Valor FIPE Atual
R$ 162.483,00
↑ 3,4% vs mês anterior
FIPE: 506063-0
Ano: 2011-3
MêsPreço
Jan/26R$ 162.483,00
Dez/25R$ 157.103,00
Nov/25R$ 157.340,00
Out/25R$ 160.372,00
Set/25R$ 163.528,00
Ago/25R$ 165.800,00
Jul/25R$ 166.067,00
Jun/25R$ 166.234,00
Mai/25R$ 166.568,00
Abr/25R$ 166.720,00
Mar/25R$ 166.971,00
Fev/25R$ 167.073,00

Visão detalhada da Tabela FIPE para o Iveco Stralis NR 490-S41T 2p (diesel) 2011

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para orientar avaliações de veículo usados e muitas das coberturas de seguros. Quando o assunto envolve caminhões pesados, como o Iveco Stralis NR 490-S41T, a leitura cuidadosa dessa tabela se torna ainda mais relevante: ela serve de base para estimar o valor de reposição, a depreciação do ativo e, consequentemente, o cálculo de prêmios de seguro, indenizações e planejamento financeiro de frota. Este artigo explora, de forma educativa, como interpretar a Tabela FIPE para o modelo específico Iveco Stralis NR 490-S41T 2p a diesel, ano 2011, sem apresentar valores monetários no corpo do texto, visto que os dados de preço são inseridos automaticamente no topo do post. Além disso, apresentamos a ficha técnica do veículo, detalhes sobre a marca e considerações importantes para seguros nesse segmento.

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para o Stralis NR 490-S41T

A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, consolidou-se como referência nacional para a avaliação de veículos usados. Ela agrega informações de preço de referência com base em transações de mercado, fontes de consultorias do setor e variações por faixa de ano, estado de conservação e configuração. No caso de caminhões pesados, como o Iveco Stralis NR 490-S41T, a FIPE atua como guia para identificar o valor de mercado atual quando necessário para indenização de seguro, substituição em caso de sinistro total ou liquidez de veículos em operações de venda ou recomposição de frotas. Importante: o valor FIPE não substitui o preço de aquisição nem o custo de reposição prática em concessionárias; ele é uma referência anualizada que orienta negociações e cálculos atuariais de seguradoras e corretoras.

Tabela FIPE IVECO STRALIS NR 490-S41T 2p (diesel) 2011

Para quem observa a Tabela FIPE com foco em seguros, alguns pontos merecem atenção. Primeiro, a diferença entre valor de venda e valor de reposição pode ser relevante dependendo da cláusula contratual. Em muitos casos, as apólices adotam o valor de reposição integral com base na FIPE ou, na ausência deste, o valor de mercado apurado pela seguradora mediante avaliação técnica. Em segundo lugar, a atualização mensal da FIPE significa que o parâmetro de referência pode oscilar com o tempo, impactando naturalmente o custo do seguro. Por fim, modelos de caminhão com especificações semelhantes, como o Stralis NR 490-S41T, costumam ter variações de preço entre diferentes configurações de motor, transmissão e cabine, o que reforça a necessidade de considerar as particularidades do veículo na hora de comparar propostas de seguro.

Ao entender a função da FIPE, fica mais claro por que as seguradoras costumam pedir informações técnicas do veículo para calibrar coberturas, valores de referência e margens de risco. Uma boa prática é cruzar o código FIPE do modelo com o ano de fabricação, a quilometragem, o uso (frota própria, aluguel, transporte de cargas especiais, etc.) e o histórico de sinistros. Tudo isso influencia, de forma direta, o valor de indenização, as franquias aplicáveis e as coberturas que melhor atendem ao perfil de operação do Stralis NR 490-S41T.

Ficha Técnica do Iveco Stralis NR 490-S41T 2p (diesel) 2011

A ficha técnica é uma bússola para entender as capacidades do veículo, as suas limitações operacionais e o que considerar ao planejar seguro, manutenção e custos de operação. Abaixo, apresentamos os pontos-chave, em 4 itens, para facilitar a compreensão do Stralis NR 490-S41T nessa configuração específica:

  • Tipo de veículo: Caminhão pesado com cabine simples (2 portas), projetado para operação rodoviária e transporte de carga a longo percurso; configuração típica para utilização com semirreboque (caminhão-trator) em frota de logística e distribuição.
  • Motor e transmissão: Motor diesel IVECO Cursor 13, 13 litros, 6 cilindros em linha, com turbocompressor e intercooler; potência nominal próxima a 490 cavalos; câmbio automatizado Hi-Tronix/Hi-Tronix-like, com 12 marchas e controle eletrônico para trocas rápidas e eficientes.
  • Alimentação, desempenho e robustez: Sistema de alimentação de combustível moderno, pensado para longas distâncias e alta demanda de torque em situações de subida ou reboque de trailers; projeto voltado para confiabilidade em operação 24/7, com foco em durabilidade de componentes sob uso intenso.
  • Dimensões e configurações de operação: veículo de grande porte, com peso bruto total adequado a operações de transporte de carga; a cabine simples facilita deslocamentos com maior raio de giro e manutenção simplificada; típico alcance de uso em transportes com rota interestadual e entregas em rede de clientes operada pela frota.

Observação importante: as especificações acima refletem a concepção típica do Stralis NR 490-S41T na linha de 2011. Detalhes de cada unidade podem variar conforme a configuração de fábrica, motor específico, família de transmissão e ajustes regionais. Para quem administra uma frota, consultar o manual do veículo ou o certificado de homologação da unidade é a melhor prática para confirmar dados exatos antes de fechar contratos de seguro ou de manutenção.

Desempenho, consumo e fatores de manutenção do Stralis

Caminhões de grande porte como o Stralis NR 490-S41T costumam exibir desempenho estável em operações de longo curso, especialmente quando equipados com motor de alta potência e transmissão automatizada. O torque elevado, aliado a uma relação de marchas adequada, facilita a condução em trechos de subida com carga pesada. Em termos de manutenção, as práticas preventivas são centrais para a continuidade operacional do veículo:

• O monitoramento de óleos e fluidos deve ocorrer em intervalos de serviço estabelecidos pelo fabricante, com atenção especial ao sistema de combustível, ao fluido de freio e ao sistema de ar de admissão. A qualidade do combustível, aliada à limpeza de filtros, reduz o risco de falhas e mantém a performance do motor em níveis estáveis.

• O sistema de freios de caminhão pesado requer inspeção frequente de pastilhas, discos, linhas e ABS, principalmente em rotas com trechos íngremes ou uso intenso de frenagem. A integridade do conjunto de freios é determinante para a segurança da operação e para a proteção de terceiros durante a atividade de transporte de carga.

• Pneus e suspensão são componentes caros, mas decisivos para a estabilidade do veículo e para a eficiência no consumo. Em operações com semirreboque, a calibragem adequada, o alinhamento e a substituição de pneus com desgaste irregular podem impactar diretamente a consistência de rota, o consumo de combustível e a vida útil das peças de referência.

• A gestão de frota com Stralis NR 490-S41T deve considerar a formação de motoristas para condução econômica e segura. Técnicas de condução com foco em economia de combustível, uso adequado de marchas, controle de velocidade e hábitos de frenagem profissional ajudam a reduzir custos operacionais ao longo do tempo.

Em termos de manutenção, recomenda-se manter um cronograma preventivo alinhado aos programas de serviço da marca, com revisão de sistemas críticos (motor, transmissão, freios, suspensão) em intervalos compatíveis com a quilometragem acumulada. A confiabilidade de caminhões dessa categoria depende muito de um calendário de manutenção disciplinado, inspeções regulares e substituições de componentes conforme especificado pelo fabricante.

Seguro de caminhões: pontos-chave para o Stralis NR 490-S41T

Quando pensamos em seguro para um caminhão pesado com esse perfil, alguns elementos se destacam pela sua influência direta no custo, nas coberturas disponíveis e na facilidade de indenização. Abaixo estão quatro aspectos normativos que costumam guiar as seguradoras na avaliação do Stralis NR 490-S41T:

  • Perfil de uso e rota: a natureza da operação (transporte de carga geral, logística de distribuição, longas distâncias entre regiões) influencia o risco de sinistro e requisitos de cobertura. Operações em áreas com maior incidência de roubo ou vandalismo, por exemplo, podem exigir coberturas adicionais ou auditorias de segurança da frota.
  • Histórico do veículo e do motorista: histórico de acidentes, de manutenção, quilometragem e informações sobre os motoristas (tempo de habilitação, cursos de direção defensiva) costumam impactar prêmios e a aceitação de garantias pela seguradora.
  • Coberturas relevantes para caminhões: além da cobertura básica contra colisões, incêndio e roubo, muitas apólices para caminhões contemplam danos a terceiros, danos à carga, responsabilidade civil ambiental e assistência 24 horas em caso de imprevistos.
  • Franquias, rede de assistência e reposição de peças: a escolha de franquias mais amplas ou mais restritas, bem como a rede de assistência autorizada pela seguradora, podem afetar o custo total da apólice e a agilidade na indenização, especialmente quando se trata de veículos pesados que dependem de peças originais para manutenção.

Para quem administra uma frota com Stralis NR 490-S41T, é comum que a apólice seja estruturada levando em conta o valor de reposição, a depreciação do bem e a possibilidade de utilização de peças originais ou equivalentes. Além disso, a seguradora pode solicitar informações sobre inspeção veicular, certificações de manutenção e documentação de treinamento de condutores, tudo com o objetivo de mapear o risco e oferecer condições compatíveis com a operação.

A influência da FIPE na precificação de seguros para o Stralis

O valor de referência da FIPE, quando utilizado pela seguradora, atua como uma referência de mercado para o cálculo de indenizações em caso de sinistro total ou parcial. Embora cada seguradora tenha seus próprios critérios de avaliação, a FIPE oferece um lastro padronizado que facilita a comparação entre propostas. Em caminhões, onde o custo de reposição pode envolver peças específicas, diagnóstico técnico e mão de obra especializada, a FIPE funciona como um norte para estimativas de valor de reposição ou de indenização por perda total. Além disso, o uso de FIPE pode influenciar a escolha de coberturas adicionais, como proteção de cargas, remoção de frotas e serviços de guincho, que compõem o escopo de uma apólice bem estruturada.

Vale destacar que as variações mensais na tabela podem refletir mudanças de mercado; por isso, a gestão de seguro para a Stralis deve contemplar revisões periódicas de cobertura conforme o valor de referência da FIPE. Em operações de frota, é recomendável manter alinhamento entre a TIPE (Tabela de Indenização de Peças da FIPE) e o conjunto de peças específicas utilizadas pela configuração do Stralis NR 490-S41T para evitar distorções na indenização por peças originais, caso haja sinistro.

Como comparar cotações de seguro para o Stralis NR 490-S41T

Ao solicitar cotações de seguro para o Iveco Stralis NR 490-S41T, algumas estratégias ajudam a obter propostas mais alinhadas com as necessidades da operação e com a realidade da frota:

  • Defina claramente as coberturas necessárias: responsabilidade civil, danos a terceiros, colisão, incêndio, roubo/furto, danos à carga e assistência 24h são itens básicos; avalie se há necessidade de coberturas adicionais, como proteção a danos ambientais ou gaps de financiamento.
  • Avalie as franquias com equilíbrio entre custo e proteção: franquias mais elevadas costumam reduzir o prêmio, mas precisam de liquidez em caso de sinistro. Busque um patamar compatível com o fluxo de caixa da operação.
  • Verifique a rede de assistência e a disponibilidade de peças originais: uma rede ampla e reposição rápida reduz tempo de indisponibilidade do veículo, o que impacta diretamente nos custos operacionais.
  • Atualize dados relevantes para a seguradora: informações sobre motoristas, histórico de sinistros, rota de operação, quilometragem anual e uso de veículos auxiliares ajudam a obter cotações mais precisas e justas.

Além dessas diretrizes, vale a pena solicitar à corretora informações sobre pacotes de serviços adicionais, como carro reserva, cobertura de danos a carga específico para segmentos de transporte ou opções de proteção para períodos de manutenção programada. Um corretor experiente consegue adaptar a apólice às particularidades do Stralis NR 490-S41T, minimizando lacunas de cobertura e evitando custos desnecessários.

Encerramento e convite à cotação com a GT Seguros

Compreender a relação entre a Tabela FIPE, a ficha técnica do Iveco Stralis NR 490-S41T e as nuances de seguro para caminhões pesados é fundamental para tomar decisões informadas na gestão de frota. A FIPE funciona como referência de mercado, a ficha técnica orienta avaliações técnicas e operacionais, e a cobertura de seguro precisa refletir o risco real da operação, a idade do veículo, o uso diário e a qualidade das componentes envolvidas. Ao alinhar esses elementos, a gestão de riscos se torna mais eficaz e a proteção da frota, mais confiável.

Se você busca otimizar custos, melhorar a proteção da frota e facilitar o processo de contratação de seguros para o Stralis NR 490-S41T, considere conversar com especialistas que conheçam não apenas a documentação necessária, mas a prática operacional de caminhões pesados em transportes de carga. A GT Seguros oferece suporte especializado para avaliações, cotações e orientações técnicas voltadas a veículos desse perfil. Para facilitar o próximo passo, faça uma cotação com a GT Seguros.