| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 120.420,00 |
| Jan/26 | R$ 114.686,00 |
| Dez/25 | R$ 110.808,00 |
| Nov/25 | R$ 110.975,00 |
| Out/25 | R$ 111.242,00 |
| Set/25 | R$ 111.600,00 |
| Ago/25 | R$ 114.462,00 |
| Jul/25 | R$ 118.614,00 |
| Jun/25 | R$ 118.112,00 |
| Mai/25 | R$ 115.845,00 |
| Abr/25 | R$ 115.521,00 |
| Mar/25 | R$ 115.164,00 |
Entenda a relação entre a Tabela FIPE e o Mercedes-Benz 1938-S com 3-eixos e diesel (2001)
A Tabela FIPE é uma referência amplamente usada pelo mercado automotivo brasileiro parate localizar o valor de referência de veículos, especialmente no contexto de seguros, negociações e transferências. Quando falamos de um modelo incomum como o Mercedes‑Benz 1938‑S com configuração de três eixos e apenas duas portas, movido a diesel e referenciado em 2001, a leitura da FIPE ganha contornos específicos. Trata-se de um veículo de perfil pesado, com características que fogem do cotidiano dos sedãs populares, o que impacta diretamente a forma como seguradoras avaliam o risco, determinam coberturas e calculam o prêmio. O objetivo deste artigo é apresentar, de forma educativa, como a FIPE enquadra esse tipo de veículo, quais são as implicações para o seguro e quais cuidados o proprietário ou administrador de frotas devem ter para manter a proteção adequada sem comprometer a viabilidade econômica.
Ficha Técnica do Mercedes-Benz 1938-S 3-eixos 2p Diesel (2001)
O Mercedes‑Benz 1938‑S com três eixos é um exemplar de veículo de carga com pedigree industrial. Embora as versões apresentem variações conforme o país ou a configuração original, o conjunto básico de atributos costuma seguir uma linha comum entre modelos de caminhões leves a médios da época, adaptados para uso com motor diesel. Abaixo estão os elementos centrais da ficha técnica, organizados para facilitar o entendimento no contexto da FIPE e do seguro, sem entrar em números que podem variar conforme a configuração específica do exemplar analisado:

- Marca: Mercedes-Benz
- Modelo/Versão: 1938-S (caminhão com 3 eixos, cabine com duas portas)
- Configuração: 3 eixos (incluindo eixo trailing/direção adicional para carga), 2 portas
Observação: o ano de referência para a tabela e para a avaliação de seguro costuma ser a data de fabricação ou a de referência adotada pela FIPE para o conjunto de veículos similares. No caso deste exemplar, o ano referenciado é 2001, o que significa que a tabela pode considerar características de época próximas a aquele período, ainda que o veículo seja de origem mais antiga. O diesel como combustível implica em particularidades de manutenção, consumo e disponibilidade de peças que influenciam, por sua vez, o custo de reparo e o risco de indisponibilidade em determinadas regiões.
Mercedes-Benz: tradição, engenharia e reputação no segmento de caminhões
A Mercedes‑Benz é uma marca cuja história está entrelaçada ao avanço tecnológico e à inovação em engenharia automotiva. Em sua origem, a empresa nasceu de uma união de nomes que já simbolizam qualidade, durabilidade e foco em desempenho — atributos que, ao longo de décadas, se tornaram referência para quem opera frotas pesadas ou precisa de confiabilidade em aplicações críticas. Quando falamos de caminhões e derivações com três eixos, o legado MB se manifesta em:
- Construção robusta: veículos com três eixos costumam trafegar com cargas significativas, exigindo estruturas estruturais sólidas, chassis reforçados e sistemas de freio dimensionados para lidar com esforços prolongados.
- Torque e eficiência em diesel: motores diesel de alta faixa de torque são característicos desse tipo de veículo, proporcionando força para movimentação de cargas pesadas, especialmente em aclives ou terrenos desafiadores. A engenharia MB costuma priorizar durabilidade e manutenção previsível, fatores relevantes para seguros que consideram risco de sinistralidade.
- Qualidade de rede e suporte: embora veículos de uso especial exijam disponibilidade de peças e assistência técnica, a presença de redes autorizadas e opções de manutenção é um diferencial que influencia positivamente na confiabilidade ao longo da vida útil.
Esse conjunto de atributos explica, em parte, por que modelos com esse perfil costumam exigir uma análise cuidadosa por parte das seguradoras. Para quem administra uma frota ou planeja manter, em caráter clássico, um Mercedes‑Benz com configuração de 3 eixos, o histórico de manutenção, a procedência e o estado da carroceria influenciam não apenas o valor de reposição estimado pela FIPE, mas também o nível de cobertura recomendado e o prêmio. Em termos práticos, empresários e entusiastas devem considerar que a marca carrega vantagens de confiabilidade, mas também demanda atenção constante a itens como drenagem de combustível, sistemas de freio, suspensão e desgaste de componentes da transmissão, comuns em veículos com uso intenso.
Como a FIPE classifica veículos pesados e qual o impacto no seguro
A Tabela FIPE funciona como uma referência de mercado que facilita a comparação entre veículos parecidos. Para veículos pesados com várias rodas e maior capacidade de carga, como o Mercedes‑Benz 1938‑S com 3 eixos, a FIPE divide informações por configuração, ano de referência, combustível e outras particularidades que ajudam a determinar um valor de referência. Este valor de referência não substitui uma avaliação de custo real em caso de sinistro, mas orienta o segurador na hora de strukturar coberturas e limites. Em termos práticos, a FIPE impacta o seguro nos seguintes aspectos:
1) Valor de referência para a cobertura: a FIPE ajuda a estipular o valor de indenização em caso de sinistro total ou de perda parcial, o que, por consequência, influencia o valor do prêmio mensal ou anual. Em veículos de carga com mais eixos, esse valor tende a ser maior, refletindo o custo de reposição de componentes estruturais, carrocerias, sistemas de freio e da transmissão.
2) Limites de cobertura e opções de proteção: modelos com configuração de três eixos costumam exigir coberturas específicas, como casco completo, incêndio, roubo/furto, assistência 24h em rota, carro reserva, entre outras. A FIPE atua como referência para dimensionar esses pacotes com base no valor de mercado estimado do veículo.
3) Análise de risco por perfil de uso: veículos de carga pesada sofrem maior exposição a riscos de desgaste, avarias em terreno acidentado, impactos com cargas ou colisões em vias de alta circulação. O segurador utiliza esses elementos em conjunto com a FIPE para ajustar o prêmio conforme o uso (linha de frete, logística, operação local ou interurbana) e a idade do veículo.
4) Reposição de peças e disponibilidade no mercado: para caminhões raros ou com componentes específicos de versões antigas, a disponibilidade de peças pode impactar o custo de reparo. A FIPE, ao padronizar o valor de referência, ajuda a seguradora a estimar a curva de risco associada à disponibilidade de reposição no longo prazo.
É fundamental entender que a FIPE é uma referência dinâmica: ela é periodicamente atualizada, e a leitura correta depende de alinhar a versão, o estado do veículo e a prática comercial da seguradora. Em veículos com 3 eixos, o seguro não é apenas uma formalidade burocrática; ele representa a proteção de ativos significativos, engenharia pesada e a continuidade das operações de uma frota que, por sua natureza, pode exigir manutenção especializada e atendimento rápido em caso de sinistro.
Cuidados práticos para quem trabalha com esse tipo de veículo pesado
Para quem administra ou utiliza o Mercedes‑Benz 1938‑S com três eixos, algumas boas práticas ajudam a manter o veículo mais próximo do equilíbrio entre custo de seguro e confiabilidade operacional. Em linhas gerais, vale considerar:
– Manutenção programada: mantenha um calendário de revisões detalhado, com foco em componentes críticos de caminhões com diesel, como sistema de alimentação de combustível, filtros, cabine de comando, suspensão, pneus de carga e freios. A idade do veículo requer atenção redobrada a vazamentos, corrosão e integridade estrutural do chassi.
– Registro e documentação: conserve toda a documentação técnica, histórico de manutenção, notas fiscais de reparo e quaisquer atualizações de sistemas de segurança. Documentação organizada facilita a avaliação de risco pela seguradora e pode influenciar positivamente as condições da apólice.
– Peças e assistência técnica: tenha parcerias com oficinas capacitadas em caminhões diesel antigos, bem como estoque estratégico de peças críticas ou de reposição. A disponibilidade de peças reduz o tempo de reparo e minimiza impactos na operação, o que também se reflete em cenários de seguro com menor exposição a períodos sem frota operacional.
– Operação e segurança: defina rotas adequadas ao peso e à configuração do veículo, assegure a conformidade com as normas de trânsito e de transporte de cargas, mantenha os freios em bom estado e monitore a performance do sistema de direção e suspensão. Veículos com três eixos exigem precaução extra em curvas acentuadas e em terrenos com piso irregular, onde a estabilidade é fundamental para evitar sinistros.
– Gestão de combustível: o diesel, apesar de ser comum em caminhões, implica em custos de operação que devem ser gerenciados com monitoramento de consumo, qualidade do combustível e práticas de manutenção que preservem a eficiência energética do motor ao longo do tempo.
Esses aspectos ajudam não apenas na longevidade do veículo, mas também na construção de um histórico de seguro sólido. Uma apólice bem alinhada com o estado atual do carro, as condições de uso e o histórico de manutenção tende a oferecer coberturas mais adequadas sem surpresas no momento de uma eventual indenização.
Impacto do modelo na cotação de seguro: o que considerar
Para seguradoras, modelos clássicos ou de nicho, como o Mercedes‑Benz 1938‑S com 3 eixos, costumam exigir análise de risco mais detalhada. Alguns pontos que costumam influenciar a cotação incluem a idade do veículo, o estado de conservação, a disponibilidade de técnicas de manutenção, o histórico de sinistros, o uso pretendido (frota, fretamento, uso privado de colecionador), bem como a localização geográfica e as condições de armazenamento. Em veículos com configuração especial, como 3 eixos, o prêmio pode refletir o custo de reposição mais elevado e os potenciais desafios logísticos para reposição de peças originais. Além disso, o uso de diesel pode gerar particularidades de avaliação de risco ambiental, de emissões e de disponibilidade de serviços de manutenção em determinadas regiões, fatores que também aparecem na apólice de seguro como componentes de risco.
É comum observar que, para modelos assim, as seguradoras trabalham com pacotes que combinam casco, incêndio, roubo/furto, proteção de vidros, responsabilidade civil facultativa, assistência 24 horas, e, em alguns casos, cobertura de carência de peças. A configuração de três eixos pode exigir limites mais elevados de cobertura para danos estruturais e componentes do motor, além de cláusulas que tratem de situações específicas de transporte de carga leve a moderada, conforme a operação do veículo. Por isso, a consulta com a GT Seguros, olhando não apenas o valor da FIPE, mas também o uso prático do veículo, é essencial para chegar a uma proteção que combine custo-benefício e tranquilidade operacional.
Estratégias de proteção e orçamento para quem investe nesse clássico
Quando o objetivo é manter o Mercedes‑Benz 1938‑S com 3 eixos funcionando com segurança, alguns caminhos costumam trazer equilíbrio entre proteção adequada e custo de seguro:
– Avaliação de uso real: descreva com clareza se o veículo opera como parte de uma frota de entrega, contrato de logística, uso em eventos, ou transporte de carga especial. A clareza sobre a função do veículo ajuda a ajustar o pacote de coberturas para evitar superfaturamento ou lacunas de proteção.
– Manutenção e histórico: mantenha um registro robusto de manutenções, laudos de inspeção e relatórios que demonstrem a condição do veículo. Isso tende a reduzir a percepção de risco, impactando positivamente o prêmio.
– Escolha de coberturas alinhadas ao risco: para veículos com menor disponibilidade de peças ou com histórico de indisponibilidade no mercado, priorize coberturas que protejam contra danos estruturais e reposição de componentes críticos, ao mesmo tempo em que se assegura contra roubo em áreas de maior vulnerabilidade.
– Futuras atualizações: caso o proprietário decida modernizar ou adaptar o veículo para cumprir novas exigências ambientais ou de segurança, é importante manter a seguradora informada para reajustar a apólice conforme a nova configuração operacional.
Essas estratégias ajudam a manter a proteção adequada sem comprometer o fluxo financeiro da operação, algo especialmente relevante quando se lida com veículos históricos ou clássicos que também funcionam como ativos de negócio.
É fundamental lembrar que cada seguradora tem políticas próprias de avaliação de risco, bem como formas distintas de incorporar a FIPE na composição do prêmio. Por isso, a orientação de um corretor experiente, que compreenda as particularidades de caminhões de três eixos movidos a diesel, é essencial para evitar eventuais surpresas e garantir que a cobertura cubra, de forma eficiente, o valor estimado de reposição, reparo ou reestabelecimento do veículo em caso de sinistro.
Se você está buscando uma visão prática sobre opções de proteção para este modelo específico, vale solicitar uma cotação com a GT Seguros. A abordagem personalizada costuma facilitar o alinhamento entre o valor de referência da FIPE, o uso do veículo, o seu estado atual e o conjunto de coberturas que melhor atende às suas necessidades.
