| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 171.855,00 |
| Jan/26 | R$ 170.273,00 |
| Dez/25 | R$ 171.129,00 |
| Nov/25 | R$ 171.387,00 |
| Out/25 | R$ 171.800,00 |
| Set/25 | R$ 172.352,00 |
| Ago/25 | R$ 172.715,00 |
| Jul/25 | R$ 173.583,00 |
| Jun/25 | R$ 174.440,00 |
| Mai/25 | R$ 175.317,00 |
| Abr/25 | R$ 175.476,00 |
| Mar/25 | R$ 176.358,00 |
Análise detalhada da Tabela FIPE para o Iveco Stralis 530-S36T TA 6×2 2p (E5) 2013 e suas implicações para seguro
A Tabela FIPE é a referência mais utilizada no Brasil para guiar o valor de reposição de veículos usados em operações de seguro. Quando falamos de caminhões pesados, como o Iveco Stralis 530-S36T TA 6×2 2p, a interpretação do valor FIPE precisa considerar diversas variáveis que vão além da idade do veículo. A versão específica em questão — ano modelado de 2013, motor Euro 5, configuração 6×2 com duas portas — carrega particularidades próprias do segmento de transporte de cargas pesadas, das quais dependem tanto o custo de cobertura quanto as condições de sinistro e de manutenção previstas para o contrato de seguro. Este artigo orienta a entender como esse modelo se posiciona na FIPE e como essa referência pode influenciar a contratação de uma apólice com foco em valor de reposição, coberturas adicionais e eventuais reajustes anuais.
O papel da marca e da linha Stralis no mercado de caminhões pesados
A Iveco, fabricante italiana com presença global, consolidou ao longo das últimas décadas uma linha de caminhões pesados conhecida pela robustez, eficiência de motorização e rede de assistência ampla. A Stralis, em especial, tornou-se referência entre veículos destinados ao transporte de cargas a longas distâncias e operações que exigem conforto para a tripulação, confiabilidade e disponibilidade de peças. Em termos de seguro, essa linha costuma influenciar positivamente a avaliação de custo de propriedade devido à disponibilidade de peças originais, rede de concessionárias e histórico de confiabilidade reportado por frotistas. Para quem contrata seguro, entender a reputação da marca e o suporte pós-venda ajuda a calibrar a expectativa de custo de reposição, valores de reparo e eventuais franquias, especialmente para modelos mais antigos ou com alta demanda de uso intenso, como os caminhões de grande porte do segmento 6×2.

Ficha Técnica resumida do Stralis 530-S36T TA 6×2 2p (2013)
- Motor: Cursor 13, diesel Euro 5, 12,8 litros, 6 cilindros em linha, turbo com intercooler
- Potência: 530 cv; Torque máximo aproximadamente 2.600 Nm
- Transmissão: Automatizada Hi-Tronix com 16 velocidades
- Tração e cabina: 6×2 com eixo auxiliar, cabine de duas portas, peso bruto total nominal de até 36 toneladas
Essa configuração representa uma combinação clássica para operações de transporte de carga pesada com necessidade de estabilidade em estradas, capacidade de reboque e eficiência de combustível para longos percursos. A presença de suporte eletrônico moderno, conjunto de transmissão automatizada e a configuração de eixo 6×2 com eixo auxiliar conferem ao Stralis 530-S36T TA uma presença sólida em frotas que buscam desempenho estável e manutenção de ativos com vida útil relativamente extensa. Ao avaliar a FIPE para esse veículo, o estado de conservação, a régua de quilometragem, o histórico de revisões e a documentação regular tornam-se fatores determinantes para o valor de referência que a seguradora utiliza no cálculo de cobertura de valor de reposição e de indenização em caso de sinistro.
Como a Tabela FIPE reflete esse modelo na avaliação de uso e seguro
A FIPE utiliza um preço médio de venda de veículos usados com base em dados de mercado, aggregando informações de diversas regiões, faixas de idade e níveis de equipamento. No caso do Iveco Stralis 530-S36T TA 6×2 2p (E5) de 2013, o valor FIPE é influenciado por fatores como o ano de fabricação, a configuração de motor Euro 5, o conjunto de transmissão automatizada e a própria configuração de tração (6×2 com eixo auxiliar). Quando o veículo já está na faixa de mais de uma década, como é o caso de 2013, o fator de depreciação costuma ser relevante, amortecendo o valor de referência à medida que o tempo de uso aumenta, a quilometragem sobe e as condições de conservação variam. Além disso, o estado funcional dos componentes críticos — motor, transmissão, eixo, sistema elétrico e cabine — impacta diretamente a maneira como a FIPE ajusta o valor de mercado do veículo.
É importante compreender que as variações regionais, o histórico de sinistros, a disponibilidade de itens de originalidade (peças genuínas vs. peças genéricas), bem como a regularidade documental (licenças, vistorias e registro de propriedade) podem alterar a percepção de valor na prática. Para o segurado, isso se traduz em diferenças na cotação de prêmio, na sanção de coberturas específicas (valor de reposição integral, itens de acessório, proteções contra roubo/furto, por exemplo) e nos limites de indenização em caso de sinistro. Em termos simples, a FIPE oferece uma linha de referência, mas a operação de seguro envolve uma afinação com base no perfil do veículo, na função da frota e no histórico do proprietário.
Outro ponto relevante é a composição de custos de reparo para caminhões com motor Euro 5. Embora as tecnologias tenham avançado, veículos com essa certificação podem exigir peças específicas em caso de danos, o que pode impactar o refletido no valor de reposição. O Stralis 530-S36T TA, por ter uma configuração de alto desempenho, costuma ter custos de manutenção diferenciados em relação a caminhões com motores de menor potência. Esse aspecto, por sua vez, influencia não apenas a cotação de seguro, mas também a avaliação de risco da seguradora, que observa com atenção o custo de peças, mão de obra e disponibilidade de peças de reposição no mercado.
Para quem acompanha o mercado de seguros, entender esse conjunto de fatores ajuda a planejar melhor as opções de cobertura. Em termos práticos, ao comparar propostas, vale observar se a apólice prevê valor de reposição integral com base no valor FIPE ou se utiliza um valor de reposição referência de mercado (VRP) que pode diferir em percentuais, especialmente em modelos de frota com manutenção preditiva e histórico de manutenção regular. Além disso, é comum que seguradoras ofereçam descontos ou ajustes de prêmio quando o proprietário demonstra boa prática de manutenção, histórico de sinistro baixo e regularidade documental do veículo.
É comum também que modelos como o Stralis com configuração 6×2 apresentem particularidades na chamada de sinistro de carga, em que o custo de reestabelecimento do veículo pode depender da disponibilidade de peça original, da necessidade de reparos especializados e do tempo de retorno à operação. Em tais situações, o valor FIPE atua como linha de referência, mas a seguradora pode adotar termos específicos de indenização, especialmente quando o veículo está adquirido em regime de leasing, consórcio ou quando há financiamento com cláusulas de garantia de garantia de reposição. Por fim, a compreensão do valor FIPE para este modelo específico facilita a tomada de decisão quanto à escolha de coberturas adicionais, como proteção de carroceria, cobertura contra roubo/furto, assistência 24 horas e a possibilidade de manutenção com rede autorizada, que pode impactar positivamente a confiabilidade e o custo total de propriedade.
Ao planejar a contratação ou renovação de seguro para o Iveco Stralis 530-S36T TA 6×2 2p (E5) 2013, é recomendável que o usuário tenha em mãos a documentação de registro, histórico de manutenção, notas fiscais de serviços, comprovantes de regularidade fiscal e, se possível, laudos de inspeção técnica. Esses documentos ajudam a demonstrar a condição do veículo, o que, por sua vez, pode influenciar o valor FIPE efetivo utilizado pela seguradora na prática, bem como as condições de cobertura e de franquia.
Por fim, vale reforçar que o objetivo da FIPE neste contexto é
