Valor FIPE Atual
R$ 67.819,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513114-6
Ano: 1995-3
MêsPreço
Mar/26R$ 67.819,00
Fev/26R$ 67.969,00
Jan/26R$ 68.120,00
Dez/25R$ 68.250,00
Nov/25R$ 68.354,00
Out/25R$ 68.520,00
Set/25R$ 68.741,00
Ago/25R$ 68.887,00
Jul/25R$ 68.999,00
Jun/25R$ 69.069,00
Mai/25R$ 69.208,00
Abr/25R$ 69.272,00

Entendendo a Tabela FIPE para a SCANIA T-113 E 310 6×4 2p a diesel de 1995 e suas implicações

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, incluindo caminhões e chassis pesados. Quando se trata de caminhões pesados fabricados na década de 1990, como a SCANIA T-113 E 310 6×4 2p movida a diesel, entender como a FIPE classifica esse veículo é essencial tanto para quem planeja comprar ou vender quanto para quem precisa de seguro adequado. Ao explorar a Tabela FIPE para esse modelo específico, é possível compreender como o histórico de produção da Scania, o conjunto de características técnicas e o estado de conservação influenciam o valor de referência utilizado por seguradoras, corretores e compradores.

A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) mantém uma base de dados com valores médios de mercado baseados na observação de transações reais. Esses valores servem como referência para seguros, financiamentos e reajustes contratuais. Para caminhões da linha T da Scania, que tem forte presença em frota de transporte de carga no país, a variação entre uma unidade bem conservada e uma com desgaste significativo pode ser grande. É por isso que, ao consultar a tabela para uma Scania T-113 E 310 6×4 2p de 1995, é fundamental considerar não apenas o ano de fabricação, mas também a versão, a cabine, o estado de conservação, a kilometragem, a configuração de eixo e o histórico de manutenção. A própria natureza do veículo pesado impõe critérios adicionais: a idade do motor, o estado da transmissão, o sistema de freios, a condição dos farmes, bem como a disponibilidade de peças originais e de assistência técnica adequada ao modelo.

Tabela FIPE SCANIA T-113 E 310 6×4 2p (diesel) 1995

Além disso, entender a faixa de variação de valores para esse conjunto específico facilita a comparação entre propostas de seguro e entre opções de corretoras. A FIPE não determina um valor único para cada veículo; ela oferece faixas que ajudam a embasar o que pode ser considerado como valor de referência. Em termos de seguro, um valor de referência bem calibrado evita superseguro desnecessário e, ao mesmo tempo, reduz o risco de subseguro em eventuais sinistros. Para modelos icônicos como a T-113 E 310, que utilizam conjunto motriz robusto e chassis de longa vida útil, a FIPE tende a refletir a robustez histórica da marca, ao passo que reconhece a obsolescência tecnológica de versões mais antigas.

Sobre a marca Scania e o impacto da reputação da fabricante

A Scania é uma fabricante sueca com mais de 130 anos de história, reconhecida mundialmente pela construção de caminhões, ônibus e motores de alto desempenho. Fundada em 1891, a Scania consolidou-se como referência em capacidade de carga, durabilidade e tecnologia de motor. Ao longo das décadas, a marca investiu em inovações que influenciaram a indústria de transporte de cargas pesadas, como sistemas avançados de gestão de motor, soluções de transmissão e chassis, bem como redes de assistência técnica que cobrem grande parte do território brasileiro.

Para frotistas e profissionais de transportes, a Scania representa confiabilidade operacional, disponibilidade de peças e uma rede de concessionárias e serviços que facilita a manutenção de uma frota. No caso de caminhões pesados como a T-113 E 310 6×4 2p de 1995, a relação entre a marca e o valor de mercado pode se refletir de maneira indireta na FIPE: unidades bem cuidadas, com manutenção documentada e com histórico consistente de uso tendem a manter um patamar de valor de mercado estável ao longo do tempo, especialmente em modelos que, embora antigos, ainda possuem demanda para serviços de transporte de cargas pesadas, construção, mineração e logística regional.

Além disso, a reputação da Scania está associada a motores robustos, torque consistente e sistemas de freio e suspensão que costumam apresentar boa durabilidade quando bem mantidos. Esse conjunto de características influencia não apenas o valor de revenda, mas também a percepção de custo de seguro. Instituições financeiras e seguradoras costumam considerar peças de reposição, disponibilidade de serviço e histórico de manutenção ao avaliar o prêmio de seguro de caminhões Scania como a T-113 E 310, contribuindo para avaliações mais justas e alinhadas à realidade de operação da frota.

Ficha técnica do Scania T-113 E 310 6×4 2p diesel de 1995

Abaixo apresentamos uma ficha técnica referencial para a T-113 E 310, destacando os principais itens que costumam compor a configuração desse modelo específico. Observação importante: as especificações podem variar conforme a linha de produção, país de disponibilização e alterações de fábrica ao longo do ciclo de vida do veículo. O objetivo é oferecer um retrato fiel da configuração típica associada ao código T-113 E 310 6×4 2p diesel de 1995, útil para leitura de FIPE, seguro e avaliação de mercado.

  • Motor: diesel, 11,3 litros (seis cilindros em linha), turbocomunicado, com projeto de reforço de torque para aplicações de transporte de carga pesada. Potência nominal de aproximadamente 310 cv, com faixas de torque entre 1.400 e 1.500 Nm, dependendo da configuração de fábrica e de regime de operação. Esse conjunto é conhecido pela capacidade de manter tração estável sob carga elevada e por curvas de torque generosas em baixos regimes, o que facilita a resposta de aceleração em subidas íngremes e durante manobras de ultrapassagem.
  • Transmissão e trem de força: transmissão manual com múltiplas marchas, com alternative de seis velocidades comuns em esse tipo de configuração, incluindo relações de freio motor adequadas para trabalho de estrada e terrenos desafiadores. O conjunto de câmbio permite controle de marchas em diversas situações, desde deslocamentos urbanos em frentes de serviço até operações de longa distância com carga.
  • Configuração do eixo e cabine: 6×4, com cabine simples de dois lugares (2p), projetada para receber motor na dianteira e dois eixos traseiros que suportam a tração adicional. A configuração 6×4 proporciona maior capacidade de tração e gerencia com eficiência a distribuição de peso entre eixo dianteiro e traseiro, fundamental para operações de transporte de carga pesada. A cabine de 2 lugares costuma privilegiar a área de operação com visão clara da via, espaço para comandos do motorista e acomodação básica para longos períodos de estrada.
  • Especificações de construção e dimensões: o conjunto 6×4, associado a carroceria de cabine simples, tende a apresentar uma capacidade de peso bruto total (PBT) ao redor de 28.000 kg, com comprimentos variando conforme o chassi e a carroceria instalados. Em termos de dimensões, o conjunto de eixos e a cabine costuma ocupar uma distância entre eixos compatível com a estabilidade de marcha sob peso de carga, mantendo boa manobrabilidade para operações de transporte de carga em estradas e, por vezes, em obras de infraestrutura.
  • Elementos de freios, suspensão e acabamento: freios com sistema de serviço robusto, com opções de ABS em versões mais equipadas; suspensão dianteira e traseira com componentes de molas e amortecedores que priorizam estabilidade e conforto do motorista em viagens longas. Pneus com dimensionamento típico para caminhões pesados, com aro compatível com rodas dianteiras e traseiras, contribuindo para a tração, aderência e eventual redução de desgaste de componentes em rotas de alto peso.

Ao interpretar a ficha técnica para a T-113 E 310, é importante observar que a disponibilidade de peças, a configuração de motor e a especificação de transmissão podem variar entre a fábrica e o país onde o veículo foi comercializado. Em muitos casos, os caminhões dessa linhagem passaram por upgrades ao longo da vida útil, incluindo atualizações de freios, sistemas elétricos e interior de cabine. Na prática, isso significa que, ao consultar a FIPE, pode haver pequenas variações entre unidades específicas de 1995, conforme as condições de uso, manutenção e histórico de serviço.

Como a FIPE utiliza as informações da T-113 E 310 para o cálculo de seguros

Para seguradoras, o valor de referência utilizado a partir da FIPE é um alicerce para estimar indenizações em caso de sinistro, bem como para definir limites de cobertura, franquias e prêmios. Quando o veículo é um exemplar da linha T da Scania, com motor de elevado torque e configuração 6×4, a FIPE tende a refletir não apenas o valor de revenda, mas também fatores de depreciação associados à idade, ao desgaste do conjunto motor/transmissão e ao histórico de uso. Em caminhões de 1995, a depreciação ao longo de quase três décadas pode ser expressiva, porém a marca Scania, por seu histórico de durabilidade, muitas vezes sustenta valores de referência mais estáveis para unidades bem cuidadas e com documentação de manutenção em dia.

É comum que as seguradoras aceitem a validação de valores com base na FIPE, desde que haja documentação que comprove a idade, o estado de conservação, o nível de desgaste e as intervenções técnicas realizadas. Em operações de seguro de frotas, a avaliação pode incorporar ainda itens adicionais de verificação, como condições de freios, estado de pneus, histórico de colisões, sugestões de retrofit de segurança e a existência de itens de proteção de chassis. Além disso, para caminhões com etário de 1995, a disponibilidade de peças originais pode impactar o custo de reparo — e, por consequência, o prêmio — uma vez que a disponibilidade de componentes pode variar regionalmente.

Para quem atua na área de corretagem de seguros, entender a especificidade da T-113 E 310 e a forma como a FIPE classifica esse veículo facilita a construção de propostas mais realistas. A combinação entre o estado da máquina, o sistema de transmissão, a integridade de cabos elétricos, a qualidade da suspensão e o histórico de manutenções é determinante para a precificação final. Além disso, manter um registro organizado de inspeções periódicas, manutenções preventivas, substituição de peças críticas e conferência de itens de segurança pode favorecer condições mais vantajosas na hora de contratar seguros para caminhões antigos.

Outro aspecto pertinente é o papel da classificação de uso do veículo na FIPE. Caminhões usados para atividades de alto desgaste — como construção, mineração ou transporte de cargas de longa distância — normalmente apresentam variáveis diferentes em relação a veículos destinados a serviços urbanos leves. A FIPE, ao considerar o perfil de uso, ajuda a estabelecer valores de referência que refletem a realidade de mercado para cada tipo de aplicação, o que, por sua vez, impacta diretamente nas apólices de seguro e nos requisitos de cobertura. Em resumo, a leitura consciente da tabela FIPE para a Scania T-113 E 310 6×4 2p diesel de 1995 é uma etapa importante para quem pretende comprar, vender ou assegurar esse veículo com maior assertividade.

Princípios para avaliação de seguro com base na T-113 E 310

Ao estruturar uma política de seguro para uma Scania T-113 E 310 6×4 2p de 1995, vale considerar os seguintes princípios práticos:

  • Histórico de manutenção: manter registros de serviços, troca de óleo, componentes do motor, sistema de freios e suspensão ajuda a justificar limites de cobertura proporcionais ao risco.
  • Condição da cabine e da carroceria: danos estruturais, corrosão, integridade do chassi e estado geral da cabine influenciam a avaliação de valor de reparo e o custo de substitution policy.
  • Estado dos componentes críticos: motor, transmissão, freios, sistema elétrico e sistemas de segurança devem estar aptos para operação, pois falhas nesses itens costumam impactar o custo de sinistro.
  • Uso da frota e localização: rotas com maior exigência de desempenho, estradas com maior demanda de torque mecânico e condições climáticas adversas podem elevar o risco, refletindo no prêmio.

Com base nesses critérios, a FIPE oferece o arcabouço de valor de referência que, aliado ao histórico do veículo, ajuda a formar uma base de seguro balanceada entre proteção adequada e custo de prêmio. A leitura cuidadosa da ficha técnica, da condição de conservação e do histórico de uso é essencial para que a seguradora possa atribuir uma avaliação de risco correta e estabelecer as coberturas mais pertinentes para uma Scania T-113 E 310 6×4 2p diesel de 1995.

Conclusão: por que a Tabela FIPE faz diferença para quem tem uma Scania T-113 E 310 6×4 2p diesel 1995

A Tabela FIPE é, nas palavras de muitos profissionais de seguros e de mercado automotivo, um norte estável para entender o valor de referência de veículos usados. No caso de caminhões pesados como a Scania T-113 E 310 6×4 2p diesel de 1995, a FIPE atua como um ponto de partida que ajuda a calibrar propostas de seguro, a comparar cotações entre corretoras e a orientar decisões de compra ou venda com maior transparência. Contudo, é fundamental reconhecer que o valor FIPE é apenas um dos componentes de avaliação. O estado de conservação, a trajetória de manutenção e a compatibilidade de peças são fatores que podem ampliar ou reduzir esse patamar de referência na prática do dia a dia.

Para profissionais de seguro e para quem atua na comercialização de caminhões usados, conhecer a Tabela FIPE, entender a linha de produtos da Scania e interpretar a ficha técnica com cuidado permite oferecer soluções alinhadas às necessidades do cliente. A combinação entre robustez mecânica, história da marca e dados de mercado faz da Scania uma escolha que, mesmo em modelos mais antigos como o T-113 E 310 6×4 2p, pode apresentar um equilíbrio interessante entre desempenho, durabilidade e custo total de posse. Em última instância, a compreensão da FIPE, aliada à correta avaliação técnica do veículo, é o caminho para decisões mais seguras e rentáveis no universo de seguros para caminhões.

Se a sua necessidade é proteger esse tipo de ativo com avaliação fiel do risco e cobertura adequada, vale considerar uma cotação com a GT Seguros. Uma análise especializada pode trazer condições que refletem melhor o perfil de uso, a idade do veículo e o histórico de manutenção, contribuindo para uma proteção mais eficiente e tranquila no dia a dia da operação.