| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 47.926,00 |
| Jan/26 | R$ 48.032,00 |
| Dez/25 | R$ 48.124,00 |
| Nov/25 | R$ 48.197,00 |
| Out/25 | R$ 48.313,00 |
| Set/25 | R$ 48.469,00 |
| Ago/25 | R$ 48.572,00 |
| Jul/25 | R$ 48.650,00 |
| Jun/25 | R$ 48.699,00 |
| Mai/25 | R$ 48.797,00 |
| Abr/25 | R$ 48.841,00 |
| Mar/25 | R$ 48.915,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o Saab-Scania T-112 EW 320, 6×4, 1991
Contexto da marca e da linhagem Saab-Scania
Para entender o valor de referência de um veículo pesado antigo na Tabela FIPE, especialmente quando falamos de uma referência como o Saab-Scania T-112 EW 320, é essencial conhecer a origem da marca. A Saab-Scania AB foi resultado de uma parceria entre duas grandes referências da indústria automotiva sueca: a Saab e a Scania-Vabis. Criada na década de 1960, a empresa reuniu a engenharia de precisão de Saab com a robustez de Scania para produzir caminhões, ônibus e chassis de peso. O objetivo era combinar tecnologia de ponta com durabilidade para atender aos desafios do transporte de cargas pesadas em estradas diversas.
Ao longo das décadas, a Saab-Scania ficou associada a caminhões robustos, com motores diesel potentes, sistemas de transmissão confiáveis e uma abordagem voltada para a eficiência em operações de fretamento e logística. Na prática comercial, isso se traduzia em veículos que resistiam a percursos longos, terrenos desafiadores e condições de uso intenso. No fim do século XX, a relação entre as marcas acabou passando por reorganizações organizacionais e fusões entre unidades, levando, ao longo do tempo, à consolidação das operações de caminhões sob a marca Scania. Ainda assim, modelos históricos da linha Saab-Scania permanecem relevantes para o mercado de usados e para avaliações de seguros, sobretudo pela combinação de potência, peso e idade que caracterizam ativos de frota mais antigos.

Quando avaliamos a Tabela FIPE para um modelo como o T-112 EW 320, entendemos que o valor de referência varia de acordo com o estado de conservação, o histórico de manutenção, a quilometragem, as condições de uso e a disponibilidade de peças de reposição. Esses fatores, juntos, influenciam diretamente a capacidade de reposição ou indenização em caso de sinistro, bem como a base de cálculo para prêmios de seguro. Em veículos de carga pesada fabricados em 1991, a confiabilidade do conjunto motor-transmissão, o estado da estrutura e a disponibilidade de peças originais costumam desempenhar papel central na determinação de cenários de seguridade, custo de manutenção e, consequentemente, no nível de cobertura adequado pelas seguradoras.
Ficha técnica resumida do modelo
- Marca e linha: Saab-Scania T-112 EW 320
- Configuração de chassi e cabine: 6×4 com cabine de duas portas (2p)
- Combustível e propulsão: Diesel; motor de alto desempenho associado ao código EW 320
- Ano de fabricação: 1991; uso típico: transporte de cargas pesadas em trajetos longos e condições de estrada diversas
Principais impactos da idade do modelo na avaliação de seguro
Veículos com mais de três décadas de uso exigem uma avaliação cuidadosa pela seguradora, especialmente no que diz respeito à Tabela FIPE, que funciona como referência de valor de mercado para indenizações em caso de sinistro ou perda total. No caso do Saab-Scania T-112 EW 320, a idade implica desafios e oportunidades distintas. Por um lado, a robustez estrutural e a engenharia de linha pesada da época costumam privilegiar a durabilidade e a confiabilidade de componentes mecânicos básicos, o que pode reduzir o risco de falhas graves se o veículo tiver passado por programas de manutenção adequados. Por outro lado, a idade também eleva a probabilidade de desgaste de peças, dificuldade de reposição e necessidade de mão de obra especializada, fatores que influenciam o custo total de propriedade, a disponibilidade de peças e o tempo de reparo.
Para seguradoras, o estado geral do veículo, o histórico de manutenções, o nível de conservação da carroceria e a quilometragem atual são aspectos-chave na precificação. Caminhões antigos, especialmente com motor diesel de alta performance, costumam exigir avaliações mais detalhadas de itens como sistema de freios, suspensão, eixo traseiro, cadeia de transmissão e componentes de cabine. Além disso, a situação regulatória pode impactar a aceitação de veículos com propostas de atualização de motores ou de sistemas de emissões; a aderência a padrões vigentes de emissões pode influenciar custos de manutenção e disponibilidade de peças, o que, por sua vez, afeta o seguro. Em termos práticos, a FIPE oferece uma faixa de valores para referência, mas o contrato de seguro geralmente considera também o uso da frota (propria, terceirizada), a área de atuação e o perfil de risco do condutor, entre outros fatores.
Como a FIPE influencia a configuração de cobertura de veículos pesados antigos
A Tabela FIPE funciona como uma referência de preço de mercado para veículos usados no Brasil, inclusive caminhões de nicho como o Saab-Scania T-112 EW 320. Em seguros, esse valor de referência é usado para orientar a indenização em caso de colisão total, roubo ou perdas similares, bem como para compor eventuais coberturas de reposição. Em carros e caminhões de séries de produção antiga, é comum que as seguradoras adotem uma abordagem que combine o valor FIPE com ajustes para o estado de conservação, a depreciação por idade, o histórico de sinistros e o regime de uso atual do veículo. Assim, dois caminhões com o mesmo ano de fabricação podem ter cotações distintas de seguro caso um esteja com histórico de manutenção rigoroso, com peças originais e documentação, enquanto o outro apresente sinais de desgaste acelerado ou histórico de sinistros frequentes.
Além disso, a existência de peças de reposição originais deu origem a considerações de custo na apólice. Chips, componentes eletrônicos, bombas de combustível, sistemas de freio e eixo cardânico podem encarecer o reparo de um veículo de 1991, especialmente em regiões com menor disponibilidade de peças. Por isso, para fins de FIPE e de seguro, a probabilidade de sinistro e o custo de réparação são fatores que caminham juntos: quanto maior a facilidade de reparo e disponibilidade de peças, menor tende a ser o prêmio, desde que o histórico do veículo demonstre confiabilidade e manutenção adequada.
Riscos típicos e melhores práticas para quem possui esse modelo
Para quem opera ou contempla manter um Saab-Scania T-112 EW 320 na frota, algumas considerações ajudam a alinhar seguro, custo de propriedade e valor de FIPE. Primeiramente, a manutenção preventiva é crucial: inspeções regulares do motor diesel, do sistema de transmissão, do conjunto de freios (discos, tambores, flanges), da suspensão e das ligações do chassi reduzem a probabilidade de sinistros decorrentes de falhas mecânicas. Em segundo lugar, a documentação completa de manutenção, histórico de reparos e de substituições de peças originais facilita a avaliação de valor pela seguradora e pode contribuir para termos de cobertura mais favoráveis. Em terceiro lugar, compreender o uso real da frota — se o veículo circula em operações de longo percurso, em áreas com infraestrutura de estrada desafiadora ou em atividades de entrega com paradas frequentes — ajuda a calibrar as coberturas para roubo, danos a terceiros e cobertura de carga. Por fim, manter a cabine em bom estado não apenas eleva o conforto do condutor, mas também pode influenciar positivamente a avaliação geral do veículo na FIPE, uma vez que a condição de interior e painel é parte do perímetro de avaliação de valor de mercado.
Considerações finais sobre o papel da FIPE na tomada de decisão de seguros
Para proprietários de Saab-Scania T-112 EW 320, a escolha de coberturas deve levar em conta a realidade de um caminhão com mais de 30 anos de existência, cujo valor de mercado pode oscilar com base na condição geral, na disponibilidade de peças e na demanda por veículos usados no segmento. A Tabela FIPE oferece um referencial robusto para estimar o valor de reposição ou de indenização, mas a seguradora também considera o contexto de uso, o histórico de sinistros, o perfil do condutor e a área de operação. Em linhas gerais, contratos para caminhões antigos costumam prever ajustes por depreciação, limites de cobertura para componentes usados e, em alguns casos, opções de reposição com veículo similar de configuração equivalente, sempre observando a disponibilidade de peças e a viabilidade econômica de reposição. O equilíbrio entre proteção adequada e custo do prêmio depende de uma avaliação holística que leve em conta o valor FIPE, as condições operacionais da frota e as expectativas de continuidade das operações logísticas da empresa.
Se você está avaliando a proteção do seu Saab-Scania T-112 EW 320 ou de outro caminhão antigo, considere conversar com especialistas em seguros de frotas para alinhar a cobertura com a realidade de uso e com as expectativas de custo-benefício. Uma abordagem bem construída pode reduzir riscos operacionais, ao mesmo tempo em que garante uma reposição ou indenização adequada em caso de imprevistos.
Para quem busca uma proteçã o ajustar às particularidades de veículos históricos, a GT Seguros oferece soluções pensadas em frotas e veículos de baixa, média e alta complexidade. Faça já sua cotação com a GT Seguros e descubra opções que conjugam cobertura, valor de referência pela FIPE e condições de uso compatíveis com a sua realidade.
