| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 91.077,00 |
| Dez/25 | R$ 91.251,00 |
| Nov/25 | R$ 91.389,00 |
| Out/25 | R$ 91.609,00 |
| Set/25 | R$ 91.904,00 |
| Ago/25 | R$ 92.098,00 |
| Jul/25 | R$ 92.246,00 |
| Jun/25 | R$ 92.339,00 |
| Mai/25 | R$ 92.525,00 |
| Abr/25 | R$ 92.609,00 |
| Mar/25 | R$ 92.749,00 |
| Fev/25 | R$ 92.805,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para o Agrale Marruá AM 200 2.8 CS TDI Diesel 2012 e entender seu impacto na proteção veicular
A Tabela FIPE é amplamente utilizada no Brasil como referência de valores de mercado para veículos usados. Quando pensamos em um modelo robusto como o Agrale Marruá AM 200 2.8 CS TDI Diesel, ano de fabricação 2012, a leitura dessa tabela vai além de simples números: ela orienta decisões relacionadas à compra, à venda e, principalmente, à proteção veicular por meio do seguro. Para quem trabalha com corretagem de seguros ou para proprietários que desejam entender como o auto é avaliado para fins de indenização, compreender como a FIPE se relaciona com o Marruá ajuda a alinhar expectativas e evitar surpresas na hora de acionar a cobertura.
Antes de tudo, vale esclarecer que a FIPE não determina o précio de mercado definitivo de qualquer veículo, pois o valor depende de fatores como conservação, quilometragem, região, histórico de sinistros, configurações específicas e o uso do veículo. No entanto, ela funciona como referência padronizada para quase todos os veículos vendidos no Brasil e serve como base objetiva para cálculos de seguro, financiamento e tributação. No caso do Marruá AM 200 2.8 CS TDI Diesel, ano 2012, a tabela resume uma faixa de valores que reflete a percepção geral do mercado sobre esse utilitário 4×4 de uso misto (urbano e terreno) em condições típicas de circulação, conservação razoável e configuração comum à época de fabricação.

Ao planejar uma cotação de seguro para esse veículo, alguns pontos práticos ajudam a tornar a avaliação mais alinhada com a realidade do patrimônio: a idade do veículo, o histórico de manutenção, a quilometragem atual, se houve modificações (modens ou itens adicionais), o uso previsto (uso privado, serviço ou utilitário). Além disso, a FIPE é apenas uma referência; corretores experientes costumam associar o valor de referência a uma avaliação de reparos, de peças e de reposição, garantindo que a soma segurada cubra adequadamente o custo de reposição ou de reconstrução em caso de sinistro. Nesta leitura, vamos explorar a ficha técnica de forma objetiva, tais como informações sobre a marca, destacando também como a FIPE influencia, de modo educativo, a cobertura de seguro para o Marruá 2.8 CS TDI Diesel de 2012.
Ficha Técnica resumida do Marruá AM 200 2.8 CS TDI Diesel (2012)
- Motor e desempenho: motor 2,8 litros turbodiesel TDI, com faixa de potência típica entre 110 e 120 cv; torque próximo de 25–30 kgfm, parâmetros que ajudam na tocada em terrenos desafiadores sem comprometer o consumo.
- Transmissão e tração: câmbio manual de 5 velocidades; sistema de tração 4×4 com recurso de reduzida, adequado para travessias em lama, areia e pisos acidentados.
- Capacidade e peso: veículo com peso total aproximado entre 1,8 e 2,0 toneladas; capacidade de carga útil ao redor de 800 kg; tanque de combustível com capacidade estimada em aproximadamente 60 litros.
- Dimensões e aplicação: carroceria e chassis projetados para uso utilitário, com dimensões pensadas para equilíbrio entre manobrabilidade urbana e desempenho off-road; portas, posição de condução e configuração de cabine alinhadas ao propósito de trabalho em áreas rurais e de serviço pesado.
Observação importante: os valores acima são referências típicas para o Marruá AM 200 2.8 CS TDI Diesel de 2012 e podem variar conforme a configuração exata do veículo, alterações originais de fábrica, desgaste e condições de uso. O objetivo é oferecer um retrato técnico que ajude na compreensão do que está sendo avaliado pela FIPE e, consequentemente, pelo seguro. Em situações de cotação, o corretor compara o que a FIPE reconhece como valor de mercado com a condição real do exemplar para manter o equilíbrio entre cobertura, franquia e custo do seguro.
Sobre a marca Agrale
Agrale é uma fabricante brasileira com trajetória marcada pela produção de veículos comerciais, agrícolas e utilitários, com foco em soluções robustas para uso intenso. Fundada com o propósito de atender demandas de mobilidade e serviço em áreas rurais e afastadas, a empresa construiu ao longo dos anos uma reputação de durabilidade, facilidade de manutenção e disponibilidade de peças em rede de assistência técnica. O Marruá, entre seus modelos de maior destaque, representa uma linha de utilitários leves e médios com tração nas quatro rodas e configuração pensada para operações em terrenos difíceis. Esse posicionamento não é apenas uma promessa de robustez, mas uma resposta prática para quem precisa de confiabilidade em condições variadas — desde deslocamentos entre propriedades rurais até missões de serviço público ou áreas de difícil acesso.
A filosofia de projeto da Agrale costuma privilegiar componentes simples, fáceis de reparar e com disponibilidade de peças de reposição no Brasil, o que, para quem trabalha com seguros, se traduz em facilidades de manutenção e recuperação de valor em situações de contingência. Em termos de confiabilidade, o Marruá é lembrado pela capacidade de atravessar trilhas, valetas, trechos lamacentos ou com piso irregular, mantendo performance estável sem exigir setups complexos. Além disso, a marca, ao longo de décadas, desenvolveu redes de assistência que ajudam na avaliação de sinistros e na reposição de peças originais, aspecto relevante quando se pensa na indenização ou substituição de componentes em uma eventual apólice.
O portfólio da Agrale para atender a diferentes necessidades de uso — seja para serviços de utilidade pública, forças de segurança ou operações rurais — reforça a ideia de que o Marruá AM 200 é mais que um veículo; é uma ferramenta de trabalho que precisa de proteção compatível com seu papel. Por conta disso, entender a linha de atuação da marca, a disponibilidade de peças e a rede de suporte técnico pode influenciar diretamente as escolhas de cobertura, de acordo com as exigências do setor do usuário final. Ao considerar uma tabela FIPE para o Marruá, é interessante também comparar com outras opções da linha Agrale para entender qual configuração traz melhor relação custo-benefício dentro do seguro e das necessidades operacionais.
Outro ponto relevante sobre a marca é a abordagem de manutenção preventiva. Embora o Marruá seja reconhecido por simplicidade de engenharia, a manutenção regular, com peças originais, ajuda a preservar o valor de mercado, o que por sua vez impacta positivamente o cálculo de seguro ao longo do tempo — especialmente quando há necessidade de renovação de apólice ou de reajuste de coberturas. Em resumo, conhecer a marca, entender a linha de produtos e manter o veículo em condições de mercado ajuda o proprietário a navegar com mais tranquilidade entre os requisitos da FIPE e as necessidades de proteção veicular.
Para quem busca contextualizar a compra ou a seguradora de forma ainda mais precisa, vale considerar a utilização de serviços de corretagem que tenham familiaridade com veículos utilitários de uso misto, como o Marruá. A boa prática é alinhar com o corretor as características de uso, o histórico do veículo e as expectativas de cobertura, de modo que a leitura da FIPE se traduza em uma escolha de proteção que reflita o valor real do exemplar, sem surpreender no momento de acionar a apólice.
Impacto da FIPE na apólice de seguro e considerações úteis
Quando uma seguradora avalia um veículo para contratação de um seguro, a Tabela FIPE funciona como uma referência padrão do mercado, proporcionando uma linha de base para estimar o valor de reposição em caso de sinistro ou o valor de mercado para indenização. No caso do Agrale Marruá AM 200 2.8 CS TDI Diesel, ano 2012, a FIPE ajuda a enquadrar o veículo dentro de uma categoria de utilitário 4×4 com uso específico, o que facilita a comunicação entre o cliente e a seguradora sobre qual seria o valor típico de referência. Ainda que a FIPE seja um referencial, cada apólice pode adotar modalidades de indenização diferentes, como reposição a novo, valor de mercado ou valor venal, conforme o contrato firmado.
É comum que o prêmio de seguro leve em conta não apenas o valor de referência da FIPE, mas também o estado de conservação, a quilometragem e o histórico de sinistros. Veículos com uso mais pesado, quilômetros elevados ou histórico de sinistros podem apresentar ajustes de prêmio que reflitam o maior risco percebido pela seguradora. Por outro lado, manter o Marruá em bom estado de conservação, com manutenção regular e registro de serviços, pode facilitar a obtenção de condições mais favoráveis na apólice, como franquias menores, cobertura adicional para itens de uso externo (guinchos, estepe, correias, acessórios originais) ou ampliar a proteção para danos a terceiros em situações de circulação off-road.
Além disso, o tipo de uso do Marruá influencia a forma como a FIPE é entendida pela seguradora. Veículos com uso institucional ou empresarial costumam ter regras diferentes de avaliação de risco em comparação aos usados como veículo de lazer. Em cenários de uso agrícola ou logístico, pode haver necessidade de declarar rotas, trajetos, horários de uso e locais de estacionamento, para que a seguradora tenha uma visão mais clara do potencial de exposição. Esses elementos ajudam a calibrar o valor segurado e a definir limites de cobertura que protejam o veículo sem cobrar sobrecargas desnecessárias.
Outra consideração prática é a cobertura de acessórios e modificações. Caso o Marruá possua itens originais adicionais instalados pela fábrica ou acessórios instalados posteriormente que impactem o valor de reposição, é essencial que o contrato de seguro reconheça esses componentes. Documentar itens como bancos, sistemas de iluminação, guinchos, calços de estepe, ou qualquer melhoria que influencie o valor de reparo pode evitar lacunas de cobertura. A FIPE serve como referência, mas o contrato deve contemplar a
