Valor FIPE Atual
R$ 14.781,00
↑ 5,0% vs mês anterior
FIPE: 025055-4
Ano: 2006-1
MêsPreço
Mar/26R$ 14.781,00
Fev/26R$ 14.078,00
Jan/26R$ 14.819,00
Dez/25R$ 14.354,00
Nov/25R$ 13.869,00
Out/25R$ 14.373,00
Set/25R$ 14.420,00
Ago/25R$ 14.451,00
Jul/25R$ 14.475,00
Jun/25R$ 14.490,00
Mai/25R$ 14.520,00
Abr/25R$ 14.534,00

Guia completo sobre a Tabela FIPE aplicada ao Renault Clio Sed.RN/Alizé/Botic./Exp.1.0 Hi-Pow. 2006 e suas implicações para seguros

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Para corretores de seguros, entender como ela se aplica a modelos específicos ajuda a calibrar coberturas, franquias e, principalmente, o risco de sinistro. No caso do Renault Clio Sed.RN/Alizé/Botic./Exp.1.0 Hi-Pow. 2006, esse conhecimento é ainda mais relevante, já que se trata de um carro com idade considerável, histórico de uso comum em ambientes urbanos e, muitas vezes, com adaptações típicas de quem busca mobilidade prática e econômica. Este artigo explora, de forma educativa, a relação entre a Tabela FIPE e o Renault Clio de uso residencial, destacando a ficha técnica, a trajetória da marca no Brasil, fatores de segurabilidade, cuidados de manutenção e orientações para quem pretende contratar um seguro adequado. A ideia é que você, leitor, entenda o que está por trás de cada número apresentado pela FIPE, como esse número influencia a avaliação de risco e quais aspectos do Clio podem impactar diretamente no valor da apólice ao longo do tempo.

Como funciona a Tabela FIPE e por que ela é relevante para seguros de carros usados

A Tabela FIPE — Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas — consolida valores médios de mercado de veículos usados com base em dados de transações simuladas e de mercado, considerando o modelo, o ano de fabricação, a versão e o estado de conservação. Esse conjunto de dados cria uma referência que ajuda seguradoras a estabelecer valores de referência para sinistros, aquisições de reposição em caso de perda total e, ainda, a calibrar limites de coberturas, franquias e subsídios de mercado. A exigência de não informar preços no conteúdo do artigo não impede, contudo, de descrever como esse referencial funciona: ele funciona como uma bússola que orientar o cálculo de indenizações indiretas, a classificação de risco por faixa de idade do veículo e a avaliação de depreciação ao longo do tempo. No caso do Renault Clio Sed.RN/Alizé/Botic./Exp.1.0 Hi-Pow. 2006, a FIPE tende a registrar variações de valor relativas às versões de acesso (RN, Alizé, Botique, Exp. 1.0 Hi-Pow) e ao estado de conservação típico de carros com mais de uma década de uso. Por isso, é comum que seguradoras utilizem a FIPE como base para a determinação de índices de sinistrabilidade, de ajuste de prêmio e de planejamento de reservas técnicas, sempre combinando essa referência com a condição do veículo, histórico de sinistros, quilometragem e perfil do motorista.

Tabela FIPE Renault Clio Sed.RN/Alizé/Botic./Exp.1.0 Hi-Pow. 2006

É importante notar que a FIPE não vende o veículo nem substitui uma avaliação mecânica detalhada. Em muitos contratos, a seguradora pode exigir uma vistoria para confirmar a condição do carro, o estado de conservação dos itens de segurança, o funcionamento de sistemas elétricos e mecânicos e a presença de acessórios relevantes para a apólice. Para o Clio de 2006, esse processo costuma incluir a conferência de itens como itens de iluminação, freios, suspensão, pneus, cinto de segurança, airbags (quando presentes na versão), sistema de travamento e alarmes, além de documentações como certificado de licenciamento e histórico de manutenção. Tudo isso influencia, conjuntamente com a FIPE, o custo final da proteção.

Ficha Técnica do Renault Clio Sed.RN/Alizé/Botic./Exp.1.0 Hi-Pow. 2006

  • Marca: Renault
  • Modelo: Clio Sedã RN/Alizé/Botic./Exp.1.0 Hi-Pow.
  • Ano de referência: 2006
  • Versões incluídas na linha: RN, Alizé, Botique/Botic./Exp. 1.0 Hi-Pow
  • Tipo de carroceria: Sedan compacto de quatro portas
  • Motorização: 1.0 Hi-Power
  • Disposição do motor: 4 cilindros
  • Cilindrada aproximada: em torno de 1.0 litro
  • Combustível: Gasolina (comum para a maioria das unidades da época)
  • Potência máxima (aproximada): faixa entre aproximadamente 70 a 90 cavalos de potência, dependendo da configuração exata da versão
  • Torque (aproximado): na casa de 9 a 12 kgfm, também variando conforme a versão e o ano específico
  • Transmissão: 5 velocidades manual (produção comum para esse conjunto drivetrain)
  • Tração: dianteira
  • Diâmetros/rotação: não aplicável para o padrão de ficha técnica simplificada, mas o conjunto de transmissão é orientado para uso urbano com boa resposta em aceleração moderada
  • Comprimento: próximo de 3,9 a 4,0 metros
  • Largura: ao redor de 1,65 a 1,70 metros
  • Altura: aproximadamente 1,43 a 1,46 metros
  • Distância entre eixos: cerca de 2,4 a 2,5 metros
  • Peso aproximado (em ordem de marcha): entre 900 e 1.000 kg
  • Capacidade do porta-malas: em torno de 250 a 320 litros
  • Tanque de combustível: capacidade típica de cerca de 40 a 45 litros
  • Sistema de freios: geralmente dianteiro disco e traseiro tambor (variações de acordo com carroceria e versão)
  • Sistema de suspensão (dianteiro): MacPherson; (traseiro): eixo de torção ou feixe, dependendo da configuração exata
  • Dimensões de estabilidade e conforto: foco em praticidade urbana, com suspensão balanceada para pisos variados e conforto moderado para ocupantes

É relevante entender que os números acima são aproximados e dependem da versão específica, do mercado (Brasil, Argentina, etc.) e do ano de fabricação dentro da linha 2006. Ao consultar a FIPE para esse modelo, o consultor de seguros observa nuances entre as variações de acabamento, incluindo itens de conforto, segurança e tecnologia que, mesmo sem serem mudanças estruturais, influenciam o valor de referência registrado pela tabela. A ficha técnica, por sua vez, serve como mapa para identificar pontos de manutenção e possíveis notas de risco que o emissor de seguro pode considerar na hora de compor a apólice. Em muitos casos, o Renault Clio do ano 2006 é avaliado levando-se em conta o uso diário, a quilometragem média anual, o histórico de sinistros e o estado geral do veículo, além das características intrínsecas da versão.

Contexto histórico: a presença da Renault no Brasil e o segmento de compactos

A Renault tem uma trajetória marcante no mercado de automóveis brasileiro, iniciando presença produtiva no Brasil desde meados do século XX. Ao longo dos anos, a marca consolidou uma linha de compactos que dialoga com a demanda urbana por custo de aquisição contido, economia de combustível e facilidade de condução em vias urbanas, avenidas de tráfego intenso e estacionamentos limitados. O Clio, em suas várias gerações, foi uma aposta estratégica para a Renault manter presença nesse segmento, oferecendo versões com foco na relação custo-benefício, em contraste com modelos de maior porte que exigem maior investimento. Em 2006, o Renault Clio Sedã representava uma opção concreta para quem precisava de espaço interno razoável, boa capacidade de bagagem e mecânicas simples de manter, com disponibilidade de peças e uma rede de serviços já instaurada no país. Além disso, o conjunto Hi-Power 1.0, com foco em economia de combustível e desempenho suficiente para uso diário, atraía um público que buscava fiabilidade no deslocamento casa-trabalho, bem como para viagens curtas nos fins de semana. Essa combinação de fatores ajudou o modelo a manter-se ativo no mercado de usados por alguns anos, o que, por consequência, torna-o relevante para avaliações de seguros que utilizam a FIPE como referência.

A relação entre a FIPE, o seguro e a avaliação de risco do Clio 2006

Quando uma seguradora define o prêmio de um seguro para um Renault Clio Sedã do ano 2006, a FIPE é apenas um dos componentes que entram na equação. Além do valor de referência calculado pela FIPE, o perfil do motorista, a finalidade do veículo (uso particular, turismo, uso profissional leve), a periodicidade de uso semanal e a região de circulação influenciam a exposição ao risco. Em veículos com idade superior a 15 anos, como é o Clio de 2006, os fatores de risco costumam incluir maior probabilidade de falhas mecânicas, desgaste de componentes críticos (freios, suspensão, direção), envelhecimento de componentes de segurança (airbags, sistemas de retenção) e maior probabilidade de custos de reparo em determinadas regiões. Por outro lado, manter o veículo em bom estado de conservação, com manutenção regular, registrando notas fiscais e revisões, pode reduzir o custo efetivo de seguro ao demonstrar menor probabilidade de sinistro e de altos custos de reparo. A FIPE, quando integrada com a vistoria de controle de estado, ajuda a seguradora a estimar com maior acurácia o valor de reparação ou de reposição, de modo a evitar subavaliação ou supervalorização que possa distorcer o custo do contrato para o segurado.

Boas práticas para manter o Clio 2006 com seguro condizente e bem conservado

Para quem possui ou está adquirindo esse modelo, algumas práticas ajudam a preservar o valor do veículo e a manter o seguro em patamares compatíveis com o uso. Abaixo, apresento sugestões úteis, organizadas para facilitar a aplicação prática no dia a dia. Lembre-se: a ideia é equilibrar custo, proteção e tranquilidade, sem transformar o seguro em uma despesa desnecessária.

  • Faça manutenção preventiva regular: siga o calendário de revisões, troque óleo, filtros e itens críticos conforme recomendado pelo fabricante. Peças e serviços bem cuidados reduzem o risco de sinistros mecânicos que elevem o valor a ser reparado ou reposto em caso de sinistro.
  • Guarde comprovantes e notas fiscais: ter histórico de manutenção, peças originais e serviços credenciados facilita a validação do estado do veículo perante a seguradora e pode influenciar positivamente o ajuste de valor de referência.
  • Implemente itens de segurança: alarmes, imobilizadores e travas adicionais ajudam a reduzir o risco de furto ou roubo, o que pode refletir na estrutura do prêmio de seguro e na percepção de risco pelo mercado.
  • Monitore a quilometragem e o uso: manter uma média de uso compatível com o histórico do veículo é útil para o seguro. Descuidos na condução diária e uso inadequado podem impactar a ideia de risco de sinistro e, consequentemente, o custo da apólice.

Condução, economia e manutenção: aspectos que aproximam o Clio do bolso do consumidor

O Renault Clio Sedã 1.0 Hi-Power de 2006 é, em essência, um carro projetado para atender às necessidades de mobilidade urbana com foco em economia de combustível, manobrabilidade em espaços estreitos e baixo custo de aquisição inicial. Em termos de condução, o conjunto 1.0 Hi-Power costuma oferecer respostas adequadas para deslocamentos diários, com a vantagem de operar com combustível de menor custo relativo a motores maiores. No entanto, por se tratar de um veículo com mais de uma década desde a produção, é comum que alguns componentes atinjam patamares de desgaste que exigem atenção especial. Por isso, quando o assunto é seguro, vale a pena considerar a combinação entre uma avaliação FIPE estável e um check-up técnico periódico, para que a seguradora tenha uma visão clara do estado do carro e possa calcular o risco com maior confiabilidade. Além disso, a manutenção adequada tende a manter o valor de mercado em patamares mais alinhados com a referência FIPE, contribuindo para prêmios mais equilibrados ao longo do tempo.

Como interpretar o uso do Clio 2006 na prática de seguros

Para o corretor e o proprietário, é essencial entender que o Clio Sedã 2006, dentro da estrutura da FIPE, representa um caso típico de veículo de idade moderada com valor de mercado estável, dependendo do estado de conservação e de quanto o carro já percorreu. Quando o veículo é utilizado para deslocamento diário, especialmente em grandes centros urbanos, o risco de danos por acidentes tende a aumentar devido à complexidade do tráfego. Por outro lado, quem utiliza o veículo com parcimônia e segue um regime de manutenção mais rigoroso pode ter um custo de seguro mais previsível e estável, mesmo com a idade do carro. Em termos de planejamento, o seguro deve refletir o uso real, não apenas a idade do veículo. É comum que as apólices para carros com esse perfil utilizem uma soma segurada baseada no valor FIPE, ajustar com base na condição de conservação, e incluir cláusulas de assistência 24 horas, guincho, carro reserva e coberturas para terceiros, tudo ajustado conforme a necessidade do segurado e o orçamento disponível.

Conclusão educativa: o que a Tabela FIPE representa no dia a dia de quem cuida de seguros

Em resumo, a Tabela FIPE é uma ferramenta crucial para entender o valor de reposição e a base de cálculos que compõem as apólices de seguros de veículos usados. No caso específico do Renault Clio Sed.RN/Alizé/Botic./Exp.1.0 Hi-Pow. 2006, a FIPE ajuda a estabelecer um valor de referência que, associado às informações de estado de conservação, idade do veículo e perfil do condutor, orienta a contratação de coberturas proporcionais às necessidades reais. A ficha técnica do modelo oferece um retrato técnico que sustenta a avaliação de substituição de peças, reparos e eventual reposição, contribuindo para um seguro mais justo e alinhado ao uso cotidiano. Ao combinar esse conhecimento com boas práticas de manutenção, o segurado pode reduzir o risco global da apólice, mantendo o veículo seguro e funcional por mais tempo, sem abrir mão de proteção adequada.

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Resumo final: a Tabela FIPE oferece uma referência valiosa para seguros de carros usados, incluindo o Renault Clio Sed.RN/Alizé/Botic./Exp.1.0 Hi-Pow. 2006. A ficha técnica, o histórico da marca e a prática de manutenção consciente formam o triângulo que garante seguro adequado, proteção suficiente contra imprevistos e um proprietário mais bem informado sobre o valor de seu bem. E com a GT Seguros, essa jornada pode ficar ainda mais simples e eficiente: faça uma cotação e compare opções de coberturas para encontrar o equilíbrio perfeito entre custo, proteção e tranquilidade no seu dia a dia.