| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 12.201,00 |
| Jan/26 | R$ 12.228,00 |
| Dez/25 | R$ 12.252,00 |
| Nov/25 | R$ 12.271,00 |
| Out/25 | R$ 12.301,00 |
| Set/25 | R$ 12.341,00 |
| Ago/25 | R$ 12.367,00 |
| Jul/25 | R$ 12.387,00 |
| Jun/25 | R$ 12.400,00 |
| Mai/25 | R$ 12.425,00 |
| Abr/25 | R$ 12.437,00 |
| Mar/25 | R$ 12.456,00 |
Hyundai H100 DLX Panel Diesel 1996 e a Tabela FIPE: compreensão técnica e aplicação prática na avaliação de seguros
A Tabela FIPE é amplamente utilizada pelo mercado automotivo brasileiro como referência para a valorização de veículos usados em diferentes fins, incluindo seguros, financiamentos e negociações entre terceiros. Quando se trata de veículos comerciais, como a Hyundai H100 DLX Panel Diesel do ano 1996, entender como essa tabela funciona e como ela impacta a elaboração de apólices pode fazer diferença no custo do seguro, na cobertura selecionada e na gestão de riscos de uma frota. Este artigo explora a ficha técnica do modelo, traça um panorama sobre a marca Hyundai, explica o funcionamento da FIPE e aponta aspectos relevantes para quem utiliza vans como a H100 em atividades diárias de negócios ou em pequenas frotas.
Ficha técnica do Hyundai H100 DLX Panel Diesel 1996
Abaixo está uma síntese prática das especificações técnicas mais relevantes para quem precisa compreender o potencial do veículo no cotidiano de operação, especialmente quando considerado para seguro e manutenção. Vale lembrar que números exatos podem variar conforme o mercado, a configuração de fábrica e a disponibilidade de peças ao longo da produção.

- Motor: diesel, 4 cilindros em linha, com deslocamento próximo de 2,5 litros, projetado para uso comercial pesado e com torque acessível para deslocamento de cargas. A configuração de 4 cilindros oferece equilíbrio entre robustez e custo de manutenção, característica comum em utilitários leves da época.
- Transmissão: manual de 5 velocidades, com relação de marchas ajustadas para facilitar o empacotamento de cargas e a condução em vias urbanas com trechos de subida moderada. A caixa costuma exigir pouco intervalos de manutenção quando bem cuidada.
- Tração: traseira, com eixo rígido, próprio de vans de grande vazão de carga, que favorece a estabilidade sob peso de caçambas, pallets e mercadorias. A tração traseira também demanda atenção a condições de piso escorregadio, principalmente com peso elevado na caçamba.
- Capacidade de carga útil: aproximadamente 1.0 tonelada, o que a posiciona entre as opções de vans de uso comercial leve a moderadamente pesado na época. A prática de uso responsável demanda avaliação regular do estado da suspensão, freios e pneus para manter a linha de peso adequada ao projeto original.
Sobre a marca Hyundai e o papel da H100 no portfólio de veículos comerciais
A Hyundai Motor Company, fundada na Coreia do Sul, conquistou, ao longo de décadas, reputação internacional pela combinação de tecnologia, confiabilidade e custo de aquisição competitivo. Originalmente conhecida por oferecer soluções acessíveis, a Hyundai investiu fortemente em melhoria de qualidade, conforto, eficiência de combustível e redes de assistência técnica, o que, em muitos mercados, ajudou a consolidar a marca como opção viável não apenas para automóveis de passeio, mas também para frotas comerciais.
O Hyundai H100, também conhecido como H-100 em alguns mercados, integra o portfólio de utilitários leves da marca, voltado para operações de entrega, transporte de mercadorias e serviços que dependem de um veículo de capacidade intermediária. A evolução da linha H100 ao longo dos anos refletiu uma busca por maior robustez, facilidade de manutenção e disponibilidade de peças, aspectos que, aliados à rede de assistência, ajudam a manter uma operação de negócios com menos interrupções. Mesmo modelagens mais antigas, como o H100 DLX Panel Diesel de 1996, podem manter valor significativo para pequenas empresas que dependem de soluções simples, duráveis e com custos de operação previsíveis, desde que o histórico de manutenção seja bem acompanhado.
Como a Tabela FIPE funciona e por que ela importa para seguros
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é um instrumento amplamente utilizado no Brasil para a avaliação de veículos usados. Ela funciona como referência oficial de preço de mercado para automóveis, motos e caminhões, levando em conta variações por modelo, ano, versão e região. Para o setor de seguros, a FIPE serve como base para diversas magic columns, como o valor de indenização em caso de perda total, o limite de cobertura para danos acidentais e a definição de franquias, entre outros aspectos. É importante frisar que a FIPE não determina um preço de venda ou um custo de aquisição; ela estabelece uma referência de valor de mercado que agrega consistência às avaliações em seguradoras, corretores e instituições financeiras.
Entre os comportamentos comuns de uso da Tabela FIPE no universo de seguros, destacam-se:
- Valorização ou depreciação do bem com base na idade e na configuração específica do veículo, o que influencia a cobertura contratada e o prêmio correspondente.
- Acurácia para o cálculo de indenização parcial ou total, bem como para o ajuste de coberturas adicionais como roubo, incêndio, danos a terceiros e responsabilidade civil.
- Habilitação de subsídios para renovações de apólices com base na evolução dos preços médios de mercado, mantendo o seguro alinhado ao valor de reposição ou de reparo do bem.
- Possível variação regional no valor de referência devido a disponibilidade de peças, demanda local por serviços e condições de uso do veículo na área de atuação.
Aplicabilidade da FIPE para o Hyundai H100 DLX Panel Diesel 1996
Para empresas e profissionais que utilizam vans como a H100 DLX Panel Diesel de 1996, a FIPE atua como uma bússola para decisões de seguros. O valor de referência resulta em uma base de prêmio mais estável e previsível, melhorando a gestão de riscos da frota. Em veículos comerciais de idade mais avançada, como é o caso dessa geração, alguns pontos merecem atenção especial:
- Condição de uso: veículos com histórico de uso intenso em áreas urbanas, com frequentes paradas, arrancadas e transporte de carga podem exigir coberturas mais robustas para colisões, danos elétricos e desgaste de componentes críticos.
- Estado de conservação: o histórico de manutenções, peças originais utilizadas, frequência de revisões e reposição de componentes de desgaste (freios, suspensão, embreagens) impacta a confiabilidade e, por consequência, o custo do seguro.
- Mercado de reposição: para modelos mais antigos, a disponibilidade de peças originais pode influenciar o custo de reparo e o tempo de atendimento, fatores que podem refletir na avaliação de risco pela seguradora.
- Perfis de uso: se a H100 é parte de uma frota com rotas previsíveis, horários e zonas de operação bem definidas, esse controle pode reduzir o nível de risco e, em alguns casos, favorecer condições de apólice mais vantajosas.
É comum que seguradoras e corretores utilizem a FIPE para ajustar o valor segurado de acordo com o veículo específico, levando em conta a idade do modelo, a configuração DLX e o panel diesel, que influenciam a depreciação, o custo de reposição de peças e a facilidade de reparo. Quando a apólice contempla coberturas adicionais — como roubo, incêndio, colisão com terceiros ou proteção de vidros — o valor de referência da FIPE serve como referência para definir limites de cobertura e a base de cálculo de indenização, sempre alinhados às características técnicas do veículo e ao uso operacional do comerciante.
Conectando a estrutura técnica com a gestão de riscos na prática
Uma gestão eficaz de riscos para um veículo de uso comercial envolve alinhar informações técnicas, operações do dia a dia e as coberturas de seguros. No caso da Hyundai H100 DLX Panel Diesel 1996, a convergência entre a ficha técnica, a FIPE e as necessidades da empresa passa por alguns pilares práticos:
- Manutenção programada: priorize revisões periódicas, com histórico documentado, para demonstrar cuidado com o ativo. Seguradoras costumam valorizar a consistência de manutenção, o que pode favorecer condições de prêmio mais estáveis.
- Instalação de sistemas de proteção: alarmes, rastreadores e bloqueios mecânicos ajudam a mitigar risco de roubo e podem reduzir prêmios, especialmente quando combinados com apólices que contemplam frota.
- Gestão de uso: registre rotas, horários de operação e regiões de atuação. Dados de uso ajudam a calibrar coberturas específicas de danos a terceiros, responsabilidade civil e limitações de cobertura em determinadas áreas.
- Documentação atualizada: mantenha em dia registro de propriedade, documentos do veículo, seguro anterior e comprovantes de manutenção. A documentação facilita a análise de risco pela seguradora e agiliza o processo de cotação ou indenização.
Cuidados específicos com seguros para vans comerciais antigas
Veículos de idade, como a H100 DLX Panel Diesel de 1996, exigem atenção especial na hora de fechar uma apólice de seguro. Embora a FIPE ofereça referência de valor, o contrato precisa considerar particularidades que aumentam ou reduzem o grau de risco. Dentre os cuidados recomendados, destacam-se:
- Definição clara de uso: especificar se o veículo é utilizado para entregas locais, rotas entre cidades ou apenas para serviços internos. Isso influencia a classificação de risco e o tipo de cobertura necessária.
- Avaliação de peças e reposição: em modelos mais antigos, a disponibilidade de peças originais pode impactar o custo de reparo e o tempo de conserto. A seguradora pode ajustar as condições de rede de oficinas credenciadas para esse veículo.
- Orobustez da proteção: com motor a diesel de idade, características como troca de filtros, sistema de embreagem e sistemas de injeção merecem atenção especial para prevenir falhas que podem ser caras de reparar.
- Rastreamento de sinistros: manter um registro de sinistros, mesmo que pequenos, ajuda a construir um histórico de uso confiável para futuras renovações de apólice e renegociações de preço.
Mensagem educativa para quem gerencia uma frota com Hyundai H100 DLX Panel Diesel 1996
Para quem administra pequenas frotas, a compreensão da relação entre a Tabela FIPE, a ficha técnica do veículo e as necessidades de seguro é essencial para manter a operação estável, controlar custos e reduzir indisponibilidades. A FIPE não é apenas um número estático: ela representa um elo entre o valor de mercado, o custo de reposição e a proteção financeira necessária para manter o negócio funcionando. A H100, com sua configuração DLX Panel Diesel de 1996, exemplifica como veículos de uso comercial antigo podem continuar a oferecer desempenho útil quando bem mantidos, com custos de operação previsíveis e coberturas de seguro adequadas.
Enquanto o veículo permanece ativo na operação, é fundamental que a gestão de risco não dependa apenas de uma cotação inicial. A renovação periódica da apólice, a verificação de coberturas adicionais, o acompanhamento do histórico de manutenção e a comunicação aberta com o corretor são componentes-chave para adaptar a proteção ao estado real do ativo e às necessidades da empresa. Nesse contexto, a Tabela FIPE atua como um alicerce por meio do qual se avalia o valor de reposição e o nível de indenização, contribuindo para decisões mais informadas e menos suscetíveis a surpresas financeiras no momento de acionar o seguro.
Para quem busca uma abordagem integrada entre o conhecimento técnico do veículo, a atualização de dados de mercado e a proteção adequada, vale a pena considerar o suporte de uma corretora de seguros que entenda as particularidades de frotas de pequeno porte. Com a orientação certa, é possível alinhar coberturas, franquias e serviços agregados às necessidades reais da operação, mantendo o equilíbrio entre custo, proteção e continuidade dos negócios.
Para acelerar a proteção de seu veículo e garantir condições ajustadas à sua realidade, faça uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação especializada pode ajudar a escolher as coberturas ideais para a Hyundai H100 DLX Panel Diesel 1996, com foco em segurança, continuidade de operações e tranquilidade financeira.
