| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 6.331,00 |
| Jan/26 | R$ 6.269,00 |
| Dez/25 | R$ 6.207,00 |
| Nov/25 | R$ 6.146,00 |
| Out/25 | R$ 6.086,00 |
| Set/25 | R$ 6.106,00 |
| Ago/25 | R$ 6.046,00 |
| Jul/25 | R$ 5.987,00 |
| Jun/25 | R$ 5.928,00 |
| Mai/25 | R$ 5.870,00 |
| Abr/25 | R$ 5.876,00 |
| Mar/25 | R$ 5.885,00 |
Guia detalhado sobre a Tabela FIPE aplicada à Honda XL 125 S, ano 1996
A Tabela FIPE é uma referência essencial no mercado automotivo brasileiro para estimar o valor de veículos usados. Quando falamos de motos antigas, como a Honda XL 125 S lançada por volta de 1996, o entendimento dessa tabela não serve apenas para negociações de compra e venda; ele impacta diretamente a forma como seguradoras definem cobertura, franquias, limites de indenização e até a viabilidade de algumas opções de proteção. Este artigo, elaborado em linguagem educativa e informativa, percorre a lógica por trás da FIPE, apresenta a ficha técnica da XL 125 S de 1996 e explica como isso tudo se conecta ao universo de seguros de motos, com foco em orientar proprietários e profissionais de corretagem.
O que é a Tabela FIPE e qual é o seu papel na avaliação de motos antigas
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) reúne dados de mercado para emitir uma referência mensal de preços médios de veículos novos e usados no Brasil. Para motos, a Tabela FIPE funciona como um referencial que facilita negociações, avaliações de sinistros e cálculos de coberturas de seguro. O valor apurado pela FIPE não é um preço de venda nem uma cotação de compra automática; ele cumpre o papel de base de comparação entre anúncios, avaliações de especialistas e o valor de mercado estimado para o veículo em determinado estado de conservação e com um conjunto específico de características. No caso de motos clássicas ou em uso contínuo por décadas, a FIPE tende a refletir, de modo agregado, como o mercado encara a motocicleta considerando idade, demanda, disponibilidade de peças e popularidade da versão.

Para seguradoras, esse índice funciona como uma referência objetiva que evita distinguições puramente subjetivas ao determinar o valor de indenização em casos de colisão, roubo ou perda total. Em termos práticos, quanto maior o valor FIPE de uma moto, maior tende a ser a indenização prevista pela seguradora, desde que o contrato e as coberturas estejam alinhados com esse valor. Já para o segurado, compreender a lógica da FIPE ajuda a comparar propostas, entender limites de cobertura e planejar a proteção de forma mais consciente.
Ficha técnica da Honda XL 125 S 1996
- Marca: Honda
- Modelo: XL 125 S
- Ano de fabricação: 1996
- Categoria: motocicleta road/dual-purpose leve
- Motorização: monocilíndrico, quatro tempos
- Deslocamento: 125 cm³
- Aceitação de combustível: carburador
- Refrigeração: ar
- Potência: estimada entre 8,5 e 11 cv, dependendo da configuração e do desgaste
- Torque: estimado entre 9 e 12 Nm
- Transmissão: tipicamente 5 velocidades (variações por ano/versão podem ocorrer)
- Suspensão dianteira: garfo telescópico
- Suspensão traseira: conjunto de dois ou mais amortecedores (“choques”)
- Freios: tambor dianteiro e tambor traseiro (configuração comum para a linha XL na década de 1990)
- Peso (aproximado, com combustível): entre 100 e 125 kg
- Capacidade do tanque: entre 6 e 7,5 litros
- Dimensões aproximadas: comprimento em torno de 2,0 m, largura próxima de 0,75–0,80 m, altura do assento na faixa de 0,78–0,82 m
Observação: a XL 125 S teve variações ao longo dos anos de produção, especialmente em termos de acabamento, itens de conforto e ajuste de grafismos. Por isso, ao consultar a FIPE ou ao revisar a ficha técnica para efeitos de seguro, vale confirmar o conjunto específico da sua unidade (ano exato de fabricação, configuração de motor, presença de acessórios originais, estado de conservação etc.). A ideia central é compreender que a moto de 1996 envolve um conjunto clássico de especificações que afetam, entre outros aspectos, a depreciação observada pela FIPE.
Como a FIPE influencia o seguro da Honda XL 125 S 1996
Quando uma seguradora avalia uma motocicleta antiga, o valor de referência baseado na FIPE serve para dimensionar diversas coberturas. Entre os impactos mais comuns estão:
- Definição da indenização por dano total: a TIPE ajuda a estabelecer um teto de indenização para colisões ou sinistros que resultem em perda total, desde que o contrato preveja essa opção de indenização de acordo com o valor de mercado apurado pela FIPE.
- Escolha de coberturas adicionais: com uma base de valor estável, o corretor pode indicar coberturas como proteção de valor (ou de preço de venda) ou, em alguns casos, itens de assistência 24 horas, guincho e peças originais, sempre alinhando o custo do seguro ao valor estimado pela FIPE.
- Franquias proporcionais ao risco: quanto maior o valor referenciado pela FIPE, em alguns contratos, maior pode ser a faixa de franquia, especialmente em seguradoras que trabalham com limiares vinculados ao valor de mercado da moto.
- Condições de uso e perfil do veículo: motos antigas costumam ter variações de valor conforme quilometragem, estado de conservação, histórico de manutenção e disponibilidade de peças. Tudo isso pode pesar na composição da proposta de seguro, mantendo a FIPE como linha orientadora, mas complementando com critérios de avaliação de risco.
Para proprietários de XL 125 S de 1996, entender onde a FIPE entra no contrato de seguro ajuda a questionar o corretor sobre as coberturas ideais, limites de indenização e a forma como a seguradora trata itens como acessórios originais, itens de proteção, carroceria e componentes que costumam exigir avaliação específica em motos mais antigas.
Como consultar a Tabela FIPE de forma eficaz
Obter uma visão correta do valor de referência de uma Honda XL 125 S 1996 exige uma consulta responsável à FIPE. Dicas práticas para uma leitura mais clara:
- Verifique o estado da moto: a FIPE considera o valor de mercado com base na condição do veículo. Motos bem conservadas, com histórico de manutenção e ausência de danos, costumam situar-se mais próximos do valor médio da tabela, enquanto peças faltantes ou avarias podem afastar o preço do teto de referência.
- Analise a configuração da época: variações entre anos de produção podem impactar o valor. Ao buscar dados na FIPE, observe o ano exato da placa/modelo ou o código da versão para não confundir com outras variações da linha XL 125 S.
- Considere o estado de conservação geral: pintura, grafismos originais, bancada do motor, estado de funcionamento do carburador e da parte elétrica influenciam o valor de mercado, refletido, em parte, pela leitura da FIPE.
- Use a FIPE como referência, não como preço definitivo: a tabela serve para comparação e base de cálculo, enquanto a negociação de compra, venda ou de seguro pode exigir ajustes com base no estado real do veículo e na política da seguradora.
Para quem trabalha com corretagem ou avaliação de seguros, é comum cruzar a FIPE com dados de mercado de anúncios locais, avaliações de oficinas reconhecidas e informações de fábrica (quando disponíveis) para chegar a um valor referenciado que faça sentido na proposta de seguro. Esse cruzamento ajuda a evitar surpresas no momento de acionar a cobertura e facilita a comunicação entre dono do veículo e a empresa seguradora.
Boas práticas para motos clássicas no âmbito de seguros
Ao lidar com uma Harley única de 1996 ou com uma XL 125 S nessa faixa de idade, algumas práticas ajudam a manter o seguro adequado ao valor de mercado e à proteção do bem:
- Manter documentação completa: manual, recibos de manutenção, notas fiscais de peças originais e histórico de inspeções ajudam a embasar o valor de mercado informado à seguradora.
- Cuidados com acessórios originais: itens como carenagens, faróis, pedaleiras ou peças de reposição originais podem influenciar o valor resguardado pela apólice, especialmente quando a montagem preserva o visual e o funcionamento originais da XL 125 S.
- Avaliar opções de cobertura para terceiros e danos a terceiros: em motos antigas, é comum investir em proteção responsável para danos a terceiros, visto que o custo de reparo pode ser significativo dependendo do cenário e das peças envolvidas.
- Atualizar o histórico de manutenção: manter itens de manutenção em dia, registros de troca de óleo, filtros, velas e revisões de motor facilita a comprovação de conservação, o que se reflete positivamente no valuation da seguradora.
É importante ressaltar que, para motos mais antigas, as seguradoras costumam exigir uma avaliação técnica ou fotos detalhadas para estabelecer o valor de referência do veículo. O objetivo é alinhar o valor de indenização ao valor prático de mercado, levando em conta a disponibilidade de peças de reposição da época e a possibilidade de restaurações que preservem o espírito original da XL 125 S 1996.
Integração entre FIPE e a prática de cotação com a GT Seguros
Ao planejar a proteção da Honda XL 125 S 1996, é comum que proprietários ou corretores utilizem a FIPE como base, mas também verifiquem as coberturas específicas oferecidas pela seguradora e as condições de cada contrato. A GT Seguros oferece cotações que contemplam o valor de referência da FIPE, ajustando as coberturas às particularidades de motos antigas. A ideia é equilibrar custo de prêmio com a proteção necessária para um veículo com décadas de uso, mantendo o equilíbrio entre proteção financeira e acessibilidade.
Para quem busca orientação prática, é fundamental alinhar com o corretor quais coberturas estão presentes, quais limites de indenização aparecem no contrato e como a documentação do veículo influencia a proposta. A abordagem educativa facilita a tomada de decisão, reduz dúvidas e confere tranquilidade na hora de contratar ou renovar a apólice.
Conclusão: entendendo o caminho entre FIPE, ficha técnica e seguro da XL 125 S 1996
Compreender a Tabela FIPE, associá-la à ficha técnica da Honda XL 125 S de 1996 e entender as particularidades do seguro de motos antigas oferece uma base sólida para decisões bem informadas. A FIPE funciona como âncora de valor de mercado, enquanto a ficha técnica agrega os dados específicos da motocicleta e o estado de conservação. Junto a isso, a prática de avaliação de seguro envolve comunicação clara entre proprietário e corretor, sempre com o objetivo de proteger o bem de forma adequada, sem sobrecarregar o orçamento com coberturas desnecessárias. Ao considerar seguro de uma XL 125 S de 1996, lembre-se de que o equilíbrio entre o valor estimado pela FIPE, a condição real da moto e as coberturas escolhidas é o caminho para uma proteção eficaz e sustentável ao longo dos anos.
Se você busca orientação prática para cotar seguro da Honda XL 125 S 1996 ou quer entender como a FIPE impacta na sua proposta, a GT Seguros oferece cotações simples e rápidas para ajustar a proteção ao valor de mercado da sua moto. Solicite já a sua cotação com a GT Seguros.
