| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 1.667,00 |
| Dez/25 | R$ 1.671,00 |
| Nov/25 | R$ 1.674,00 |
| Out/25 | R$ 1.679,00 |
| Set/25 | R$ 1.685,00 |
| Ago/25 | R$ 1.689,00 |
| Jul/25 | R$ 1.692,00 |
| Jun/25 | R$ 1.694,00 |
| Mai/25 | R$ 1.698,00 |
| Abr/25 | R$ 1.700,00 |
| Mar/25 | R$ 1.703,00 |
| Fev/25 | R$ 1.705,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para a KYMCO DJW 50 50cc 1998
A Tabela FIPE é uma referência ampla para entender o valor de mercado de veículos usados no Brasil, incluindo motocicletas, scooters e quadriciclos. Quando o tema é a KYMCO DJW 50, 50cc, ano de 1998, a leitura da tabela vai além de agradar curiosidades históricas: ela serve de base para seguradoras, compradores e vendedores avaliarem ofertas com mais clareza. Este artigo aborda a Tabela FIPE nesse contexto específico, trazendo também uma ficha técnica simples da DJW 50, aspectos sobre a marca KYMCO e fatores que influenciam a leitura da FIPE, de forma educativa e prática para quem atua no universo de seguros e proteção veicular.
Contexto: por que a Tabela FIPE importa para scooters 50cc no Brasil
Para veículos usados, a FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) consolida uma referência mensal de valores médios de mercado. Ela funciona como um “ponto de partida” para corretores, seguradoras e proprietários entenderem qual seria a faixa de valor de um veículo, levando em conta o modelo, o ano, a motorização e outros atributos. No caso de uma KYMCO DJW 50, 50cc de 1998, a leitura da FIPE exige considerar o estágio tecnológico da época, as condições de uso, a disponibilidade de peças e o contexto de valorização de scooters urbanas ao longo das últimas décadas. É fundamental lembrar que a FIPE não determina um preço fixo: trata-se de uma referência estatística que embasa cálculos de cobertura, indenização e avaliação em seguros. Diferentes operadoras podem ajustar a prática de acordo com políticas internas, histórico do condutor e condições de cada unidade, mas a FIPE continua como base normativa amplamente reconhecida pelo mercado.

Ficha Técnica da KYMCO DJW 50 50cc (1998)
| Marca | KYMCO |
| Modelo | DJW 50 |
| Ano de fabricação | 1998 |
| Categorias | Scooter 50cc |
| Cilindrada | 49,7 cm³ |
| Potência | Aproximadamente 2,0–3,0 cv |
| Torque máximo | Aproximadamente 0,3–0,5 kgf·m |
| Transmissão | CVT (transmissão continuamente variable) |
| Aquecimento/ alimentação | Carburador |
| Refrigeração | Aerodinâmica por ar |
| Peso em ordem de marcha | Aproximadamente 75–85 kg |
| Capacidade do tanque | 4–5 L |
| Dimensões (AxLxC) | aprox. 1.080 x 650 x 1.770 mm |
| Rodas | 10–12 polegadas |
| Sistema de freio | Freios a tambor (varia por unidade) |
Observação importante: as especificações acima representam uma leitura geral para a linha de scooters 50cc da KyMCo na década de 1990 e, especialmente, para modelos de circulação de 1998. Em veículos usados, pequenas variações de ano, versão e país de venda podem ocorrer. Por isso, ao consultar a FIPE para uma DJW 50 específica, recomende-se verificar a unidade exata, bem como a condição física, histórico de manutenção e quilometragem. Essas informações ajudam a calibrar o valor de referência com maior precisão, impactando decisões de compra, venda e, principalmente, de seguro.
A KYMCO como marca: origem, propósito e presença no mercado de mobilidade urbana
A KYMCO (Kwang Yang Motor Co.) é uma fabricante taiwanesa com foco histórico em soluções de mobilidade urbana, incluindo scooters, motos, quadriciclos e, mais recentemente, soluções de mobilidade elétrica. Fundada na década de 1960, a empresa consolidou-se como uma das maiores fabricantes de scooters do mundo, destacando-se pela combinação de eficiência, acessibilidade e disponibilidade de peças. A filosofia da KYMCO costuma enfatizar praticidade para o dia a dia, com modelos compactos, econômicos e fáceis de manter, o que cai como uma luva para quem depende de deslocamentos urbanos curtos, com rotinas de compra, trabalho, escola e lazer. Ao longo dos anos, a marca investiu na rede de assistência técnica, peças originais e redes de distribuição que atendem diversos mercados, o que facilita a manutenção de modelos antigos, como a DJW 50, quando disponíveis os componentes originais. Além disso, a KYMCO tem evoluído com propostas de confiabilidade e custo-benefício, elementos valorizados por compradores de motos e scooters usados, bem como por seguradoras que precisam avaliar o valor de reposição de forma consistente. Em termos de seguros, a presença de uma marca reconhecida no mercado pode oferecer uma referência estável para avaliação de riscos, histórico de confiabilidade e disponibilidade de peças, impactando a leitura da FIPE e as opções de cobertura a serem consideradas.
Fatores que influenciam a leitura da Tabela FIPE e impactos na apólice de seguro
Quando se utiliza a Tabela FIPE para embasar o valor de uma KYMCO DJW 50 50cc de 1998, é útil entender que alguns fatores vão além do modelo e do ano para determinar o que a hoje é considerado o “valor de referência” na seguradora. Abaixo, reunimos quatro aspectos-chave que costumam aparecer na prática de seguros e avaliação de risco:
- Condição mecânica e estética: o estado do motor, sistema de freios, suspensão, desgaste de componentes, pintura e dano residual influenciam a percepção de valor de mercado de uma unidade específica. Uma DJW 50 bem conservada tende a ser reconhecida pela FIPE como uma referência mais próxima ao valor médio do mercado.
- Quilos de uso e histórico de manutenção: um histórico detalhado de revisões, trocas de peças originais, frequência de serviços e notas fiscais ajudam a demonstrar cuidado com o veículo, o que pode favorecer uma avaliação de valor mais estável na apólice.
- Modificações e personalizações: alterações que modificam desempenho, aparência ou redução de peso podem impactar o valor de reposição em caso de sinistro. Em geral, modificações não originais tendem a reduzir o valor de reposição se não houver documentação de qualidade ou se não houver aprovação pela seguradora.
- Disponibilidade de peças e rede de assistência: para modelos mais antigos, a facilidade ou dificuldade de reposição de peças originais pode influenciar o custo de reparos e, consequentemente, o valor segurado. Regiões com rede de assistência mais ampla costumam oferecer avaliações mais estáveis.
Como a FIPE é utilizada pelas seguradoras para estruturar coberturas
As seguradoras utilizam a FIPE como uma referência inicial para estabelecer o valor de referência de uma motocicleta ou scooter ao compor a apólice. Esse valor serve de base para a definição da cobertura de valor de mercado (ou valor de reposição) em caso de perda total ou roubo. Além disso, a FIPE orienta o cálculo de prêmios, especialmente quando o segurado opta por coberturas que envolvem indenização baseada no valor de referência. Importante: a FIPE é apenas um parâmetro — cada seguradora pode aplicar tabelas próprias, considerar o histórico do condutor, o uso do veículo e o perfil de risco para chegar ao valor final da apólice. Em todos os casos, a prática comum é que o valor segurado não esteja abaixo do valor de mercado indicado pela FIPE, para que o segurado tenha cobertura suficiente em situações de indenização.
Boas práticas para manter a documentação em dia e preservar o valor da sua KYMCO DJW 50
Para quem tem uma DJ
