Valor FIPE Atual
R$ 32.687,00
↑ 0,7% vs mês anterior
FIPE: 022009-4
Ano: 1996-3
MêsPreço
Mar/26R$ 32.687,00
Fev/26R$ 32.462,00
Jan/26R$ 32.534,00
Dez/25R$ 32.438,00
Nov/25R$ 32.496,00
Out/25R$ 32.575,00
Set/25R$ 32.602,00
Ago/25R$ 32.671,00
Jul/25R$ 32.538,00
Jun/25R$ 32.446,00
Mai/25R$ 32.512,00
Abr/25R$ 32.385,00

Análise prática da Tabela FIPE para a Mitsubishi L200 2.5 4×4 CD Turbo Diesel 1996 e impactos na atuação de seguros

A marca Mitsubishi: tradição global e robustez para quem depende da picape

A Mitsubishi é uma fabricante japonesa com uma história marcada por veículos de uso prático, robustez técnica e espaço para personalização. A L200, conhecida em alguns mercados como Strada, integra o portfólio da marca desde os anos 80 e se consolidou como uma opção confiável para trabalho pesado, atividades rurais e uso urbano com necessidades de carga. Em termos de confiabilidade, os motores diesel da família 4D56/4D56T, quando bem mantidos, tornaram-se conhecidos pela durabilidade em condições brasileiras de estrada de terra, trechos acidentados e demanda de reboque ou transporte de ferramentas e materiais. Para uma seguradora, esse histórico de uso real — aliado ao comportamento da L200 em aços, ferrugem e desgaste — é relevante na avaliação de risco, especialmente quando a idade do veículo avança e o conjunto de peças requer atenção especial. A marca, portanto, não entrega apenas uma identidade de marca, mas também expectativas de reparabilidade, disponibilidade de peças de reposição e facilidade de manutenção, aspectos que influenciam o custo do seguro ao longo dos anos.

Ficha técnica resumida da Mitsubishi L200 2.5 4×4 CD Turbo Diesel 1996

  • Motor e desempenho: diesel 2.5 L (4 cilindros em linha), turbo com intercooler, configurado para uso misto entre estrada e terreno acidentado; potência varia conforme mercado, com faixas típicas entre aproximadamente 85 e 105 hp e torque em torno de 170 a 210 Nm, dependendo da calibração e do equipamento específico da edição 1996.
  • Transmissão e tração: caixa manual de 5 velocidades; tração 4×4 com seleção por alavanca, incluindo modos para uso em baixa velocidade (reduzida) em terreno off-road; diferenciais dianteiro e traseiro acoplados para maior aderência em pisos soltos.
  • Dimensões, peso e capacidade de carga: comprimento típico ao redor de 4,30 a 4,60 metros, largura próxima de 1,65 a 1,75 metros e altura entre 1,70 e 1,85 metros; entre-eixos na faixa de 2,60 a 2,75 metros; peso bruto aproximado ao redor de 1,9 a 2,1 toneladas; capacidade de carga útil na faixa de 500 a 600 kg, com tanque de combustível em torno de 60 a 70 litros, dependendo da configuração de concessionária.
  • Equipamentos e uso: cabine simples ou dupla conforme o mercado, suspensão robusta para uso em estradas de terra, freios a disco na dianteira e tambor na traseira (em versões mais antigas); consumo médio indicado pela configuração diesel da época, com variações significativas conforme estilo de condução, peso atual do veículo e carga transportada.

Entendendo a Tabela FIPE e seu papel na precificação de seguros

A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o preço médio de veículos usados. Ela funciona como uma linha de base que remunera, de maneira padronizada, a desvalorização de modelos conforme ano de fabricação, versão e estado de conservação. No contexto de seguros, esse valor é utilizado para orientar o valor de reparo ou a indenização em caso de sinistro, servindo como referência inicial para a cobertura de danos parciais, total ou para reposição. Embora seja uma referência consolidada, é comum que seguradoras complementem esse valor com avaliações independentes ou com base no histórico específico do veículo, como quilometragem, condição mecânica, histórico de sinistros e grau de conservação estética. Em modelos mais antigos, como a Mitsubishi L200 2.5 4×4 CD Turbo Diesel 1996, a FIPE pode servir como baliza para a faixa de proteção de valor, mas não substitui a avaliação prática de peças, disponibilidade de reposição e o custo de mão de obra, que podem influenciar o prêmio final.

Tabela FIPE Mitsubishi L200 2.5 4×4 CD Turbo Diesel 1996

Neste cenário, compreender como a FIPE classifica o veículo envolve verificar dados como o ano-modelo, a motorização (diesel 2.5 turbo, conforme descrito na ficha técnica resumida), a tração 4×4 e a configuração de cabine. Valores que aparecem na tabela tendem a variar com a inflação, a disponibilidade de peças e a demanda de mercado. Para corretores de seguros, essa variação envolve não apenas a determinação do prêmio, mas também questões de cobertura, como valor de indenização integral, risco de depreciação acelerada e necessidade de cláusulas adicionais, por exemplo, para acessórios originais ou modificações que o veículo possa ter recebido ao longo do tempo. Em resumo, a FIPE serve como uma referência estável para estabelecer um piso de valor, enquanto a avaliação de risco da seguradora considera particularidades do veículo, do condutor e do uso diário.

Implicações práticas da Tabela FIPE para seguros de veículos com mais de 25 anos

Veículos com idade superior a 25 anos, como a Mitsubishi L200 de 1996, costumam exigir um olhar mais cuidadoso na hora de estruturar a cobertura. A FIPE, nesse cenário, tende a apresentar faixas de preço que ajudam a segmentar o risco, especialmente em casos de sinistro total ou necessidade de reposição de componentes originais. Do ponto de vista da seguradora, alguns elementos ganham destaque: condições do motor diesel antigo, histórico de manutenção, disponibilidade de peças originais na rede de concessionárias ou de oficinas independentes, bem como o uso do veículo (uso urbano, rodovias, trabalho de campo). A idade do veículo impacta o custo de reparo, pois pode exigir peças usadas ou remanufaturadas, que podem exigir avaliações adicionais. Além disso, a depreciação pode ser mais pronunciada com o passar dos anos, refletindo a necessidade de revisões frequentes, verificações de sistema de emissão, freios, suspensão e componentes de transmissão. Por fim, itens como acessórios instalados (racks, snorkel, bar-and-shield, faróis adicionais) podem influenciar o valor de conforto e a política de indenização, exigindo documentação específica para não prejudicar a base de cálculo do seguro.

Impactos práticos para a atuação da corretora de seguros em modelos mais antigos

Para uma corretora, entender a Tabela FIPE no contexto de uma Mitsubishi L200 2.5 4×4 CD Turbo Diesel 1996 significa alinhar expectativa de cliente com realidades de risco. Em primeiro lugar, a idade do veículo eleva a probabilidade de necessidade de assistência mecânica, o que pode favorecer opções de cobertura que incluam assistência 24h, guincho e carro reserva por períodos limitados. Em segundo lugar, a condição de conservação pesa na hora de definir o valor de reposição, bem como a necessidade de inspeção veicular prévia ou de laudos técnicos que atestem o estado do motor, sistema de transmissão, troca de fluidos e integridade da estrutura externa. Em terceiro lugar, a histórica de uso oferece pistas sobre o perfil de sinistralidade. Uma picape com uso frequente em atividades rurais ou em estradas de terra pode ter desgaste acelerado em componentes como suspensão, carroceria e conjunto de transmissão, elevando o risco de falhas que, por consequência, impactam o custo do seguro. Por fim, modificações não originais — se presentes — podem modificar o risco de injúrias de terceiros e também influenciar a avaliação de valor ressarcido. Nesse contexto, a correta aplicação da FIPE, combinada com uma avaliação operacional do veículo, ajuda a construir uma apólice mais fiel ao valor de reposição ou de indenização, evitando tanto o subseguro (quando o valor é baixo demais) quanto o sobrecusto (quando o valor é inflado sem correspondência com o estado real).

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