Valor FIPE Atual
R$ 48.943,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 504040-0
Ano: 1997-3
MêsPreço
Mar/26R$ 48.943,00
Fev/26R$ 49.052,00
Jan/26R$ 49.287,00
Dez/25R$ 50.186,00
Nov/25R$ 50.263,00
Out/25R$ 50.078,00
Set/25R$ 49.844,00
Ago/25R$ 49.950,00
Jul/25R$ 50.032,00
Jun/25R$ 50.083,00
Mai/25R$ 50.184,00
Abr/25R$ 50.231,00

Guia prático sobre a Tabela FIPE para o Ford Cargo 1622 Turbo 2p (diesel) de 1997

Quando se fala em seguros, trocas, negociações de venda ou reajustes, a Tabela FIPE funciona como uma referência comum para veículos usados no Brasil. Para caminhões leves e médios, como o Ford Cargo 1622 Turbo 2p (diesel) de 1997, a tabela oferece uma indicação de valor de reposição e de aquisição no mercado de usados. No entanto, vale lembrar que o valor FIPE é apenas uma base; seguradoras, lojas e compradores costumam considerar variáveis adicionais — estado de conservação, quilômetros rodados, histórico de manutenção, localização geográfica e o uso atual do veículo. Em especial para veículos comerciais mais antigos, como esse Cargo, a interpretação do FIPE exige cuidado para não superestimar ou subestimar a proteção financeira necessária. Este artigo explora a ficha técnica, o papel da FIPE na prática de seguros e como entender melhor o valor de referência para o Ford Cargo 1622 Turbo 2p (diesel) 1997, sempre com foco educativo para quem atua no setor de seguros ou administra frotas de transporte.

Ficha técnica do Ford Cargo 1622 Turbo 2p (diesel) 1997

A ficha técnica de um caminhão nessa faixa etária varia conforme a configuração específica da linha Cargo, o ano de fabricação dentro de 1997 e as opções de chassi e eixo. Abaixo está um conjunto representativo de características que costumam aparecer nessa versão, servindo como referência para avaliações gerais e para orientar cotações de seguro. Observação: dados operacionais podem apresentar variações entre veículos existentes no mercado devido a revisões, alterações de fábrica e condições de uso.

Tabela FIPE FORD CARGO 1622 Turbo 2p (diesel) 1997
  • Motorização: motor diesel turbo em linha, com seis cilindros; deslocamento típico entre 6,6 e 7,0 litros; injeção direta; potência nominal geralmente entre 150 e 190 cv; torque na faixa de aproximadamente 550 a 700 Nm, variando conforme a configuração de eixo e a calibração da turbina.
  • Transmissão: caixa manual de 5 ou 6 marchas, acoplada a um diferencial traseiro projetado para caminhões médios; desenho robusto para suportar cargas da linha Cargo e condições de estrada diversas.
  • Dentreixos, peso e capacidade: peso bruto total (PBT) típico ao redor de 16.000 kg; carga útil depende da configuração de eixo, mas costuma ficar próxima de 9.000 kg em operações padrão; cabine com dois lugares, adequada para uso operacional diário na frota, com espaço básico para o motorista e uma segunda pessoa conforme a configuração.
  • Cabine e chassis: cabine de duas portas (2p) com disposição prática para trabalho de motorista; chassis de quadro rígido, preparado para acomodar caçamba, carroceria de serviço ou baú para diversas aplicações de transporte de carga; tração geralmente traseira (2×4 ou configuração equivalente conforme o eixo traseiro escolhido pela fábrica) para suportar o peso da carga.

Essa lista sintetiza os elementos-chave para compreensão da configuração típica do Ford Cargo 1622 Turbo 2p (diesel) 1997. É comum que cada exemplar tenha adaptações específicas, principalmente se o veículo já passou por recolocação no mercado de usados, seja com caçamba trocada, carroceria de reboque ou ajustes na suspensão. Por isso, ao consultar a FIPE ou ao fechar uma apólice de seguro, é recomendável verificar os documentos originais do veículo, o histórico de manutenção e, se possível, uma vistoria detalhada para confirmar a versão exata e as especificações atuais.

A origem e a tradição da marca Ford no segmento de caminhões

Ford é uma marca com uma longa trajetória no segmento de veículos comerciais no Brasil, especialmente na linha de caminhões. A presença da Ford Caminhões no mercado nacional ganhou relevância ao longo das décadas, com caminhões que passaram a fazer parte de frotas de transportadoras, empresas de logística, indústria e construção. A pontualidade de entrega de peças, a robustez de referências mecânicas herdadas de anos de desenvolvimento e a rede de concessionárias contribuíram para a popularidade de modelos como o Cargo, amplamente utilizado para operações de transporte de carga em diferentes portes. O Cargo se destacou pela versatilidade: versões simples de cabine, cabines com conforto adicional, e diferentes configurações de eixo permitiam adequar-se a trajetos urbanos, rodoviários e acordos de frota com diferentes pesos máximos permitidos. Essa versatilidade é uma característica frequentemente associada à identidade da linha Cargo: robustez, facilidade de manutenção e adaptabilidade a diversas demandas logísticas.

Além da presença histórica em várias regiões do país, a Ford investiu em redes de assistência técnica, disponibilidade de peças e treinamento de equipes de apoio. Na prática, isso se traduz em maior segurança de consumo para empresas que dependem de caminhões para cumprir prazos, manter a operação de entrega ou atender a contratos com exigências de carga. Ao pensar na FIPE e no seguro, a relação entre marca, tradição e rede de suporte técnico costuma influenciar não apenas o preço de aquisição, mas também o custo de manutenção preventiva ao longo dos anos — fatores que, por sua vez, impactam a avaliação de risco na seguradora. Em suma, a Ford, com a linha Cargo, consolidou-se como uma opção reconhecida no mercado de caminhões usados, especialmente para frotas que buscam operacionalidade confiável com custo de manutenção previsível quando bem cuidado.

Como a FIPE funciona para caminhões usados

A Tabela FIPE, gerenciada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), compila valores médios de veículos usados com base em transações reais reportadas pelo mercado. Para caminhões como o Ford Cargo 1622 Turbo 2p (diesel) 1997, a FIPE oferece uma referência mensal que ajuda proprietários, concessionárias e seguradoras a alinhar expectativas de valor e indenização. A metodologia envolve consolidar dados de venda, verificação de documentos, estado de conservação, histórico de uso e, conforme o caso, a região geográfica de venda. A tabela, portanto, não é um preço fixo, mas sim um valor médio de mercado que funciona como referência institucional para operações de licitação, seguro, venda e avaliação de ativos. Entre os fatores que podem influenciar a variação FIPE estão: a idade do veículo, o kilometraje, a condição da mecânica e da carroceria, o estado de conservação e as alterações de configuração que o veículo tenha recebido ao longo dos anos. Além disso, veículos comerciais com finalidades específicas (carga pesada, aluguel, fretamento regional) podem sofrer ajustes de valor de acordo com o tipo de uso documentado pela frota. Quando utilizamos a FIPE em apólices de seguro, o objetivo é ter uma base neutra que facilite a precificação de indenização, a definição de franquias e a escolha de coberturas adequadas ao risco.

Para entender o peso dessa referência, é útil mencionar que seguros costumam exigir uma estimativa de valor atual que leve em conta depreciação natural, desgaste de componentes críticos (motor, transmissão, sistema de freios), e a atualidade da configuração da cabine e do chassi. Em caminhões com poucas profissionais de manutenção, ou com histórico de sinistros, as seguradoras podem aplicar prêmios ajustados para refletir o risco adicional. Por outro lado, frotas bem mantidas, com manuais de serviço atualizados, inspeções periódicas e registro de substituições de componentes, tendem a apresentar prêmios estáveis e previsíveis. Em resumo, a FIPE funciona como uma bússola de referência para orientar a negociação entre comprador, vendedor, seguradora e prestadores de serviço, mas a avaliação final do valor de seguro tende a incorporar uma análise holística do estado real do veículo no momento da cotação.

Impacto no seguro e dicas de proteção para o Ford Cargo 1622 Turbo 2p

Ao planejar o seguro de um caminhão clássico ou de uso moderado como o Ford Cargo 1622 Turbo 2p (diesel) 1997, é essencial reconhecer que o valor de referência da FIPE é apenas o ponto de partida. Abaixo estão diretrizes práticas para quem atua com seguros de frotas, corretores ou proprietários, sem entrar em números de preço específicos, apenas com orientações sobre como pensar em proteção e custos operacionais:

  • Use o valor FIPE como base, mas considere uma avaliação adicional por vistoria: muitos seguros aceitam o valor FIPE, desde que haja laudos técnicos que atestem a condição do veículo, incluindo mecânica, pneus, freios e chapa/carabina.
  • Documente a manutenção de forma organizada: históricos de serviços, trocas de peças críticas e registros de revisões ajudam a demonstrar cuidado com o veículo, o que pode influenciar positivamente o prêmio.
  • Defina coberturas compatíveis com o uso: para caminhões comerciais, as coberturas comuns incluem incêndio, roubo/furto, colisão, danos a terceiros e quebra acidental; avalie a necessidade de assistência 24h, carro reserva e proteção de carga conforme a atividade da frota.
  • Considere fatores operacionais ao calibrar o seguro: ambientes de operação (cidade, rodovias, frete regional), padrões de velocidade, rotas de entrega, e a necessidade de peças de reposição próximas, que podem impactar o custo de seguro devido ao risco de quebra ou atraso.

Para frotas com esse perfil, vale a pena manter uma relação próxima com o corretor de seguros, atualizar periodicamente o cadastro da frota e revisar anualmente as coberturas, levando em conta mudanças de operação e de valor de reposição. Além disso, adote medidas preventivas de proteção, como estacionar em áreas seguras, manter alarme e rastreador, e realizar inspeções de segurança periódicas para reduzir o risco de sinistros. Lembre-se de que a estabilidade de uma frota depende não apenas de um veículo isolado, mas da gestão integrada de todos os ativos que compõem o conjunto de transportes da empresa.

Se você está avaliando a proteção para o Ford Cargo 1622 Turbo 2p (diesel) 1997, a possibilidade de uma cotação com a GT Seguros pode trazer opções personalizadas de acordo com o perfil da operação, o histórico da frota e o uso específico do veículo. Uma avaliação especializada pode refletir melhor as necessidades da sua empresa e colaborar para uma cobertura alinhada com os riscos reais da operação.

Em síntese, a Tabela FIPE para o Ford Cargo 1622 Turbo 2p (diesel) de 1997 é uma ferramenta valiosa para entender o valor de reposição relativo e a tendência de mercado de caminhões usados. Ela ajuda corretores e compradores a negociarem com maior transparência, oferecendo uma referência objetiva para precificação de seguros, venda e avaliação de ativos. Contudo, para quem administra uma frota ou realiza cotação, é fundamental considerar o estado do veículo, o histórico de manutenção, o uso pretendido e as variantes de cada exemplar. A combinação dessas informações com a base FIPE resulta em decisões mais seguras e mais alinhadas ao objetivo da proteção financeira de ativos logísticos com o Ford Cargo 1622 Turbo 2p (diesel) 1997.

Para facilitar sua decisão, não hesite em buscar uma cotação com a GT Seguros. Eles podem oferecer opções personalizadas que acompanham o ritmo da sua operação e ajudam a manter a frota protegida com soluções adequadas ao seu orçamento.