| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 68.877,00 |
| Dez/25 | R$ 68.892,00 |
| Nov/25 | R$ 68.210,00 |
| Out/25 | R$ 68.937,00 |
| Set/25 | R$ 70.344,00 |
| Ago/25 | R$ 69.649,00 |
| Jul/25 | R$ 69.363,00 |
| Jun/25 | R$ 69.726,00 |
| Mai/25 | R$ 70.090,00 |
| Abr/25 | R$ 68.717,00 |
| Mar/25 | R$ 68.037,00 |
| Fev/25 | R$ 67.364,00 |
Veraneio de 1989 movida a diesel: compreensão da Tabela FIPE, ficha técnica e caminhos para seguro adequado
Quando falamos de veículos clássicos da GM no Brasil, a Chevrolet Veraneio ocupa um espaço marcante na memória de muitos brasileiros. Modelos produzidos no fim da década de 1980, como a versão S/ Luxe 4.0 Diesel TB Dies. de 1989, trazem características próprias de uma época em que o diesel ainda era visto com olhar técnico específico, especialmente em utilitários de grande porte. A Tabela FIPE funciona como uma referência fundamental para seguradoras e para proprietários que desejam ter uma avaliação objetiva do valor de mercado atual, levando em conta condições de conservação, raridade e demanda do período. Este artigo explora a relação entre a Tabela FIPE, a ficha técnica desse modelo e as implicações para seguros, com foco educativo para quem atua como corretor de seguros ou para quem busca entender melhor a proteção de um veículo clássico da GM.
Contexto histórico da Veraneio e a importância da Tabela FIPE na avaliação de seguros
A Chevrolet Veraneio nasceu como um SUV de grande porte com DNA de veículo baseado em plataforma de utilitário robusto. No final dos anos 1980, o mercado brasileiro exigia versões que combinassem conforto, capacidade de carga e robustez para uso familiar, viagens longas e atividades profissionais que demandavam espaço interno, tração em diferentes terros e confiabilidade da propulsion. A variante S/ Luxe 4.0 Diesel TB Dies. representa uma combinação específica: motor diesel com turbocompressor, transmissão e conjunto mecânico adaptados para uso urbano e rural, além de acabamento que priorizava o funcionamento em trechos desafiadores sem perder o espaço interno para passageiros e bagagens.

Ao considerar a Tabela FIPE, vale entender que esse instrumento não é apenas um número abstrato de mercado. Ele reflete, na prática, a percepção de valor de um veículo ao longo do tempo, levando em conta a oferta de unidades iguais na praça, o estado de conservação, a disponibilidade de peças de reposição e a demanda de colecionadores ou entusiastas. Para seguros, a FIPE atua como referência para o cálculo de depreciação, revisões de prêmio e, em alguns casos, como base para a definição do valor de referência para cobertura de valor venal ou de reposição. Em modelos de 1989, como a Veraneio diesel, o valor de referência tende a depender fortemente das condições de preservação, de originalidade de componentes e de registros históricos de manutenção. Por isso, entender como a FIPE observa esse tipo de veículo ajuda o corretor a orientar o cliente sobre o que influencia o prêmio e a cobertura adequada.
Nesse contexto, a ficha técnica — ainda que resumida para fins práticos de seguro — se torna um suporte importante: ela permite alinhar as expectativas entre o proprietário, a corretora e a seguradora quanto às especificações reais do veículo, aos componentes que compõem seu conjunto motor e transmissão, à configuração de tração e à capacidade de uso, que influenciam diretamente em itens como valor segurado, franquias e coberturas de terceiros. A Veraneio 1989, com sua propulsão diesel de alta robustez, pede uma leitura cuidadosa de como cada aspecto técnico pode impactar a avaliação FIPE e, por consequência, a proteção oferecida pela seguradora.
Ficha técnica resumida do Chevrolet Veraneio S/ Luxe 4.0 Diesel TB Dies. (1989)
- Marca e modelo: Chevrolet Veraneio S/ Luxe 4.0 Diesel TB Dies.; ano de fabricação/versão: 1989.
- Categoria e carroceria: SUV utilitário de grande porte, com carroceria 5 portas, baseado em conceito de chassis robusto, próprio de utilitários pesados da GM na época.
- Motorização: motor diesel 4.0 L com turbocompressor (turbo diesel), funcionamento a diesel, com configuração de alimentação característica da época.
- Tipo de transmissão: transmissão manual associada a um conjunto de tração que permite atuação em 4×4, com opções de engates para uso em diferentes terrenos.
- Tração e sistema de transferência: tração nas quatro rodas com caixa de transferência que oferece reduzida para manobras em terrenos desafiadores.
- Capacidade de ocupantes: projetado para acomodar passageiros em configuração para 5 a 7 ocupantes, dependendo da versão e do acabamento interno.
- Dimensões aproximadas (longitudinal x largura x altura): comprimento entre 4,8 e 4,9 metros; largura ao redor de 1,8 a 1,9 metros; altura próxima de 1,75 a 1,85 metros (variações conforme a configuração de roda e pneus).
- Peso em ordem de funcionamento: estimativas indicam faixa próxima de 1,8 a 2,0 toneladas, compatível com o porte do modelo e a construção de carroceria sobre chassis utilitário.
- Capacidade de tanque de combustível: tipicamente em torno de 70 a 90 litros, refletindo a necessidade de autonomia para longas viagens com baixa frequência de reabastecimento.
- Aplicação de uso: veículo voltado a uso familiar, suporte a viagens com espaço para bagagem, bem como atuação em atividades profissionais que exigem transporte de pessoas e cargas com boa performance em estradas de dimensões variadas.
A ficha técnica acima oferece um panorama útil para quem trabalha com seguros: ela destaca o conjunto mecânico (diesel turbo), a presença de 4×4, a capacidade para ocupantes e as dimensões. Esses elementos influenciam diretamente o cálculo de prêmios, condições de uso e necessidades de cobertura, sobretudo quando se trata de um veículo que pertence à categoria de clássicos ou quase-clássicos, com particularidades de sobra de peças e de conservação de componentes originais.
Para quem atua na área de corretagem, entender a combinação de motor 4.0 Diesel TB Dies. com o sistema 4×4, além do tamanho do veículo e de seus limites de uso, facilita uma abordagem mais alinhada às necessidades do cliente: proteção contra incêndio, colisões, roubo, danos a terceiros, responsabilidade civil e, em muitos casos, cobertura de acessórios originais ou aftermarket, tudo dentro de uma avaliação que respeita a realidade da Tabela FIPE e a longevidade do bem.
GM no Brasil e a relação com seguros de veículos históricos
A General Motors tem um legado importante no setor automotivo brasileiro, especialmente no que diz respeito à produção de modelos robustos para uso comercial e familiar. A Veraneio, em particular, ficou marcada por combinar espaço, conforto e capacidade de condução em estradas diversas do país. Esse histórico de marca ajuda a entender por que muitos proprietários buscam manter esses veículos em circulação, mesmo com a idade avançada. Do ponto de vista de seguros, essa combinação de marca, configuração de veículo e estado de conservação é levada em conta para a definição de coberturas adequadas, políticas de renovação de apólice, e, muitas vezes, a necessidade de avaliações mais detalhadas para o valor segurado — especialmente em casos de museu de garagem ou uso restrito em eventos e passeios.
Além disso, a presença de motores a diesel de 4.0 litros com turbocompressor era comum para atender a demanda por torque estável em condições variadas de terreno, o que impacta o comportamento de condução, consumo e manutenção. Para corretores, compreender essa mecânica facilita explicar aos clientes a necessidade de inspeções técnicas, verificações de peças originais e a importância de manter o histórico de manutenções. Em termos de seguro, isso se traduz em requisitos de cobertura adicionais para peças de alto custo, como turbocompressor, sistemas de injeção, componentes de transmissão e itens de segurança veicular que ajudam a sustentar a integridade do veículo ao longo do tempo.
Como a Tabela FIPE orienta a definição de cobertura e de prêmio
A Tabela FIPE, atualizada periodicamente, funciona como referência de valor de mercado para veículos usados no Brasil. No caso de um Chevrolet Veraneio 1989 com motor diesel turbo, a avaliação FIPE leva em conta a raridade do modelo, a condição de conservação, a disponibilidade de peças originais e o interesse de colecionadores. Dessa forma, o valor de referência que a FIPE aponta serve como base para o cálculo de prêmios de seguro, para a fixação de franquias e, em alguns cenários, para a determinação da cobertura de substituição caso o veículo seja danificado de forma irreparável. Vale notar que, para veículos com idade avançada, muitas seguradoras adotam critérios especiais que combinam valor de reposição, valor venal e condições particulares de uso, reforçando a importância de uma avaliação detalhada e de um ajuste fino na apólice.
Para corretores que atuam com clássicos ou veículos históricos, entender as particularidades da FIPE é essencial. O valor de referência pode variar conforme o estado de conservação, a necessidade de peças originais e a disponibilidade de serviços especializados. Em termos práticos, isso significa que a mesma Veraneio, dependendo de seus atributos (padrões de originalidade, documentos de manutenção, histórico de uso), pode apresentar variações significativas no prêmio entre uma apólice básica e uma cobertura personalizada, com inclusão de itens como guincho, proteção de acessórios originais, e até coberturas de valor de reposição para peças específicas que não são mais produzidas. Em resumo, a FIPE é uma ferramenta central, mas não é a única peça do quebra-cabeça: a avaliação completa envolve estado do veículo, uso, histórico de manutenção e as necessidades do proprietário.
Pontos-chave para seguro de veículos clássicos GM como a Veraneio diesel
- Conservação e originalidade: quanto mais perto da configuração de fábrica, maiores as chances de uma cobertura que valorize a originalidade.
- PEÇAS E REPOSIÇÃO: a disponibilidade de peças de reposição originais ou de qualidade equivalente pode impactar o custo de reparo e a viabilidade de certas coberturas.
- Histórico de manutenção: registros consistentes de manutenção, manuais de serviço e histórico de substituições ajudam a sustentar o valor segurado e reduzem o risco de cláusulas contestatórias.
- Uso do veículo: veículos de uso moderado, com baixa quilometragem anual e participação em eventos de carros antigos podem ter necessidades de cobertura diferenciadas, incluindo proteção de itens de valor agregado (peças originais, documentações especiais, acessórios) e cláusulas de uso específico.
Essas diretrizes ajudam a estruturar uma apólice que proteja o patrimônio do proprietário sem subestimar ou supervalorizar o bem. Em prática, a construção da cobertura deve equilibrar o risco de roubo, danos a terceiros, colisões, incêndio, quebra acidental e proteção de acessórios originais, sempre com base em uma avaliação cuidadosa do veículo e do seu contexto de uso. Ao tratar de uma Veraneio de 1989 com motor diesel turbo, a linguagem do seguro deve considerar não apenas o valor presente de mercado, mas também o custo de reposição de peças específicas da época e a plausível valorização de um veículo atrelado a um patrimônio histórico ou sentimental.
Guia rápido para orientar a avaliação e a contratação de seguro para a Veraneio Diesel TB Dies. 1989
Ao conversar com clientes sobre seguro, vale seguir um guia simples para alinhar expectativas com a realidade do veículo. Considere os itens abaixo para transformar a necessidade de proteção em uma apólice que realmente cubra o que é essencial, sem exageros ou lacunas.
- Documentação em dia: mantenha o registro completo de regularidade, incluindo documento de propriedade, histórico de manutenção e comprovantes de originalidade de componentes que compõem
