| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 159.034,00 |
| Fev/26 | R$ 159.386,00 |
| Jan/26 | R$ 159.740,00 |
| Dez/25 | R$ 160.045,00 |
| Nov/25 | R$ 160.286,00 |
| Out/25 | R$ 160.673,00 |
| Set/25 | R$ 161.190,00 |
| Ago/25 | R$ 161.529,00 |
| Jul/25 | R$ 161.789,00 |
| Jun/25 | R$ 161.952,00 |
| Mai/25 | R$ 159.359,00 |
| Abr/25 | R$ 156.724,00 |
Visão detalhada sobre a Tabela FIPE para o Scania R-124 GB 420 4×2 NZ 2p (diesel) de 2004
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para muitos compradores, corretores de seguros e lojistas de veículos usados. Quando esse recurso é aplicado a um caminhão específico, como o Scania R-124 GB 420 4×2 NZ 2p (diesel) ano de 2004, ele oferece uma faixa de valores que ajuda a orientar negociações, orçamento de seguro e tomada de decisão. Este artigo mergulha na relação entre a Tabela FIPE e esse modelo, apresenta uma ficha técnica resumida, aborda a importância da marca Scania no setor de transporte e discute como fatores do mercado afetam o valor informado pela FIPE. Ao final, você encontra uma sugestão prática para proteger seu veículo com a GT Seguros.
Ficha técnica resumida do Scania R-124 GB 420 4×2 NZ 2p
Abaixo está uma síntese das características técnicas associadas a esse conjunto específico, com observação de que configurações podem variar conforme ano de fabricação, cabine, carroceria instalada e itens adicionais que acompanham a frota. Esta ficha técnica visa oferecer um referencial útil para entender o que entra na avaliação de mercado pela FIPE e nos contextos de seguro, manutenção e operação.

- Fabricante e modelo: Scania R-124 GB 420 4×2 NZ 2p. Caminhão da linha R, com motor de alta potência e configuração de tração 4×2, cabina NZ com duas portas.
- Propulsão: motor a diesel, linha DC/DP de 9 litros de deslocamento típico para a geração R 420; potência nominal em torno de 420 cv, com torque adequado para transporte de cargas pesadas em estradas. A configuração de motorização pode variar conforme o equipamento original de fábrica e a calibração do motor.
- Transmissão: transmissão de múltiplas marchas, comum em caminhões dessa era, projetada para equilíbrio entre desempenho em rodovia e eficiência de combustível em longas jornadas. A configuração exata de marchas pode diferir entre os veículos da mesma linha, dependendo da especificação de fábrica ou de retrofit.
- Tração e cabine: tração 4×2, cabine NZ de duas portas, adequada para operações de transporte de carga com boa visibilidade, espaço interno suficiente para motoristas de longa distância e conforto básico exigido pela função.
Observação: a ficha técnica de modelos usados pode apresentar variações de acordo com a configuração de fábrica original, eventuais upgrades ao longo da vida útil do veículo, adição de carrocerias (caçamba, baú, cegon, entre outros) e o estado de manutenção. Por isso, ao comparar com a FIPE, é comum considerar a configuração específica do exemplar disponível no momento da avaliação.
Sobre a marca Scania: tradição, inovação e foco em transporte
A Scania é uma das marcas mais reconhecidas no segmento de caminhões e ônibus, com presença global e uma trajetória marcada por inovação tecnológica, robustez e uma rede de serviços ampla. Fundada na Suécia, a Scania se consolidou ao longo de décadas como fornecedora de soluções de transporte que vão além do motor: envolve sistemas de propulsão eficientes, chassis duráveis, design de cabine ergonômico, telemetria, diagnósticos remotos e políticas financeiras que viabilizam operações contínuas para frotistas e transportadoras.
Do ponto de vista de confiabilidade, a Scania sempre investiu em durabilidade de componentes críticos, como motor, transmissão e eixo, bem como em softwares de gestão de frota que ajudam a reduzir tempo de inatividade. A rede de assistência técnica e de peças é um diferencial para veículos de uso intensivo, como caminhões de longas distâncias ou atuação em áreas com demanda de entrega constante. Isso não apenas favorece a disponibilidade operacional, mas também contribui para a manutenção de valores de reposição de peças e para a programação de manutenções preventivas, fatores que, indiretamente, impactam a percepção de valor nas avaliações de mercado.
Além do desempenho, a marca investe em recursos de conectividade e telemática que ajudam motoristas e gestores de frota a monitorar consumo, itinerários, condições do veículo e otimização de rotas. Em termos de segurança, tecnologias como sistemas de frenagem assistida, controle de estabilidade e sensores auxiliam na condução de veículos pesados, especialmente em trechos com variações de terreno e clima. Embora nem todos os equipamentos estejam presentes em todas as versões de 2004, a tradição da Scania reforça a ideia de que peças, mão de obra especializada e regularidade de revisões podem manter o caminhão ativo e com boa performance por muitos anos.
Ao escolher um Scania, profissionais de seguros costumam levar em conta não apenas a potência ou o peso, mas também a reputação de confiabilidade associada à marca. A percepção de valor da Scania no mercado de usados, aliada a uma rede de suporte global, faz com que muitos compradores prefiram veículos dessa fabricante, especialmente quando buscam custos de propriedade previsíveis e uma rede de concessionárias que facilita a logística de peças e assistência técnica.
Como a Tabela FIPE reflete o valor deste modelo específico
A Tabela FIPE funciona como referência de referência de mercado para automóveis e comerciais leves no Brasil, incluindo versões de caminhões usados como o Scania R-124 GB 420 4×2 NZ 2p. Ela agrega valores médios observados em transações de venda em diferentes regiões, agregando fatores que influenciam a precificação de um veículo usado. Algumas notas importantes sobre como a FIPE se aplica a este modelo:
1) Base de dados: a FIPE coleta informações de transações reais no mercado de usados, considerando a média de preços pagos por compradores em condições típicas de conservação. Isso não representa o preço de venda de uma única unidade, mas sim uma faixa central que reflete o comportamento de mercado para aquela configuração específica, ano e estado de conservação.
2) Ano/modelo: veículos com data de fabricação próxima a 2004 entram em faixas de valor diferentes de modelos mais novos, mesmo dentro da mesma linha. A idade influencia fortemente a depreciação, o custo de manutenção, disponibilidade de peças e o custo de seguro. Em caminhões, a história de uso (quilometragem e tipo de operação) pesará tanto quanto o ano de fabricação no cálculo da referência FIPE.
3) Configuração e equipamento: variações em cabine (duas portas vs. cabines com mais espaço), carroceria instalada, diferenciais de tração, sistemas de freio, presença de itens de conforto e telemática ocupam o espaço de ajuste na precificação. O modelo R-124 GB 420 4×2 NZ 2p, por ser uma configuração específica, tende a ter spreads de preço diferentes de outras variantes da mesma geração.
4) Região e demanda de mercado: demanda regional por caminhões de 4×2 com alto desempenho em longas distâncias pode elevar ou reduzir a referência FIPE, dependendo de fatores locais de atividade econômica, infraestrutura de rodovias, custo de combustível e disponibilidade de mão de obra qualificada para manutenção. Em períodos de maior circulação de frota, a FIPE tende a refletir maior liquidez, o que pode influenciar a faixa de preço de referência.
Ao analisar a FIPE para esse modelo, é essencial comparar com outros caminhões da mesma faixa de peso, idade e configuração similar, para ter uma leitura mais fiel do posicionamento de mercado. Corretores de seguros costumam usar a FIPE para embasar o valor segurável, o que, por sua vez, impacta o prêmio de seguro, a COBERTURA de valor total ou de valor de reposição e as opções de franquia. Embora a FIPE facilite o entendimento público do valor de mercado, cada veículo tem particularidades que podem exigir ajustes com base no estado do veículo, histórico de manutenção, condições da carroceria, previsão de depreciação específica e custo de reposição de componentes.
Para quem negocia a compra ou venda, entender a relação entre FIPE e as características do Scania R-124 GB 420 4×2 NZ 2p ajuda a alinhar expectativas. O valor de referência é um ponto de partida, não uma garantia de preço em negociação. Por isso, ao planejar a aquisição ou venda, vale combinar a leitura da FIPE com inspeção detalhada, laudos de manutenção, verificação de quilometragem e avaliação de itens que agregam ou subtraem valor, como carroceria, estado do motor, sistema de transmissão e a disponibilidade de peças de reposição.
Impacto na prática: seguro, custo total de propriedade e decisões de compra
Quando o FIPE serve como referência para o Scania R-124 GB 420 4×2 NZ 2p, diversas decisões ficam mais bem fundamentadas. Profissionais de seguro costumam usar o valor de referência para estimar o que seria o “valor segurável” do veículo. Esse valor não é apenas uma cifra isolada; ele influencia o prêmio do seguro, o tipo de cobertura recomendado, o valor de reposição ou de indenização e as condições de contratação. Caminhões de longa distância com motor potente, como o R-124, costumam exigir coberturas adicionais, como proteção contra danos causados por terceiros, incêndio, roubo, colisão e eventualmente proteções para a carroceria de carrocerias específicas instaladas, conforme o uso da frota.
Para proprietários e gestores de frota, entender a faixa de valores associada ao modelo também ajuda no planejamento de custos operacionais. O custo de propriedade de um caminhão envolve não apenas o valor de aquisição ou de reposição, mas também despesas com manutenção, peças, óleo e filtros, combustível e recursos de telemetria. Em muitos casos, caminhões com tecnologia de gestão de frota e com rede de assistência bem estabelecida apresentam menor custo total de propriedade ao longo de sua vida útil, mesmo que o valor de tabela inicial seja influenciado por depreciação natural de veículos de idade intermediária.
O Scania R-124 GB 420 4×2 NZ 2p, por sua natureza, tende a ser visto com boa aceitação no mercado de usados, especialmente por frotas que valorizam a confiabilidade, disponibilidade de peças e rede de assistência. A robustez típica de caminhões Scania, associada à capacidade de manter produtividade em operações de longa distância, costuma ser um fator de confiança na hora de estabelecer o seguro, o financiamento e o planejamento de manutenção com cronogramas regulares. A relação entre FIPE, condição do veículo e estratégia de proteção via seguro se reforça como elemento-chave para quem administra uma frota.
Se você está avaliando a compra de um Scania R-124 GB 420 4×2 NZ 2p ou se já possui um deste modelo, vale considerar como a FIPE se encaixa no seu cenário específico. Analise a faixa de valores oferecida pela tabela, compare com a condição do exemplar em questão — quilometragem, histórico de manutenção, peças substituídas, estado da carroceria e do motor — e utilize as informações como base para negociações com vendedores, avaliações de seguro e escolhas de financiamento. A combinação entre dados de mercado, avaliação técnica e estratégia de seguro é o caminho para uma operação mais segura e econômica a longo prazo.
Ao final, manter um olhar atento sobre o histórico de uso do veículo e manter a documentação em dia ajuda a preservar o valor. Em termos de proteção, a escolha de coberturas adequadas, com assistência técnica qualificada, pode fazer a diferença na gestão de riscos, especialmente para caminhões que operam em rotas diferenciadas, com variações de clima, peso de carga e exigências de manutenção de alto nível.
Para quem busca uma orientação prática sobre proteção financeira do seu caminhão, pense em uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação especializada pode contemplar as especificidades do Scania R-124 GB 420 4×2 NZ 2p, alinhando o seguro às particularidades da operação e ao valor de referência da FIPE. Uma cotação personalizada pode facilitar a comparação de opções de cobertura, franquias e condições de atendimento, ajudando a tomar a decisão mais adequada para o seu negócio.
