| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 56.663,00 |
| Dez/25 | R$ 56.796,00 |
| Nov/25 | R$ 57.371,00 |
| Out/25 | R$ 57.449,00 |
| Set/25 | R$ 56.356,00 |
| Ago/25 | R$ 57.127,00 |
| Jul/25 | R$ 57.432,00 |
| Jun/25 | R$ 56.653,00 |
| Mai/25 | R$ 55.852,00 |
| Abr/25 | R$ 54.972,00 |
| Mar/25 | R$ 54.370,00 |
| Fev/25 | R$ 54.395,00 |
Tabela FIPE para Harley-Davidson Road King Classic/Custom 2004: compreensão prática para seguros e planejamento de proteção
O que é a Tabela FIPE e como ela orienta a seguradora na avaliação de motocicletas
A Tabela FIPE funciona como uma referência de avaliação de mercado amplamente utilizada pelas seguradoras no Brasil para embasar propostas de seguro e adoção de políticas de risco. Ao considerar um modelo específico, como a Harley-Davidson Road King Classic (FLHRC) e a versão Custom (FLHRSI) de 2004, as companhias comparam características técnicas, histórico de uso, idade e condições de conservação. A ideia central é padronizar, dentro do possível, a percepção de risco e a base de cálculo do prêmio, sem depender de uma negociação individual para cada veículo. Assim, a FIPE atua como um referencial que facilita a comunicação entre seguradora e segurado, contribuindo para premiar adequadamente a proteção oferecida.
É importante destacar que a cobrança de um seguro não se resume a um único número fixo: o mercado, as condições de uso (rota, distância anual percorrida, armazenagem), a adoção de dispositivos de segurança e o histórico do condutor influenciam as decisões. Por isso, a leitura da Tabela FIPE deve ser encarada como um mapa de referência, e não como um preço definitivo que determine, isoladamente, o que você pagará pela proteção. Para quem está avaliando o seguro pela primeira vez ou está atualizando o contrato, entender esse referencial pode evitar surpresas e orientar escolhas de cobertura, franquias e adicionais compatíveis com o seu contexto.

Harley-Davidson Road King Classic (FLHRC) e Custom (FLHRSI) em 2004: contexto, design e diferenças relevantes
Entre as opções da linha Road King de Harley-Davidson, a Classic 2004 e a versão Custom com injeção eletrônica (quando presente naquela época) representam estilos distintos dentro do mesmo conceito de passeio de longa distância. A Road King Classic carrega o visual tradicional, com foco em conforto, para viagens prolongadas, assento e proteções que favorecem a pilotagem de longos trechos. Já a Road King Custom costuma apresentar um visual mais enxuto, com ajustes de peso, manobrabilidade e, em muitos casos, configurações que favorecem uma pilotagem mais ágil para uso diário ou viagens de fim de semana. Em 2004, essas diferenças refletiam também escolhas de acabamento, opções de equipamentos e, em alguns lotes, variações de motorização e alimentação de combustível (carburador vs. injeção eletrônica).
Além do estilo, vale notar que as motocicletas dessa época carregam a herança da marca: tradição de engenharia de V-Twin, sonoridade característica, robustez de chassis e a ideia de que o viajar pode ser uma experiência de estilo de vida. Esse conjunto de atributos ajuda os ajustes de seguro a considerar fatores como peso, torque, uso compartilhado com viagens de lazer, além da necessidade de proteção para acessórios e itens de alto valor agregado (selas, bagageiros, bau de couro, alarmes e rastreadores). Ao planejar a cobertura, vale pensar não apenas na moto em si, mas na forma como ela será utilizada ao longo do ano.
Ficha técnica resumida (Road King Classic FLHRC / Custom FLHRSI, 2004)
- Motor: V-Twin, 4 tempos, arrefecimento por ar; deslocamento aproximadamente 1.34 L (1340 cm³); alimentação tradicional de época com opções de carburador (em alguns lotes) ou injeção eletrônica (em versões específicas); potência aproximada em faixa média de 50–60 cv; torque na casa de 95–105 Nm.
- Transmissão e tração: 5 velocidades; embreagem por cabo; transmissão final por corrente; configuração voltada para torque em baixa-aliada à condução em longas distâncias.
- Chassi e suspensão: quadro em aço com desenho de estrada (cradle/frame típico de touring); garfo dianteiro telescópico; braço traseiro com suspensão variável; estilo voltado a conforto de pilotagem em jornadas longas.
- Dimensões, peso e combustível: peso em ordem de marcha na faixa aproximada de 310–350 kg; capacidade de combustível entre 18–21 litros; entre-eixos próximo de 1,45 m; comprimento total ao redor de 2,4–2,6 m; altura do assento em torno de 72 cm.
Harley-Davidson: a marca que molda uma experiência de pilotagem e uma cultura de motos
A Harley-Davidson é mais do que um fabricante de motocicletas; é uma marca que carrega uma identidade cultural associada à liberdade, ao estilo inconfundível e a uma história que remonta a décadas de tradição no motociclismo americano. Seu design habitual mistura linhas robustas, cromados marcantes e a assinatura sonora dos motores V-Twin, que cria um vínculo emocional com os entusiastas. Além do apelo visual, a reputação de durabilidade e de facilidade de manutenção, aliada a uma ampla rede de concessionárias, clubes de fãs e eventos, reforça a percepção de que possuir uma Harley pode significar não apenas um veículo, mas uma experiência social e de estilo de vida. Para o segurado, isso pode influenciar decisões de cobertura, especialmente em itens como acessórios originais, bancos exclusivos e sistemas de som, que agregam valor e maior exposição a roubo ou dano.
Essa marca também valoriza a engenharia dedicada ao conforto de longas jornadas, com atenção a ergonomia, assento e proteção ao vento. Em termos de segurabilidade, esse conjunto de atributos sugere que o estudo da FIPE e a avaliação de risco devem considerar o custo de reposição de peças originais, a disponibilidade de acessórios originais de fábrica e a importância de um histórico de manutenções bem documentado para reduzir incertezas no prêmio de seguro.
Considerações de seguro para a Harley Road King 2004: fatores de risco e proteção adequada
A proteção de uma Harley Road King de 2004 envolve compreender que o conjunto de características da motocicleta, aliado ao comportamento do piloto e ao ambiente de uso, molda o nível de risco percebido pela seguradora. Pesos, torque e o caráter turismo da moto elevam a propensão a danos em capô, carenagens e componentes de proteção. Além disso, o histórico de sinistros, o tempo de uso de cada veículo, a frequência de deslocamentos e o local de guarda diária influenciam o custo do seguro. Por isso, ao planejar a cobertura, leve em conta os seguintes aspectos:
– Segurança e armazenamento: manter a moto em garagem fechada ou garagem coberta reduz riscos de danos acidentais, furtos ou intempéries. O uso de dispositivos de segurança adicionais, como sistema de alarme, travas e rastreadores, tende a impactar positivamente a cotação, ao menos do ponto de vista de risco gerado.
– Acessórios e personalizações: itens aftermarket, baús, alças, bancos e componentes cromados podem influenciar o custo de reposição em caso de sinistro. A seguradora pode exigir documentação da instalação, notas fiscais e comprovantes de autenticidade para evitar dúvidas na hora de reparar.
– Uso e rotina
