| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 174.449,00 |
| Fev/26 | R$ 179.845,00 |
| Jan/26 | R$ 180.937,00 |
| Dez/25 | R$ 179.185,00 |
| Nov/25 | R$ 181.005,00 |
| Out/25 | R$ 187.570,00 |
| Set/25 | R$ 181.228,00 |
| Ago/25 | R$ 185.875,00 |
| Jul/25 | R$ 188.684,00 |
| Jun/25 | R$ 192.055,00 |
| Mai/25 | R$ 192.139,00 |
| Abr/25 | R$ 197.066,00 |
Entenda a Tabela FIPE para o Volvo VM 270 4×2 2p (diesel) (E5) 2012
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para veículos usados e semi-novos no Brasil. Ela não é o preço de venda de um carro ou caminhão, mas sim um conjunto de dados que reflete o valor de mercado em determinado período para diferentes versões, anos e configurações. No contexto de seguros, de negociações com concessionárias e de avaliação de sinistros, a FIPE serve como base para calibrar coberturas, calcular a soma segurada e orientar o prêmio de seguro. Quando uma seguradora ou corretora cita o valor de referência, muitas vezes recorre à FIPE para reduzir distorções entre o que o motorista pagou na aquisição e o valor atual de mercadoria, levando em conta o estado do veículo, a depreciação natural e as particularidades da motorização.
Para um veículo específico como o Volvo VM 270 4×2 2p, Diesel Euro 5 (E5) de 2012, o valor indicado pela tabela dependerá de fatores como a configuração da carroceria, a quilometragem, o estado de conservação, a presença de itens de segurança e a documentação regular. No blog técnico de seguros, discutir a FIPE de forma educativa ajuda motoristas, frotistas e corretores a entenderem por que o seguro precisa considerar esse referencial ao propor coberturas, franquias e limites de indenização. A partir do momento em que você sabe onde a FIPE entra, fica mais simples planejar uma proteção que realmente faça sentido para a operação de caminhões como o VM 270.

Antes de mergulhar na ficha técnica, vale destacar que o Volvo VM 270 é uma linha reconhecida em transportes de média e longa distância por sua robustez, capacidade de carga e confiabilidade da marca. A TJ FIPE, a qualidade de rede de assistência da Volvo, a disponibilidade de peças originais e o histórico de sinistros são elementos que se cruzam na hora de compor uma apólice adequada. Em termos práticos, a FIPE ajuda a estimar a soma segurada de forma justa — nem muito acima, nem muito abaixo do valor de mercado — o que favorece tanto o segurado quanto a seguradora, desde que os dados sejam atualizados e contextualizados com a realidade da operação de cada veículo.
Como a FIPE influencia o seguro de caminhões como o VM 270
Conceitualmente, a FIPE é utilizada para estabelecer o valor de referência que embasa a indenização em casos de perda total, sinistros com reconstituição de veículo ou substituição. No caso de caminhões como o VM 270, a composição da soma segurada leva em conta a combinação entre valor de referência FIPE, custo de reposição com peças originais, mão de obra, e eventuais acessórios que integram o conjunto veículo-carroceria. A natureza do veículo – pesado, com uso intensivo, expõe-se a riscos diferentes dos carros de passeio – implica que o seguro de caminhão precisa contemplar coberturas específicas: casco de agregado (valor do veículo), itens de cabine e de carroceria, acessórios de segurança, bem como a andorinha de riscos operacionais, como roubo, colisão, incêndio e danos a terceiros.
É comum que corretores usem a FIPE como referência inicial, especialmente para a soma segurada de caminhões usados, e ajustem esse número levando em conta a quilometragem atual, o estado de conservação, as manutenções preventivas em dia, o histórico de sinistros e a utilização na operação (distribuição, logística de frota, ou transporte de carga especializada). Quando o veículo tem 2012, por exemplo, a depreciação natural tende a ser significativa, mas há nuances importantes: um VM 270 bem mantido, com motor em bom estado e histórico de serviços regular, pode manter um valor de mercado acima de certos patamares esperados para caminhões nessa idade. Por isso, o avaliador de seguro pode considerar não apenas a referência FIPE, mas também o custo de reposição com peças novas, a disponibilidade de equipamentos de segurança modernos e as possibilidades de retrofit que tragam mais valor à soma segurada.
Adicionalmente, vale mencionar que determinados itens podem influenciar o prêmio de seguro de forma indireta, mesmo quando não alteram diretamente o valor FIPE. Crossfones de telemetria, rastreadores de frota, sistemas de frenagem auxiliar, controles de estabilidade e alarmes de proteção podem reduzir o prêmio ao demonstrar menor risco de roubo ou de sinistros graves. Nesse sentido, a Tabela FIPE funciona como uma âncora, mas o seguro de caminhões depende de uma avaliação holística que inclua o perfil operacional, as condições de uso, as categorias de carga, a experiência do motorista e a infraestrutura de suporte da frota.
Ficha Técnica resumida
- Marca: Volvo
- Modelo: VM 270 4×2 2p
- Ano/modelo: 2012
- Motorização: Diesel Euro 5 (E5), 270 cv
A marca Volvo e o universo dos caminhões: trajetória, segurança e inovação
A Volvo é uma marca sueca reconhecida mundialmente no segmento de caminhões e ônibus. Com uma tradição que atravessa décadas, a Volvo iniciou sua jornada no setor ferroviário e evoluiu para a construção de veículos pesados que combinam desempenho confiável, conforto para o motorista e soluções inovadoras de segurança. No Brasil, a presença da Volvo é marcada por uma rede de assistência técnica ampla, disponibilidade de peças originais e uma oferta que atende desde frotas urbanas de distribuição até operações de médio e longo percurso.
Quando falamos de caminhões médios e pesados, a Volvo se destaca pela busca de soluções que reduzam o risco nos trechos de estrada e valorizem a manutenção preventiva. Tecnologias presentes em seus modelos ajudam a melhorar a eficiência de combustível, o controle de estabilidade e a proteção do veículo em diferentes condições de piso e clima. A linha VM, em especial, é voltada para aplicações de distribuição e de atividades que exigem robustez, torque elevado para arrancadas com carga, e versatilidade na configuração de carroceria. A engenharia de torque, a resposta do motor diesel e a transmissão associada a um conjunto de eixos que priorizam a durabilidade são características que costumam influenciar positivamente a percepção de seguro entre frotistas.
Além disso, a Volvo investe em conectividade com soluções de gestão de frota. Sistemas como telemática permitem monitorar desempenho, consumo, comportamento do motorista e até a geolocalização de ativos. Essa camada digital, quando integrada a práticas de manutenção, tende a reduzir o risco de sinistros e, consequentemente, colaborar com condições mais estáveis de prêmio de seguro. Em termos de legado, a Volvo não apenas entrega um desempenho robusto, mas também busca melhorar a vida útil do veículo por meio de peças originais, revisões periódicas e recomendações técnicas de fabricante.
Desempenho, manutenção e custo de propriedade do VM 270 4×2 2p
O Volvo VM 270 4×2 2p de 2012 representa uma configuração reconhecida para atividades de distribuição de médio a longo alcance. Em termos de desempenho, esse conjunto costuma oferecer uma potência expressiva para deslocamento com carga, aliado a uma resposta de torque que facilita arrancadas e deslocamentos com peso considerável. A motorização Diesel Euro 5 (E5) contribui para uma condução relativamente mais limpa para a época, com controles de emissões que atendem a padrões europeus aplicados ao mercado brasileiro nos anos correspondentes. A transmissão, que pode ser manual de 9 velocidades ou uma versão automatizada integrada (I-Shift), oferece opções de gestão de marchas voltadas à economia de combustível e à suavidade em rotas urbanas com paradas frequentes, bem como em estradas com carga constante.
Quanto à economia de combustível, caminhões dessa categoria costumam apresentar variações consideráveis conforme o peso da carga, o tipo de terreno, o clima e o estilo de condução. Em média, a variação de consumo entre operações urbanas de distribuição e rodoviárias de longo trajeto pode oscilar, de forma ampla, entre faixas que refletem a natureza da operação. A manutenção regular é peça-chave para sustentar o desempenho e a vida útil do equipamento. A Volvo, ao longo dos anos, tem investido em redes de serviço e suporte técnico para facilitar a vida do dono de frota, com peças originais, manutenções programadas e campanhas de recall, quando necessárias. A soma disso influencia diretamente o custo de propriedade, pois veículos bem mantidos tendem a apresentar menor probabilidade de falhas graves, menor consumo e maior valor presente no mercado de segunda mão, fatores que determinam o preço de reposição ou de indenização no seguro.
Para quem utiliza o VM 270 em operações de distribuição leve a moderada, a escolha de componentes da carroceria e de acessórios de proteção pode impactar não apenas o desempenho operacional, mas também o custo de seguro. Itens como protetor de chassi, sensores de estacionamento, sistemas de alarme, rastreadores e travas adicionais podem reduzir o risco de roubo e danos, o que costuma se refletir em prêmios mais acessíveis. Por outro lado, a idade do veículo e a necessidade de reposição de peças com maior frequência – especialmente para itens sujeitos a desgaste como freios, pneus e componentes de transmissão – precisam ser consideradas na hora de estimar o custo de propriedade ao longo de toda a vida útil do caminhão.
O que considerar na hora de contratar seguro para o VM 270 4×2 2p
Ao planejar a proteção de um Volvo VM 270, há elementos-chave que influenciam a forma como o seguro é estruturado. Abaixo vão quatro pontos relevantes para orientar a escolha de coberturas e limites, sem cair em excessos nem em lacunas que comprometam a proteção da operação:
- Tipo de operação e carga: considerar se a frota atua com distribuição urbana, rodoviária ou cargas especiais, para definir limites de indenização e coberturas adicionais (carga, equipamentos de terceiros, responsabilidade civil).
- Perfil do motorista e formação: a experiência dos motoristas, a idade e o histórico de sinistros podem impactar o prêmio e a exigência de treinamentos específicos.
- Itens de segurança e telemetria: rastreadores, alarmes, câmeras e sistemas de monitoramento podem reduzir o risco de roubo e orientar ajustes de prêmio em função de comportamento de condução e uso da frota.
- Manutenção regular e documentação em dia: histórico de revisões, ordens de serviço, certificações de manutenção e garantia de peças originais ajudam a manter o veículo com menor probabilidade de sinistro, favorecendo condições de seguro mais estáveis.
É importante lembrar que a FIPE é apenas uma peça do quebra-cabeça na hora de fechar uma apólice. Corretores experientes olham o conjunto completo: idade do veículo, estado de conservação, tipo de uso, quilometragem, histórico de sinistros, e as medidas preventivas já adotadas pela frota. Em muitos casos, uma solução de seguro bem ajustada combina valor de referência FIPE com uma soma segurada que reflete o custo real de reposição do VM 270, levando em conta peças originais, mão de obra e eventual configuração de carroceria. A soma dessas informações resulta em um equilíbrio justo entre proteção e custo, de modo que a proteção contracena com a realidade operacional da frota.
Para quem busca orientação prática sobre o tema, a recomendação é manter a documentação atualizada, investir em itens de segurança adequados e manter um diálogo aberto com a seguradora ou com a corretora. A leitura atenta da tabela FIPE, aliada à avaliação de risco da operação, ajuda a mapear coberturas importantes, como casco, responsabilidade
