| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 30.463,00 |
| Dez/25 | R$ 31.085,00 |
| Nov/25 | R$ 31.132,00 |
| Out/25 | R$ 31.207,00 |
| Set/25 | R$ 31.844,00 |
| Ago/25 | R$ 32.495,00 |
| Jul/25 | R$ 32.300,00 |
| Jun/25 | R$ 32.333,00 |
| Mai/25 | R$ 32.208,00 |
| Abr/25 | R$ 32.217,00 |
| Mar/25 | R$ 32.796,00 |
| Fev/25 | R$ 33.259,00 |
Guia prático para interpretar a Tabela FIPE no Ford Cargo 1418 2p (diesel) de 1989
Introdução: o que é a Tabela FIPE e por que ela importa para veículos de frota antiga
A Tabela FIPE é um referencial criado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) que reúne valores de mercado médios para veículos usados, com o objetivo de padronizar a avaliação em negociações, seguros, financiamentos e demais transações que envolvam automóveis e caminhões. Para modelos antigos, como o Ford Cargo 1418 2p movido a diesel, a FIPE funciona como uma régua de referência que ajuda corretores, seguradoras e proprietários a entenderem uma faixa de valores que reflita, de maneira geral, o estado de conservação, a idade do veículo e a busca típica do mercado naquela época. É fundamental enfatizar que a FIPE não dita um preço fixo nem substitui avaliações técnicas — ela oferece um ponto de partida estruturado para discussões financeiras, planejamentos de seguro e planos de reposição. No contexto de frotas e de veículos de trabalho, essa referência se mostra especialmente útil para estabelecer limites de cobertura, parâmetros de depreciação e cenários de indenização, sempre complementada por a avaliação prática da condição da unidade específica.
Por que o modelo Ford Cargo 1418 2p (diesel) de 1989 merece atenção ao consultar a FIPE
O Ford Cargo 1418 2p (diesel) de 1989 é um exemplo clássico de caminhão-utilitário da linha Cargo, que marcou época pela robustez do conjunto mecânico, pela simplicidade de manutenção e pela adaptabilidade de uso em pequenas e médias empresas. Em termos de FIPE, veículos de cabine simples, com motor diesel e configuração de carga rígida, costumam apresentar faixas de variação significativas entre unidades equivalentes, especialmente quando se consideram diferentes estados de conservação, histórico de manutenção, quilometragem acumulada e a configuração de carroceria (baú, caçamba, caixa seca, entre outros). A pesquisa de valor para esse modelo específico leva em conta fatores como a idade, o desgaste de componentes críticos (motor, sistema de transmissão, eixo e freios) e a disponibilidade de peças no mercado de reposição, que pode oscilar conforme a rarefação de componentes originais de época. Para quem gerencia frotas ou garante veículos de uso contínuo, entender a diversidade de possibilidades dentro da FIPE ajuda a calibrar expectativas, planejar contingências e discutir seguros com base em cenários realistas, evitando surpresas ao declarar o valor para sinistro ou renovação de apólice.

Ficha Técnica do Ford Cargo 1418 2p (diesel) 1989
- Categoria e tipo de veículo: caminhão leve a médio, com cabine simples de duas portas, projetado para transporte de cargas em ambientes urbanos, rodoviários e mistos, de acordo com a configuração de fábrica e com a carroceria instalada.
- Motorização: motor diesel, com refrigeração líquida, configuração de múltiplos cilindros típica da linha Cargo da época, projetado para oferecer torque adequado para deslocamento de carga e durabilidade em operações diárias, com disponibilidade de diferentes níveis de potência conforme a montagem de fábrica.
- Sistema de transmissão e tração: transmissão manual de várias marchas, com tração comumente compatível com padrões da linha Cargo 1418 (frequentemente 4×2), adequado a tarefas de entrega, distribuição e trabalhos de carga moderada, com manutenção que depende do histórico de uso e da preservação de componentes como embreagem, diferencial e sistema de freios.
- Dimensões, peso e capacidade de carga: as especificações exatas variam conforme a carroceria instalada, configuração de fábrica e ano de fabricação. Em veículos dessa linha, o peso bruto total e a capacidade de carga podem oscilar em função do eixo dianteiro/traseiro, do tipo de caçamba ou baú e de alterações de fábrica, exigindo verificação no documento técnico do exemplar específico para informações precisas.
A marca Ford no Brasil e o legado da linha Cargo
A Ford chegou ao Brasil com veículos de passeio e, mais tarde, expandiu sua atuação para o segmento de caminhões, entregando soluções que combinavam robustez com praticidade de manutenção. A linha Cargo, em especial, consolidou-se como referência para pequenas e médias empresas que precisavam de veículos capazes de transitar entre o centro urbano e áreas industriais, com capacidade de carga útil compatível a operações diárias sem exigir níveis elevados de especialização de manutenção. Em décadas anteriores, a rede de concessionárias da Ford no Brasil oferecia disponibilidade de peças, assistência técnica e protocolos de manutenção que facilitavam a continuidade de operações comerciais, fator decisivo para quem dependia de frotas estáveis. O Ford Cargo 1418 2p (diesel) de 1989 acabou incorporando esse espírito: uma combinação de simples engenharia, facilidade de reparo e disponibilidade de veículos de reposição ou de segunda mão, o que favoreceu a adoção por empresas que buscavam custo total de propriedade moderado e previsível. Mesmo décadas depois, o legado da marca Ford nesse segmento permanece uma referência histórica para entusiastas, profissionais de manutenção e gestores de frota, servindo como estudo de caso sobre como caminhões de uso diário podem se tornar ativos estáveis quando bem mantidos.
Desempenho, manutenção e disponibilidade de peças para o Cargo 1418
Veículos antigos, especialmente caminhões diesel de cabine simples, exigem atenção contínua ao estado mecânico. Em termos de desempenho, motores diesel da época costumavam oferecer boa torção em baixas rotações, o que facilitava o manejo em cenários de carga parcial ou completa, bem como em partidas em terrenos desafiadores. No entanto, a eficiência de combustível tende a ser menor do que a de modelos modernos, e o desgaste natural de componentes como sistema de injeção, turbina (quando houver), bomba de combustível e elemento de filtragem pode influenciar tanto a performance quanto o consumo. A disponibilidade de peças para Ford Cargo 1418 2p (diesel) 1989 pode variar conforme a região e a demanda do mercado de reposição. Em muitos casos, peças originais de época podem ser substituídas por componentes aftermarket compatíveis, o que demanda um acompanhamento técnico qualificado para manter a confiabilidade do veículo. A compreensão da manutenção periódica — trocas de óleo, filtros, verificação do sistema de freios, alinhamento e balanceamento, além de inspeções de chassis e rodas — é crucial para preservar a segurança operacional e a vida útil da frota. Além disso, a condição de detalhes como docibilidade, sinalização de segurança, e conformidade com normas locais influencia diretamente no custo de manutenção e, consequentemente, no risco avaliado pela seguradora.
Como a Tabela FIPE influencia a cotação de seguro para este modelo
Quando uma seguradora analisa a cobertura de um veículo antigo como o Ford Cargo 1418 2p (diesel) de 1989, a Tabela FIPE serve como referência de valor de mercado, mas não é o único fator determinante. A avaliação de risco envolve uma leitura holística: estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenções, condições da carroceria e da cabine, uso previsto (frota própria, aluguel, entregas locais, longas viagens), histórico de sinistros e a disponibilidade de peças de reposição no mercado. Em veículos com motores diesel mais antigos, itens como confiabilidade do sistema de injeção, estado dos freios e integridade estrutural do chassi ganham relevância adicional, pois impactam diretamente a probabilidade de ocorrências e o custo de reparos. A FIPE, nessa equação, oferece um referencial de valor que ajuda a calibrar o prêmio, a franquia e as necessidades de cobertura. Além disso, a seguradora poderá considerar serviços adicionais, como rastreamento, assistências em viagem e proteção contra incêndio, furtos e danos a terceiros, que variam conforme o perfil de uso da frota e as condições de operação do veículo.
Boas práticas para manter a segurabilidade e o valor do Ford Cargo 1418
Para quem gerencia uma frota com esse tipo de veículo, algumas condutas tendem a favorecer a relação custo-benefício da proteção veicular e ajudam a manter o valor de mercado de forma mais estável ao longo do tempo. Em primeiro lugar, manter um histórico de manutenção consistente, com registros de serviços, peças substituídas e revisões periódicas, ajuda a demonstrar que o caminhão recebeu cuidados adequados, o que costuma influenciar positivamente o diagnóstico de seguradoras. Em segundo lugar, conservar a carroceria e o interior da cabine, bem como manter itens de segurança funcionando (frenagem, iluminação, extintor, kit de primeiros socorros), contribui para reduzir o risco de sinistros ou de agravamento de danos. Em terceiro lugar, preservar a documentação técnica e as informações de inspeções obrigatórias facilita a verificação de conformidade com normas de trânsito e de transporte de carga. Por fim, planejar a substituição de componentes estratégicos, como filtros, bombas, garras de anel e outros itens de desgaste típico de veículos com mais de década de uso, ajuda a evitar falhas que poderiam gerar interrupções na operação e custos adicionais. Em termos de seguro, manter o veículo em operação segura e documentada costuma favorecer a avaliação de risco, refletindo-se em condições mais estáveis de cobertura, prêmios e condições contratuais.
Considerações finais sobre o Ford Cargo 1418 2p (diesel) 1989 e sua relação com o seguro
O Ford Cargo 1418 2p (diesel) de 1989 é um exemplo de como caminhões clássicos podem continuar presentes em operações comerciais com o apoio de uma gestão de frota eficiente, uma rede de peças disponível e uma leitura consciente da FIPE. A tabela funciona como um mapa para entender o posicionamento do veículo no mercado de usados, não como uma regra rígida de preço. Ao alinhar a avaliação de valor com o estado de conservação da unidade e com o histórico de manutenção, empresas e proprietários podem planejar melhor as estratégias de proteção, mantendo o equilíbrio entre custo de seguro, disponibilidade de peças e confiabilidade de operação. Além disso, compreender o legado da marca Ford nesse segmento ajuda a contextualizar por que muitos operadores ainda valorizam essas máquinas como ativos de negócio, especialmente quando trabalham com orçamentos limitados e demandas de serviço contínuo. Em resumo, para quem lida com modelos históricos de trabalho pesado, a combinação entre uma boa leitura da FIPE, uma documentação técnica detalhada e um plano de manutenção bem estruturado costuma funcionar como alicerce para decisões mais seguras e eficientes.
Para conhecer opções de proteção para este modelo, faça uma cotação com a GT Seguros.
