Valor FIPE Atual
R$ 47.622,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 516042-1
Ano: 1990-3
MêsPreço
Mar/26R$ 47.622,00
Fev/26R$ 47.727,00
Jan/26R$ 47.833,00
Dez/25R$ 48.810,00
Nov/25R$ 48.884,00
Out/25R$ 49.130,00
Set/25R$ 48.167,00
Ago/25R$ 48.795,00
Jul/25R$ 49.791,00
Jun/25R$ 49.841,00
Mai/25R$ 49.941,00
Abr/25R$ 49.986,00

Guia de avaliação FIPE para o Volvo NL-10 340 6×2 2p Diesel 1990: entendendo o valor de mercado e o contexto de uso

A Tabela FIPE funciona como referência central para estimar o valor de veículos usados no Brasil. Quando pensamos em caminhões pesados como o Volvo NL-10 340 6×2 2p, diesel, ano de fabricação 1990, a leitura do dado FIPE envolve mais do que um número. Ela abrange a condição física, a configuração do veículo, o histórico de manutenção, o tipo de carga que costuma transportar, a disponibilidade de peças de reposição e o custo de reposição de componentes. Para quem atua no seguro de veículos pesados, entender esse ecossistema é fundamental para precificar coberturas, definir franquias e orientar o interessado sobre realismo de custo de aquisição, bem como sobre as ações de proteção que reduzem riscos de sinistro.

Neste texto, exploramos a aplicação prática da Tabela FIPE para o Volvo NL-10 340 6×2 2p diesel de 1990, apresentando uma ficha técnica estruturada, insights sobre a marca Volvo, impactos no seguro e dicas de proteção. O objetivo é oferecer uma leitura educativa que ajude proprietários, transportadoras e corretores a entender melhor como o valor de mercado se alinha aos aspectos de uso, manutenção e garantia da frota.

Tabela FIPE VOLVO NL-10 340 6×2 2p (diesel) 1990

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para caminhões pesados

A Tabela FIPE é um compilado de valores médios de venda de veículos usados, pesquisados em diferentes estados do país e atualizados periodicamente. Para caminhões como o NL-10 340, a tabela serve como referência para diversos objetivos: cálculo de depreciação, avaliação de seguros, negociações de compra e venda, faturamento de operações de fretamento e even to de crédito. Em termos práticos, a FIPE ajuda a normalizar expectativas entre comprador e vendedor, evitando negociações puramente subjetivas.

É importante entender que o valor FIPE não é estático. Variações ocorrem conforme o estado do veículo, a quilometragem, a cabine, o teto de carga, a disponibilidade de peças de reposição, além de fatores externos como inflação de componentes e políticas regionais de frete. Caminhões mais conservados e com histórico de manutenção documentado tendem a apresentar valores FIPE mais robustos, enquanto unidades com uso intenso, peças originais substituídas de forma inadequada ou reparos mal executados podem sofrer depreciação maior. Em operações de seguro, o valor FIPE funciona como referência de reposição ou indenização, dependendo da condição contratual da apólice.

Para quem negocia ou financia caminhões de grande porte, a leitura prática envolve: comparar o valor FIPE com o preço de mercado observado em anúncios, entender a variação de acordo com a configuração do veículo (no caso, NL-10 340 6×2 2p) e considerar a parcela de depreciação esperada ao longo do tempo. Além disso, é recomendável manter o histórico de manutenção em dia, com registros de revisões, troca de filtros, óleo, pastilhas de freio e recolocação de componentes críticos. Tais medidas ajudam a sustentar o valor de revenda e, por consequência, a consistência do cálculo de seguro.

Ficha técnica do Volvo NL-10 340 6×2 2p (diesel) 1990

Abaixo apresentamos uma ficha técnica consolidada para referência, com valores aproximados baseados na linha NL de 1990 e nas características típicas do modelo NL-10 340. Como se trata de uma construção de época, variantes regionais e de fábrica podem alterar alguns números. Consulte sempre a ficha do veículo específico para confirmar dados exatos.

  • Fabricante: Volvo
  • Modelo: NL-10 340 6×2 2p
  • Ano de fabricação/modelo: 1990
  • Configuração de eixo: 6×2 (três eixos, com dois eixos motrizes)
  • Cabine: 2 portas, cabine de dia (tipologia de cabina simples)
  • Tipo de veículo: caminhão pesado de carga (rigid truck)
  • Motor: diesel turboalimentado, 10,0–10,5 L de deslocamento (em linha, 6 cilindros)
  • Potência: aproximadamente 340 cv (cavalos) em faixa típica de operação
  • Torque: em torno de 1.300 Nm (valor médio para sistemas de torque de caminhões da linha NL daquela época)
  • Transmissão: manual, tipicamente com 9 marchas, com relação de marchas integrada (reduzida opcional)
  • Freios: sistema de freios com opção de ABS em alguns lotes; configuração habitual com freio de serviço com assistência
  • Sistema de suspensão: eixo dianteiro com suspensão convencional e eixo traseiro com feixes de molas; configuração voltada para estabilidade de carga
  • Peso em ordem de fabricação (peso próprio): aproximadamente 7.500–8.500 kg
  • Peso bruto total (PBT): em torno de 26.000 kg, dependendo da configuração de cabine e tanque
  • Capacidade de carga útil: variável conforme carroceria e configuração de caçamba ou bancada; tipicamente adequada para cargas pesadas na faixa de carga de caminhões NL
  • Comprimento total: geralmente entre 9,5 e 9,8 m
  • Largura: próximo de 2,5 m
  • Altura: variável conforme a carroceria, com margem para estruturas de berlina de transporte
  • Tanque de combustível: dimensionado conforme uso, com capacidade típica entre 400 e 600 L
  • Pneus: sistema de roda 6×2 com pneus na faixa 12R22,5, padrão para caminhões pesados

Observação: os números apresentados acima são de referência geral para a linha NL-10 340 de 1990. Cada unidade pode apresentar variações de fábrica, alterações de cabine, opções de tanque, tipo de carroceria e configuração de suspensão. Ao avaliar o seguro ou comprar um exemplar, é essencial verificar a nota fiscal, o manual do proprietário e a apólice de inspeção para confirmar os dados técnicos do veículo específico.

A marca Volvo: tradição de robustez, inovação e foco no motorista

A Volvo é reconhecida mundialmente por sua linha de caminhões, caracterizada pela robustez, confiabilidade e foco em segurança. Em décadas de atuação, a marca construiu uma reputação baseada em engenharia conservadora que busca equilíbrio entre desempenho, durabilidade e custo de propriedade. Caminhões Volvo, especialmente da linha NL, costumam agradar a frotistas que precisam de máquinas capazes de rodar longas distâncias com cargas pesadas, mantendo o custo de manutenção sob controle e o tempo de disponibilidade elevado.

Entre os pilares da marca, destacam-se alguns pontos-chave que costumam orientar decisões de compra e seguro:

  • Construção de chassis e estrutura de cabina com foco em rigidez e proteção do motorista, contribuindo para a segurança em cenários de carga e descarga.
  • Engenharia de motor e transmissão com ênfase na eficiência de torque em faixas de uso típicas de transporte de carga, visando boa relação entre consumo e desempenho.
  • Intensificação de serviços e redes de atendimento, o que facilita a manutenção e peças de reposição em diversos estados do país.
  • Inovação em ergonomia da cabine, com o objetivo de melhorar o conforto do motorista em jornadas longas, o que, por sua vez, pode impactar na qualidade de condução e na segurança.

Essa convergência entre robustez, eficiência e foco no condutor tornou a Volvo uma escolha comum para frotas que exigem confiabilidade operacional. Em termos de seguro, a presença de uma marca com histórico de qualidade pode reduzir a percepção de risco em determinadas coberturas, desde que o veículo esteja bem mantido e com histórico de manutenção regular. Entretanto, como qualquer veículo de uso intenso, o NL-10 340 exige atenção especial em itens de desgaste, pneus, freios e componentes de transmissão, pois falhas nesses sistemas podem ter impactos diretos na segurabilidade e no custo de sinistro.

Notas práticas sobre seguros de caminhões usados e o papel da FIPE

Acompanhar os pormenores de seguro para caminhões com entrada na FIPE envolve entender que a avaliação não se limita a um único número. Seguradoras costumam considerar o valor FIPE como base, mas também avaliam fatores adicionais como:

  • Histórico de sinistros e de manutenção;
  • Condições da cabine, carroceria e integridade estrutural;
  • Nível de roubo, crime, e áreas de utilização;
  • Tempo de uso da frota e políticas de renovação de ativos.

Para quem atua no negócio de transportes, o objetivo é equilibrar o custo do seguro com a proteção necessária para a operação, já que caminhões de grande porte carregam riscos específicos, como danos a terceiros, danos à carga e interrupção de negócios. A leitura correta da FIPE ajuda a calibrar esse equilíbrio, evitando tanto a subseguridade (proteção insuficiente) quanto a sobreseguridade (valor expondo premium elevado sem retorno proporcional).

Dicas práticas para manter o valor do veículo e facilitar o seguro

  • Documente todas as manutenções e substituições de peças com notas fiscais.
  • Atualize a documentação do veículo, incluindo controle de quilometragem, revisões de freio e suspensão.
  • Conserve a cabine, carroceria e sistema de cabine com proteção contra corrosão e impactos.
  • Faça inspeções periódicas de pneus, rodas, sistema elétrico e iluminação para evitar falhas que gerem sinistros ou desvalorizações.

Ao alinhar esses cuidados com a referência FIPE, você obtém condições mais estáveis de seguro e maior previsibilidade de custos operacionais. O objetivo é manter a frota em linha com as melhores práticas do mercado, assegurando que o volume de serviços não seja prejudicado por interrupções imprevistas causadas por falhas mecânicas ou situações de risco não cobertas pela apólice.

Se a sua intenção é explorar opções de proteção para o Volvo NL-10 340 6×2 2p diesel de 1990, vale considerar a conversa com um corretor especializado em seguros de veículos pesados. A abordagem educativa facilita a escolha de coberturas mais alinhadas com o uso real da máquina, a idade do veículo e o perfil da operação de transporte.

Para garantir proteção adequada, considere fazer uma cotação com a GT Seguros. Eles podem orientar sobre coberturas, limites e condições que se ajustem ao seu cenário específico, ajudando a manter a operação segura e economicamente sustentável.