Valor FIPE Atual
R$ 124.498,00
↓ 1,3% vs mês anterior
FIPE: 510015-1
Ano: 2013-3
MêsPreço
Jan/26R$ 124.498,00
Dez/25R$ 126.119,00
Nov/25R$ 126.310,00
Out/25R$ 126.614,00
Set/25R$ 127.021,00
Ago/25R$ 127.431,00
Jul/25R$ 127.636,00
Jun/25R$ 127.764,00
Mai/25R$ 128.021,00
Abr/25R$ 128.137,00
Mar/25R$ 128.330,00
Fev/25R$ 128.408,00

Panorama da Tabela FIPE para o Navistar Durastar 4400 6×4 (2013) e a ficha técnica correspondente

Quando se fala em seguro, recompra ou avaliação de mercado de caminhões usados, a Tabela FIPE funciona como referência principal para estabelecer valores de referência de venda e indicadores de depreciação ao longo do tempo. No caso do Navistar Durastar 4400 com configuração 6×4, ano 2013, esse referencial é especialmente relevante para entender o comportamento do veículo no mercado de frota, bem como para orientar apólices de seguro, cobertura de casco, valor de substituição e limites de indenização. Este artigo aborda de forma educativa como interpretar a Tabela FIPE nesse cenário, apresenta a ficha técnica típica da versão Durastar 4400 6×4 de 2013, discute aspectos da marca Navistar e aponta fatores práticos para entender melhor o seguro de caminhões deste porte, com foco na prática do corretor e do gestor de frotas. Importante destacar que os dados de preço do veículo não aparecem nesta matéria, pois os valores são inseridos automaticamente no topo do post, conforme a rotina editorial da plataforma.

Entendendo a função da Tabela FIPE no contexto de caminhões pesados

A Tabela FIPE é uma referência nacional que consolida preços médios de venda de veículos usados no Brasil. Ela é atualizada mensalmente e serve como base para diversas operações de mercado: avaliação de ativos, cálculo de depreciação em guias contábeis, determinação de valores de indenização em seguros e até mesmo na negociação entre compradores e vendedores. Para vans, caminhões leves e caminhões médios, a FIPE leva em consideração itens como ano de fabricação, idade do veículo, estado de conservação, configuração de itens especiais e, claro, a demanda do mercado. No caso de caminhões com eixo 6×4, a importância da FIPE aumenta, pois esse tipo de configuração está associado a operações de carga pesada, uso público, entreposto logístico e aplicações de transporte de indústria ou construção. A variação de preço entre diferentes versões do Durastar 4400 6×4 de 2013 pode ocorrer por motivos como: condição da cabine, quilometragem, histórico de manutenção, presença de acessórios (calços de rodas, dispositivos de transferência de carga, para-choques reforçados, entre outros) e a avaliação do estado de motor e transmissão. Assim, para o segurado e para o corretor, a FIPE serve como uma referência de base, não necessariamente como o preço de venda de ponta, mas como um marco de valor de mercado que influencia o valor segurado, o prêmio e a indenização em caso de sinistro.

Tabela FIPE NAVISTAR DURASTAR 4400 6×4 2p (diesel)(E5) 2013

É comum que seguradoras adotem o valor FIPE como referência na indenização de veículos usados, com possíveis ajustes dependendo de: idade do veículo, estado de conservação, percentage de depreciação por uso, histórico de sinistros e o tipo de cobertura contratada. Em operações com frotas, o conferimento de uma avaliação precisa permite alinhamento entre o custo de reposição ou reparo e o prêmio de seguro, ajudando a evitar subseguro ou superseguro. Por isso, entender o que compõe a ficha técnica do Durastar 4400 6×4 e como ela se relaciona com a FIPE é parte essencial do trabalho de quem planeja a gestão de um parque de caminhões, bem como de quem atua como consultor de seguros especializados em veículos pesados.

A marca Navistar: tradição, rede de atendimento e confiabilidade no segmento de caminhões

A Navistar International Corporation, tradicional fabricante norte-americana de caminhões, motores diesel e veículos comerciais, consolidou ao longo de décadas uma reputação associada à robustez, à engenharia de motorizações que enfatizam torque para transporte de carga e a uma rede de assistência técnica ampla. No Brasil, a presença de marcas da Navistar vem acompanhada de redes de concessionárias, centros de serviço autorizados e disponibilidade de peças originais, fatores que impactam diretamente a experiência de proprietários e operadores de frotas. Caminhões de configuração 6×4, como o Durastar 4400, costumam ser escolhidos por apresentarem equilíbrio entre capacidade de carga, desempenho em trechos com desníveis acentuados, e estabilidade em manobras de carga e descarga em operações logísticas e de construção. Além disso, a histórica atuação da Navistar no mercado de veículos pesados envolve uma linha de motores diesel com foco em durabilidade e facilidade de manutenção, aspectos que ajudam a reduzir o custo total de propriedade ao longo do tempo, inclusive no que tange a seguro, manutenção e reposição de peças.

Ao avaliar a confiabilidade de um caminhão Durastar 4400 6×4, o gestor de frotas precisa considerar não apenas o valor de mercado atual ou o custo inicial de aquisição, mas também o histórico de confiabilidade do motor, a disponibilidade de peças, o suporte técnico próximo à operação, e a facilidade de encontrar mão de obra qualificada para manutenção preventiva e reparos. Caminhões com boa rede de suporte tendem a apresentar menor taxa de sinistros operacionais, pois a manutenção regular reduz o risco de falhas mecânicas graves. Em termos de seguro, isso se traduz em fatores como menor probabilidade de sinistro grande, melhor custo-benefício com coberturas de casco completo e assistência 24h, além de possíveis descontos para frotas que demonstrem boas práticas de manutenção e histórico de pagamentos dentro do contrato.

Ficha técnica do Navistar Durastar 4400 6×4 (2013): visão resumida

A seguir, apresentamos uma ficha técnica da versão Durastar 4400 com configuração 6×4, ano próximo de 2013, baseada em especificações típicas para esse modelo naquela época. Vale lembrar que variações por motor, cabine e pacote de equipamentos podem ocorrer entre unidades da mesma linha, por isso os dados apresentados devem ser interpretados como referência geral para o Durastar 4400 6×4 de 2013.

  • Configuração de eixo: 6×4 — dois eixos traseiros motrizes com tração em quatro rodas, adequado para carga elevada em terrenos urbanos e rodoviários.
  • Tipo de veículo: caminhão pesado de distribuição/tração com cabine simples (2 portas) — operação geralmente voltada a transporte de carga geral ou específica para setores industriais.
  • Motor: diesel — tecnologia de alta durabilidade; deslocamento típico em faixa de 6,4 a 9,0 litros conforme configuração, com turboalimentação e sistema de intercooler em versões mais recentes.
  • Potência e torque: faixa ampla conforme configuração do motor, com potência entre aproximadamente 200 a 320 cv e torque na casa de 700 a 1.100 Nm, o que favorece a capacidade de empuxo em subidas e o transporte de cargas pesadas.

Observação: as especificações acima representam uma visão consolidada de características típicas do Durastar 4400 6×4 2013. Diferenças entre unidades podem ocorrer, especialmente entre motores de diferentes calibrações, cabine com e sem itens adicionais (air conditioning, bancos especiais, sistemas de telemática, entre outros) e ajustes de fábrica realizados para mercados específicos. Para fins de seguro, estas variações podem influenciar o valor segurável, a taxa de prêmio e as coberturas disponíveis, o que reforça a importância de providenciar informações precisas no momento da cotação.

Outro ponto relevante da ficha técnica envolve o peso e as dimensões, que impactam o PBT (Peso Bruto Total) e, por consequência, certos critérios de elegibilidade de seguro e de utilização. Em geral, caminhões com 6×4 para aplicações de carga pesada apresentam PBT próximo a 22.000 kg, embora versões com diferentes binários de motor e cabine possam apresentar variações dentro de faixas operacionais amplas. O tipo de cabine (simples ou dupla) e o nível de equipamento podem influenciar o peso ocupado pela cabine, o sistema de suspensão e os componentes de tração. Em termos de cabine, o segundo conjunto de rodas motrizes aumenta a exigência de robustez estrutural, o que se reflete na durabilidade geral do veículo durante anos de serviço intenso em jornadas de transporte de carga fracionada, materiais sólidos ou fontes de produção.

Como a Tabela FIPE influencia as decisões de seguro para o Durastar 4400 6×4

O valor de referência da FIPE serve de base para o cálculo do valor segurado, que, por sua vez, é utilizado pela seguradora para determinar o prêmio e o valor de indenização em caso de sinistro. No caso de caminhões pesados, o ajuste de prêmio costuma considerar não apenas o valor FIPE, mas também fatores como o uso do veículo (frota própria, aluguel, locação), a área de atuação (urbana, rodoviária, rural), a frequência de uso, o perfil de motoristas, o histórico de sinistros da empresa e as medidas de proteção adotadas (alarmas, rastreamento, monitoramento de telemetria). Assim, a FIPE funciona como um ponto de partida para a avaliação do risco, mas não é o único determinante da composição da apólice de seguro. Um Durastar 4400 6×4 com manutenção regular, registro de uso previsível e cobertura adequada para casco, responsabilidade civil e angel shield terá menor probabilidade de sinistro e, consequentemente, um prêmio mais estável ao longo do tempo.

Ao analisar a Tabela FIPE, o corretor de seguros deve considerar também a atualizar o valor segurado conforme a idade do veículo, a quilometragem, o histórico de manutenção, o estado da cabine e do conjunto de transmissão, e a presença de itens adicionais que possam impactar o custo de reparo ou reposição. Em muitas situações, as seguradoras podem oferecer opções de cobertura específicas para caminhões, tais como proteção de acessórios de carga, indenização por perda total, responsabilidade civil exigida por lei, assistência 24h e retirada de pneus. A FIPE também pode influenciar o cálculo de depreciação de peças de reposição, que, por sua vez, afeta o custo de reposição e a escolha entre peças originais e equivalentes.

Como ler as especificações para fins de seguro de caminhão

Para quem atua na gestão de frotas ou na área de corretagem de seguros, é essencial saber ler as especificações técnicas com foco no impacto em seguro. Alguns aspectos-chave para considerar na leitura da ficha do Durastar 4400 6×4 incluem:

1) Configuração de eixo e capacidade de carga: a configuração 6×4 é indicada para aplicações que exigem maior tração e sustentação de cargas pesadas. Isso pode influenciar a percepção de risco de rods, trem de força e desgaste de componentes, impactando o prêmio de casco. Além disso, a capacidade nominal de carga afeta a área de atuação econômica do caminhão e a probabilidade de sinistro em operações de transporte de materiais volumosos.

2) Motor e transmissão: motores diesel robustos com torque elevado são desejáveis em atividades de transporte de carga. A escolha entre transmissão manual ou automatizada pode influenciar custos com manutenção e consumo de combustível, fatores que, por sua vez, podem ter efeito indireto na avaliação de risco pela seguradora. Um motor confiável e um conjunto de transmissão bem conduzido reduzem o risco de falhas mecânicas que poderiam levar a sinistros.

3) Kondições de uso e estado do veículo: caminhões usados com bom histórico de manutenção, registros de serviços e inspeções periódicas tendem a ter menor probabilidade de falha. A documentação de manutenção e o estado geral da cabine, suspensão e sistema de freios são itens que as seguradoras costumam revisar na hora da emissão de uma apólice. Manter peças originais, realizar revisões conforme o manual do fabricante e manter a carenagem e a carroçaria em bom estado ajudam a manter custos de indenização mais previsíveis.

4) Coberturas adicionais: para caminhões, as coberturas podem incluir casco, responsabilidade civil, danos a cargas, roubo/furto, incêndio, assistência 24h, entre outras. A FIPE entra como referência de valor do veículo e pode impactar limites de indenização, que, por sua vez, ajudam a evitar subseguro. A escolha de coberturas alinhadas ao tipo de operação do Durastar 4400 6×4 (carga geral, materiais de construção, distribuição de itens sensíveis, etc.) é crucial para equilibrar custo de prêmio e proteção de ativos.

Dicas de gestão de frotas e cotação de seguro com foco no Durastar 4400 6×4

Para quem administra frotas com caminhões Durastar 4400 6×4 ou unidades semelhantes, as ações abaixo ajudam a tornar o processo de cotação mais eficiente e pertinente:

– Mantenha um inventário técnico claro de cada unidade: ano, versão de motor, cabine, acessórios adicionais e histórico de manutenções. Isso facilita a emissão de cotações mais próximas da realidade do veículo e reduz atrasos no fechamento de contratos.

– Use dados de manutenção para justificar boas práticas: registros de revisões, trocas de óleo, freios e substituição de componentes críticos ajudam a demonstrar menor risco à seguradora, o que pode resultar em prêmios mais vantajosos ao longo do tempo.

– Considere telemetria e rastreamento: sistemas de monitoramento de veículo, velocidade, freadas e geolocalização podem reduzir o custo do seguro ao demonstrar comportamento de condução segura e rotas estáveis, o que mitiga o risco de sinistros.

– Compare coberturas alinhadas ao uso: para operações com alto risco de dano à carga, inclua proteção de carga e acessórios específicos. Se a frota opera em áreas com maior probabilidade de roubo, priorize a cobertura contra roubo/furto e assistência emergencial. O objetivo é obter equilíbrio entre custo de prêmio e proteção efetiva do ativo.

Em todos os casos, a GT Seguros oferece cotações personalizadas para caminhões durastars como o Durastar 4400 6×4, com lambda de coberturas que podem ser ajustadas conforme o perfil de uso da frota. Uma cotação com a GT Seguros facilita a comparação de planos, limites e benefícios, ajudando a escolher a opção que melhor atende às necessidades da operação.

Resumo prático: a leitura atenta da ficha técnica, associada à interpretação adequada da Tabela FIPE e a uma gestão de risco bem estruturada, é o caminho para chegar a uma apólice de seguro que combine proteção adequada a custo acessível. O Durastar 4400 6×4, por ser um veículo robusto de uso intenso em operações de carga, exige atenção especial aos itens de manutenção, à compatibilidade de peças e à verificação de coberturas de casco que contemplam ocorrências típicas da categoria, como danos a componentes de suspensão, eixo e transmissão, além de proteção de carga e roubo.

Se você está repetidamente avaliando opções de seguro ou precisa de uma orientação prática para a realidade da sua frota, a dica é buscar uma cotação com a GT Seguros. Tomar a decisão com informações precisas e atualizadas ajuda a garantir proteção eficiente para o Durastar 4400 6×4 2013 e para o seu negócio como um todo.