| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 12.726,00 |
| Fev/26 | R$ 12.755,00 |
| Jan/26 | R$ 12.784,00 |
| Dez/25 | R$ 12.809,00 |
| Nov/25 | R$ 12.829,00 |
| Out/25 | R$ 12.860,00 |
| Set/25 | R$ 12.902,00 |
| Ago/25 | R$ 12.930,00 |
| Jul/25 | R$ 12.951,00 |
| Jun/25 | R$ 12.964,00 |
| Mai/25 | R$ 12.990,00 |
| Abr/25 | R$ 13.002,00 |
Guia de leitura da Tabela FIPE para o Volvo V40 2.0 1997 e implicações para seguro
A Tabela FIPE é a referência oficial para valores de venda de veículos usados no Brasil, servindo de base para orçamentos de seguro, avaliação de sinistros e cálculos de depreciação. Para quem está analisando um Volvo V40 2.0 do ano de 1997, entender como a Tabela FIPE classifica esse modelo ajuda a compreender como o valor do bem influencia a contratação de seguro, o valor de reposição em caso de perda total e a forma como as seguradoras determinam o prêmio. Neste artigo, exploramos o tema com foco no Volvo V40 2.0 1997, trazendo uma visão educativa sobre o que está por trás da tabela, a ficha técnica do carro nessa versão e como esses dados se conectam a uma proteção de seguros mais segura, especialmente para veículos mais velhos e com peculiaridades próprias de peças e manutenção.
Contexto da Tabela FIPE e sua relação com seguros
A Tabela FIPE, desenvolvida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, é alimentada por transações de compra e venda de veículos usados, levando em consideração fatores como ano de fábrica, versão, condição de conservação e histórico de uso. O objetivo é estabelecer um parâmetro de valor de mercado que possa ser aplicado de maneira padronizada em diversas situações, desde a negociação entre pessoas físicas até a contratação de seguro e a indenização em caso de sinistro. Para o setor de seguros, o valor FIPE serve como referência para o “valor de referência” do veículo, ou seja, o montante considerado pela apólice na condição de reposição em caso de perda total, ou para cálculos de depreciação ao longo do tempo. Quando o veículo em questão é o Volvo V40 2.0 1997, a leitura da tabela requer atenção a algumas particularidades: o modelo é de uma geração mais antiga, com motores, acabamentos e equipamentos que mudaram ao longo do tempo, além de uma rede de assistência e reposição de peças diferente da atualidade. Essas variações podem levar a variações regionais na avaliação, já que a disponibilidade de peças usadas e a demanda de mercado influenciam o preço na prática. Em termos de seguro, é comum que a seguradora utilize o valor FIPE como base para o cálculo do prêmio, mas demonstre flexibilidade quando o histórico de conservação do veículo sugere um valor de reposição mais condizente com a realidade do veículo. Por isso, entender a estrutura de avaliação da FIPE ajuda o motorista a dialogar de forma mais objetiva com o corretor, levando em conta que, para modelos como o V40 1997, o entendimento da ficha técnica é tão importante quanto o próprio número apresentado pela tabela.

Ficha Técnica do Volvo V40 2.0 1997
- Motor e desempenho: motor 2.0 litros, 4 cilindros, alimentação a gasolina com sistema de injeção eletrônica. A faixa de potência típica para esse conjunto atmosférico na época situava-se em torno de 135 a 145 cavalos-vapor, com torque próximo de 170 a 190 Nm. Esse conjunto proporcionava uma condução estável para uso diário e boa resposta em deslocamentos em rodovia, mantendo uma relação adequada entre desempenho e consumo para um hatch de porte médio. A transmissão disponível era principalmente de 5 marchas (manual), com opções de automática de 4 marchas em algumas versões, o que influenciava a suavidade das trocas e o consumo em diferentes cenários de condução.
- Transmissão, chassi e suspensão: equipado com tração dianteira e configurações de suspensão típicas para o segmento, com eixo dianteiro do tipo MacPherson e eixo traseiro de torção ou barra de torsão conforme a versão. Essa combinação oferecia equilíbrio entre conforto de condução e rigidez necessária para manter o comportamento esperado em curvas, especialmente em velocidades moderadas. Em termos de frenagem, muitos exemplares vinham com freios ABS, enquanto outras unidades podiam manter apenas o sistema convencional; a presença do ABS varia conforme o pacote e o mês de fabricação. A direção assistida era comum, contribuindo para manuseio mais ágil no trânsito urbano. O modelo V40, com cinco portas, apresenta uma silhueta prática para uso familiar, com espaço interno bem distribuído para passageiros dianteiros e traseiros e um porta-malas que atende às necessidades diárias de deslocamento.
- Dimensões, peso e capacidade: o Volvo V40 2.0 1997 costuma apresentar comprimento próximo de 4,3 a 4,4 metros, largura em torno de 1,7 metro e altura na faixa de 1,4 metro, com entre-eixos comparável a 2,5 a 2,6 metros. O peso em ordem de marcha situa-se aproximadamente entre 1.2 e 1.3 toneladas, dependendo da versão (acabamento, presencia de itens adicionais e proteção). O porta-malas tem capacidade prática para atender a bagagem de família, com ajustes possíveis ao rebaixar os bancos traseiros, o que é comum nesse tipo de veículo. O tanque de combustível, típico na época, ficava na faixa de 50 a 60 litros, influenciando a autonomia em uso urbano e rodoviário.
- Conforto, equipamentos e segurança: as versões da época costumavam oferecer ar-condicionado, vidro elétrico, travas elétricas, sistema de áudio com rádio/CD e controles no painel de fácil acesso. Em termos de segurança, o conjunto incluía airbags frontais para motorista e passageiro e freios com ABS em boa parte das configurações; algumas edições mais equipadas podiam trazer airbags laterais ou controles adicionais, dependendo do pacote de fábrica. O foco geral da Volvo naquela década era equilibrar conforto com um nível de segurança que destacasse o modelo no segmento, o que ajudava a manter valor de mercado estável dentro das possibilidades do FIPE para o período, mesmo com a idade já avançada do veículo.
A Marca Volvo: engenharia, segurança e durabilidade
Volvo Cars tem, historicamente, uma reputação fundamentada na engenharia centrada na segurança e na durabilidade de seus veículos. A marca sueca construiu, ao longo das décadas, um sólido posicionamento em torno de tecnologias que reduzem riscos para ocupantes — desde estruturas que absorvem impactos até sistemas de retenção e dispositivos de proteção que evoluíram com cada geração. No Volvo V40 2.0 de 1997, essa tradição se manifesta em uma carroceria que busca rigidez estrutural, bom aproveitamento de espaço interno e suspensão calibrada para oferecer estabilidade sem comprometer o conforto. Além disso, a Volvo historicamente investiu em redes de serviço que facilitam o acesso a peças originais, o que pode influenciar a disponibilidade de reparos para modelos mais antigos. Essa disponibilidade de peças é um fator relevante para quem pensa em seguro, pois peças originais e mão de obra especializada costumam ter impacto direto no custo de manutenção e, consequentemente, no prêmio de apólice em determinados cenários.
O legado de segurança da Volvo não se restringe apenas aos equipamentos de proteção. A filosofia de design da marca envolve também a proteção de ocupantes por meio de uma estrutura de carroceria que, em generações anteriores, já mostrava avanços significativos em rigidez, pontos de deformação estratégicos e áreas de absorção de energia. Mesmo em modelos mais antigos como o V40 2.0, essa herança de engenharia influencia a percepção de risco por parte de seguradoras, especialmente quando se avalia o custo de substituição de componentes do conjunto mecânico ou de segurança em uma eventual indenização. Para quem acompanha a evolução automotiva, fica evidente que a clareza de princípios que guiaram a Volvo ao longo dos anos continua sendo um diferencial no mercado de seguros, pois os veículos com esse DNA costumam exigir avaliação cuidadosa de peças, reparabilidade e disponibilidade de mão de obra especializada.
Impacto no seguro e planejamento de custos
Para seguros, a relação entre a Tabela FIPE, a ficha técnica e o perfil do veículo é essencial. Em veículos como o Volvo V40 2.0 1997, o valor de referência definido pela FIPE atua como base de cálculo para o custo de cobertura, a indenização por perda total e a avaliação de depreciação ao longo do tempo. Contudo, por se tratar de um modelo já antigo, é comum que o valor de reposição e as opções de cobertura passem a depender também da condição real do carro, do histórico de manutenção e da disponibilidade de peças originais. Nesse sentido, a leitura da ficha técnica apresentada acima torna-se uma ferramenta adicional para entender o risco envolvido na contratação de seguro. A qualidade de manutenção, o histórico de acidentes, a quilometragem e a procedência do veículo (origem, leis de importação, se houve modificação de itens originais) são fatores que influenciam
