| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 208.038,00 |
| Dez/25 | R$ 208.435,00 |
| Nov/25 | R$ 208.749,00 |
| Out/25 | R$ 209.252,00 |
| Set/25 | R$ 209.924,00 |
| Ago/25 | R$ 210.366,00 |
| Jul/25 | R$ 210.704,00 |
| Jun/25 | R$ 210.915,00 |
| Mai/25 | R$ 211.338,00 |
| Abr/25 | R$ 211.529,00 |
| Mar/25 | R$ 211.847,00 |
| Fev/25 | R$ 211.975,00 |
Visão geral da Tabela FIPE aplicada ao Iveco Stralis 490-S40T TA Euro 5 (2015) e suas implicações para seguros
A Tabela FIPE é a referência amplamente reconhecida no Brasil para valorar veículos usados, incluindo caminhões e unidades de grande porte, como o Iveco Stralis 490-S40T TA Euro 5 de 2015. Embora a tabela não substitua avaliações específicas de mercado feitas por profissionais, ela funciona como base adotada por seguradoras, concessionárias e plataformas de venda para facilitar a comparação entre veículos com características semelhantes. Em termos práticos, entender como o FIPE atua ajuda você, segurado ou interessado, a compreender como o valor do seu veículo pode influenciar prêmios, coberturas e indenizações caso haja necessidade de cobertura. Em veículos de carga, como o Stralis, o impacto da classe, da idade do modelo, do motor Euro 5 e da configuração de eixo se reflete diretamente na forma como as seguradoras calculam o risco de roubo, colisão e danos a terceiros, bem como a reposição do bem em caso de sinistro. Este artigo apresenta a ficha técnica do modelo específico, discute a relevância da marca no segmento de caminhões, aprofunda o papel da FIPE na estratégia de seguro e oferece orientações educativas para quem administra frotas ou utiliza esse tipo de veículo em operações diárias.
Ficha Técnica do Stralis 490-S40T TA Euro 5 (2015): características-chave para avaliação de seguro
A seguir, descrevemos, de forma concisa, os componentes técnicos que costumam influenciar a análise de risco e o cálculo de coberturas para o Iveco Stralis 490-S40T TA Euro 5, mantendo o foco na configuração típica dessa linha de 2015. A ficha técnica pode variar conforme a versão exata dentro da linha Stralis, mas estas especificações representam o conjunto predominante na configuração citada:

- Motor e desempenho: o Stralis 490-S40T normalmente utiliza o motor diesel Iveco Cursor 13, com capacidade de 12,9 litros. A potência nominal é de 490 cavalos (aproximadamente 361 kW), acompanhada de torque elevado, o que permite bom desempenho em retomadas, puxadas de carga e operação em rodovias com subidas ínguas. Esse patamar de potência, aliado ao torque substancial, é uma característica que impacta diretamente a avaliação de risco de transporte de cargas, já que operações de alto torque exigem atenção especial na condução, manuseio de cargas e consumo de combustível.
- Transmissão: a configuração típica pode equipar transmissão automatizada Hi-Tronix com 12 velocidades, favorecendo trocas de marcha suaves e reduzindo a fadiga do motorista em turnos prolongados. A escolha por transmissão automática ou automatizada costuma influenciar a percepção de risco de desgaste mecânico, reparabilidade de componentes e, por consequência, o custo de peças, serviços e disponibilidade de mão de obra qualificada para manutenção da frota.
- Configuração de eixo e PBT: o Stralis nessa configuração é comumente apresentado em configuração 6×4, adequada para caminhões de carga pesada que atuam com semi-reboques. O peso bruto total (PBT) na faixa de 40 toneladas é uma referência comum para esse tipo de veículo, o que impacta desde os requisitos de habilitação do motorista até as especificações de seguro, incluindo limites de indenização e responsabilidade civil.
- Capacidade de combustível e norma ambiental: o conjunto costuma ter tanques de combustível com capacidade suficiente para longos itinerários, o que reduz paradas técnicas e custos operacionais em rotas de alta demanda. Em termos de emissões, a configuração referida cumpre a norma Euro 5 (E5), o que implica menos emissões de gases poluentes em comparação com padrões anteriores, além de influenciar a escolha de coberturas adicionais voltadas a danos ambientais e responsabilidades ambientais em caso de acidente envolvendo derramamento de combustível ou contaminação.
Essa ficha técnica sintetiza informações basilares que costumam impactar o seguro de um Iveco Stralis 490-S40T TA Euro 5 de 2015. Vale destacar que o valor de referência utilizado pela FIPE para esse veículo depende de vários fatores, incluindo condições de uso, quilometragem, estado de conservação, acessórios instalados e histórico de sinistros. Assim, o objetivo aqui não é apresentar números de referência de venda, mas sim oferecer ao leitor uma compreensão sólida dos componentes que influenciam a avaliação de seguro e a determinação de coberturas mais adequadas ao perfil de operação de uma frota ou de um veículo isolado.
A marca Iveco no segmento de caminhões pesados: tradição, inovação e rede de suporte
A Iveco, fundada na Itália e presente globalmente, é reconhecida pela especialização em veículos comerciais pesados, ônibus e plataformas para transporte de cargas. No universo dos caminhões, a Stralis representa uma linha emblemática de tratores e semirreboques destinados a operações de longo curso, logística de cargas pesadas e serviços de transporte intermunicipal. A filosofia de design da Iveco para a Stralis combina robustez, conforto do motorista, eficiência de consumo e integração tecnológica que favorece a gestão de frotas. Alguns aspectos marcantes da marca que impactam, indiretamente, a seguradora, incluem:
– Rede de assistência técnica e rede de concessionárias abrangente: a presença de centros de serviço autorizados facilita a manutenção programada, reparos de pontos críticos, reposição de peças originais e atualizações de software, o que, por sua vez, reduz o tempo de indisponibilidade do veículo e aumenta a previsibilidade de custos com sinistros. Para operar com eficiência, clientes que possuem Stralis tendem a manter um calendário de revisões, o que reduz o risco de falhas mecânicas em operação pesada.
– Foco em confiabilidade para transporte de carga: a linha Stralis é projetada para suportar trajetos extensos, com ênfase em torque estável, resposta de motor em ascensão de terreno, estabilidade na condução e sistemas de assistência ao motorista que ajudam a manter a integridade da cadeia de suprimentos. Essas características são relevantes para seguradoras na avaliação de risco de danos a terceiros, bem como para proprietários que desejam reduzir o custo total de propriedade por meio de manutenção preventiva.
– Inovação tecnológica: recursos de telemática, monitoramento de parâmetros do motor, gestão de combustível e sistemas de freio auxiliar frequentemente aparecem em veículos de grande porte da Iveco. A utilização dessas tecnologias pode influenciar positivamente o histórico de sinistros, pois facilita a identificação de causas de falhas e permite intervenções preventivas mais rápidas.
Ao considerar a tabela FIPE e o seguro, a associação entre a reputação da marca, a disponibilidade de peças originais e a rede de assistência direta impacta a confiabilidade percebida do veículo. Em termos práticos, empresas que utilizam Stralis costumam valorizar a previsibilidade dos custos de manutenção e a capacidade de reposição rápida de componentes, fatores que, indiretamente, ajudam a estabelecer cenários de prêmio de seguro mais estáveis ao longo do tempo.
O papel da Tabela FIPE na gestão de seguros de caminhões pesados
Quando falamos de seguros de veículos pesados, a FIPE funciona como uma referência de valor de reposição ou de indenização de acordo com o estado de conservação do bem avaliado. Em termos gerais, a seguradora utiliza o valor FIPE como uma base efetiva para calcular o prêmio inicial e para estabelecer limites de cobertura, como indenização integral em caso de perda total ou reposição de veículo em casos de sinistros graves. A função de referência da FIPE é, portanto, oferecer uma métrica padronizada para comparar diferentes ativos de transporte que compartilham características técnicas semelhantes — motor, transmissão, peso, idade e uso esperado — permitindo que o contrato de seguro seja ajustado à realidade de mercado sem depender apenas de avaliações estimativas momentâneas.
É comum que as seguradoras ajustem o valor segurado com base em fatores adicionais além do FIPE, incluindo: quilometragem atual, histórico de sinistros, estado de conservação da cabine e componentes mecânicos, presença de acessólios especiais e de carga (como ganchos, caixas de reefer, plataformas, sensores de telemetria, entre outros), bem como o tipo de operação (transporte rodoviário de cargas gerais, cargas perigosas, ou transporte de contêineres). Tais variáveis podem alterar significativamente o prêmio, mesmo quando o valor FIPE permanece estável. Por isso, o entendimento de como a FIPE se encaixa na estrutura de seguro é uma ferramenta pedagógica útil para gerentes de frota e motoristas, que desejam acompanhar o custo total de propriedade ao longo dos anos.
Para caminhões como o Stralis 490-S40T TA Euro 5, a escolha de coberturas adicionais geralmente envolve itens como colisão, roubo e furto, incêndio, danos à carga, responsabilidade civil contra terceiros e, em casos específicos, cobertura ambiental. A natureza dos sinistros envolvendo caminhões exige atenção a particularidades como danos ao reboque, proteção de terceiros e danos ambientais em caso de derramamentos de óleo ou combustível. Em parceria com uma corretora ou seguradora, é possível adaptar o pacote de coberturas para refletir a realidade operacional da frota, ajustando franquias, limites de indenização e carências, sem perder de vista o equilíbrio entre proteção adequada e custo do seguro.
Condições de uso, prevenção de riscos e boas práticas para contratos de seguro
Operar um Stralis 490-S40T em regime de frota envolve várias dimensões de gestão de risco. Um planejamento de seguro eficaz passa por: 1) manter o registro de manutenção atualizado e disponível para a seguradora; 2) registrar o histórico de quilometragem com precisão, para que o valor de reposição permaneça alinhado ao desgaste real do veículo; 3) usar telemetria ou sistemas de gestão de frotas para monitorar padrões de condução, consumo e eventuais anomalias que possam indicar desgaste precoce; 4) revisar periodicamente as coberturas para assegurar que o valor segurado reflita a realidade da operação, especialmente ao adquirir novos semirreboques, reconfigurar a frota ou ampliar a capacidade de carga. Embora não haja uma única prática universal, esse conjunto de medidas facilita a negociação com seguradoras, reduz o risco de sub ou superavaliação de valor e ajuda a manter um custo de proteção alinhado ao valor atual do ativo.
Além disso, vale considerar que caminhões de longo curso, como o Stralis, demandam avaliações específicas de risco ambiental, considerando situações como derramamentos de combustível, vazamentos de óleo e impactos na fauna e no solo. Em cenários onde a operação envolve áreas sensíveis, ou onde há transporte de materiais perigosos, as seguradoras costumam exigir cláusulas adicionais ou exclusões específicas, bem como políticas de gestão de resíduos e protocolos de resposta a acidentes. Entender essas nuances pode facilitar a negociação de um contrato de seguro mais completo, sem surpresas em caso de sinistro.
Encerramento e convite à cotação com a GT Seguros
Como leitor que administra ou utiliza veículos de carga, você já sabe o peso da decisão de contratar o seguro adequado para o Stralis 490-S40T TA Euro 5 (2015). A combinação entre a definição de valor pela FIPE, as particularidades da configuração técnica do veículo, a qualidade da marca e a estratégia de proteção para a frota deve ser tratada com cuidado. Ao compreender os elementos que influenciam o cálculo de prêmio — desde a potência e torque do motor até a configuração de eixo, o PBT, a norma de emissões e as características operacionais — você se coloca numa posição mais favorável para negociar coberturas que sejam compatíveis com a realidade do seu negócio, sem comprometer a segurança, a continuidade das operações e o custo efetivo da proteção.
Para quem busca uma abordagem personalizada, com alinhamento entre valor de reposição, coberturas adequadas e condições de pagamento, vale a pena consultar uma corretora especializada. Uma opção prática e confiável é realizar uma cotação com a GT Seguros, que oferece soluções voltadas a caminhões e frotas, com equalização de coberturas de acordo com o perfil de operação, da região de atuação, da idade de uso e do histórico da frota. Pense no seguro como uma ferramenta de gestão de risco que, quando bem calibrada, contribui para a estabilidade financeira da sua operação, evitando interrupções desnecessárias e assegurando a continuidade do negócio mesmo diante de imprev
