| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 76.140,00 |
| Dez/25 | R$ 75.839,00 |
| Nov/25 | R$ 75.525,00 |
| Out/25 | R$ 75.525,00 |
| Set/25 | R$ 75.876,00 |
| Ago/25 | R$ 75.126,00 |
| Jul/25 | R$ 74.383,00 |
| Jun/25 | R$ 73.648,00 |
| Mai/25 | R$ 72.920,00 |
| Abr/25 | R$ 71.491,00 |
| Mar/25 | R$ 70.784,00 |
| Fev/25 | R$ 70.083,00 |
Visão geral da Tabela FIPE aplicada à Ford Ranger STX 4.0 CS/CE (1998) e seu papel na avaliação de seguros
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado pelo setor de seguros para embasar a indenização em operações de cobertura, reposição de veículo ou ajuste de prêmios. Quando falamos da Ford Ranger STX 4.0 CS/CE de 1998, o uso da tabela ganha relevância especial: trata‑se de uma picape de cabine simples (CS) ou cabine estendida (CE) com motor 4.0, popular em transportes leves de trabalho, viagens de fim de semana e atividades industriais. Entender como a Tabela FIPE trata modelos de idade avançada, com versões específicas de carroceria e motor, ajuda proprietários e corretores a avaliar o nível de proteção necessário e a planejar estratégias de seguridade, sem confundir valor de substituição com custo de aquisição.
Antes de mergulhar na ficha técnica e nas nuances da marca, é importante situar o leitor sobre o que a Tabela FIPE representa no dia a dia de quem contrata um seguro. A FIPE, Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, reúne dados de venda de veículos usados, categorizando por marca, modelo, versão, ano de fabricação e tipo de carroceria. Esse conjunto de dados funciona como referência para cálculos de seguro, especialmente naquelas situações em que a indenização por perda total deve refletir o valor de mercado é o mais próximo possível do valor praticado no momento da consulta. Para modelos mais antigos, como a Ranger STX 4.0 1998, a depreciação, a disponibilidade de peças de reposição e a demanda de seguro influenciam diretamente o valor de referência da FIPE. A compreensão dessa dinâmica ajuda a enxergar não apenas o preço teórico, mas o que costuma ser aceito pela maioria das seguradoras como base de indenização.

Ficha técnica resumida da Ford Ranger STX 4.0 CS/CE (1998)
A Ford Ranger, uma das picapes mais reconhecidas no segmento de trabalho leve, atende a um conjunto de exigências práticas: robustez, espaço utilitário e fácil manutenção. A versão STX, disponível nas configurações CS (cabine simples) e CE (cabine estendida), traz como ponto central o motor de 4,0 litros, que impulsiona a linha com desempenho voltado para trabalho e uso urbano com leve tráfego. A ficha técnica apresentada a seguir oferece um panorama essencial para compreender o veículo dentro do universo de seguros, sem esgotar todas as especificações oficiais, que podem variar conforme o mercado e a configuração de fábrica.
- Motor e desempenho: motor V6 de 4,0 litros com alimentação por injeção eletrônica, desenvolvido para equilíbrio entre torque de arranque e potência de passagem.
- Câmbio e transmissão: transmissão manual de 5 velocidades, com opções de tração 4×2 ou 4×4 conforme a versão e a configuração de fábrica, adequadas para uso urbano e atividades de campo.
- Carroceria e cabine: opções de cabine simples (CS) ou cabine estendida (CE), típicas de picapes que conciliam espaço de carga com acomodação de ocupantes, variando o comprimento e a configuração de portas conforme a carroceria escolhida.
- Dados de utilidade e dimensão: carroceria tipo pick-up, com dimensões compatíveis com manuseio em vias públicas e acesso a áreas de serviço; peso bruto total, capacidade de carga e especificações básicas de suspensão e chassis aparecem nas fichas técnicas oficiais, variando conforme o pacote de equipamentos e a configuração de tração.
Sobre a marca Ford: trajetória e impacto no mercado de picapes
A Ford é uma das mais históricas montadoras globais, com uma trajetória marcada pela inovação, durabilidade e uma rede de assistência que atravessa fronteiras. A Ranger, no portfólio da Ford, consolidou-se como uma referência no segmento de picapes de porte intermediário a robusto, oferecendo soluções que combinam utilidade, capacidade de carga e conforto para uso diário e deslocamentos de trabalho. Em termos de engenharia, a Ranger Pampa, como outros modelos da marca, simboliza a cultural de fabricação norte-americana aplicada ao mercado latino, com foco em picapes que suportam trabalho duro sem abrir mão de versatilidade. Essa herança fortalece a percepção de confiabilidade associada à marca, o que, por consequência, pode influenciar avaliações de risco para seguros, principalmente para veículos com histórico de uso misto entre trabalho — como transporte de ferramentas e materiais — e lazer em viagens fora de estrada.
Do ponto de vista de seguro, a cultura de confiabilidade da Ford é frequentemente citada como um fator que reduz, em média, a percepção de risco em comparativo a marcas com históricos distintos de assistência ou disponibilidade de peças. O reconhecimento de uma rede de oficinas credenciadas, peças de reposição mais acessíveis e uma base de clientes que valoriza a durabilidade da linha Ranger contribui para a construção de políticas que refletem a possibilidade de reposição rápida de componentes e uma avaliação de risco menos agressiva em determinadas circunstâncias. No entanto, é essencial lembrar que cada apólice é avaliada com base no histórico do veículo, na localização, no uso predominante, no perfil do motorista e nas coberturas contratadas, separando o valor de mercado do custo de substituição em casos de sinistro.
Entendendo a Tabela FIPE e o seguro da Ranger STX 4.0 CS/CE (1998)
Nos seguros, a FIPE atua como referência de valor de mercado. Para veículos com mais de duas décadas de uso, a prática comum é considerar o valor da FIPE como base de indenização em caso de perda total, desde que a apólice inclua coberturas compatíveis com esse critério. A dinâmica envolve alguns aspectos-chave:
- A FIPE é atualizada periodicamente, levando em conta variações de mercado, disponibilidade de peças e cenários econômicos. Em veículos mais antigos, essa atualização pode refletir de forma mais expressiva a desvalorização natural, a obsolescência de itens e a dificuldade de reposição de peças originais.
- O prêmio de seguro pode refletir a relação entre o valor FIPE e o perfil de uso do veículo. Veículos de trabalho que sofrem maior desgaste ou que operam em condições de uso intenso costumam ter prêmios que consideram o desgaste adicional ainda que a TIPE (Tabela FIPE) represente apenas um valor de referência.
- É comum que as seguradoras solicitem avaliação de conservação, histórico de sinistros ou laudos mecânicos para entender o estado do veículo antes da contratação ou renovação de contrato, a fim de ajustar o valor de cobertura e as franquias de determinada apólice.
- Relação entre preço de referência e custo de reposição: a FIPE oferece um parâmetro, mas a reposição pode, em alguns casos, exigir avaliação adicional quando peças específicas da Ranger STX 4.0 CS/CE (1998) não são perfeitamente disponíveis no mercado atual, o que pode impactar o fluxo de indenização em cenários de sinistro.
Como proprietário e corretor devem abordar a tabela FIPE na prática
Para proprietários de veículos como a Ford Ranger STX 4.0 CS/CE (1998) ou para quem atua como corretor de seguros, algumas práticas ajudam a alinhar expectativas e garantir proteção adequada:
Primeiro, é fundamental compreender que o valor de referência da FIPE não é o único fator determinante na apólice. Ele serve como base para avaliação de indenização em muitos cenários, mas outros componentes da apólice — como tipo de cobertura, franquias, cláusulas de proteção estendida, proteção contra terceiros e assistência 24 horas — influenciam diretamente o custo e a viabilidade de reposição ou indenização. Em veículos mais antigos, o uso de coberturas adicionais, como aluguel de veículo durante reparo, ou a inclusão de itens de proteção específicos, pode compensar a diferença entre o valor FIPE e a necessidade real do proprietário.
Em segunda instância, a relação entre idade do veículo e disponibilidade de peças deve ser considerada. Alguns proprietários podem optar por coberturas com franquias mais altas em troca de preços mais acessíveis, especialmente quando o veículo funciona principalmente como meio de trabalho e não é necessário um carro reserva de alto padrão. Já para quem utiliza o veículo para deslocamentos frequentes em áreas com maior risco de roubo, a indicação é considerar coberturas adicionais de proteção, rastreamento veicular ou sensores de segurança que possam reduzir o prêmio relativo ao valor ou ao risco percebido.
Terceiro, é valioso manter a documentação atualizada. Registros de manutenção, notas fiscais de consertos, histórico de colisões e serviço de inspeções periódicas ajudam o corretor a dimensionar melhor as coberturas, bem como a justificar qualquer ajuste de valor de acordo com a situação real do veículo. Em modelos como a Ranger STX 4.0 CS/CE, a avaliação de conservação pode ter impacto direto na percepção de risco pelo segurador, especialmente quando o veículo apresenta itens de desgaste ou substituições que estejam além da condição média para a faixa etária.
Quarto, é recomendável acompanhar as atualizações da FIPE. Embora o leitor não precise conduzir a verificação mensal sozinho, manter-se informado sobre as mudanças de referência pode ajudar a planejar revisões de cobertura ao longo dos anos. Mudanças no mercado de usados podem alterar a percepção de valor de reposição, o que, por sua vez, pode exigir ajustes na apólice para manter a proteção alinhada ao valor real de mercado da Ranger STX 4.0 CS/CE (1998).
Impactos práticos para seguros ao considerar a Ranger STX 1998
Ao avaliar uma apólice para a Ford Ranger STX 4.0 CS/CE (1998), alguns pontos práticos emergem da combinação entre a marca, a idade do veículo e a referência FIPE. A seguir, destacamos aspectos que costumam influenciar decisões de seguradoras e proprietários:
- Risco de roubo e furto: picapes antigas podem ter maior incidência de roubo em determinadas regiões, o que pode refletir na escolha de coberturas adicionais de proteção veicular, rastreamento e assistência.
- Reparabilidade: a disponibilidade de peças e a facilidade de reparo são fatores que pesam na avaliação de risco. Peças de reposição mais comuns costumam reduzir o custo de reparo e, consequentemente, os custos associados à indemnização.
- Uso de frota versus uso pessoal: uma Ranger STX 1998 usada para trabalho de campo pode ter padrões de desgaste diferentes de um veículo utilizado apenas para deslocamento urbano. Seguradoras costumam considerar esse fator ao ajustar prêmios.
- Conservação física e histórico de sinistros: veículos bem conservados, com histórico limpo, podem apresentar condições mais estáveis para seguro, influenciando positivamente o custo da apólice.
Considerações para quem administra ou contrata seguros com base na Tabela FIPE
Para proprietários que desejam ter uma visão equilibrada sobre o que a Tabela FIPE representa na prática, é útil adotar uma abordagem que combine o valor de referência com uma estratégia de proteção adequada. Abaixo, apresentamos algumas diretrizes estratégicas, sem entrar em números específicos:
1) Analise o uso do veículo: se a Ranger é empregada majoritariamente como ferramenta de trabalho, considere coberturas que deem opção de veículo reserva, proteção adicional para carga e responsabilidade civil ampliada, de modo a evitar interrupções no negócio em caso de sinistro.
2) Priorize a proteção de itens de valor: acessórios originais, equipamentos de armazenagem, faróis, sensores, e itens de carga podem justificar coberturas específicas para peças de reposição e proteção contra danos causados por terceiros.
3) Mantenha o estado de conservação atualizado: leve o veículo a revisões periódicas, guarde comprovantes de manutenção e, se possível, conte com avaliação independente para registrar o estado do veículo. Isso suporta uma cobrança mais alinhada do valor a ser indenizado no caso de sinistro.
4) Consulte um corretor de seguros de confiança: a intermediação especializada facilita a compreensão de como a FIPE se aplica ao seu caso, quais coberturas são mais adequadas, e como alinhar o preço do seguro ao perfil de uso da Ranger 1998 sem extrapolar o orçamento disponível.
Por que a escolha de cobertura certa importa para a Ranger 1998
Escolher a cobertura correta para uma Ford Ranger STX 4.0 CS/CE de 1998 envolve entender que a idade do veículo e o estado de conservação influenciam a ração de risco. Enquanto a FIPE fornece uma referência de valor de mercado para a indenização, o seguro também leva em conta o custo de reposição, o custo de reparos, a probabilidade de sinistros e o nível de proteção desejado pelo motorista. A vantagem de considerar a Tabela FIPE em conjunto com um planejamento detalhado de seguro é a possibilidade de manter o equilíbrio entre proteção adequada e custo acessível. Dessa forma, proprietários podem ter tranquilidade de que, em caso de perdas parciais ou totais, estarão amparados por uma apólice que reflete, de forma fiel, o valor de mercado correspondente àquele momento.
Para a Ford Ranger, que carrega o legado de uma marca com raízes fortes na indústria automobilística, o uso cuidadoso da FIPE aliado a uma cobertura bem estruturada ajuda a preservar o patrimônio do veículo, evitando surpresas relativas a indenizações que não reflitam o valor de reposição ou de mercado. Em resumo, a combinação entre a Tabela FIPE e a proteção de seguro adequada para a Ranger STX 4.0 CS/CE (1998) representa uma estratégia de gestão de risco que considera tanto o legado da marca quanto as particularidades da versão, da cabine e da idade do veículo.
Se você está buscando a melhor forma de proteger a Ford Ranger STX 4.0 CS/CE de 1998, é recomendável conversar com especialistas que entendam não apenas as nuances da Tabela FIPE, mas também as particularidades de uma picape antiga que ainda cumpre função prática no dia a dia. Uma avaliação cuidadosa das coberturas, aliada à consideração da referência FIPE, ajuda a construir uma apólice que entrega a proteção necessária sem sobrecarregar o orçamento.
Ao final, lembrar que a escolha da apólice de seguros não deve ser apenas sobre o valor atual do veículo, mas também sobre a capacidade de manter a operação do seu trabalho e a tranquilidade de quem precisa lidar com imprevistos em deslocamentos e atividades diárias. Nesse sentido, o conhecimento sobre a Tabela FIPE e a história da Ranger STX 4.0 CS/CE (1998) torna-se uma ferramenta de educação financeira e de gestão de risco para o proprietário responsável.
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