Valor FIPE Atual
R$ 169.133,00
↑ 2,6% vs mês anterior
FIPE: 513132-4
Ano: 2006-3
MêsPreço
Mar/26R$ 169.133,00
Fev/26R$ 164.788,00
Jan/26R$ 171.044,00
Dez/25R$ 174.352,00
Nov/25R$ 174.614,00
Out/25R$ 175.035,00
Set/25R$ 175.597,00
Ago/25R$ 175.967,00
Jul/25R$ 176.249,00
Jun/25R$ 176.426,00
Mai/25R$ 176.780,00
Abr/25R$ 170.802,00

Entenda a Tabela FIPE para o Scania R-114 GA 380 com configuração 6×2 NZ/4×2, três eixos (2006)

A Tabela FIPE é um referenciamento amplamente utilizado no mercado brasileiro para estimar o valor de veículos usados, incluindo caminhões de grande porte como o Scania R-114 GA 380, amplamente empregado em operações logísticas, transporte de cargas e atividades que exigem robustez. Quando o modelo descrito é a versão 2006 com configuração 6×2 NZ/4×2, três eixos e duas posições de cabine (2p, termo utilizado pelo mercado para indicar a configuração de cabine), o preenchimento da tabela envolve particularidades que vão além do visual do veículo. Neste artigo, vamos explorar como ler a ficha técnica, o que a FIPE considera para compor o valor e como isso impacta o seguro de frotas, sempre mantendo o foco no modelo específico: Scania R-114 GA 380, 6×2 NZ/4×2, 3 eixos, ano de fabricação 2006.

Sobre a marca Scania e seu lugar no Brasil

A Scania é uma marca reconhecida pela durabilidade, eficiência e tecnologia aplicada a caminhões e ônibus. No Brasil, a presença da Scania ao longo das décadas se manteve estável graças a uma rede de concessões, oficinas autorizadas, peças originais e serviços de pós-venda que atendem a demandas de operações logísticas, mineração, agricultura e setores de construção. A confiabilidade associada aos caminhões Scania costuma vir acompanhada de mão de obra especializada, disponibilidade de peças de reposição e programas de manutenção preventiva, que são fatores relevantes para seguradoras e clientes que investem em frotas.

Tabela FIPE SCANIA R-114 GA 380 6×2 NZ/4×2 3-Eixos 2p (die) 2006

O Scania R-114 GA 380, dentro da linha R, representa uma proposta de desempenho associada à robustez necessária para jornadas longas e terrenos exigentes. A denominação “R-114 GA” identifica o conjunto motor/transmissão e a configuração de chassis que, somadas, entregam potência limpa para acompanhar cargas volumosas. Em termos de valor de revenda, histórico de confiabilidade e custo de manutenção, o Scania costuma oferecer boa retenção, desde que o serviço de manutenção seja realizado dentro das especificações de fabricante. Isso tem impacto direto na avaliação de risco para as seguradoras, bem como no planejamento de seguros para frota, garantindo menores taxas quando o estado de conservação e o histórico de sinistros são favoráveis.

Ficha técnica resumida do Scania R-114 GA 380 (2006)

Abaixo estão os componentes essenciais que costumam compor a ficha técnica desse modelo específico nas configurações 6×2 NZ / 4×2, com três eixos. Vale lembrar que números exatos podem variar conforme o VIN (número de identificação do veículo), o estado da frota e as modificações realizadas pela fabricante ou pelo operador. Abaixo, apresentamos informações representativas para o levantamento inicial na FIPE e na avaliação de seguro:

  • Motor: 11,1 litros (configuração típica da linha R-114 GA 380), turboalimentado, com potência nominal de 380 cavalos.
  • Torque: faixa entre aproximadamente 1.700 e 1.900 Nm, dependente do mapeamento de motor e da configuração de câmbio.
  • Configuração de chassis: 6×2 NZ / 4×2, com 3 eixos (inclui eixo auxiliar em muitas versões 6×2), destinado a suportar cargas pesadas com distribuição de peso otimizada.
  • Câmbio: opção de transmissão manual tradicional com várias marchas ou câmbio automatizado Scania Opticruise, comum em veículos da marca na época, com 12 marchas, visando suavidade na operação e economia de combustível para longas distâncias.

Observação importante: a ficha técnica pode trazer pequenas variações de acordo com a configuração exata de fábrica, alterações de concessionárias, retrofit de eixos, sistema de freios e opções de cabine (2p, 3p, etc.). Por isso, ao consultar a FIPE, é essencial confirmar o código VIN para identificar a configuração precisa do veículo em questão.

Como a FIPE classifica esse veículo e o que isso significa para seguradoras

A Tabela FIPE utiliza dados de transações de mercado para estabelecer uma faixa de valores de referência para veículos usados. No caso de caminhões pesados como o Scania R-114 GA 380, a FIPE considera fatores específicos, tais como:

  • configuração de eixos e tração (6×2 NZ/4×2, 3 eixos), que impactam o valor de revenda e a demanda por peças;
  • potência e torque, associadas às capacidades de carga e desempenho em rotas com subidas íngremes ou terrenos acidentados;
  • ano de fabricação e idade do veículo, que influenciam de forma direta a depreciação e o custo de seguros;
  • estado de conservação, histórico de manutenção, quilometragem e histórico de sinistros, que pesam na avaliação de risco para seguradoras.

Para empresas e profissionais que operam com frotas, entender a faixa de valores definida pela FIPE ajuda a calibrar o orçamento de reposição de ativos, a planejar a depreciação contábil e a determinar uma base inicial para cotação de seguros. Quando o veículo é avaliado pela FIPE, ocorrem ajustes com base na rareza/valorização de determinadas configurações. Por exemplo, uma configuração 6×2 com eixo auxiliar pode ter demanda distinta de uma configuração 4×2, o que se reflete no preço médio de mercado e, consequentemente, no prêmio de seguro associado.

Impacto do modelo para o prêmio de seguro e gestão de risco

O prêmio de seguro de caminhões pesados está ligado a fatores que vão além do modelo e do ano. No caso do Scania R-114 GA 380, alguns aspectos relevantes para seguradoras incluem:

  • perfil de uso da frota: operações em rodovias, portos, mineração ou distribuição urbana;
  • comprimento da vida útil esperada do motor e da transmissão, com atenção a custos de reparos e disponibilidade de peças;
  • necessidade de equipamentos adicionais: freios auxiliados, sistemas de retenção de carga, protetores de caçamba, sensores de estabilidade, entre outros;
  • valor de reposição ou de mercado do veículo na tabela FIPE, que influencia o custo de substituição e a avaliação de sinistros;

Quando a FIPE aponta para uma faixa de preço de referência, a seguradora pode ajustar o prêmio com base no perfil da operação, no histórico de sinistros da frota e nas coberturas contratadas. Por isso, a leitura da FIPE deve ser acompanhada de uma avaliação completa do risco, incluindo inspeções técnicas, análise de manutenção e verificação de conformidade com as normas de trânsito e de segurança vigentes.

Fatores que influenciam a aceitação de seguro para esse modelo (até 4 pontos-chave)

  • Condição geral de manutenção: caminhões com histórico de revisões regulares tendem a ter prêmios mais estáveis.
  • Uso operacional: viagens de longa distância com carga sensível podem exigir coberturas adicionais para danos por carga, incêndio e terceiros.
  • Quilometragem anual prevista: frotas com alta rotação de veículos costumam ter maior exposição a riscos de desgaste e sinistros, impactando o custo.
  • Acessórios e retrofit: equipamentos adicionais (viações de proteção, sistemas de segurança, caixas de câmbio automáticas) influenciam o valor segurado e o prêmio.

Gestão de risco para o Scania R-114 GA 380 e dicas práticas

Para operadores de frota que utilizam o Scania R-114 GA 380, algumas práticas ajudam a reduzir o custo total de propriedade e a manter a segurança operacional, bem como a preservação do valor de revenda no longo prazo:

  • Manutenção programada: manter um cronograma de manutenção com base nas recomendações do fabricante ajuda a evitar falhas dispendiosas e reduz a probabilidade de sinistros.
  • Treinamento de motoristas: programas de condução econômica e segura reduzem consumo de combustível e incidentes de trânsito, o que impacta diretamente na taxa de seguro e nos custos operacionais.
  • Gestão de pneus e carga: monitorar o estado dos pneus, usar a calibragem correta e assegurar a adequada amarração da carga minimizam riscos de danos e de responsabilidade civil.
  • Seguros integrados: considerar coberturas que cobrem danos a carga, responsável civil, incêndio e roubo, adequando o conjunto de proteções à natureza da operação.

Além disso, é fundamental manter a documentação atualizada, com certificados de inspeção, manuais de manutenção e registro de incidentes. Esses elementos fortalecem a avaliação de risco pela seguradora e ajudam a construir um histórico de confiabilidade da frota, algo que, com o tempo, pode resultar em condições mais competitivas de prêmio.

Como ler a Tabela FIPE para esse modelo específico

A leitura da FIPE para o Scania R-114 GA 380 envolve alguns passos simples que ajudam a chegar a uma estimativa mais fiel ao que você encontrará no mercado, especialmente para o ano de 2006 com a configuração 6×2 NZ / 4×2, 3 eixos. Confira a abordagem prática:

  • Selecione o fabricante: Scania.
  • Escolha o modelo: R-114 GA 380, levando em conta a configuração de eixos desejada (6×2 NZ ou 4×2) e a cabine de duas posições (2p) associada ao conjunto.
  • Defina o ano/modelo: 2006, para alinhar com a faixa de depreciação correspondente a veículos dessa idade.
  • Considere a configuração de motor e câmbio: motor de 380 cv, com transmissão que pode ser manual ou automatizada; a FIPE leva em conta o conjunto completo, não apenas o motor.

É comum que variações de preço na FIPE ocorram devido a mudanças de disponibilidade de peças, atualizações de segurança e variações regionais no mercado de usados. Por isso, ao planejar a compra, venda ou seguro de um Scania R-114 GA 380 de 2006, utilize a FIPE como referência inicial e complemente com uma avaliação técnica, inspeção veicular e consulta ao histórico de manutenção para confirmar o valor justo de mercado.

Conclusão: o que o modelo representa em termos de seguro e gestão de ativos

O Scania R-114 GA 380, com configuração 6×2 NZ/4×2 e três eixos, é um veículo que carrega consigo a reputação de robustez típica da marca Scania, aliada a uma operação de capacidade que o torna adequado para rotas de longa distância e cargas substanciais. A visão da FIPE para esse modelo, combinada ao histórico de manutenção, oferece um referencial sólido para tomada de decisão, inclusive no que diz respeito à contratação de seguros. Segurar uma frota com esse tipo de caminhão implica avaliar não apenas o valor atual do ativo, mas também as características operacionais, o custo de reposição, o perfil de risco dos motoristas e o histórico da empresa.

Para empresas que desejam otimizar custos sem abrir mão da proteção adequada, a parceria com uma corretora de seguros experiente pode fazer a diferença. Ao alinhar a leitura da FIPE com as necessidades reais da operação — incluindo cobertura de danos a carga, responsabilidade civil, proteção contra roubo e incêndio, além de assistências emergenciais — é possível desenhar um plano de seguro mais eficiente e alinhado com o negócio.

Se a sua operação envolve esse tipo de caminhão ou uma frota com configuração similar, vale a pena considerar uma consultoria especializada para determinar a melhor combinação de coberturas, limites e franquias, sempre com foco no equilíbrio entre proteção efetiva e custo de aquisição do seguro. E se você busca uma análise personalizada para o seu portfólio, a GT Seguros está pronta para ajudar. Faça uma cotação com a GT Seguros e compare opções que se encaixem às necessidades da sua frota, com atendimento cuidadoso e foco em soluções sob medida para transportadoras e empresários do setor de logística.