceiros, o casco, a indenização em caso de perda total e até mesmo a decisão de incluir ou não coberturas adicionais, como assistência 24 horas, atropelamento com terceiros, ou proteção de acessórios. Em motos de uso misto como a DR 800 S, o valor FIPE pode também influenciar avaliações posteriores a sinistros, já que o equipamento pode sofrer variações de mercado conforme a demanda no universo de trilhas, clubes de motociclismo ou colecionismo.
Além disso, a atualização mensal da FIPE é relevante para acompanhar a depreciação ao longo do tempo. Mesmo que o proprietário mantenha a moto em uso ocasional ou com baixa quilometragem, a mudança de valor de mercado refletida na FIPE pode impactar as negociações com a seguradora, especialmente no que diz respeito à indenização parcial ou integral, limites de cobertura e a possibilidade de ceder a apólice para terceiros, em caso de venda do bem.
É comum que as seguradoras utilizem a FIPE como referência central, mas também levem em conta outros elementos na construção da apólice: o estado de conservação da moto, o histórico de sinistros, a utilização prevista (viagens, trilhas, uso diário), o local de guarda (garagem, estacionamento aberto, áreas com maior incidence de roubo) e o perfil do condutor (idade, tempo de habilitação, tempo de carteira). Em conjunto, esses aspectos determinam um conjunto de condições que tornam a FIPE apenas uma peça de uma análise mais ampla, ainda que seja o alicerce do valor de referência.
Para o segurado, compreender esse cenário ajuda a tomar decisões mais informadas sobre o que contratar. Por exemplo, um valor segurado alinhado à FIPE deve contemplar tanto o custo de reposição quanto a eventual depreciação de itens originais, como peças de reposição, pneus e acessórios específicos para enduro. Portanto, ao solicitar ou revisar uma cotação, vale verificar se a apólice prioriza o valor de reposição integral, o valor de mercado ou uma combinação que possa oferecer um equilíbrio entre prêmio mensal e coberturas atendidas.
Boas práticas para quem utiliza FIPE como referência de seguro
Para tirar o máximo proveito da relação entre a FIPE e a proteção veicular da Suzuki DR 800 S 1999, algumas atitudes são especialmente úteis. Primeiro, mantenha a documentação atualizada da moto, incluindo notas fiscais de modificações, acessórios originais e itens aftermarket que possam influenciar o valor de reposição. Em segundo lugar, revise periodicamente o valor segurado com a FIPE; mudanças no estado da moto, no uso ou no mercado de motos similares podem justificar ajustes no contrato. Terceiro, aproveite a comparação entre seguradoras para entender variações de cobertura, limites e franquias com base no mesmo valor de referência FIPE. Por fim, considere coberturas adicionais que façam sentido para o seu uso—por exemplo, proteção de acessórios de trilha, guincho especializado para terreno acidentado ou assistência em viagens longas, mantendo-se atento ao custo-benefício.
Ao lidar com o seguro de uma moto como a DR 800 S, o equilíbrio entre o valor FIPE, o estado do veículo, as necessidades de proteção e o orçamento mensal é essencial. A FIPE não dita sozinha o que você deve pagar; ela oferece uma referência estável que, quando combinada com uma avaliação cuidadosa do uso, ajuda a chegar a uma solução de seguro mais adequada. Por isso, conversar com um corretor experiente ou com a própria seguradora, apresentando o histórico de manutenção, o estado atual da moto e o seu perfil de uso, pode tornar o processo mais rápido e mais certeiro.
Se essa leitura ajudou a entender melhor o papel da FIPE no contexto da Suzuki DR 800 S 1999, vale considerar uma avaliação de coberturas com um profissional. Para facilitar essa etapa de comparação e escolha, uma cotação com a GT Seguros pode ser uma opção prática e eficiente, alinhando proteção a um custo compatível com o seu uso e necessidades.
