Valor FIPE Atual
R$ 9.785,00
↑ 1,2% vs mês anterior
FIPE: 816015-5
Ano: 2012-1
MêsPreço
Mar/26R$ 9.785,00
Fev/26R$ 9.673,00
Jan/26R$ 9.740,00
Dez/25R$ 9.837,00
Nov/25R$ 9.678,00
Out/25R$ 9.526,00
Set/25R$ 9.380,00
Ago/25R$ 9.286,00
Jul/25R$ 9.301,00
Jun/25R$ 9.311,00
Mai/25R$ 9.330,00
Abr/25R$ 9.015,00

Entenda a referência de mercado para Kasinski Comet 250cc e Comet GT 250cc (2012) na Tabela FIPE

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Quando se trata de motos, como a Kasinski Comet 250 e a Comet GT 250cc do ano de 2012, a tabela funciona como um referencial essencial para seguradoras, compradores e revendedores, ajudando a alinhar expectativas sobre o valor de reposição ou de indenização em caso de sinistro. No entanto, é importante entender que a FIPE não representa necessariamente o preço de venda em cada unidade específica. Ela reflete, mês a mês, as variações observadas no mercado, levando em conta fatores como idade do veículo, estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenções e a popularidade de modelos similares. Neste artigo, exploramos como a Tabela FIPE se aplica às duas versões da Kasinski Comet 250cc, quais são as particularidades da ficha técnica, como a marca se posiciona no segmento e de que modo esse arranjo influencia a contratação de seguros. A ideia é oferecer um guia educativo para proprietários, corretores e interessados em seguros, com foco na prática e na leitura correta da referência.

O que é a Tabela FIPE e por que ela é relevante para seguros de motos

A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) utiliza metodologias específicas para compilar preços médios de veículos usados no mercado brasileiro. Entre os fatores que contribuem para esse valor, entram dados de transações reais, condições de uso, disponibilidade de componentes, custos de reposição e a percepção de valor de diferentes versões de um mesmo modelo. Quando uma seguradora calcula o prêmio ou define limites de cobertura, ela costuma recorrer à Tabela FIPE como uma referência objetiva de “valor de mercado”. Esse valor serve para orientar o cálculo de coberturas básicas de casco, de responsabilidade civil facultativa, de itens adicionais, e também para determinar a indenização em caso de perda total. Em resumo, a Tabela FIPE funciona como uma bússola: não dita o preço efetivo de venda de cada moto, mas sinaliza o que, globalmente, o mercado tem pago por modelos semelhantes na faixa etária e de condição parecidas. No caso da Kasinski Comet 250 e da Comet GT 250cc de 2012, a leitura da FIPE envolve considerar as particularidades de cada versão, bem como as variações que ocorreram ao longo de 2012, pois diferentes versões podem ter acabamento, itens de série ou opções que influenciam o valor relativo na tabela.

Tabela FIPE KASINSKI COMET 250cc / COMET GT 250cc 2012

Ficha Técnica Essencial: Kasinski Comet 250 e Comet GT 250 (2012)

A Kasinski lançou, naquela época, modelos voltados para quem buscava a relação entre desempenho, peso e custo-benefício dentro do segmento de 250cc. A seguir, apresentamos uma ficha técnica essencial, destacando os pontos que costumam impactar a avaliação de valor na FIPE e, consequentemente, a comparação com o que as seguradoras consideram ao formar o preço do seguro. Observação importante: as especificações podem variar conforme a versão, país de venda e lote de fabricação; portanto, utilize esses itens como referência geral, conferindo sempre a documentação do seu veículo específico.

  • Deslocamento e motor: 249 cm³, motor 4 tempos, monocilíndrico, com arrefecimento típico da linha 250cc da época.
  • Potência e torque: potência na casa de patamar de aproximadamente 23 a 25 cv (cerca de 17 a 19 kW) a regime elevado; torque máximo em faixa compatível com motos de 250cc, útil para condução urbana e trechos de estrada.
  • Transmissão e câmbio: cinco velocidades, com embreagem multi-disco úmida, típica de motos de uso misto entre cidade e estrada, priorizando sensibilidade de mudança e durabilidade do conjunto.
  • Estrutura, peso e tanque: peso aproximado entre 135 e 145 kg (em condições de fábrica, sujeito a variações de versões e acessórios); capacidade do tanque entre 12 e 13 litros, o que influencia raio de alcance entre abastecimentos e a percepção de desempenho em uso cotidiano.

Essa síntese da ficha técnica reflete características comuns ao conjunto Kasinski Comet 250 e ao irmão GT 250, com ênfase em especificações que costumam ser consideradas pela FIPE e pelas seguradoras no momento de calcular valor de mercado e cobertura de seguro. Vale reforçar que detalhes como freios (discos ou tambores em versões específicas) e a configuração de suspensão podem variar conforme o ano de fabricação, o país de venda e as versões dotadas de itens adicionais. Ao planejar a contratação de seguro, o ideal é confirmar a ficha técnica exata no manual do proprietário ou no certificado de fábrica, para evitar divergências entre o que a FIPE aponta e o que o veículo realmente oferece em termos de componentes e desempenho.

A marca Kasinski: trajetória e posição no segmento de motos 250cc

A Kasinski é uma marca brasileira conhecida por explorar o nicho de motos de entrada e middleweight, buscando oferecer uma relação custo-benefício atrativa para quem está chegando ao universo de duas rodas ou para quem precisa de soluções confiáveis para trajetos diários. Fundada com foco em produção nacional, a Kasinski construiu uma linha que abrange desde 125cc até 300cc, com especial atenção para modelos que combinam design acessível, condução prática e manutenção relativamente simples. No segmento de 250cc, a Comet 250 e a Comet GT 250cc se posicionaram como opções que equilibram desempenho e preço, atraindo usuários que desejam conforto para deslocamentos urbanos, com capacidade de manter velocidades de rodovia de forma estável, sem exigir o orçamento de modelos de alta cilindrada. A trajetória da marca, marcada por parcerias, ajustes de portfólio e reposicionamento estratégico, influencia a percepção de valor no mercado e, consequentemente, a leitura da FIPE. Modelos de marcas nacionais com foco em faixa de entrada costumam ter variações de disponibilidade de peças, rede de assistência técnica e ciclos de atualização que afetam o comportamento de depreciação ao longo dos anos. Em termos de seguro, essa posição de mercado pode se traduzir em cotações mais competitivas em determinadas faixas de idade do veículo, desde que o estado de conservação seja bem acompanhado e haja histórico de manutenção regular.

Como a Tabela FIPE é construída e como ler para o seguro

Para quem atua no mundo de seguros, compreender a construção da FIPE facilita a tomada de decisão na hora de fechar uma apólice. A base de dados considera uma amostra de transações realizadas no mercado, levando em conta condições de venda, descrições técnicas, versões e anos de fabricação. A leitura do valor FIPE para a Kasinski Comet 250 e a Comet GT 250cc de 2012 exige uma visão cuidadosa de alguns pontos-chave:

  • Condição do veículo: a FIPE tende a diferenciar entre condições “na conferência” (em bom estado) e com algum desgaste. Itens como a presença de acessórios, histórico de sinistros, e a quilometragem podem influenciar a percepção de valor, ainda que o valor base da tabela seja uma referência média.
  • Versões e opcionais: diferenças entre versões do mesmo modelo podem impactar o valor FIPE. Modelos com freios de qualidade superior, rodas diferenciadas, painéis de instrumentos mais completos ou carregadores foram vistos refletidos em faixas distintas de valor dentro da mesma linha de 250cc.
  • Atualizações mensais: a FIPE é atualizada periodicamente, com alterações que refletem o comportamento do mercado. Por isso, a assinatura do valor em uma apólice não é fixa por todo o período; avaliações e renegociações podem ocorrer, especialmente em renovações.
  • Propósito da referência: em seguros, o valor FIPE funciona como base para o cálculo de cobertura de casco, indenização em caso de sinistro e limites de responsabilidade civil. É comum que seguradoras adicionem ou ajustem coberturas com base na avaliação de mercado, levando em conta particularidades do modelo, idade do veículo e perfil do condutor.

Ao aplicar a FIPE aos modelos 2012, proprietários devem manter documentação atualizada e registrar o estado atual da moto, incluindo eventuais alterações estéticas, substituição de componentes originais e histórico de manutenções. Isso facilita a validação pela seguradora na hora de solicitar orçamentos ou realizar renovações de apólice. Lembre-se de que a FIPE não é o preço de venda de cada unidade, mas uma referência consolidada que ajuda a estabelecer um piso de cobertura e um patamar de indenização que seja justo para as partes envolvidas.

Boas práticas para quem possui uma Kasinski Comet 250 ou Comet GT 250 (2012) e busca seguro adequado

Para assegurar uma proteção que realmente faça diferença, vale adotar uma série de práticas simples no dia a dia do proprietário. Abaixo estão quatro orientações-chave, pensadas para ajudar a manter o valor de referência da FIPE estável e, ao mesmo tempo, otimizar o custo do seguro:

  • Mantenha a documentação em dia: certifique-se de ter em mãos todos os documentos da moto, comprovantes de manutenção e recibos de troca de peças, quando aplicável. Um histórico organizado facilita a verificação pela seguradora e pode contribuir para condições mais favoráveis na contratação ou na renovação.
  • Invista em manutenção preventiva: revisões periódicas, troca de fluídos, verificação de freios, pneus e iluminação não apenas aumentam a segurança, mas também ajudam a preservar o valor de referência da FIPE, já que o estado de conservação influencia a percepção de mercado.
  • Considere itens de proteção adicionais: alarmes, trava de roda, seguro contra roubo com monitoramento ou rastreador, e acessórios que aumentem a segurança podem impactar positivamente o custo do seguro, reduzindo o risco para a seguradora e, por consequência, o prêmio.
  • Avalie coberturas com base no uso: para quem utiliza a moto na cidade, a cobertura de casco com franquia moderada pode ser suficiente; para quem margeia estradas, vale considerar proteção adicional, como assistência 24 horas, subseção de sinistros e proteção para terceiros.

Em todos os casos, conversar com a GT Seguros — uma parceira na avaliação de coberturas ideais para motos — é uma forma sensata de alinhar o seguro às necessidades reais do proprietário. A leitura cuidadosa da FIPE, combinada com uma ficha técnica clara e uma gestão de riscos adequada, ajuda a construir uma apólice que protege não apenas o bem, mas também o planejamento financeiro diante de imprevistos.

Ao final, vale lembrar que o valor de reposição ou a indenização nos seguros depende de várias variáveis: estado de conservação, quilometragem, histórico de sinistros, e as coberturas contratadas. A FIPE serve como base, mas a decisão sobre o que você realmente paga em prêmio, franquias e limites deve levar em conta o seu perfil de uso, o ambiente em que a moto circula e o que você considera como “proteção adequada” para o seu dia a dia. Com esse conjunto de informações, você estará mais preparado para defender seus interesses na hora de falar com a seguradora, ter uma leitura mais crítica sobre o que a tabela aponta e entender o que realmente é valorizado no mercado no momento da contratação.

Para a tranquilidade da proteção do seu veículo, avalie uma cotação com a GT Seguros.