| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 7.391,00 |
| Fev/26 | R$ 7.408,00 |
| Jan/26 | R$ 7.425,00 |
| Dez/25 | R$ 7.440,00 |
| Nov/25 | R$ 7.452,00 |
| Out/25 | R$ 7.254,00 |
| Set/25 | R$ 6.901,00 |
| Ago/25 | R$ 6.916,00 |
| Jul/25 | R$ 6.928,00 |
| Jun/25 | R$ 6.935,00 |
| Mai/25 | R$ 6.949,00 |
| Abr/25 | R$ 6.956,00 |
Guia explicativo sobre a Tabela FIPE para o Daihatsu Charade 1994 nas versões TS/TSi e LSi 1.5 16V
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para indicar o valor médio de veículos usados. Ela serve como base para muitos cálculos na área de seguros, venda, compra e indenização por sinistros. Quando falamos de um clássico urbano como o Daihatsu Charade, especialmente nas versões TS/TSi 1.3 e LSi 1.5 16V do ano 1994, compreender como essa tabela se aplica ajuda o corretor de seguros a planejar coberturas adequadas, estabelecer limites de garantia coerentes com o mercado e orientar o cliente sobre custos de proteção ao longo do tempo. Este artigo aborda, de forma educativa, como interpretar a FIPE para esse modelo específico, as particularidades técnicas das versões e as implicações para o seguro, sempre mantendo o foco no contexto de um carro compacto de época que ganhou espaço pela praticidade e pela relação custo-benefício.
Contexto: o Daihatsu Charade e o cenário automotivo brasileiro dos anos 90
Para compreender a Tabela FIPE aplicada ao Charade 1994, é útil situar a marca e o modelo em seu tempo. A Daihatsu, fabricante japonesa com tradição em construir veículos pequenos e econômicos, tornou-se sinônimo de soluções urbanas acessíveis. No Brasil, na década de 1990, o Charade apareceu como uma opção competitiva para quem buscava mobilidade na cidade sem abrir mão de confiabilidade mecânica e manutenção relativamente simples. Modelos como TS, TSi e LSi destacavam-se por oferecer diferentes soluções de motorização dentro de uma mesma linha, mantendo o foco em economia de combustível, espaço interno utilizável e um conjunto de componentes que podia ser reparado com facilidade por oficinas locais. Esse posicionamento é relevante para o seguro porque veículos compactos com mecânica simples costumam ter custos de reposição moderados, mas, por serem mais antigos, podem exigir verificações adicionais de estado geral, histórico de manutenção e condições de preservação ao avaliar o valor de reposição ou indenização em caso de sinistro.

A Tabela FIPE, nesse contexto, funciona como referência padronizada para o valor de mercado do veículo na data de consulta. Vale lembrar que o valor FIPE não é um preço de venda nem uma cotação de seguro; é uma média estatística calculada com base em transações anteriores, condições do veículo, idade, quilometragem e regiões onde as vendas são mais comuns. Em modelos como o Charade, a diferenciação entre versões – TS/TSi com motor 1.3 16V e LSi com motor 1.5 16V – pode ter impacto na avaliação, principalmente quando se considera uma eventual substituição por um veículo com configuração semelhante. Por esse motivo, ao trabalhar com seguradoras, aspectos como a originalidade de componentes, histórico de manutenção, presença de peças originais e de itens de segurança (cintos, freios, sistema elétrico) costumam influenciar na calibragem da proteção oferecida ao veículo.
Ficha Técnica do Daihatsu Charade TS/TSi 1.3/LSi 1.5 16V 1994
A seguir, apresentam-se os elementos-chave da ficha técnica das versões disponíveis no Charade 1994. Vale notar que pequenas variações podem existir entre mercados e séries, mas os tópicos cobrem as características centrais para fins de seguro, manutenção e compreensão de valor pela FIPE.
- Motorização: opções de 1.3 16V (versões TS/TSi) e 1.5 16V (versão LSi), com alimentação a gasolina e disposição de quatro cilindros em linha.
- Transmissão: caixa manual, com número típico de velocidades compatível com o segmento, favorecendo condução urbana simples e manutenção acessível.
- Tipo de carroceria e tração: hatch compacto com tração dianteira, voltado para uso urbano, com configuração voltada a economia de combustível e facilidade de uso diário.
Observação: os valores de potência, torque, peso, dimensões e capacidades variam de acordo com a versão exata, o ano de fabricação dentro da linha 1994 e a configuração de mercado. Para o seguro, o estado geral de conservação, histórico de manutenções, eventuais modificações e a originalidade de peças são fatores que influenciam a avaliação do veículo e a definição de coberturas adequadas. O objetivo desta ficha técnica é fornecer uma referência básica para o entendimento do Charade nesse contexto de avaliação de risco e de valor na FIPE.
História da marca Daihatsu e a presença do Charade no Brasil
A Daihatsu nasceu no Japão em 1907, tornando-se uma das pioneiras no desenvolvimento de carros compactos, principalmente para atender a necessidades urbanas com ênfase em economia, manobrabilidade e baixo custo de manutenção. Ao longo das décadas, a marca consolidou um repertório de modelos que privilegiavam o espaço interno limitado, cerca de motores eficientes e soluções mecânicas simples, características que ajudaram a criar uma reputação de confiabilidade em uso diário. Em muitos mercados asiáticos, europeus e, especialmente, na América Latina, a Daihatsu ficou associada a propostas de mobilidade prática, com foco em consumidores que procuravam custo total de propriedade relativamente baixo.
No contexto brasileiro, o Charade surgiu como uma opção de entrada para quem desejava um carro com boa relação entre consumo e espaço disponível. Durante a década de 1990, com um mercado ainda em constante transformação, o Charade 1994 representou uma alternativa de deslocamento urbano que não exigia grandes recursos para manutenção. A presença da marca no Brasil ajudou a popularizar o conceito de automóveis compactos que combinavam consumo moderado de combustível com facilidade de condução em vias urbanas, características que ainda hoje podem ser consideradas relevantes ao pensar em seguros para veículos com histórico de uso intenso na cidade.
Ao discutir a FIPE para o Charade, vale lembrar que a avaliação de valores tende a refletir não apenas a idade, mas também o estado de conservação. Um exemplar bem cuidado, com manutenção registrada, pode manter um valor de referência mais robusto, o que, por consequência, influencia o custo do seguro e as condições de cobertura. Por outro lado, modelos com histórico de danos, reparos não originais ou peças substituídas podem apresentar variabilidade maior na avaliação de valor. Nesse cenário, a FIPE serve como um balizador para as seguradoras estimarem o risco e a disponibilidade de reposição, alinhando o prêmio com o que o mercado realmente aceita como referência para aquele veículo específico.
Como ler a Tabela FIPE para o Charade 1994 e comparar versões
Interpretar a Tabela FIPE envolve entender que o valor indicado não é um preço fixo, mas uma média que reflete a condição esperada do veículo em determinadas circunstâncias. Para o Daihatsu Charade 1994, as distinções entre as versões TS/TSi 1.3 e LSi 1.5 16V costumam impactar o patamar de cobertura recomendado e o prêmio de seguro por dois caminhos principais: (
