| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 5.241,00 |
| Fev/26 | R$ 5.253,00 |
| Jan/26 | R$ 5.265,00 |
| Dez/25 | R$ 5.276,00 |
| Nov/25 | R$ 5.284,00 |
| Out/25 | R$ 5.297,00 |
| Set/25 | R$ 5.315,00 |
| Ago/25 | R$ 5.327,00 |
| Jul/25 | R$ 5.336,00 |
| Jun/25 | R$ 5.342,00 |
| Mai/25 | R$ 5.353,00 |
| Abr/25 | R$ 5.358,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para o Peugeot 205 CTi Cabriolet 1.4 de 1994
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para embasar a avaliação de mercado de veículos usados. No universo dos seguros, esse índice orienta a definição de valores de referência que influenciam a composição de coberturas, franquias e limites de proteção. Quando falamos do Peugeot 205 CTi Cabriolet 1.4, ano 1994, estamos tratando de um modelo histórico que carrega características únicas: um conversível urbano com personalidade, que mescla estilo francês com a praticidade de uso diário típico de décadas passadas. Neste conteúdo, vamos explorar como a Tabela FIPE trata esse carro, quais elementos compõem sua ficha técnica e de que modo esses dados interferem na avaliação de risco pelas seguradoras.
Peugeot: a marca por trás de um design icônico
A Peugeot é uma fabricante francesa com longa tradição na indústria automotiva europeia. A casa do leão se destacou pelo design que une elegância, ergonomia e inovação tecnológica, buscando combinar prazer ao dirigir com confiabilidade mecânica. O Peugeot 205, em especial, consolidou-se como um marco de identidade para a marca: compacto ágil, com suspensão afinada para mobilidade urbana, e uma linha que valorizava tanto a funcionalidade quanto o gosto pela pilotagem leve. A versão Cabriolet, como o CTi, representa uma aproximação entre o universo esportivo e o dia a dia do motorista que valoriza o prazer de dirigir ao ar livre, mesmo com a limitação de espaço e peso de um conversível. Em termos de percepção de marca, isso é relevante porque seguradoras observam não apenas dados mecânicos, mas também o histórico de percepção de mercado da fabricante e a reputação de confiabilidade associada aos modelos da linha. Em suma, a marca influencia a avaliação de risco ao transmitir uma ideia de qualidade, disponibilidade de peças, facilidade de manutenção e valor de revenda ao longo dos anos.

Ficha Técnica do Peugeot 205 CTi Cabriolet 1.4 (1994)
Abaixo, apresentam-se os aspectos técnicos que costumam compor a ficha de um veículo e que costumam impactar a leitura da FIPE e, por consequência, a avaliação de risco pela seguradora. Para este modelo específico, a combinação de motor, peso e configuração de carroceria contribui para um perfil de uso que costuma exigir atenção especial na hora de escolher coberturas e limites. Abaixo estão quatro itens-chave que compõem a ficha técnica do 205 CTi Cabriolet 1.4:
- Motor: 1.4 litros, 4 cilindros, alimentação por injeção eletrônica multipoint (MPI).
- Potência: aproximadamente 75 cv (DIN) a cerca de 6.000 rpm, com torque próximo de 10 kgf·m a rotações relevantes para uso urbano.
- Transmissão e tração: câmbio manual de 5 velocidades; tração dianteira.
- Peso e dimensões relevantes: carroceria leve para o segmento, com peso em torno de 850–900 kg, o que influencia a relação peso/potência e o comportamento em curvas, bem como o consumo.
É importante notar que pequenas variações podem ocorrer conforme o mercado e o pacote de equipamentos específico de cada carro. Em geral, o 205 CTi Cabriolet 1.4 prioriza funcionalidade, leveza e prazer de condução, características que costumam ser valorizadas em avaliações históricas de mercado, mesmo sem considerar flutuações de preço atual.
A Tabela FIPE e o seguro: como esse referencial é usado na prática
Para as seguradoras, a Tabela FIPE não é apenas uma lista de números. Ela funciona como uma referência consolidada de valor de mercado, construída a partir de negociações reais entre proprietários, seguradoras e corretoras ao longo do tempo. No caso de um Peugeot 205 CTi Cabriolet 1.4 de 1994, o cálculo do prêmio do seguro costuma considerar alguns pilares, entre eles:
Primeiro, o valor de referência. Embora o prêmio final seja resultado de várias variáveis, o valor do bem costuma ter peso significativo; quanto maior o valor de referência, maior a indenização potencial em caso de sinistro e, consequentemente, maior é o risco assumido pela seguradora. Segundo, a idade do veículo e o tempo de uso. Carros com mais de duas décadas costumam exigir avaliações específicas de conservação, histórico de manutenção e condição da carroceria. Terceiro, o perfil de uso: em especial para cabriolets, a finalidade de uso (urbano, turismo, fins de semana) e o padrão de condução influenciam a probabilidade de eventos como avarias em capotes, vandalismo ou desgaste de componentes elétricos do teto retrátil (quando aplicável). Quarto, o histórico de sinistros e a manteração do veículo. Um veículo bem mantido tende a receber condições mais atrativas de prêmio, independentemente do valor de referência, porque o risco é menor aos olhos da seguradora.
Essa aplicação prática mostra que a Tabela FIPE funciona como uma âncora para a precificação, mas não é o único determinante. Cor, quilometragem, estado de conservação da capota, pneus, itens de segurança e histórico de manutenção também entram na equação. Por isso, ao comparar propostas de seguro para o Peugeot 205 CTi Cabriolet 1.4 de 1994, vale observar como cada seguradora integra esses fatores ao longo da leitura de risco.
Fatores que influenciam a cotação para este modelo
Além do valor de referência da FIPE, há variáveis que costumam impactar a percepção de risco e, por consequência, o nível de proteção e o custo do seguro. Abaixo, seguem fatores relevantes para quem possui ou avalia adquirir um 205 CTi Cabriolet 1.4 de 1994:
O carro conversível, por natureza, tende a ter maior exposição a fatores externos. A capota, em especial, representa ponto sensível de manutenção. O estado da capota, a presença de trincas ou vazamentos, bem como a robustez do conjunto de fixação, podem influenciar a avaliação de risco de danos em caso de intempéries. A idade do veículo reforça a necessidade de cuidados com a manutenção original, disponibilidade de peças e histórico de reparos. Veículos com manutenção regular costumam apresentar menor probabilidade de falhas mecânicas, reduzindo a frequência de sinistros e, por consequência, o custo da apólice. A condição da carroceria e da pintura também pesa: corrosões, amassados não reparados ou substituições de componentes podem indicar maior risco de danos graves e impactos na reparabilidade. O perfil do condutor, incluindo idade, tempo de carteira, abstinência de infrações e o histórico de sinistros, é examinado com atenção pela seguradora, pois ele reflete o comportamento de risco que pode se traduzir em sinistros. Por fim, o uso diário versus uso sazonal, bem como a localização geográfica e as condições de circulação (ruas com acúmulo de trânsito, estradas com maior incidência de intempéries), influenciam o histórico de exposições ao risco.
Nenhuma
