| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 221.677,00 |
| Dez/25 | R$ 222.099,00 |
| Nov/25 | R$ 222.433,00 |
| Out/25 | R$ 222.969,00 |
| Set/25 | R$ 223.685,00 |
| Ago/25 | R$ 224.156,00 |
| Jul/25 | R$ 224.516,00 |
| Jun/25 | R$ 224.741,00 |
| Mai/25 | R$ 225.192,00 |
| Abr/25 | R$ 225.395,00 |
| Mar/25 | R$ 225.734,00 |
| Fev/25 | R$ 225.870,00 |
Visão geral da Tabela FIPE para o Volvo FMX 500 6×4 2p (E5) 2013
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para veículos usados e é amplamente consultada por seguradoras, compradores, vendedores e gestores de frotas. Quando lidamos com um caminhão pesado como o Volvo FMX 500, configuração 6×4 com cabine de 2 portas (2P) e emissão E5, ano de 2013, a leitura da FIPE envolve entender não apenas o valor de reposição ou de mercado, mas também como esse valor influencia cálculos de seguro, de financiamento e de depreciação. Para corretoras de seguros, a FIPE oferece uma linha de base que facilita a comparação entre diferentes estados, condições de uso e histórico de manutenção — aspectos que, somados ao perfil da operação, ajudam a calibrar prêmios, coberturas e franquias. Este artigo mergulha na ficha técnica do veículo, na importância da marca e no modo como essa referência impacta a avaliação de seguros, especialmente no contexto de frotas que utilizam o Volvo FMX 500 em atividades de transporte de carga pesada, construção e operações em vias desafiadoras.
Antes de tudo, vale reforçar que nenhum preço é apresentado neste texto, pois os dados de valor da Tabela FIPE são inseridos automaticamente no topo do post para refletir o momento do mercado. Nosso objetivo é oferecer compreensão sobre a composição do veículo, a reputação da marca e a forma como o FIPE se relaciona com seguros e gestão de ativos. A seguir, exploramos a ficha técnica do Volvo FMX 500 6×4 2p (E5) 2013, a força da marca Volvo, o papel da FIPE para seguros e dicas úteis para quem trabalha com caminhões pesados.

Ficha técnica resumida
- Motor e desempenho: motor diesel de alta capacidade, com deslocamento próximo de 12,8 litros, oferecendo até 500 cv de potência e torque na casa de aproximadamente 2.300–2.500 Nm, dependendo da calibração para o mercado brasileiro. Essa configuração favorece reboque robusto, empuxo estável em subidas e desempenho consistente em operações de carga pesada.
- Transmissão e tração: câmbio automatizado de 12 velocidades (I-Shift ou equivalente) aliado à tração 6×4, que distribui a tração entre os eixos e oferece maior estabilidade em terreno irregular, ao mesmo tempo em que facilita a condução em ambientes de obra, pedreiras e estradas com variações de inclinação.
- Cabine e capacidades: cabine de 2 portas (2P) adequada para serviços de transporte de carga pesada. O conjunto de chassi e eixos proporciona um Peso Bruto Total (PBT) típico próximo a 40.000 kg, com capacidade de carga útil variável conforme a carroceria, tanque de combustível e opcionais. A configuração pode incluir opções de cabine básica ou com elementos para jornadas mais longas, oferecendo calibração entre espaço, conforto e eficiência operacional.
- Emissões e combustível: motor com padrão Euro 5 (E5), movido a diesel. O consumo depende de condições operacionais como tipo de trajeto, peso carregado, velocidade, manutenção preventiva e padrões de condução. Em frotas, estratégias de gestão de combustível, manutenção programada e roteirização inteligente tendem a reduzir despesas operacionais e impacto ambiental.
Resumo técnico rápido: fabricante Volvo; linha FMX 500 6×4 2p; ano 2013; motor D13K 12,8 L; potência até 500 cv; torque até ~2.500 Nm; câmbio I-Shift de 12 marchas; tração 6×4; cabine de 2 portas; PBT próximo a 40 t; emissões Euro 5; combustível diesel; ajuste para aplicações de construção e transporte de carga pesada.
Sobre a marca Volvo
A Volvo Trucks está entre as referências globais quando o assunto é caminhões de alto desempenho, durabilidade e segurança. Com uma trajetória que se firma na tradição de engenharia avançada, a Volvo investe em soluções que apoiam operações de longa distância, logística de frota integrada e aplicações de construção. No segmento FMX, a marca destaca-se pela robustez do chassi, pela capacidade de manter desempenho estável sob condições difíceis e pela integração de sistemas que elevam a produtividade do motorista e a confiabilidade da operação.
A arquitetura de veículos Volvo é marcada pela ênfase na segurança ativa e passiva, aliada a tecnologias de auxílio à condução, estabilidade em terreno desafiador e gerenciamento de combustível. Em termos de manutenção, a rede de assistência técnica e peças de reposição da Volvo no Brasil facilita o atendimento de frotas, com foco em minimizar o tempo de inatividade. Em termos de eficiência, os motores D13K ou configurações equivalentes para o FMX aliam potência adequada a controles eletrônicos que ajudam a economizar combustível sem sacrificar desempenho, o que é fundamental para operações de transporte de carga pesada, onde o equilíbrio entre força, confiabilidade e custo operacional é essencial.
Essa filosofia de engenharia faz da Volvo uma escolha frequente para empresas que exigem capacidade de carga, durabilidade e disponibilidade de serviço. A reputação da marca no Brasil é fortalecida por uma rede de concessionárias que oferece manutenção programada, peças originais e suporte a frotas, o que ajuda a manter o FMX 500 em operação contínua, com menos interrupções e maior previsibilidade de custos ao longo do tempo.
Impacto da Tabela FIPE na avaliação de seguros
A Tabela FIPE serve como referência de valor de mercado para veículos usados, incluindo caminhões de grande porte. No contexto de seguros, esse valor base ajuda as seguradoras a definirem a soma segurada, o prêmio e as condições de cobertura. Para o Volvo FMX 500 6×4 2p (E5) 2013, a FIPE fornece um parâmetro consistente para comparação entre unidades com diferentes quilometragens, estado de conservação e histórico de sinistros, o que é essencial na construção de propostas de seguro justas e competitivas.
Entretanto, é importante compreender que o valor FIPE não é o único determinante do prêmio. Seguradoras costumam considerar variáveis adicionais, como: quilometragem anual, uso operacional (mineração, construção, transporte de carga geral), localização geográfica, histórico de sinistros, estado da carroceria, alterações pós-fábrica, adoção de rastreadores e sistemas de telemetria, entre outros. Esses fatores podem elevar ou reduzir o prêmio acima ou abaixo do valor FIPE, conforme o risco avaliado pela seguradora. Em frotas, é comum que o preço da apólice também reflita o custo de reposição do veículo novo, planos de manutenção preventiva oferecidos pela própria seguradora ou por empresas parceiras, bem como coberturas adicionais relevantes para operações de alto risco, como riscos de terceiros, roubo/furto, incêndio, danos a cabines e acessórios especializados.
Para gestores de frotas e corretores, entender essa relação entre FIPE e apólice é essencial para orçar de forma precisa e oferecer opções adequadas ao perfil da operação. A FIPE fornece a linha de base que facilita a comparação entre veículos semelhantes e entre propostas de seguradoras distintas. Enquanto o valor FIPE pode orientar o limite de indenização em caso de sinistro, o seguro de caminhões pesados costuma incluir itens como proteção de motor, sistema de freios, suspensão, carroceria, sistema de carga, e políticas específicas para reposição de componentes de elevado custo. Assim, a avaliação do seguro para o FMX 500 envolve uma mescla entre o valor de mercado (FIPE) e o nível de risco operacional, com uma tendência de ajustar a cobertura conforme a criticidade da operação e a disponibilidade de substituição rápida.
Observações sobre o Volvo FMX 500 6×4 2p (E5) 2013 no mercado de usados
Veículos pesados com configuração 6×4, ano de 2013 e motor Euro 5 costumam estar presentes em operações de construção, mineração, transporte de carga pesada e serviços que exigem robustez. Ao avaliar o FMX 500, observam-se fatores como a integridade estrutural do chassi, o estado da suspensão, o desgaste de componentes do motor e a curvatura dos eixos. A manutenção regular com peças originais, bem como registros de serviço, aumentam a probabilidade de boas condições de operação e podem impactar positivamente a percepção de valor na FIPE. Além disso, a demanda regional por caminhões de alta capacidade pode variar conforme a atividade econômica local; em regiões com intenso movimento de obras e logística de grandes volumes, a procura por unidades 2013 que estejam bem conservadas tende a ser mais estável, influenciando a avaliação da FIPE de forma favorável quando comparada a estados com menor atividade.
Para quem administra frotas, a decisão entre manter, fazer uma revisão completa ou substituir parte da frota envolve avaliação de custo total de propriedade (TCO). Custos com manutenção preventiva, consumo de combustível, disponibilidade de peças de reposição e disponibilidade de mão de obra especializada devem ser ponderados com o valor FIPE estimado. Em termos de seguro, unidades bem mantidas com histórico de operação eficiente costumam apresentar prêmios mais estáveis, menor risco de sinistro e, consequentemente, condições mais vantajosas de cobertura. A preparação da documentação, o inventário de peças originais e o registro de telemática podem facilitar o processo de contratação ou renovação de seguros, ao demonstrar controle sobre o desempenho e a gestão da fro
