Valor FIPE Atual
R$ 17.418,00
↑ 0,4% vs mês anterior
FIPE: 002011-7
Ano: 1996-1
MêsPreço
Jan/26R$ 17.418,00
Dez/25R$ 17.350,00
Nov/25R$ 17.278,00
Out/25R$ 17.215,00
Set/25R$ 17.075,00
Ago/25R$ 17.010,00
Jul/25R$ 16.942,00
Jun/25R$ 16.918,00
Mai/25R$ 17.008,00
Abr/25R$ 17.349,00
Mar/25R$ 17.376,00
Fev/25R$ 17.205,00

Entenda como a Tabela FIPE orienta a avaliação do Corolla DX/ SW DX 1.6 16V de 1996 e o impacto disso no seguro

Quando pensamos em seguro, vale a pena começar pela base que costuma orientar as cotações: a Tabela FIPE. Criada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, a FIPE reúne valores médios de mercado para carros usados, levando em conta fatores como ano de fabricação, versão, motor, carroceria e estado geral do veículo. Para um Toyota Corolla DX ou SW DX 1.6 16V do ano de 1996, a referência FIPE funciona como uma linha de base para entender o que o veículo pode valer na prática em um cenário de indenização total, de reparos ou até de reposição. No entanto, vale reforçar: a seguradora pode considerar condições específicas do veículo, histórico de sinistros, quilometragem e o estado de conservação ao definir o prêmio e o valor de indenização. A ideia central é que a FIPE ajuda a padronizar o valor de referência, facilitando a comparação entre propostas de seguro e a transparência no processo de contratação.

Ficha Técnica do Toyota Corolla DX/ SW DX 1.6 16V (1996)

O Corolla DX e o SW DX 1.6 16V, lançados na década de 1990, representam uma fase de transição para os sedãs compactos de aspecto sóbrio, com foco na confiabilidade e no conforto do dia a dia. Abaixo está a ficha técnica consolidada para essa versão, com base nas características mais comummente reportadas na época. Como se trata de modelos de 1996, pode haver pequenas variações entre unidades específicas, especialmente entre a versão sedã (DX) e a station wagon (SW DX).

Tabela FIPE Toyota Corolla DX/ SW DX 1.6 16V 1996

Motorização e desempenho:

– Motorização: 1.6 L, 4A-FE, 16V (injeção eletrônica)

– Potência máxima: aproximadamente 105 cv a 6.000 rpm

– Torque máximo: em torno de 14,5 kgf.m a cerca de 4.000 rpm

Transmissão e tração:

– Transmissão: manual de 5 velocidades; também houve disponibilidade de automática de 4 velocidades em some mercados

– Tração: dianteira

Carroceria e dimensões (referência geral para a época):

– Configuração: sedan (DX) e station wagon (SW DX)

– Alimentação: gasolina

– Cilindrada: 1.6 L

– Geometria típica da plataforma: comportamento estável, boa dirigibilidade urbana e bom aproveitamento de espaço interno

Dimensões, peso e capacidade (faixa típica para a época):

– Comprimento: próximo de 4,4 metros; entre-eixos próximo de 2,5 metros

– Largura e altura: compatíveis com o segmento de sedãs compactos dos anos 90

– Peso em ordem de marcha: geralmente na casa de 1.0 a 1.1 tonelada

– Capacidade do porta-malas: para o sedan, em torno de 350 litros; a versão SW oferece capacidade maior, adequada para quem precisa de mais versatilidade, especialmente para bagagem e itens de família

Equipamentos e acabamentos:

– Itens de conforto e conveniência típicos da época, com acabamento simples, mas com foco na ergonomia do motorista

– Sistema de freios com distribuição eficiente para a época; disponibilidade de freios ABS pode variar conforme o mercado e o acabamento

Observação importante: as especificações podem variar conforme o mercado (Brasil, Japão, EUA, etc.) e conforme a configuração de fábrica do veículo. Em qualquer avaliação para seguro ou FIPE, é comum confirmar a versão exata (DX sedan vs SW DX station wagon) e confirmar o estado de conservação, histórico de manutenção e possíveis alterações no veículo ao longo dos anos.

A Toyota e a sua presença no mercado brasileiro

A Toyota é uma marca que investe há décadas na qualidade de fabricação, confiabilidade mecânica e redes de assistência técnica. No Brasil, a presença da marca se consolidou ao longo dos anos, com fábricas, distribuição de peças e uma rede de concessionárias que busca oferecer suporte compatível com a demanda de clientes que buscam durabilidade, conforto e bom custo de manutenção. O Corolla, em particular, é um modelo que atravessou várias gerações, tornando-se referência não apenas pela reputação de confiabilidade, mas também pela capacidade de manter o valor ao longo do tempo quando bem cuidado. Isso não apenas facilita a vida do proprietário no dia a dia, como também influencia as avaliações de seguro: modelos com histórico de reparos previsíveis, peças disponíveis e rede de assistência bem estruturada costumam receber avaliações mais estáveis, o que pode impactar positivamente o prêmio de seguro ao longo dos anos.

Para quem acompanha o mercado, o Corolla da década de 1990, incluindo as variantes DX, é visto como um veículo com mecânica simples de manter, bom tempo de vida útil se bem mantido e baixa propensão a falhas imprevisíveis. Do ponto de vista do proprietário, isso pode significar vantagem em termos de custo de manutenção e disponibilidade de peças, o que, por sua vez, pode influenciar positivamente a experiência com o seguro: reparos mais previsíveis, tempo de disponibilidade de peças e assistência técnica capaz de atender modelos mais antigos, sem surpresas de custo elevado. Contudo, como qualquer veículo com mais de duas décadas, a idade impõe revisões mais criteriosas, histórico de sinistros e estado geral da carroceria, que também impactam na avaliação de risco feita pela seguradora.

Tabela FIPE e seguro: como funciona para um carro histórico como o Corolla 1996

O uso da Tabela FIPE no universo de seguros é uma prática comum para estabelecer um valor de referência. Esse valor serve como base para cálculos de indenização, prêmios e coberturas. Para um Corolla DX/ SW DX 1.6 16V de 1996, a FIPE funciona como um piso estável que ajuda a comparar propostas de seguro de maneira justa, especialmente entre seguradoras que atendem clientes com veículos de idade avançada. Mesmo sendo um carro mais antigo, a FIPE continua a fornecer um parâmetro que facilita o entendimento de quanto o veículo pode valer no mercado, levando em conta a depreciação temporal, a raridade de determinadas versões e a demanda por peças de reposição.

  • Valor de referência para indenização: a FIPE estabelece um padrão para o que a seguradora pode considerar como o valor de reposição ou de mercado em caso de sinistro total ou de necessidade de reparo significativo.
  • Atualização mensal: a FIPE é atualizada com regularidade, o que ajuda a acompanhar as oscilações do mercado de usados. Em carros com histórico de uso mais amplo ou com menor disponibilidade de peças, essa atualização mensal ajuda a manter a referência alinhada com a realidade.
  • Particularidades de veículos antigos: para modelos com mais de duas décadas, algumas seguradoras podem complementar a referência FIPE com avaliações de mercado local, histórico de sinistros, estado de conservação e documentação detalhada do veículo. Em alguns casos, pode haver a opção de reposição baseada no valor de reposição ou de mercado, dependendo da apólice contratada.

Como isso se traduz na prática? Ao solicitar uma cotação, é comum que a seguradora peça dados simples sobre o estado atual do veículo (km rodados, manutenção recente, peças originais ou substituídas, estado de lataria e interior, disponibilidade de itens de segurança, como alarmes ou imobilizadores) para ajustar o prêmio. O histórico de manutenção, a regularidade de manutenções, a procedência de peças e a presença de itens originais ajudam a manter o valor de referência alinhado com a realidade do carro. Em resumo, a FIPE age como uma linha de base estável, mas a seguradora pode adaptar o valor com base no estado particular de cada exemplar do Corolla DX/ SW DX 1996.

Fatores que influenciam o valor FIPE do Corolla DX 1996 e, por consequência, a apólice de seguro

Vários fatores podem influenciar a variação do valor FIPE e, por extensão, o custo do seguro. Entre eles, destacam-se:

– Conservação e originalidade: veículos bem conservados, com documentação completa, sem modificações não originais ou com peças de reposição originais tendem a receber avaliações mais estáveis pela FIPE e, na prática, podem ter prêmios mais baixos por serem considerados menos arriscados para a seguradora.

– Quilometragem e uso: carros pouco rodados para a idade, e usados com finalidade urbana regular, costumam ter uma percepção de menor desgaste, o que pode impactar o valor de referência positivamente. O contrário também vale: alta quilometragem em veículo antigo pode reduzir o valor FIPE e, consequentemente, o prêmio.

– Histórico de sinistros: proprietários com histórico de sinistros podem ver um ajuste no prêmio, pois isso eleva o risco percebido pela seguradora. Um histórico limpo, com sinistros bem resolvidos, ainda assim pode manter o valor de referência estável, desde que o veículo esteja em condições adequadas.

– Manutenção em dia e regularidade de serviço: registros de revisões periódicas, trocas de óleo, filtros, correias e sistemas de freio contam a favor, demonstrando cuidado com o automóvel e reduzindo a propensão a falhas graves que gerem sinistros no curto prazo.

– Peças e acessórios: o uso de peças originais ou de qualidade equivalente pode influenciar a percepção de confiabilidade do veículo. Em alguns casos, a ausência de componentes originais pode reduzir o valor FIPE e, consequentemente, impactar o prêmio de seguro.

– Condição da carro