| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 4.245,00 |
| Jan/26 | R$ 4.255,00 |
| Dez/25 | R$ 4.139,00 |
| Nov/25 | R$ 4.146,00 |
| Out/25 | R$ 4.231,00 |
| Set/25 | R$ 4.245,00 |
| Ago/25 | R$ 4.254,00 |
| Jul/25 | R$ 4.261,00 |
| Jun/25 | R$ 4.266,00 |
| Mai/25 | R$ 4.354,00 |
| Abr/25 | R$ 4.358,00 |
| Mar/25 | R$ 4.365,00 |
Como a Tabela FIPE orienta a avaliação de modelos clássicos do Fiat Uno, com foco no Uno S 1.5 i.e. e suas variantes de 1987
Para quem atua no setor de seguros, entender a Tabela FIPE e como ela se aplica a modelos clássicos é essencial. O Fiat Uno, especialmente nas versões S com o motor 1.5 i.e. e as variantes 1.5, 1.3 e SX 1.3 lançadas na década de 1980, representa um caso-chave de estudo sobre histórico, disponibilidade de peças, demanda de restauração e reconstrução, além de como esses fatores influenciam a proteção veicular. Este artigo mergulha na relação entre a FIPE, a ficha técnica do Uno de 1987 e as particularidades que afetam a cobertura de seguros. Ao longo do texto, você encontrará informações que ajudam a orientar avaliações, negociações com seguradoras e escolhas de proteção para veículos com valor histórico ou de uso ocasional.
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para o Fiat Uno de 1987
A Tabela FIPE, criada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como um referencial de mercado para veículos usados no Brasil. Ela agrega valores médios de compra, venda e reposição com base em pesquisas de mercado, atendendo a diferentes categorias, anos, versões e condições de conservação. No universo de seguros, esses dados servem como base para a definição de coberturas, limites de indenização, franquias e procedimentos de avaliação em casos de colisão, roubo ou dano total.

Para carros históricos ou clássicos, como o Fiat Uno de 1987, a aplicação da FIPE exige alguns cuidados adicionais. Em primeiro lugar, a disponibilidade de unidades em condições originais pode influenciar a percepção de valor. Em segundo lugar, versões distintas — como o Uno S, o 1.5 i.e. com injeção eletrônica, o 1.5 tradicional e o 1.3 SX — apresentam diferenças de peças, demanda de restauro e grau de originalidade que impactam a avaliação de seguro. Por fim, a FIPE não é estática: mudanças no mercado de colecionadores, disponibilidade de peças e histórico de importação local podem alterar o ranking de modelos compatíveis com peças originais e, consequentemente, o valor referencial para indenização.
Por isso, ao planejar a proteção do Uno 1987, a boa prática é trabalhar com uma corretora de seguros que entenda as nuances de veículos clássicos. A FIPE serve como norte, mas a ata de seguro pode considerar fatores adicionais, como curadoria de peças originais, estado de conservação, integrações de documentação, histórico de uso e, claro, o histórico documental do veículo. Com esse alinhamento, é possível estruturar coberturas mais específicas, sem depender de números de mercado que mudam com o tempo.
Ficha técnica resumida do Fiat Uno S 1.5 i.e. / 1.5 / 1.3 SX 1.3 1987
- Tipo de motor: opções de 1.3 litros (nível de tecnologia mais simples, com carburador ou injeção conforme a versão) e 1.5 litros com injeção eletrônica na configuração i.e., apresentando maior potência nominal dentro do line-up do Uno da época.
- Transmissão: caixa manual de várias marchas (comunturmente quatro velocidades, comum nas versões da década de 1980 para o Uno brasileiro) com tração dianteira.
- Sistema de alimentação: alternância entre carburador para as versões mais antigas (1.3) e injeção eletrônica para a variante 1.5 i.e., refletindo a evolução tecnológica do modelo.
- Dimensões e peso: comprimento típico próximo de 3,3 a 3,8 metros, largura em torno de 1,5 metros, com peso bruto próximo de faixas modestas para o segmento, dependendo da versão e dos itens de preparação. Estas medidas impactam consumo de combustível, manobrabilidade e comportamento em perímetros urbanos.
Observação sobre a “ficha técnica”: os dados variavam conforme o ano de produção, o país de importação e as configurações regionais. Em 1987, o Uno já apresentava avanços em ergonomia, acabamento interno e opções de motor com diferentes níveis de desempenho. Estas variações influenciam não apenas a dirigibilidade, mas também a avaliação para seguro, pois estados originais, documentação de restaurações e compatibilidade de peças podem mudar o enquadramento de coberturas e o potencial custo de reconstrução.
Casos práticos de versão: Uno S 1.5 i.e. vs 1.3 SX 1.3
Entre as versões descritas, o Uno S 1.5 i.e. costuma ser visto como a opção com foco em maior desempenho dentro do line-up clássico. A concentração da energia do motor 1.5 com injeção eletrônica pode implicar pequenas diferenças de comportamento em condução de alta rotação, aliadas a uma entrega de torque diferente da versão 1.3. Já o SX 1.3 tende a enfatizar itens de estilo e acessórios, mantendo a base mecânica simples, com foco em economia e facilidade de manutenção. Do ponto de vista do seguro, essas nuances se traduzem em distinções de custo de reparo de peças originais, disponibilidade de itens de reposição e, por consequência, no enquadramento de coberturas e limites indenizatórios para cada variante.
Para quem considera restauração, é comum encontrar versões com peças originais em estado de conservação preservando a aparência de fábrica. Nesse cenário, o cuidado com a documentação e o histórico de proprietário é essencial para a apuração de valor de restauração pela seguradora, especialmente quando o objetivo é manter a originalidade em cada componente, desde o motor até o painel de instrumentos.
Como a FIPE lida com veículos clássicos e com o Uno de 1987
A FIPE utiliza metodologia que envolve amostra de mercado, histórico de transações e condições de conservação para compor os cenários de referência. Em veículos clássicos como o Uno de 1987, a leitura da tabela pode exigir complementos da equipe de seguros, incluindo certificações de originalidade, comprovação de procedência, registos de restauração e, em certos casos, avaliações independentes para determinados itens de valorização, tais como a integridade do motor, a ausência de alterações não originais e a qualidade do acabamento externo (pintura original, cromados, emblemas, etc.).
É comum que seguradoras adotem uma abordagem híbrida: a FIPE orienta a base, enquanto os ajustes são calibrados pela condição real do veículo e pelo histórico de uso. Em alguns contratos, pode haver a necessidade de incluir cláusulas específicas de proteção para itens de aplicação de restauração, rodas, itens de interior originais e documentação de importação ou produção local. O objetivo é assegurar que a cobertura se alinhe ao valor estimado pelo estado de conservação e pela autenticidade do modelo, sem prejudicar a operação de indenização em situações de sinistro.
Dicas para proprietários de Fiat Uno 1987 no que diz respeito a seguros
Ao planejar a proteção do seu Uno 1987, considere as seguintes práticas que ajudam a melhorar a clareza da cobertura e a tranquilidade no dia a dia:
- Documentação completa: mantenha registros de manutenção, comprovantes de restauração, histórico de proprietários e documentação de origens das peças originais, quando possível.
- Condição de conservação: fotografe o veículo de forma abrangente, destacando o estado da carroceria, interior, motor e detalhes de originalidade. Esses registros facilitam a avaliação pela seguradora.
- Planos específicos para veículos clássicos: investigue opções de coberturas que reconheçam o valor histórico, com possibilidades de indenização com peças originais ou equivalentes de mercado para restauração, conforme as cláusulas contratuais.
- Limites de uso e quilometragem: defina limites de uso anual e, se aplicável, considerações sobre participação em eventos de carros antigos, que podem impactar o prêmio ao longo do tempo e a adequação da proteção.
Para quem pretende manter o Uno em condições originais ou próximo do padrão de fábrica, a escolha de coberturas com foco em proteção ao valor histórico é uma opção mais alinhada ao objetivo do carro. O acompanhamento com uma corretora de seguros permite ajustar as coberturas à realidade do veículo, levando em conta a FIPE como referência e os aspectos de originalidade e conservação como fatores de apuração na indenização.
Perspectivas históricas da marca Fiat e o Uno no cenário brasileiro
O Fiat Uno foi lançado no Brasil no início dos anos 1980 como uma resposta prática às necessidades de mobilidade urbana com eficiência de consumo e facilidade de manutenção. A linha Uno rapidamente se consolidou como uma referência em confiabilidade, acessibilidade e economia para o dia a dia brasileiro. Com o passar dos anos, a Fiat acompanhou a tendência de modernização, introduzindo versões com melhorias em motor, captação de energia e, em alguns casos, injeção eletrônica, o que, por sua vez, influenciou a percepção de valor entre entusiastas de carros clássicos e colecionadores. A marca, ao longo das décadas, consolidou uma rede de assistência técnica, disponibilidade de peças e suporte a projetos de restauração, aspectos que também afetam a avaliação de seguros para modelos mais antigos.
O Uno como linha teve várias fases de evolução, com mudanças que vão desde o design de carroceria até a mecânica. Em termos de seguro, a reputação da Fiat como fabricante com histórico robusto de produção de massa para o mercado brasileiro trouxe vantagens em termos de disponibilidade de peças e de suporte técnico, mesmo para carros com mais de três décadas. Por outro lado, a escassez de peças originais para versões específicas, como o 1.5 i.e., pode exigir planejamento adicional com a seguradora, inclusive quanto à origem das peças em casos de sinistro ou de restauração. Em resumo, o diálogo entre FIPE, ficha técnica, estado de conservação e documentação é a chave para uma proteção mais adequada e segura para o Uno de 1987.
Perfis de uso do Uno S 1.5 i.e. e suas versões no contexto da proteção de seguros
Para muitos colecionadores e entusiastas, o Uno S 1.5 i.e. representa uma peça de história automotiva, com o charme de uma década marcada por mudanças de tecnologia e estilo. Em termos de seguro, esse contexto implica considerar não apenas a condição mecânica, mas também a autenticidade de peças, a documentação de restauração e o histórico de uso. Veículos em uso diário são avaliados com critérios diferentes de carros de coleção. O ideal é alinhar o veículo com uma cobertura que consiga contemplar variações no valor real decorrentes de conservação, originalidade e disponibilidade de peças no mercado.
Para quem utiliza o Uno em eventos, passeios de fim de semana ou exposições, é comum ajustar a apólice para incluir cobertura adicional de peças originais, assistência em viagem específica para carros clássicos e regras de uso que contemplem deslocamento em ocasiões de demonstração. A FIPE continua servindo como referência ampla, porém o valor efetivo para seguro depende do equilíbrio entre estado de conservação, documentação e políticas da seguradora quanto a veículos com baixa produção e alto apelo histórico.
Chamada à ação discreta: proteção alinhada às suas necessidades
Se você busca uma proteção que combine o universo da FIPE com a realidade do seu Fiat Uno 1987, vale considerar uma avaliação com a GT Seguros. Um consultor pode orientar sobre coberturas específicas para veículos clássicos, regras de indenização e opções de personalização que valorizem a originalidade e a preservação da história do seu carro.
