Valor FIPE Atual
R$ 58.446,00
↓ 0,5% vs mês anterior
FIPE: 004304-4
Ano: 2006-3
MêsPreço
Mar/26R$ 58.446,00
Fev/26R$ 58.740,00
Jan/26R$ 56.381,00
Dez/25R$ 56.828,00
Nov/25R$ 57.114,00
Out/25R$ 57.402,00
Set/25R$ 57.691,00
Ago/25R$ 57.981,00
Jul/25R$ 56.021,00
Jun/25R$ 55.272,00
Mai/25R$ 55.550,00
Abr/25R$ 55.830,00

Avaliação de valor de mercado pela Tabela FIPE para a Chevrolet S10 P-Up Colina 2.8 TDI 4×2/4×4 CD Dies. 2006

Introdução: a finalidade da Tabela FIPE para a S10 Colina 2.8 TDI

Entender a Tabela FIPE é essencial para quem negocia, aciona seguro ou avalia o valor de domínio de uma Chevrolet S10 P-Up Colina equipada com o motor 2.8 TDI Diesel, especialmente nas versões 4×2 e 4×4 com cabine dupla (CD) do ano 2006. A FIPE, Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, mantém uma referência mensal amplamente utilizada no Brasil para a estimativa de preços médios de mercado de veículos usados. Embora a Tabela FIPE não substitua uma avaliação técnica detalhada — que leva em conta condições mecânicas, histórico de manutenção, modificações e quilometragem — ela oferece um parâmetro padronizado que facilita negociações, cálculos de seguro, impostos e avaliações periciais.

Neste artigo, vamos explorar como interpretar os valores da FIPE para as variantes da S10 Colina 2.8 TDI 2006, diferenciando entre 4×2 e 4×4, CD (cabine dupla) e diesel, entender os fatores que influenciam o preço de referência e apresentar orientações práticas para uso na prática cotidiana de compra, venda e contratação de seguros. O foco está na aplicação concreta para este modelo específico, sem perda de visão sobre as particularidades do mercado de usados de picapes médias brasileiras.

Tabela FIPE GM – Chevrolet S10 P-Up Colina 2.8 TDI 4×2/4×4 CD Dies. 2006

Como localizar a versão correta no FIPE para a S10 Colina 2.8 TDI 2006

Para consultar a Tabela FIPE de uma Chevrolet S10 P-Up Colina 2.8 TDI 2006, siga um fluxo lógico de seleção que ajuda a evitar confusões com as inúmeras opções disponíveis no site da FIPE. Vários fatores precisam ser considerados para chegar ao referente adequado:

  • Marca e modelo: inicie pela Chevrolet, buscando a linha S10 P-Up/Colina, que corresponde à família de picapes médias fabricadas pela GM no Brasil.
  • Motorização: o motor 2.8 TDI Diesel é a especificação que distingue essa versão. A FIPE costuma classificar por motor (ex.: 2.8 TDI) para as variantes diesel da S10 Colina.
  • Transmissão e tração: as opções 4×2 e 4×4 podem constar como versões distintas no conjunto FIPE. Identifique se a unidade em questão é 4×2 ou 4×4, pois isso influencia o valor de referência.
  • Carroceria/Configuração: CD (cabine dupla) é uma variante que agrega valor específico na tabela, frente à cabine simples (quando disponível). Confirmar se o veículo é CD ajuda a selecionar o registro correto.
  • Ano/modelo: escolha o ano 2006 (ou o intervalo ao qual o veículo pertence dentro da base FIPE para aquele ano). Em algumas situações, a FIPE pode apresentar variações entre anos-modelo próximos devido a reclassificações ou atualizações de dados.

Ao final do processo de seleção, a FIPE apresentará o valor de referência para aquele conjunto específico. Lembre-se: o valor publicado é uma média ponderada de veículos com características semelhantes, e não um preço fixo de venda. Esse valor serve de referência para mediação entre vendedor e comprador, para cálculo de restituição de seguros, impostos, e para avaliações periciais em processos de garantia ou indenização.

1) Diferenças entre as versões 4×2 e 4×4 na prática da Tabela FIPE

A Chevrolet S10 Colina 2.8 TDI com cabine dupla está disponível em ao menos duas configurações relevantes: 4×2 e 4×4. A diferença de tração exerce impacto direto em várias dimensões do preço de referência, refletindo condições de uso, status de conservação e demanda de mercado.

Principais impactos da variação 4×2 vs 4×4 na FIPE:

  • Desempenho off-road e utilidade: a versão 4×4 é tradicionalmente mais valorizada para quem utiliza a picape em terrenos desafiadores, serviço rural, ou em cidades com terrenos acidentados. Esse uso pode aumentar a procura pela versão 4×4, elevando o valor de referência da FIPE para esse conjunto.
  • Mercado de reposição e disponibilidade de peças: embora a manutenção de ambas as versões esteja bem estabelecida, alguns proprietários preferem a configuração 4×2 pela economia de combustível em uso urbano, o que pode diminuir a demanda por 4×4 em determinadas regiões. O efeito na FIPE depende do equilíbrio entre oferta e demanda locais.
  • Custos de manutenção e seguro: 4×4 tende a ter custos de manutenção um pouco mais elevados, bem como prêmios de seguro que consideram a tração adicional. Esses fatores, por sua vez, refletem na percepção de valor de mercado e, naturalmente, na referência FIPE.
  • Utilização prática: a diferença de tração influencia o tipo de uso que o comprador busca: trabalho em fazenda, transporte de carga em vias não asfaltadas, ou uso predominantemente urbano. O perfil de uso do comprador impacta o que ele está disposto a pagar pela 4×2 ou pela 4×4, mesmo com motor igual e ano semelhante.

É comum observar que a versão 4×4 recebe uma valorização relativa, mas nem sempre o percentual é fixo. A FIPE registra o valor com base em registros de mercado, e variações regionais podem ocorrer. Por isso, ao planejar compra ou venda, é recomendável consultar a tabela atualizada no mês desejado e, se possível, comparar com anúncios locais para calibrar expectativas.

2) O que considerar na leitura de valores da FIPE para a Colina 2.8 TDI CD Diesel

Para interpretar os números da FIPE, é útil entender que o valor de referência é influenciado por uma combinação de características do veículo, a saber:

  • Estado de conservação: unidades bem conservadas, com histórico de manutenção confiável, tendem a ter valores de referência na faixa superior da faixa correspondente à sua versão.
  • Quilometragem: veículos com quilometragem relativamente baixa para a idade costumam manter o valor de referência mais alto, especialmente quando acompanhados de documentação de manutenção e revisões.
  • Histórico de acidentes e reparos: veículos com histórico de colisões graves ou que passaram por reparos significativos podem apresentar ajuste negativo no valor de referência, independentemente do ano-modelo.
  • Equipamentos e opcionais: itens originais, completo conjunto de equipamentos, cabine dupla, ar-condicionado, pacotes de fábrica e acessórios relevantes podem influenciar positivamente o valor FIPE. Modificações não originais ou peças de substituição podem ter efeito variável, dependendo da percepção de compradores e de peritos.
  • Cor e estado de ferrugem: carros com ferrugem visível ou pintura desbotada por falta de cuidados costumam apresentar depreciação maior na avaliação de mercado.
  • Histórico de manutenção: registros de revisões em concessionárias ou em oficinas especializadas ajudam a sustentar um valor de referência mais robusto, pois indicam cuidado e previsibilidade de custos futuros.

Ao comparar a versão 4×2 com a 4×4, vale trazer à tona que o “CD Dies. 2006” indica cabine dupla com motor diesel 2.8 e que pode ter diferenciais de configuração interna que alteram levemente o custo de reposição de peças específicas. A FIPE não distingue itens por tipo de câmbio ou presença de itens específicos de conforto entre as variações de interior, mas sim a combinação geral: ano-modelo, motorização, tração e cabine. Portanto, para decisões de compra e venda, é fundamental cruzar o valor FIPE com uma avaliação independente da condição atual do veículo.

3) Fatores que alteram o valor FIPE da S10 Colina 2.8 TDI 2006

Além dos elementos já citados, outros fatores podem impactar diretamente o valor de referência na Tabela FIPE para esse modelo específico. Abaixo, organizamos os principais pontos com orientação prática:

  • Documentação em dia: documentação do veículo, incluindo nota fiscal de compra, livros de revisões, e ausência de dívidas de financiamento, tende a confirmar a confiabilidade do item e sustentar o valor FIPE.
  • Cor original e composição de peças: cores originais de fábrica costumam ter melhor aceitação no mercado. Trocas de cores ou de componentes estruturais sem justificativa clara podem reduzir o valor de referência.
  • Condição da carroceria: danos de ferrugem, amassados severos, ou necessidade de repintura podem reduzir o valor, mesmo que o motor e a mecânica estejam em boa forma.
  • Conservação mecânica: estado do motor 2.8 TDI, bom funcionamento da transmissão, suspensão e sistema de freios são determinantes. Um histórico de vazamentos, ruídos anormais ou falhas frequentes pode impactar negativamente o valor FIPE.
  • Histórico de revisões e consumo de combustível: a disponibilidade de documentação de revisão e a consistência do consumo de combustível ajudam a sustentar um valor mais estável no tempo.
  • Mercado regional: a demanda por picapes usadas pode variar conforme região. Em áreas com maior uso agrícola ou de trabalho pesado, a demanda por 4×4 pode ser maior, influenciando o valor relativo onde a S10 Colina 2.8 TDI 2006 é mais comum.
  • Seguro e assistência: alguns corretores consideram o valor FIPE como referência para o cálculo de prêmio de seguro. Em regiões com maior risco de sinistralidade, o prêmio pode refletir esse risco adicional, impactando, indiretamente, a percepção de valor do veículo na prática.

4) Como usar a FIPE na prática: venda, compra e seguro

O uso da Tabela FIPE para venda ou compra envolve passos simples, porém estratégicos. Abaixo, descrevemos procedimentos úteis para quem está avaliando uma S10 Colina 2.8 TDI 2006 com 4×2 ou 4×4 CD Diesel:

  • Venda direta: leve o valor FIPE como referência inicial, mas esteja preparado para uma faixa de negociação. Leve em conta a quilometragem, estado de conservação, histórico de manutenção e qualquer diferencial de tração (4×4) que possa justificar ajuste para cima ou para baixo.
  • Compra via anúncio: pesquise anúncios com características similares (ano, motor, cabine, tração) para ter uma leitura de mercado local. Compare o preço pedido com o valor FIPE, levando em consideração o estado e acessórios.
  • Avaliação de seguro: seguradoras costumam usar o valor FIPE como um dos parâmetros para definir o limite de cobertura ou o valor de reconstrução. Um veículo bem mantido pode justificar um prêmio com base no valor FIPE na faixa superior da média.
  • Perícia de sinistro: em caso de acidente, o laudo pode utilizar o valor FIPE para o valor de reposição ou indenização. A documentação de manutenção pode ajudar a sustentar o valor de referência apresentado.
  • Ajuste por estado de conservação: se o veículo apresenta pontos de melhoria após uma revisão recente (substituição de peças críticas, renovação de itens de segurança), esse fator pode ser utilizado para justificar uma elevação na negociação, sempre com base em documentação.

5) Dicas para uma avaliação mais acurada sem depender exclusivamente da FIPE

A Tabela FIPE é uma referência valiosa, mas não substitui uma avaliação técnica. Algumas práticas ajudam a obter uma conclusão mais consistente:

  • Faça uma inspeção detalhada da mecânica: verifique motor, transmissão, sistema de arrefecimento, embreagem e suspensão. Problemas mecânicos impactam fortemente o preço de venda independentemente do valor FIPE.
  • Solicite laudos técnicos: quando possível, peça avaliações de oficinas de confiança. Um laudo que descreve o estado do motor, funcionamento de turbina, estado da turbina ou corrosão pode justificar ajustes de preço relevantes.
  • Considere a manutenção preventiva: histórico de trocas de óleo, filtros, correias, brakes e pneus em bom estado é um indicativo de cuidado com o veículo e pode sustentar o valor de mercado.
  • Atenção à documentação de histórico: notas de serviço, trocas de peças e manuais ajudam a construir uma narrativa de confiabilidade, que costuma refletir positivamente no preço.
  • Pesquise o preço de reposição de itens significativos: substituições como motor, câmbio, caixa de transferência ou transmissão devem ser avaliadas com cuidado, pois afetam não apenas o valor de revenda, mas também os custos de reposição.

6) Casos práticos ilustrativos (hipotéticos) para a S10 Colina 2.8 TDI 2006

Abaixo, apresentamos cenários hipotéticos para esclarecer como diferentes condições afetam a leitura da FIPE e a prática de negociação. Observação: os números apresentados são apenas exemplos para ilustração didática e não correspondem a valores oficiais.

  • Caso A — S10 Colina 2.8 TDI 4×2 CD Diesel, 2006, quilometragem baixa, pintura original, sem ferrugem, manutenção em dia: o valor FIPE tende a ficar no topo da faixa para essa configuração, refletindo bom estado de conservação e baixo desgaste.
  • Caso B — S10 Colina 2.8 TDI 4×4 CD Diesel, 2006, quilometragem moderada, trocas recentes de itens de manutenção, sem sinistros: o valor FIPE pode manter posição competitiva, com leve variação conforme a demanda local pela opção de tração.
  • Caso C — S10 Colina 2.8 TDI 4×2 CD Diesel, 2006, ferrugem em áreas extensas, pintura desbotada, histórico de sinistros menores: o valor FIPE tende a reduzir, refletindo menor atratividade no mercado de usados.
  • Caso D — S10 Colina 2.8 TDI 4×4 CD Diesel, 2006, com modificações não originais significativas (exceto itens funcionais), e documentação de manutenção ausente: pode experimentar desconto adicional na avaliação, pois modifica a percepção de confiabilidade e custo de retorno a estoque.

7) Considerações regionais e sazonalidade de preços

É importante reconhecer que a disponibilidade de dados FIPE e a prática de mercado variam entre regiões e ao longo do tempo. Em áreas onde a demanda por picapes diesel robustas é maior, especialmente para uso agrícola ou de trabalho, o valor de referência da FIPE pode tender a ser um pouco mais alto para versões 4×4, enquanto em centros urbanos com menos necessidade de tração, a diferença entre 4×2 e 4×4 pode se reduzir. Além disso, o ciclo econômico, variações cambiais (em mercados que impactam a cadeia de suprimentos de peças) e as políticas de impostos também podem afetar o comportamento de preço, ainda que a FIPE permaneça como referência padronizada.

8) A importância de alinhar FIPE com o orçamento de seguro e com custos de posse

Para quem está fechando o orçamento de aquisição ou manutenção, alinhar o valor FIPE com o custo de seguro, IPVA e depreciação ao longo do tempo é uma prática inteligente. O prêmio de seguro, por exemplo, pode ser calculado com base no valor de reparação ou na soma segurável, que muitas vezes utiliza o valor FIPE como referência. Entender esse vínculo ajuda a evitar surpresas no momento de renovar a apólice ou de acionar a cobertura após um eventual sinistro.

9) Perguntas frequentes sobre a Tabela FIPE e a S10 Colina 2.8 TDI 2006

  • Como a FIPE determina o valor para a S10 Colina 2.8 TDI 2006?—A FIPE utiliza dados de mercado coletados de anúncios de venda, transações de usados e informações de reposição, agregando-os para formar um valor médio de referência por versão, motor e configuração (4×2, 4×4, CD Diesel).
  • O que é mais importante: FIPE ou preço pedido pelo vendedor?—FIPE oferece uma referência objetiva, útil como base de negociação, mas o preço final deve considerar a condição do veículo, histórico de manutenção e o contexto de mercado local.
  • Posso usar o valor FIPE para seguro de um S10 Colina 2.8 TDI 2006?—Sim, o FIPE é comumente utilizado pela seguradora como um dos parâmetros para o valor segurável e para a definição de prêmios, especialmente quando não há apólice que preveja valor de reposição específico.
  • A FIPE diferencia 4×2 e 4×4?—Sim, a FIPE costuma apresentar valores distintos para cada configuração de tração, refletindo diferenças de utilidade, demanda e custos associados a cada versão.
  • O que fazer se o meu veículo não aparece exatamente como na FIPE?—Nesses casos, selecione a versão mais próxima (por exemplo, 4×2 CD Diesel, 2006) e utilize a faixa de variação apresentada pela FIPE para fins de negociação, sempre com nota de que se trata de uma estimativa.

Conclusão: integrando FIPE, condição prática e proteção do seu investimento

A Tabela FIPE é uma ferramenta indispensável para quem lida com a Chevrolet S10 P-Up Colina 2.8 TDI 4×2/4×4 CD Dies. 2006, pois oferece um marco objetivo para avaliação de valor de mercado, negociação, cálculo de seguro e planejamento financeiro. No entanto, o valor FIPE deve ser interpretado como referência inicial, não como a única base de decisão. A verdadeira avaliação do veículo envolve uma leitura holística: estado da carroceria, integridade mecânica, histórico de manutenção, quilometragem e o contexto do mercado local. Como consequência, ao preparar-se para vender, comprar, ou contratar seguro, utilize o FIPE como ponto de partida e complemente com avaliações técnicas, cotações de seguro e comparações de anúncios regionais.

Para quem busca proteção adequada ao valor estimado pela FIPE e busca uma solução de seguro alinhada ao perfil do veículo, a orientação profissional de um corretor pode ser decisiva. A GT Seguros oferece opções de cobertura que levam em conta o valor de referência da FIPE para veículos usados, com abordagens que contemplam não apenas o preço de reposição, mas também a tranquilidade de garantir a continuidade do seu investimento. Considere entrar em contato com a GT Seguros para explorar as opções de proteção que melhor se ajustem à S10 Colina 2.8 TDI 2006, levando em conta as particularidades da configuração 4×2 ou 4×4 CD Diesel e a sua realidade de uso. A escolha informada, aliada à leitura cuidadosa da FIPE e à avaliação técnica, contribui para uma gestão de aquisição, posse e proteção mais eficiente e segura. Assim, você pode planejar com mais clareza o futuro da sua picape, mantendo o equilíbrio entre custo, valor de mercado e segurança financeira.