| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 27.979,00 |
| Jan/26 | R$ 28.041,00 |
| Dez/25 | R$ 28.095,00 |
| Nov/25 | R$ 28.138,00 |
| Out/25 | R$ 28.206,00 |
| Set/25 | R$ 28.297,00 |
| Ago/25 | R$ 28.357,00 |
| Jul/25 | R$ 29.386,00 |
| Jun/25 | R$ 29.416,00 |
| Mai/25 | R$ 29.475,00 |
| Abr/25 | R$ 29.502,00 |
| Mar/25 | R$ 29.038,00 |
Entenda a versão SE3 do Freelander 2005 e como a Tabela FIPE impacta o seguro desse SUV compacto
Quando falamos em seguros de veículos usados, a Tabela FIPE funciona como referência para o valor de referência do veículo, influenciando a indenização em caso de perda total, reposição de peças e, consequentemente, o custo do prêmio. No universo de seguros, veículos com histórico de manutenção específico, peças de reposição mais raras e custos de conserto mais elevados costumam exigir uma análise mais cuidadosa por parte das seguradoras. O Land Rover Freelander SE3, de 2005, representa justamente esse tipo de caso: um SUV compacto com DNA de off-road, tecnologia da época e um conjunto mecânico que impõe particularidades de seguro devido à disponibilidade de peças e ao custo de reparo. A seguir, exploramos a ficha técnica, o contexto da marca e as implicações para a proteção do seu veículo dentro da Tabela FIPE.
Ficha Técnica do Land Rover Freelander SE3 2.5 V6 24V 177cv 3p 2005
- Motor: V6 de 2,5 litros, 24 válvulas; potência nominal de 177 cv (aprox. 131 kW); torque ao redor de 235–240 Nm.
- Transmissão e tração: câmbio manual de 5 marchas com tração integral permanente (4×4), pensado para oferecer boa dirigibilidade tanto em asfalto quanto em terrenos irregulares.
- Dimensões e capacidade: veículo de porte compacto para SUV, com comprimento próximo de área entre 4,6 metros e 4,8 metros, largura em torno de 1,8 a 1,9 metros e altura variando conforme a configuração de suspensão. Apresenta espaço para 5 ocupantes e portas 3 na versão SE3.
- Capacidade de combustível e desempenho: tanque de combustível com aproximadamente 60 litros, desempenho adequado para uso urbano e viagens curtas; consumo médio, dependendo do estilo de condução, pode oscilar entre faixas de uso urbano e rodoviário.
Observação sobre a ficha técnica: os números acima representam dados típicos da versão SE3 2.5 V6 24V 177 cv 3p de 2005. Em exemplares específicos, pequenas variações podem ocorrer conforme a configuração do mercado, o ano de fabricação dentro do ciclo 2005 e eventuais alterações administrativas de fábrica. Ao planejar a contratação de um seguro, vale confirmar os dados do veículo exato no documento e, se possível, anexar o relatório de manutenção para embasar a avaliação de risco e o valor segurado.

A marca Land Rover e o legado de capacidade fora de estrada
A Land Rover, marca britânica com mais de 70 anos de história, consolidou-se como referência em veículos com grande DNA off-road. O propósito da empresa sempre girou em torno da combinação entre robustez, capacidade de passagem por terrenos desafiadores e conforto para uso diário. O Freelander, lançado no final dos anos 1990, surgiu como uma resposta prática para quem precisava de um utilitário com aptidão para estrada de cidade, mas com potencial para trilhas leves, lama, chuva e terrenos acidentados. Em termos de engenharia, a linha Freelander foi marcada pela integração de sistemas de tração 4×4, soluções de suspensão ajustadas para absorver irregularidades do solo e uma cabine projetada para oferecer conforto aos ocupantes, mesmo em ambientes mais difíceis.
Essa tradição de engenharia traz efeitos diretos à segurabilidade do veículo. Veículos com capacidades 4×4, especialmente com motorizações V6, costumam ter custos de manutenção mais elevados do que SUVs comuns de uso exclusivamente urbano. Em várias situações, a rede de assistência e a disponibilidade de peças originais da Land Rover podem impactar o prazo de reparo e o orçamento da seguradora. Além disso, a percepção de risco pode ser maior para modelos com histórico de uso fora de estrada, o que influencia o cálculo do prêmio, o que reforça a necessidade de avaliação cuidadosa do estado do veículo, do histórico de sinistros do proprietário e do custo de reposição de componentes críticos.
Outro ponto relevante é o design de segurança da época. Veículos com motores potentes e sistemas de tração avançados tendem a exigir proteções adicionais em caso de colisão lateral e frontal, bem como a considerar a proteção de componentes de transmissão e embreagem. Em termos de seguro, esses fatores costumam se traduzir em maior valor de indenização em caso de sinistro com perda total, o que, por sua vez, impacta o prêmio mensal. Por isso, entender a relação entre o motor V6, a tração 4×4 permanente e o conjunto de componentes de transmissão ajuda o consumidor a ter uma visão mais clara sobre o custo total de propriedade e de proteção desse veículo.
Implicações de seguro para o Freelander SE3 2005
Escolher o seguro adequado para um Freelander SE3 envolve considerar alguns pilares-chave: o valor de mercado estimado pela FIPE, o custo potencial de reparo, a disponibilidade de peças originais e a aptidão do veículo para uso misto (cidade e trilha leve). A Tabela FIPE atua como referência para o valor do veículo, o que, por sua vez, define o limite de indenização em algumas modalidades de seguro, como Compreensivo (ou Total) e Colisão. Quando o valor FIPE sobe, o prêmio tende a acompanhar, pois o custo de reposição e reparo aumenta. Por outro lado, carros com alto custo de manutenção podem exigir coberturas adicionais para roubo/furto, assistência 24h e carro reserva para reduzir impactos durante eventual imobilização.
Alguns aspectos operacionais de seguro que merecem atenção no Freelander SE3 2005 incluem: disponibilidade de peças originais e de reposição, que pode ser mais restrita para modelos de faixa etária avançada; custo de mão de obra especializada, dada a natureza do trem de força e da suspensão independente com configuração 4×4; e histórico de sinistros do proprietário, pois seguros costumam analisar o histórico para calibrar o risco futuro. Além disso, a potência do motor V6 e o comportamento de condução em terreno misto podem influenciar o perfil de consumo de combustível e a ideia de cobertura de assistência veicular, que, em alguns contratos, pode abranger reboque, guincho e suporte em deslocamentos fora da cidade.
Para quem utiliza o Freelander em deslocamentos que incluem trechos com lama, lamaçais ou pisos molhados, a seguradora pode recomendar limites de uso específicos ou até exigir dispositivos de rastreamento. Em termos práticos, é comum que o valor segurado seja definido com base na FIPE e, em alguns casos, com base no valor de mercado apurado pela tabela da seguradora, o que pode diferir ligeiramente da FIPE. Por isso, uma cotação bem embasada passa pela conferência de dados, pela avaliação do estado do veículo (principalmente carroceria, sistemas de freios, suspensão e diferencial) e pela confirmação da prontidão de peças de reposição, especialmente para peças críticas como a transmissão e o conjunto de tração 4×4.
Além disso, veículos com motorizações V6 costumam ter um custo de seguro que reflete não apenas o preço de substituição, mas também a complexidade da mão de obra e a disponibilidade de técnicos qualificados para manutenção. O Freelander, ao combinar um conjunto de tração sofisticado com um motor compacto, pede atenção especial à manutenção preventiva. A prevenção, como trocas de óleo, verificação de fluidos, inspeções de freios e suspensão, bem como a checagem do sistema de tração, tende a reduzir o risco de sinistro e, consequentemente, o custo total da proteção ao longo do tempo.
Condução segura e proteção adequada: considerações para quem dirige um Freelander SE3
Conduzir um veículo com perfil 4×4, especialmente um modelo com 3 portas e 2005, exige atenção aos limites de estabilidade em curvas, frenagem em piso molhado e manobras de estacionamento em áreas urbanas. Dentre as práticas que ajudam na proteção do veículo e na redução de sinistros, destacam-se: manter a documentação em dia, realizar inspeções periódicas com foco no sistema de freios e na suspensão, manter pneus em bom estado com calibragem adequada e, caso utilize o veículo para trilhas leves, respeitar as capacidades do trem de força para evitar sobrecarga de componentes mecânicos. Tudo isso influencia não apenas a segurança do condutor, mas também a percepção de risco pela seguradora, refletindo, de forma indireta, no valor do prêmio.
Outra dimensão importante envolve a proteção de interior e vidros. Como muitos modelos da época não contavam com sistemas antivandalismo sofisticados, a escolha de coberturas que incluam proteção contra furto de itens do interior, bem como cobertura de vidros, pode ser uma estratégia que agrega valor à proteção total. Ademais, é recomendado avaliar a opção de cobertura de assistência 24 horas, guincho e carro reserva, para manter a mobilidade em situações de imobilização temporária, especialmente em deslocamentos fora do perímetro urbano, onde a disponibilidade de serviços de manutenção pode ser menor. Essas escolhas ajudam a equilibrar o custo do seguro com a necessidade de resguardar o veículo em diferentes cenários de uso.
Para guiar o processo de contratação, vale comparar propostas de diferentes seguradoras e, se possível, consultar um corretor de seguros experiente. A leitura atenta das cláusulas de franquia, cobertura de terceiros, danos a terceiros, e exclusões específicas sobre off-road é essencial para evitar surpresas. No caso do Freelander SE3, com o seu conjunto de tração e motor V6, a avaliação cuidadosa dessas coberturas é ainda mais pertinente, porque o custo-benefício da proteção pode depender de particularidades como peças de reposição disponíveis, custos de mão de obra especializada e tempo de reparo estimado.
Conclusão e orientação prática para fechar a proteção ideal
Para quem detém um Land Rover Freelander SE3 2.5 V6 24V 177cv 3p de 2005, entender a relação entre a Tabela FIPE, as características técnicas do veículo e as necessidades de proteção é fundamental para estabelecer um seguro que atenda às suas expectativas de segurança, custo e tranquilidade. A FIPE serve como referência para o valor do bem, o que impacta o custo de indenização e o risco percebido pela seguradora. Dimensões, potência, robustez de tração 4×4 e o peso relativo do conjunto mecânico influenciam não apenas o desempenho, mas também o custo de reparo em caso de sinistro. Manter uma rotina de manutenção regular, ter documentação em ordem e escolher coberturas que ofereçam proteção adequada para peças específicas do conjunto de tração e transmissão podem fazer diferença no equilíbrio entre o prêmio e a proteção desejada.
Se você está considerando a proteção deste veículo e quer alinhar custo, cobertura e tranquilidade, a forma mais prática de avançar é solicitar uma cotação personalizada. Uma cotação com a GT Seguros pode oferecer condições que reflitam as particularidades do Freelander SE3 2005, levando em conta a FIPE, o histórico do veículo e o uso que você faz dele. Faça já uma cotação com a GT Seguros e compare opções para encontrar a proteção que melhor atende a sua realidade.
