| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 13.506,00 |
| Dez/25 | R$ 13.373,00 |
| Nov/25 | R$ 13.241,00 |
| Set/25 | R$ 12.853,00 |
| Ago/25 | R$ 12.726,00 |
| Jul/25 | R$ 12.600,00 |
| Jun/25 | R$ 12.476,00 |
| Mai/25 | R$ 12.353,00 |
| Abr/25 | R$ 12.111,00 |
| Mar/25 | R$ 11.992,00 |
| Fev/25 | R$ 11.872,00 |
Panorama da Tabela FIPE para as versões 1.6/1.8 do Ford Del Rey em 1990
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para representar o valor de mercado de veículos usados. Embora esse valor não constitua o preço de venda de um carro específico, ele funciona como base de cálculo para seguradoras, empresas de financiamento e avaliações de indenização. No caso do Ford Del Rey, linha presente no Brasil no final dos anos 80 e início dos 90, as versões GLX 1.6/1.8 e GL 1.6/1.8, tanto em 2 portas quanto em 4 portas, demandam uma leitura cuidadosa da tabela para entender como o valor é aplicado nas coberturas de seguro. Este artigo traz uma visão educativa sobre como a Tabela FIPE se relaciona com o Del Rey de 1990, incluindo uma ficha técnica básica do modelo e pontos relevantes para quem atua na área de seguros. O objetivo é oferecer clareza, ajudando proprietários e profissionais a interpretar o valor de reposição, depreciação e as implicações na hora de contratar uma apólice.
Contexto da Tabela FIPE e sua aplicação prática no Del Rey 1990
Para quem trabalha com seguros, o FIPE é uma referência que compila valores médios de veículos usados com base em dados de mercado. A periodicidade de atualização — geralmente mensal — reflete as flutuações de oferta, demanda e disponibilidade de peças. Ao tratar de um modelo específico como o Ford Del Rey 1990, com variações entre GLX 1.6/1.8 e GL 1.6/1.8, é comum deparar-se com faixas de valor que podem evoluir conforme o estado de conservação, a quilometragem, o histórico de proprietários e a documentação do veículo. Em termos práticos, as seguradoras utilizam o valor FIPE para estimar o valor de reposição ou o valor de indenização em caso de sinistro, bem como para estabelecer o prêmio de seguro, o limite de cobertura e a franquia. Por isso, compreender as nuances dessas versões específicas ajuda a entender por que o valor avaliado pela FIPE nem sempre coincide com o preço pedido em uma negociação particular entre vendedor e comprador.

É relevante reconhecer que o Del Rey, na virada dos anos 80 para os 90, tinha particularidades próprias do conjunto Ford brasileiro: design, acabamento e evoluções mecânicas refletiam a estratégia da marca para o mercado doméstico. A FIPE registra essas variantes de forma consolidada, com códigos que ajudam a distinguir entre GLX e GL, bem como entre as opções 1.6 e 1.8. Ao consultar a FIPE, o corretor de seguros pode observar como o valor de cada versão se posiciona dentro da linha do Del Rey naquele ano específico, levando em conta fatores que tendem a influenciar o cálculo do prêmio: conservação do veículo, disponibilidade de peças originais, histórico de uso (se é veículo de uso particular, fretamento ou taxi), e alterações que podem ter ocorrido ao longo dos anos. Dessa forma, a compreensão da tabela facilita conversões de valor entre estados diferentes e entre veículos de mesmo modelo, mas com configurações distintas.
Outra dimensão importante é o cenário regulatório e de mercado: a FIPE não é o preço de venda atual nem um teto de negociação; é um apontador estatístico que serve como referência. No universo de seguros, esse apontador ajuda a padronizar avaliações entre diversas seguradoras, reduzindo assim disparidades de valor entre propostas. No caso do Del Rey, isso significa que, ao escolher coberturas como valor de reposição integral ou indenização, a seguradora pode recorrer ao FIPE para estabelecer uma referência comum, especialmente quando se trata de modelos históricos que apresentam variações entre versões de motorização e carroceria. Por fim, entender a lógica da FIPE auxilia o corretor a explicar ao cliente como o valor da apólice é calculado e quais fatores podem levar a ajustes ao longo do tempo.
Ficha técnica do Ford Del Rey GLX/GL 1990
- Classe: sedan médio, com versões de duas e quatro portas (2p e 4p) na linha Del Rey de 1990, contemplando as opções GLX e GL.
- Motorização: quatro cilindros, com deslocamento entre 1.6 litros e 1.8 litros, para atender às variantes disponíveis naquela época.
- Alimentação: configuração típica de combustível à época, com possibilidades de carburador na maioria das unidades, com variações para sistemas de injeção em algumas versões selecionadas.
- Transmissão: manual de quatro marchas como opção padrão, com disponibilidade de transmissão automática em algumas versões, dependendo da configuração de fábrica e do ano de fabricação dentro da linha 1990.
Com essas características, o Del Rey 1990 apresentava uma proposta de carro legítimo para uso cotidiano, com tamanho adequado para a cidade e estrada, foco em conforto de condução e manutenção que, pelo período, era compatível com a infraestrutura brasileira. A ficha técnica, ainda que resumida, ajuda a entender por que as variações de motorizações e carrocerias impactam o valor de referência da FIPE. Em termos de seguro, essas especificações influenciam não apenas o preço do prêmio, mas também como a seguradora classifica a viatura para cálculo de cobertura, depreciação e possibilidade de itens agregados, como assistência 24h, carro reserva e extensões de garantia de peças originais. A leitura da ficha técnica, portanto, deve sempre caminhar junto com a consulta à FIPE para uma avaliação mais fiel do custo de seguro ao longo do tempo.
O legado da marca Ford no Brasil e o Del Rey como capítulo da indústria automotiva nacional
A Ford Motor Company teve, ao longo das décadas, papel central na formação da indústria automobilística brasileira. Modelos como o Del Rey representam, em vários momentos, uma estratégia de adaptação da linha mundial à demanda local, buscando equilibrar custos de produção com a oferta de propulsores acessíveis, desempenho suficiente para uso cotidiano e um leque de versões que atendesse a diferentes perfis de consumidor. O Del Rey surgiu como uma derivação do que já era comum na marca no exterior, mas por aqui ganhou especificidades próprias, incluindo ajuste de suspensão, escolha de equipamentos e, principalmente, uma rede de assistência técnica consolidada, que ajudou a manter o veículo viável para turistas, profissionais liberais e famílias que buscavam um sedã com caráter prático e robusto. Com o passar dos anos, a Ford investiu na modernização de seus produtos no Brasil, enfrentando concorrência acirrada e ajustes de políticas públicas, o que levou a uma evolução tecnológica gradual, inclusive no que diz respeito à aplicação de tabelas de valores para seguros, manutenção de peças e reposição, e a forma como o mercado percebe o custo total de propriedade de carros históricos como o Del Rey.
Para quem estuda a relação entre seguro, valor de mercado e histórico de um veículo, o Del Rey 1990 oferece um caso ilustrativo de como a produção local, as escolhas técnicas da fábrica e as dinâmicas de mercado se refletem na prática de seguridade. Além de ser um registro de uma era de transição tecnológica e econômica, o Del Rey também serve como referência para quem trabalha com apreciação de veículos usados na linha brasileira, especialmente no que tangem a custos de manutenção, disponibilidade de peças e eventual depreciação. A compreensão dessas nuances é essencial para quem atua na área de seguros, pois envolve não apenas o valor presente, mas
