Valor FIPE Atual
R$ 112.627,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513081-6
Ano: 2001-3
MêsPreço
Mar/26R$ 112.627,00
Fev/26R$ 112.876,00
Jan/26R$ 113.125,00
Dez/25R$ 109.300,00
Nov/25R$ 109.465,00
Out/25R$ 109.729,00
Set/25R$ 110.082,00
Ago/25R$ 110.314,00
Jul/25R$ 110.491,00
Jun/25R$ 110.602,00
Mai/25R$ 110.824,00
Abr/25R$ 110.924,00

Guia completo para entender a Tabela FIPE aplicada ao Scania T-124 LA 420 4×2 NA 2p Diesel 2001

A Tabela FIPE atua como referência de valores de mercado de veículos no Brasil, servindo como base para diversos processos, incluindo negociações, seguros e avaliações de danos. No universo de veículos pesados, como caminhões e implementos rodoviários, esse referencial ajuda corretores, seguradoras e proprietários a compreender o valor de reposição ou o valor venal de um veículo em determinada idade, configuração e estado de conservação. Quando falamos do Scania T-124 LA 420 4×2 NA 2p Diesel de 2001, a referência FIPE ganha especial relevância para cálculos de seguro, indenizações e revisões de cobertura, sempre considerando que o ajuste final envolve outros elementos técnicos e operacionais do veículo. Abaixo, exploramos como interpretar essa tabela nesse contexto específico, cada seção buscando oferecer clareza para quem atua na gestão de risco de frotas ou em seguros de caminhões.

Visão geral da Tabela FIPE e seu papel no seguro de veículos

A Tabela FIPE, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) da USP, oferece valores médios de mercado para veículos usados e seminovos, levando em conta categorias, anos/modelos e características de cada veículo. Para seguros, esse valor de referência é comumente utilizado para estabelecer a chamada indenização integral ou o valor de reposição, servindo como base inicial para a avaliação de prêmios e coberturas. No caso de caminhões com motor diesel e configurações como o SCANIA T-124 LA 420 4×2 NA 2p, a leitura correta da FIPE envolve, além do ano de fabricação, aspectos como a cabine, o eixo dianteiro e traseiro, o número de portas, o tipo de carroceria e a configuração de tração. Essas variáveis influenciam o custo substitutivo, o que, por consequência, impacta o custo do seguro. Além disso, vale destacar que o valor FIPE não representa o custo de reposição exato no momento da contratação, pois a apólice pode considerar diferentes cenários de depreciação, taxas de reajuste, sinistros históricos, quilometragem atual e condições de uso da frota.

Tabela FIPE SCANIA T-124 LA 420 4×2 NA 2p (diesel) 2001

Para quem administra frotas, compreender a interface entre FIPE e o seguro é essencial. A TIPE pode orientar o orçamento de reposição em caso de perda total, mas não é o único fator: itens como rádio e dispositivos de telemetria, alterações de motor ou carroceria, equipagens especiais para transporte de cargas especiais, bem como o histórico de sinistros, influenciam o valor final da apólice. Em suma, a FIPE oferece um referencial técnico estável, que deve ser interpretado à luz das particularidades do veículo e do uso na operação cotidiana. O Scania T-124 LA 420 4×2, por exemplo, representa uma linha de caminhões pesados com foco em robustez, desempenho de motor e confiabilidade em longas distâncias, o que já contribui para a percepção de risco e, por consequência, para a composição do prêmio de seguro.

Ficha Técnica do Scania T-124 LA 420 4×2 NA 2p Diesel 2001

A seguir, apresentamos uma ficha técnica resumida para o Scania T-124 LA 420 4×2 NA 2p, modelo fabricado por volta de 2001. Importante: essas informações servem como referência prática para leitura da FIPE e avaliação de risco; números exatos podem variar conforme a carroceria, cabine, equipamento adicional e lote de fabricação. Em seguros, dados como cabine, portas e configuração de eixo podem alterar o valor de indenização ou a forma de cobertura adotada pela seguradora.

  • Marca: Scania
  • Modelo: T-124 LA 420 4×2 NA 2p
  • Ano de fabricação/modelo: 2001
  • Categoria: Caminhão pesado, tração 4×2, cabine com 2 portas
  • Tipo de motor: Diesel turboalimentado com injeção direta
  • Cilindrada aproximada: cerca de 12,0 litros
  • Potência máxima: aproximadamente 420 cavalos
  • Torque máximo: em torno de 2.000 a 2.100 Nm
  • Transmissão: tipicamente manual, com múltiplas velocidades (ex.: 12 marchas), dependendo da configuração
  • Tração: 4×2 (duas rodas motrizes traseiras, configuração típica de caminhões com eixo dianteiro não motriz)
  • Cabine: 2 portas, diversas opções de acabamento e conforto, compatíveis com operações de longa distância
  • Transmissão de freio e sistemas de segurança: freios com ABS disponível em muitos conjuntos, opções de controle de tração e sistemas de assistência conforme a versão
  • Tipo de combustível: Diesel
  • Distâncias entre eixos e comprimento total: variáveis conforme a configuração da carroceria e da motorização, com comprimentos ajustados para atender diferentes aplicações de carga
  • Peso bruto total (PBT) e capacidade: dependem da configuração de eixo e da carroceria, com faixas típicas para caminhões de porte similar variando conforme o conjunto
  • Dimensões externas: largura padrão próxima a 2,5 m; altura e comprimento variam com a cabine e com o conjunto tracionado

Notas sobre a ficha técnica: a especificação “LA” costuma indicar uma linha de cabine mais versátil e com foco em conforto para trajetos de média a longa distância. A terminologia “2p” aponta para a configuração de cabine de duas portas. Em 2001, muitos caminhões Scania já vinham com opções de motorização potentes, projetadas para suportar cargas expressivas em rodovias e estradas com trechos de subida. Independentemente da configuração exata, a avaliação de risco para seguros considera o conjunto motor‑transmissão, a cabine, a carroceria, o estado de conservação, a quilometragem e o histórico de sinistros, além de itens adicionais instalados pelo operador logístico.

Sobre a marca Scania

A Scania é uma marca sueca reconhecida mundialmente pela robustez, durabilidade e eficiência de seus caminhões e chassis para transporte de cargas. Ao longo de décadas, a empresa consolidou uma reputação baseada em tecnologia de motorização avançada, sistemas de freio confiáveis, ergonomia de cabine e redes de serviço técnico que promovem disponibilidade operacional das frotas. O portfólio Scania costuma atender desde aplicações leves até caminhões de grande porte para transporte de cargas pesadas, com opções de configuração que se adequam a diferentes rotas, climas e tipos de carga. Em termos de seguros, essa reputação de confiabilidade pode influenciar a percepção de risco pelas seguradoras, impactando positivamente prêmios e condições de cobertura quando comparadas a modelos com histórico de uso menos estável. Além disso, a Scania investe em atualização contínua de componentes, o que facilita a obtenção de peças originais e suporte técnico, contribuindo para a gestão de risco em frotas, manutenção programada e previsões de depreciação conforme o tempo.

A relação entre FIPE e seguro: como entender o impacto na apólice

Ao considerar o Scania T-124 LA 420 4×2 NA 2p diesel de 2001 na Tabela FIPE, é útil entender que o valor referencial serve como referência de mercado para decisões de seguro, mas não é o único determinante do custo da apólice. Seguradoras utilizam o valor FIPE como base de indenização em caso de sinistro total, mas também avaliam fatores como: estado de conservação, histórico de manutenções, quilometragem atual, uso operante (transporte de cargas perigosas, por exemplo), local de operação (áreas com maior risco de roubo/avaria), idade do veículo e perfil de condução. Em frotas, a forma de contratação — se por exemplo com franquias diferenciadas, cobertura para veículo de reserva, ou proteção contra roubo de componentes — pode alterar significativamente o custo do seguro. Além disso, alterações de fábrica ou adaptações de carroceria podem impactar o valor de reposição e, por consequência, a cobertura desejada.

Para proprietários e gestores de frota, entender como a FIPE dialoga com a prática de seguros facilita o alinhamento entre orçamento de proteção e risco operacional. Um veículo com maior probabilidade de ser utilizado de forma intensiva em rodovias ou rotas com demandas de peso pode exigir coberturas adicionais, como seguro para carga específica, proteção contra danos a terceiros e assistência 24h. Logo, a FIPE funciona como um pilar, mas a decisão final sobre a apólice envolve uma avaliação holística do uso, da manutenção e do histórico da frota.

Como a FIPE é usada pelas seguradoras na prática

Na prática, as seguradoras costumam usar o valor FIPE como referência de indenização integral ou como pilar para a estimativa de depreciação em casos de sinistros. Para caminhões velhos, o ajuste pode levar em conta também a depreciação acelerada, a disponibilidade de peças de reposição e o custo de mão de obra. Em paralelo, o histórico de sinistros da frota, o tempo de disponibilidade de substituição de peças, e a presença de ativos de telemetria (para monitoramento de uso e condução) podem tornar a apólice mais robusta ou mais econômica, dependendo da situação. Por isso, é essencial manter um registro de manutenção completo, atualizações técnicas quando aplicável, e um programa de prevenção de danos que reduza a probabilidade de sinistros.

Como ler a Tabela FIPE para fins de seguro de frota

Para quem trabalha com seguros de veículos pesados, a leitura da FIPE exige uma leitura crítica dos dados. Alguns pontos úteis incluem:

  • Verifique a versão específica da FIPE correspondente ao seu veículo (a nota de modelo, versão e ano ajudam a selecionar a linha correta).
  • Observe se o veículo está com cabine e carroceria originais ou se houve modificações que possam alterar o valor de reposição.
  • Considere a idade do veículo e o desgaste natural dos componentes principais (motor, transmissão, componentes de eixo e freios), que influenciam a depreciação e o custo de reposição.
  • Compare o valor FIPE com o custo de reposição de peças originais, bem como com o custo de substituição por um veículo similar na mesma faixa de idade, para ter uma visão mais completa da cobertura adequada.

Essa abordagem ajuda a manter a proteção alinhada com a realidade operacional da frota, evitando tanto subseguro quanto sobreseguro, o que é essencial para a viabilidade financeira da empresa de transportes ao longo do tempo.

Cuidados e dicas para quem tem o Scania T-124 LA 420 4×2 NA 2p

Alguns cuidados práticos ajudam a manter o equilíbrio entre custo de seguro, proteção e disponibilidade operacional do veículo:

  • Avalie regularmente o estado da cabine, motor e transmissão; a manutenção preventiva reduz o risco de sinistros graves que elevariam o prêmio futuro.
  • Documente histórico de manutenções e substituições de peças críticas, como sistemas de freio, suspensão e componentes do motor, para facilitar a avaliação da seguradora.
  • Considere a utilização de dispositivos de telemetria e rastreamento para monitorar padrões de uso, redução de sinistros e melhoria de eficiência — isso costuma impactar positivamente o prêmio em propostas futuras.
  • Esteja atento às alterações regulatórias e de mercado que possam influenciar a depreciação, disponibilidade de peças de reposição e custos de