Valor FIPE Atual
R$ 8.897,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 827008-2
Ano: 1995-1
MêsPreço
Mar/26R$ 8.897,00
Fev/26R$ 8.809,00
Jan/26R$ 8.722,00
Dez/25R$ 8.636,00
Nov/25R$ 8.551,00
Out/25R$ 8.467,00
Set/25R$ 8.301,00
Ago/25R$ 8.023,00
Jul/25R$ 7.769,00
Jun/25R$ 7.544,00
Mai/25R$ 7.358,00
Abr/25R$ 7.113,00

Guia completo sobre a Tabela FIPE para a Yamaha DT 200 – 1995 e suas implicações no seguro

Por que a Tabela FIPE importa para quem possui uma Yamaha DT 200 1995

A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, é referência para o mercado automotivo brasileiro e também aparece com frequência nas avaliações de seguros de veículos. Embora muita gente pense que ela é apenas um indicador de preço de venda, a FIPE cumpre um papel mais amplo: funciona como base de referência para o valor de reposição e para as coberturas de parte do contrato de seguro. Quando se fala na Yamaha DT 200, ano 1995, compreender como a FIPE classifica esse modelo ajuda a entender por que as cotações de seguro costumam considerar determinados elementos como idade do modelo, disponibilidade de peças, histórico de manutenção e perfil de uso. Tudo isso se reflete, direta ou indiretamente, no custo da apólice, nas coberturas recomendadas e na soma segurada prevista em contrato. O objetivo deste texto é explicar, de forma educativa, como a tabela FIPE se relaciona com a DT 200 de 1995 e como esse conjunto de informações pode orientar decisões mais seguras e transparentes ao fazer seguro com corretoras especializadas.

Contexto histórico da Yamaha e o papel da DT 200 no portfólio da marca

A Yamaha é uma fabricante reconhecida mundialmente pela robustez, pela inovação tecnológica e pela presença marcante no segmento de motocicletas off-road, trail e enduro. A DT 200, lançada no final dos anos 1980 e permanecendo relevante ao longo da década de 1990, consolidou-se como uma opção popular entre entusiastas de trilha e uso misto. Modelos DT são conhecidos por sua simplicidade mecânica, facilidade de manutenção e porta de entrada para quem quer explorar o universo de duas rodas com um motor de duas fases da vida — uma característica típica de motos que precisam de confiabilidade em trilhas, com peças mais acessíveis no mercado de reposição. A DT 200 de 1995, nesse cenário, representa uma era em que motores de dois tempos ainda dominavam muitos segmentos de enduro, oferecendo boa relação peso-potência, agilidade em terreno desafiador e uma curva de funcionamento que, para o usuário, exige atenção especial quanto à lubrificação, mistura de combustível e calibração. Esse histórico de marca e de modelo ajuda as seguradoras a entender o risco associado a peças de reposição, disponibilidade de serviços autorizados e custo de restauração, fatores que aparecem na avaliação da cobertura e da soma segurada.

Tabela FIPE YAMAHA DT 200 1995

Ficha técnica da Yamaha DT 200 1995 (resumo prático para referência de seguro)

Observação importante: as variações por país e ano podem alterar pequenos detalhes. Abaixo, apresentamos um conjunto de características essenciais, de forma sucinta, para apoiar a compreensão sobre como esse modelo é interpretado pela FIPE e pelo setor de seguros.

  • Marca: Yamaha
  • Modelo: DT 200
  • Ano de referência: 1995
  • Categoria: Motocicleta enduro/trilha
  • Motor: 2 tempos, monocilíndrico
  • Cilindrada: aproximadamente 196 cm³
  • Alimentação: carburador
  • Sistema de lubrificação: mistura de óleo com gasolina (premix)
  • Refrigeração: ar (com dissipação de calor característica de motos de motocross/enduro)
  • Transmissão: 6 velocidades
  • Peso estimado em ordem de funcionamento: próximo de 100 kg
  • Capacidade do tanque de combustível: em torno de 7 a 8 litros

Essas referências ajudam a formar uma imagem clara de como a DT 200 de 1995 se posiciona no portfólio de seguros. Com motor de duas tempos, a manutenção tende a exigir atenção especial ao sistema de lubrificação, ao estado do carburador e à vedação de peças sensíveis ao calor. A prática de manter a motocicleta com a mistura correta de óleo e combustível, bem como a rotina de revisões periódicas, tende a interferir diretamente na percepção de risco por parte das seguradoras, impactando índices de prêmio, franquias e coberturas adequadas ao usuário.

Como a FIPE classifica a DT 200 1995 e por que isso é relevante para o seguro

A inclusão de modelos como a Yamaha DT 200 1995 na Tabela FIPE funciona como base para estimativas de valor de referência, o que, por sua vez, orienta decisões de cobertura e de reajustes de prêmio pelas seguradoras. Em termos práticos, a FIPE ajuda a definir qual seria, hipoteticamente, o valor de reposição ou de referência para o veículo em determinados cenários de seguro. Mesmo que a apólice siga regras próprias de cada seguradora, entender a posição do modelo na FIPE facilita a leitura de propostas e a comparação entre cotações. É comum que modelos com circulação limitada, peças de reposição específicas e histórico de assistência técnica mais restrito recebam avaliações de risco distintas em relação a modelos mais comuns. Por isso, o correto entendimento de onde entra a DT 200 1995 na tabela auxilia o interessado a perceber por que algumas coberturas podem exigir adicionais, como guincho, cobertura de peças originais ou até mesmo cláusulas de uso específico (trilho/off-road) em determinadas situações de uso.

Aspectos de segurabilidade: o que o modelo representa para o seguro

Quando pensamos em uma DT 200 1995, há quatro pontos-chave que costumam influenciar a decisão de seguro, especialmente para corretoras que atuam com motocicletas clássicas ou de coleção, bem como para usuários que preservam veículos mais antigos. Esses pontos ajudam a entender por que o seguro pode ter particularidades em relação a modelos com menos peças disponíveis ou com maior demanda por manutenção especializada.

  • Disponibilidade de peças de reposição: modelos mais antigos podem exigir fontes de suprimento menos ágeis; isso impacta o custo de reparos e de substituição de componentes.
  • Histórico de manutenção: motos com histórico bem documentado costumam ter menor probabilidade de falhas inesperadas, o que favorece o enquadramento de um seguro mais estável.
  • Risco de roubo/ extravio: veículos com identificação de ano e modelo específicos podem ter padrões de prática de roubo diferentes entre regiões, influenciando o prêmio e as coberturas de proteção adicional.
  • Uso pretendido: se a DT 200 1995 for usada majoritariamente em trilhas, o perfil de risco pode divergir de um uso predominantemente urbano, com impactos também sobre a cobertura de responsabilidade civil e danos a terceiros.

Esses fatores ajudam a compreender por que a cotação de uma DT 200 1995 pode variar entre corretoras, mesmo quando o carro ou moto tem o mesmo ano de fabricação. No contexto da FIPE, a avaliação do modelo é uma etapa anterior à definição de limites de valor segurado e de eventuais franquias, de modo que o cliente possa entender a relação entre o prêmio, as coberturas desejadas e o orçamento disponível para manter o veículo protegido. A seguir, discutimos como a correta leitura da ficha técnica e a compreensão do histórico da marca ajudam na escolha das coberturas mais apropriadas.

Pontos-chave para entender a relação entre o modelo e a cotação de seguro

Abaixo, destacamos quatro aspectos práticos que costumam orientar a decisão de seguro para a Yamaha DT 200 1995, com foco educativo para o leitor que quer entender melhor o processo de cotação.

  • Padrões de manutenção: manter registros de revisões, trocas de óleo, limpeza do carburador e verificação de componentes críticos reduz a sensação de risco para a seguradora.
  • Uso do veículo: trilhas, eventos de off-road ou uso recreativo podem exigir coberturas específicas para dano acidental e roubo em trilhas, com impactos diretos no custo da apólice.
  • Local de armazenamento: locais com maior incidência de roubo ou vandalismo podem influenciar o custo e as coberturas de proteção.
  • Perfil do condutor: experiência, tempo de carteira, idade e histórico de sinistros costumam influenciar o prêmio, especialmente para modelos vintage com manutenção mais especializada.

Para clientes que desejam saber como esses pontos se traduzem em números e coberturas adequadas, vale considerar uma cotação com a GT Seguros. A abordagem educativa facilita a comparação entre propostas, priorizando coberturas que realmente protegem o valor agregado do veículo e a tranquilidade do uso diário.

Como a Tabela FIPE é aplicada na prática pelas seguradoras

Na prática, a FIPE atua como referência para a definição de valor segurado em muitos contratos de seguro. Isso não significa que a seguradora trate o valor exato do veículo como valor de reposição automático. Em vez disso, a FIPE serve como base para cálculos de indenização, limites de cobertura e, em alguns casos, para o cálculo de prêmios com base no risco. Para a Yamaha DT 200 1995, esse processo costuma se desenrolar nos seguintes passos:

  • Atualização de valor de referência: a seguradora consulta a tabela FIPE para estimar o valor de reposição ou o valor de referência correspondente ao modelo e ano, ajustando conforme o estado de conservação da moto na física real (poucas diferenças, por exemplo, entre alta e baixa condição).
  • Avaliação de risco: com base no perfil do veículo (motocicleta enduro de 1995), a seguradora considera a demanda de peças, a facilidade de manutenção e o histórico de sinistros de modelos similares para calibrar o prêmio.
  • Definição de coberturas: a partir do valor de referência, são escolhidas coberturas como quebra acidental, incêndio, roubo, danos a terceiros e acessórios. Modelos com maior fragilidade de peças podem ter coberturas adicionais para acessórios originais e itens críticos de proteção.
  • Grau de franquia: a idade do veículo e o custo de peças podem influenciar a decisão sobre o nível de franquia, buscando equilíbrio entre custo mensal e proteção efetiva.

É importante notar que cada seguradora pode interpretar a mesma base de dados FIPE de maneira ligeiramente diferente. Por isso, comparar propostas de seguros com uma visão clara da posição da DT 200 1995 na FIPE ajuda o consumidor a identificar discrepâncias de cobertura e de preço entre as cotação. Além disso, discutir com o corretor de seguros sobre o uso do veículo (trechos diários versus uso recreativo) é crucial para ajustar as coberturas ao uso real, evitando surpresas no momento de acionar o seguro.

Boas práticas para quem tem uma Yamaha DT 200 1995 e quer segurar com eficiência

Para quem observa o mercado de seguros com atenção, algumas condutas podem aumentar a eficiência da apólice da Yamaha DT 200 1995, mantendo o custo sob controle sem abrir mão de proteção necessária. Abaixo estão sugestões práticas e objetivas, mantendo o foco educativo para quem está aprendendo a navegar pelo tema.

  • Documentação organizada: mantenha em ordem notas de manutenção, recibos de peças originais e serviços realizados. Documentação facilita o trabalho do corretor e pode reduzir o tempo de aprovação da cotação.
  • Estado atual da moto: registre o estado geral da moto, incluindo pintura, ferrugem potencial, condição de suspensão, estado do sistema de alimentação e a integridade elétrica. Um veículo bem cuidado tende a gerar apólices mais acessíveis e confiáveis.
  • Plano de uso: descreva ao corretor se a moto será usada com finalidade recreativa, trilha, eventos ou deslocamentos curtos. O uso específico pode influenciar as coberturas de responsabilidade civil e danos a terceiros.
  • Atualizações de acesso: se a moto recebeu acessórios originais ou itens de maior valor agregado (por exemplo, peças de reposição originais da Yamaha), informe ao corretor para ajustar a soma segurada e evitar divergências no momento de eventual sinistro.

Ao final deste conjunto de informações, fica claro que a Tabela FIPE não é apenas um número nu, mas uma referência que dialoga com a história da marca, com as características técnicas do modelo e com a realidade de uso. A DT 200 1995, como peça do universo de motos clássicas/antigas, demanda uma leitura cuidadosa das especificações, da disponibilidade de peças e do contexto de manutenção para que o seguro reflita o valor real e o risco associado ao modelo.