| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 164.835,00 |
| Dez/25 | R$ 165.149,00 |
| Nov/25 | R$ 165.398,00 |
| Out/25 | R$ 165.796,00 |
| Set/25 | R$ 166.329,00 |
| Ago/25 | R$ 166.680,00 |
| Jul/25 | R$ 166.948,00 |
| Jun/25 | R$ 167.116,00 |
| Mai/25 | R$ 167.451,00 |
| Abr/25 | R$ 167.602,00 |
| Mar/25 | R$ 167.854,00 |
| Fev/25 | R$ 167.955,00 |
Contexto da Tabela FIPE para o Marco Polo Volare Furgão V8L Médio 2015
Quando falamos de seguro de automóveis e de avaliação de ativos usados, a Tabela FIPE desempenha um papel central no Brasil. Ela funciona como uma referência amplamente aceita para mensurar o valor de mercado de veículos usados, permitindo que seguradoras e clientes tenham um parâmetro comum para situações como indenizações, devoluções de contrato ou negociações de venda. No caso específico do tópico desta matéria, a Tabela FIPE aborda a versão Marco Polo Volare Furgão V8L Médio, ano-modelo 2015, com motor a diesel e referência de emissão E5. Trata-se de uma configuração de veículo utilitário leve, voltada ao transporte de mercadorias ou de pequenas cargas urbanas, com características técnicas próprias que influenciam preço, depreciação e, consequentemente, o adequado alinhamento com a cobertura de seguros. A seguir, exploramos a ficha técnica, a história da marca envolvida e as particularidades de se trabalhar com a Tabela FIPE para esse tipo de veículo no cenário de seguros.
Ficha técnica resumida
Resumo elaborado a partir das informações associadas à versão Diesel E5 do Furgão V8L Médio, disponível na linha Marco Polo Volare em 2015, com a observação de que dados específicos podem variar conforme a configuração de fábrica e o estado de conservação do veículo. Abaixo, apresentam-se os pilares da ficha técnica, com foco na utilidade para avaliação de seguro e de valor de mercado:

- Tipo de veículo: Furgão leve para uso comercial (utilitário).
- Motorização e emissão: Diesel, compatível com a norma E5.
- Capacidade de carga e tanque: carga útil aproximada entre 800 kg e 1.200 kg; tanque de combustível entre 70 e 80 litros.
- Dimensões gerais: comprimento entre 4,8 e 5,2 metros; largura entre 1,8 e 1,95 metros; altura entre 2,0 e 2,2 metros.
Essa ficha técnica resumida oferece uma visão prática para quem trabalha com seguros. O valor de referência da FIPE para esse modelo varia com o histórico de uso, conservação, quilometragem e eventual configuração específica. Ao planejar a contratação ou renovação de uma apólice, é comum que a seguradora utilize esse referencial para calibrar a indenização em caso de perda total, bem como para orientar as coberturas que melhor atendam ao tipo de atividade do veículo e ao perfil do segurado.
Sobre a marca: Marcopolo, Volare e o universo dos utilitários brasileiros
Antes de mergulharmos na aplicação prática da Tabela FIPE para o modelo em questão, vale entender o ecossistema de marcas envolvido. A Marcopolo é reconhecida mundialmente como um dos principais fabricantes de carrocerias para ônibus. A empresa brasileira construiu ao longo de décadas expertise em soluções de transporte de pessoas, destacando-se pela inovação, pela durabilidade e pela customização de modelos para diferentes mercados. No segmento de utilitários leves e de furgões, a colaboração entre nomes conhecidos como Marcopolo e Volare resultou em propostas que combinam a robustez necessária para operações de frota com uma oferta de espaço útil para carga e distribuição urbana.
A Volare, por sua vez, figura na memória do setor de veículos leves de uso comercial no Brasil. A marca atuou no cenário nacional com propostas de baixo custo, foco em praticidade e disponibilidade de manutenção acess
Aplicação prática da Tabela FIPE para o Marcopolo Volare Furgão V8L Médio (diesel)(E5) 2015
Contexto do modelo e relação com a FIPE
Para quem atua com seguros de veículos utilitários leves, especialmente em frotas de entrega e logística urbana, a Tabela FIPE funciona como referência de mercado. No caso do Marcopolo Volare Furgão V8L Médio, ano 2015 e configuração diesel com especificação E5, o valor de referência incorpora não apenas a data de fabricação, mas também o conjunto de fatores que influenciam o uso típico desse tipo de veículo: espaço de carga, robustez do chassi, qualidade da carroceria, e a adequação às operações de frota. Esse conjunto serve de base para calibrar indenizações em perdas parciais ou totais, bem como para orientar coberturas como roubo, colisão, danos a terceiros e proteção de carga. Além disso, ajudam a definir limites de coberturas adicionais, como assistência 24h, carro reserva e redução de franquias, levando em conta o perfil da atividade exercida pelo segurado.
Como as seguradoras utilizam a FIPE neste modelo
- Definição do valor de referência: a FIPE oferece uma faixa de valores por ano/modelo. Para o modelo em questão, a seguradora compara o ano 2015 com a quilometragem atual, estado de conservação e eventual configuração específica (baú, tipo de carroceria, alterações).
- Indenização em caso de perda total: o valor de referência serve como base para a indenização, com possíveis ajustes conforme a realidade do veículo segurado (desvalorização acelerada em alguns casos de uso intenso na cidade, ou manutenção exemplar que eleva o valor residual).
- Seleção de coberturas: o nível de atividade econômica do veículo influencia a escolha entre proteção adicional de carga, cobertura contra furtos específicos ou danos a terceiros, bem como a necessidade de assistência em viagens longas ou deslocamentos com carga sensível.
- Avaliação de risco: fatores operacionais, como horários de operação, rotas com maior probabilidade de sinistro ou histórico de sinistros da frota, também são considerados para calibrar o prêmio com a referência FIPE como âncora.
Fatores que afetam o valor de referência da FIPE para este veículo
- Condição de conservação externa e interna: pintura, amassados, infiltrações ou reparos, e a integridade da carroceria têm impacto direto na avaliação da valorização comparativa com a referência FIPE.
- Quilometragem acumulada: veículos comerciais geralmente sofrem depreciação mais acentuada com uso elevado; quanto maior a quilometragem, menor o valor relativo na base FIPE, ajustada pela condição real do veículo.
- Configuracões específicas de fábrica ou de oficina: baús, pranchas, plataformas ou inserções de carga podem alterar o valor de mercado; alterações estruturais podem exigir avaliação adicional pela seguradora para refletir o impacto na depreciação.
- Histórico de manutenção e sinistros: manutenção regular com comprovantes e histórico de sinistros sem relevantes impactos estruturais podem manter o valor mais próximo da FIPE, enquanto problemas recorrentes reduzem o valor de referência ajustado.
- Conformidade ambiental e motorização: o motor diesel e a denominação E5 trazem nuances de eficiência e compliance que afetam a percepção de valor residual, especialmente em regiões com políticas de emissão ou exigências de revisões técnicas.
Guia prático para leitura da FIPE neste veículo
Para quem consulta a FIPE e aplica o valor ao Marcopolo Volare Furgão V8L Médio de 2015, seguem passos objetivos:
- Filtrar pela linha de veículo: utilitário leve de furgão, versão V8L Médio, combustível diesel, em conformidade com o código E5, ano de fabricação 2015.
- Consultar a faixa de valores por faixa de anos e condições de uso (ex.: 0-3 anos de uso pesado, 4-6 anos, etc.) e observar as variações sazonais que costumam ocorrer na base FIPE.
- Comparar o estado de conservação atual com o descrito na tabela: quanto menor o desvio entre o estado real e o estado considerado na FIPE, maior a correspondência com o valor de referência.
- Avaliar o tipo de carroceria e modificações: se o veículo está com baú ou adaptado para cargas diferenciadas, isso pode exigir ajuste na avaliação para evitar distorções entre valor de referência e valor de mercado efetivo.
- Considerar a localização geográfica: disponíveis variações regionais na oferta de usados podem influenciar o preço de mercado, o que a FIPE traduz como base, mas ajustes locais podem ser necessários.
Frota, uso corporativo e decisões de seguro
Utilitários desse porte costumam compor frotas com rotas urbanas, entregas e operações de distribuição. Nesse cenário, o valor de referência da FIPE serve como âncora, mas a seguradora costuma calibrar o prêmio com base no perfil da frota, histórico de sinistros, tempo de uso do veículo dentro da frota e exigências de cobertura. Veículos com menor índice de sinistralidade e manutenção exemplar tendem a manter o equilíbrio entre custo de prêmio e proteção oferecida, especialmente quando se combinam coberturas de roubo, colisão e danos a mercadorias com serviços de assistência diretos à operação da frota.
Considerações finais e orientação prática
Para quem administra ou utiliza este modelo específico, é essencial alinhar a avaliação FIPE com a condição real do veículo e com as necessidades de proteção da operação. Ao planejar a renovação ou aquisição de cobertura, vale reconhecer que a FIPE fornece referência, mas cada caso pode demandar ajustes finos para refletir as particularidades da frota, a função do veículo no dia a dia e o histórico da operação.
Teste de consultoria especializada
Ao considerar a melhor combinação de coberturas com base na Tabela FIPE, conte com a expertise da GT Seguros para uma análise de cenário personalizada, com simulações de indenização e alternativas de proteção alinhadas às necessidades da sua frota de furgões Marcopolo Volare. Em resumo, a estratégia certa contempla valores de referência, condições reais do veículo, e uma proteção sob medida para manter a operação estável e eficiente.
