| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 65.172,00 |
| Dez/25 | R$ 65.297,00 |
| Nov/25 | R$ 65.396,00 |
| Out/25 | R$ 65.554,00 |
| Set/25 | R$ 65.765,00 |
| Ago/25 | R$ 65.904,00 |
| Jul/25 | R$ 66.010,00 |
| Jun/25 | R$ 66.077,00 |
| Mai/25 | R$ 66.210,00 |
| Abr/25 | R$ 66.270,00 |
| Mar/25 | R$ 66.370,00 |
| Fev/25 | R$ 66.410,00 |
Como a Tabela FIPE orienta o valor de seguro do Agrale Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel 2009
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada pelo mercado de seguros para estabelecer o “valor de mercado” de veículos usados. Ela funciona como um referencial estatístico, que agrega dados de transações de venda, de estoque de concessionárias e de pesquisas de preço em diferentes regiões do país. Quando uma seguradora precisa calcular o prêmio de um veículo como o Agrale Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel 2009, a FIPE serve como uma base constante para estimar o valor de reposição ou o valor de indenização em caso de sinistro, dependendo do tipo de cobertura contratada. No entanto, é fundamental entender que a FIPE não é necessariamente o preço de venda atual de um veículo específico. Trata-se de uma média de mercado, que pode divergir conforme a condição do carro, a quilometragem, o estado de conservação, as alterações sofridas pelo veículo ao longo do tempo e as particularidades de cada unidade.
Nesse contexto, compreender o objetivo da FIPE ajuda a evitar surpresas na hora de acionar a proteção veicular. O valor de referência orienta, entre outros aspectos, o cálculo de prêmios para coberturas básicas, de terceiros e de danos a terceiros com cobertura de colisão, incêndio e roubo. Além disso, a FIPE impacta a indenização de reposição, quando o contrato prevê esse tipo de opção, ou o cálculo de indenização em caso de sinistro com terceiros. Por isso, quem busca seguro para o Marruá deve considerar não apenas a idade do veículo, mas também o seu uso efetivo, condições de manutenção e histórico de proprietários. Em veículos de nicho, como o Marruá, as seguradoras costumam analisar com mais cuidado questões como originalidade de configuração, estado da carroceria, novidades de acessórios, e, principalmente, a disponibilidade de peças de reposição e manuais de serviço atualizados pelos fabricantes.

Ficha técnica do Agrale Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel 2009
- Motor: 2.8 L turbodiesel, 4 cilindros, injeção direta, turbocompressor; potência estimada entre 100 e 120 cv; torque entre 250 e 320 Nm.
- Transmissão e sistema de tração: manual de 5 velocidades; 4×4 com reduzida; configuração típica para uso em terrenos desafiadores, com câmbio robusto e eixos reforçados.
- Dimensões, peso e capacidade: comprimento entre 4,30 e 4,50 m; largura entre 1,80 e 1,92 m; altura entre 1,85 e 1,95 m; entre-eixos entre 2,60 e 2,80 m; peso de ordem de marcha na faixa de aproximadamente 1.700 a 2.000 kg; capacidade de carga útil entre 800 e 1.000 kg; tanque de combustível entre 60 e 80 L.
- Versões e aplicação: carroceria utilitária com cabine simples ou dupla, uso civil, agrícola, institucional e militar, com variações de pacote de equipamentos e acabamento conforme ano de fabricação e versão.
A marca Agrale: trajetória, foco e papel no segmento off-road
Agrale é uma fabricante brasileira de veículos e motores com atuação marcante em utilitários pesados, agrícolas e, historicamente, em aplicações institucionais. A empresa nasceu para atender demandas de mobilidade robusta em regiões com estradas precárias, áreas rurais e operações em terrenos desafiadores. A Marruá, entre os vários modelos desenvolvidos pela marca, ganhou destaque por combinar robustez, simplicidade mecânica e facilidade de manutenção — características muito valorizadas em veículos de uso intenso no campo, em atividades agroindustriais e, principalmente, em funções operacionais para as quais a confiabilidade é essencial.
O Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel 2009 simboliza a aspiração da Agrale de oferecer veículos com porte de utilitário leve, mas com comportamento de fora de estrada adequado a condições extremas. A linguagem de design da marca privilegia utilitários que suportem jornadas longas sem exigir manutenção excessiva, reduzindo paradas técnicas em ambientes remotos. O conceito de durabilidade aparece não apenas na mecânica, mas também na carroceria e nos componentes de chassis, que costumam trazer reforços para resistir a impactos, vibrações e pressões de carga. Por isso, veículos da linha Marruá costumam despertar interesse de frotistas, órgãos públicos, entidades de segurança e agricultores que precisam de um veículo confiável, com boa capacidade de tração e que possa transitar por estradas rurais, trilhas e trechos com piso irregular.
Essa identidade de marca influencia a percepção de valor junto ao mercado de seguros. A expectativa de uma manutenção mais simples, com peças de reposição potencialmente mais disponíveis no Brasil e uma rede de assistência técnica com foco em utilitários, tende a reduzir o custo de propriedade a longo prazo. Por outro lado, o uso militar ou institucional, que pode exigir condições de serviço mais exigentes ou modificações para tarefas específicas, pode alterar a avaliação de risco e, consequentemente, o prêmio de seguradora. Em suma, a marca Agrale carrega, para o Marruá, uma reputação de utilitário robusto, útil para operações em condições adversas, com foco em funcionalidade, não apenas em estética ou luxo.
Como a FIPE e a ficha técnica influenciam a avaliação de risco e o custo do seguro
Quando uma seguradora avalia um veículo como o Marruá AM 200, ela considera a combinação entre a Tabela FIPE, a ficha técnica do modelo e o histórico específico do veículo. A FIPE entrega uma referência de valor de mercado que ajuda a definir o piso de indenização e o valor para cálculo de prêmio. A ficha técnica, por sua vez, esclarece as capacidades do veículo, como motor, tração, payload e dimensões, que influenciam o perfil de risco: maior capacidade de carga pode exigir coberturas extras, while terreno off-road pode ter impacto sobre o risco de colisão, tombos ou danos em componentes de suspensão, eixos e sistema de transmissão. A combinação dessas informações permite que a seguradora determine, por exemplo, o valor segurável, a franquia preferencial, as coberturas adicionais (incêndio, roubo/furto, colisão) e eventuais exclusões pertinentes a um veículo de uso misto, civil e militar.
Além disso, o uso predominantemente fora de estrada ou a participação do veículo em operações institucionais pode acentuar o risco de desgaste precoce de componentes, necessidade de manutenção mais regular e, por consequência, maior probabilidade de sinistros. A forma como o veículo é mantido, a idade de cada peça-chave (motor, transmissão, sistema de freios) e a regularidade de inspeções também são fatores relevantes. Por isso, para o Marruá, é comum que as seguradoras exijam documentação que comprove a história de manutenção, bem como a origem e o estado de modificações, caso existam. Em resumo, a FIPE fornece o referencial de valor, mas a avaliação de risco se ancora na ficha técnica, no uso efetivo e no
