Valor FIPE Atual
R$ 180.081,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 508047-9
Ano: 2015-3
MêsPreço
Jan/26R$ 180.081,00
Dez/25R$ 180.425,00
Nov/25R$ 180.697,00
Out/25R$ 181.132,00
Set/25R$ 181.714,00
Ago/25R$ 182.097,00
Jul/25R$ 182.389,00
Jun/25R$ 182.572,00
Mai/25R$ 182.938,00
Abr/25R$ 183.103,00
Mar/25R$ 183.379,00
Fev/25R$ 183.490,00

Entendendo a Tabela FIPE para o Marcopolo Volare Fretamento V8L Médio (2015) com motor diesel

A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de veículos e, por consequência, orienta operações de seguro, negociação de peças e reposição, além de servir como base para a depreciação de ativos em frotas. Quando falamos de fretamento, especialmente em modelos como o Marcopolo Volare Fretamento V8L Médio, a leitura dessa tabela vai além de um simples número: ela embasa decisões de gestão de risco, definição de coberturas e cálculo de prêmios de seguros para embarcações terrestres de porte médio utilizadas nesse tipo de serviço. Este artigo apresenta uma visão educativa sobre como interpretar a Tabela FIPE nesse contexto específico, destaca a importância da marca e da linha Volare, apresenta uma ficha técnica resumida do veículo e oferece orientações úteis para quem trabalha com fretamento e seguros veiculares.

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para o seguro

A Tabela FIPE é publicada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas e funciona como uma referência de valores de mercado de veículos usados no Brasil. Ela é amplamente adotada por seguradoras, concessionárias, administradoras de leasing e consultorias de avaliação de danos para estimar o valor justo de reposição ou indenização em caso de sinistro. No ambiente de fretamento, onde as operação dependem de veículos de porte médio com uso intensivo, a FIPE cumpre papéis importantes:

Tabela FIPE MARCOPOLO VOLARE FRETAMENTO V8L MÉDIO (diesel)(E5) 2015
  • Acurar a base de cálculo de depreciação do veículo ao longo do tempo, influenciando o valor de indenização em caso de perda total ou de reparação;
  • Servir de parâmetro para critérios de subsídio de coberturas específicas, como casco, incêndio, roubo/furto e responsabilidade civil;
  • Apoiar negociações com seguradoras na hora de renovar ou ajustar o contrato de frete, pois a TIPE (tabela de referência) ajuda a calibrar o prêmio conforme o valor de mercado do veículo;
  • Ajudar na gestão de frota, pois a monitorização de variações no valor de referência permite planejar reposições, substituições ou renovações de veículos com maior embasamento financeiro.

Para quem atua com fretamento, compreender o ciclo de atualização da FIPE é essencial: a tabela é atualizada mensalmente com base em transações de mercado, levando em conta a idade do veículo, a quilometragem, a condição de conservação e a configuração original. Assim, um V8L Médio do segmento de fretamento, fabricado em 2015, terá a leitura da FIPE sujeita a ajustes conforme o histórico de uso, estado de conservação e modificações na carroceria. Essa leitura não é apenas técnica; ela impacta diretamente na forma como a seguradora elabora as coberturas, estima o valor de indenização e disponibiliza as opções de reposição para a frota.

Quem é a marca Volare e a relação com a Marcopolo

A Volare é uma marca histórica no segmento de ônibus no Brasil, conhecida por oferecer soluções de carroçaria voltadas ao transporte coletivo urbano, intermunicipal e, principalmente, ao fretamento. Ao longo dos anos, a Volare consolidou-se como uma opção de veículo com boa relação entre custo, robustez e disponibilidade de peças, características valorizadas no setor de fretamento, onde a continuidade operacional é fundamental para o negócio. A parceria com a Marcopolo, uma das maiores e mais tradicionais empresas de carrocerias de ônibus da América Latina, reforçou a capacidade de inovação, qualidade de acabamento e suporte técnico para frotistas, agregando confiabilidade e rede de assistência técnica em várias regiões do país. Em modelos direcionados ao fretamento, como o V8L Médio, a combinação de uma carroceria Volare com a linha de integração da Marcopolo busca alcançar um equilíbrio entre espaço de cabine, conforto para passageiros, robustez estrutural e facilidade de manutenção.

Essa sinergia entre Volare e Marcopolo também se reflete na disponibilidade de componentes de reposição, na padronização de processos de serviço e na rede de assistência, fatores que influenciam diretamente o custo total de propriedade (TCO) e, consequentemente, o custo de seguros para frotas. Em termos de seguro, veículos de fretamento com boa reputação de confiabilidade tendem a ter prêmios mais estáveis, desde que haja controle eficaz de uso, manutenção e documentação de serviço. Portanto, conhecer a origem do veículo, bem como as fortalezas da marca, ajuda o segurado a entender melhor as etapas de preservação de valor ao longo do tempo.

Ficha técnica do veículo: Marcopolo Volare Fretamento V8L Médio (2015) – visão resumida

  • Fabricante/Marca: Marcopolo Volare
  • Modelo/Versão: Fretamento V8L Médio, diesel E5
  • Ano de fabricação: 2015
  • Motorização e transmissão: motor diesel com normativa E5; transmissão automática ou manual de múltiplas marchas, conforme configuração da carroceria e do contrato de fretamento

Observação sobre as dimensões e capacidades: veículos dessa categoria costumam se enquadrar como ônibus de porte médio voltados para fretamento com configuração que varia conforme o layout de assentos, número de portas e exigências de espaço para bagagens. Em termos de espaço, é comum encontrar comprimentos entre 9,0 e 9,8 metros, largura próxima a 2,5 metros e altura que facilita a circulação interna com conforto. A capacidade de passageiros pode variar amplamente, geralmente entre 28 e 40 assentos, dependendo da distribuição interna, do espaço para circulação e das estratégias de comércio do fretamento. O frete pode incluir também portas adicionais para facilitar embarque e desembarque, o que influencia o peso e a rigidez da carroceria, refletindo-se em parâmetros de performance e consumo, bem como em critérios de risco para seguros.

Para além das dimensões, outros itens técnicos que costumam compor a ficha do V8L Médio incluem: tanque de combustível, sistema de freios, eixo dianteiro e traseiro, suspensão, sistema elétrico, cabine do motorista, painéis de instrumentos e opções de conforto para os passageiros (ar-condicionado, iluminação interna, tomadas de energia etc.). Essas especificações variam conforme a configuração de fábrica e as customizações realizadas pela empresa de fretamento, o que reforça a importância de consultar a nota fiscal, o manual do veículo e o registro de manutenção para firmar a base de cálculo da FIPE e, por consequência, a apólice de seguro.

Como a FIPE influencia a apólice de seguros para fretamento

Ao contratar ou renovar um seguro para uma frota de fretamento, as seguradoras costumam considerar o valor de referência da FIPE como um dos pilares para estabelecer o valor de indenização em caso de sinistro, bem como o nível de cobertura adequado à operação. Em termos simples, quanto maior o valor de referência segundo a FIPE, maior tende a ser o componente relativo ao casco (valor de reposição ou indenização) da apólice, e, consequentemente, o prêmio pode refletir essa evolução junto com outros fatores de risco, como idade do veículo, histórico de sinistros, uso (fretamento diário, viagens de longa distância), condições de manutenção, entre outros. No entanto, a FIPE não é o único determinante: o contrato de seguro para fretamento costuma incluir cláusulas específicas para frotas, com adaptações como valor de reposição com base na tabela FIPE atualizada, cláusulas de franquia, coberturas adicionais (incêndio, roubo, vandalismo, colisão), responsabilidade civil, além de proteções para acessórios e itens de uso operacional (extintores, kit de primeiros socorros, GPS, câmeras, etc.).

Para operadores de fretamento, compreender a relação entre FIPE, idade do veículo e condições de uso ajuda a evitar surpresas em caso de sinistro. Por exemplo, veículos mais antigos com manutenção adequada podem manter um valor de reposição estável por mais tempo, se a FIPE refletir bem o estado de conservação e o histórico de uso. Por outro lado, carros com alta demanda de serviço, desgaste acelerado ou interrupções na manutenção podem sofrer depreciação mais acentuada, o que se reflete na política de seguro, na necessidade de suplementar determinadas coberturas ou na escolha de soluções de reposição associadas. A leitura criteriosa da FIPE, aliada ao monitoramento de indicadores de manutenção e de desempenho da frota, se traduz em gestão de custos mais eficiente e em maior previsibilidade de despesas de seguro ao longo do tempo.

Fatores de risco e boas práticas para fretamento

A operação de fretamento envolve particularidades de risco que merecem atenção especial por parte da seguradora e da empresa de fretamento. Entre os fatores comuns, destacam-se a exposição a deslocamentos rodoviários, a variação de condições climáticas, a idade da frota, o regime de manutenção e a qualidade dos motoristas. Além disso, o tipo de serviço (turismo, fretamento corporativo, linhas intermunicipais com paradas frequentes) influencia a exposição ao risco. Boas práticas ajudam a mitigar esses riscos e a manter o custo de