Valor FIPE Atual
R$ 208.471,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 506090-7
Ano: 2017-3
MêsPreço
Mar/26R$ 208.471,00
Fev/26R$ 208.931,00
Jan/26R$ 209.392,00
Dez/25R$ 209.791,00
Nov/25R$ 210.107,00
Out/25R$ 211.163,00
Set/25R$ 212.225,00
Ago/25R$ 212.672,00
Jul/25R$ 213.741,00
Jun/25R$ 214.816,00
Mai/25R$ 215.896,00
Abr/25R$ 217.453,00

Contexto da Tabela FIPE para o Iveco TECTOR 240E28 6×2 2p (diesel) E5, ano 2017

Este artigo aborda a relação entre a Tabela FIPE e o veículo Iveco Tector 240E28, configurado em 6×2 2p, ano de fabricação 2017, com motor diesel Euro 5 (E5). Em seguros de veículos pesados como caminhões de distribuição, construção e serviços, a Tabela FIPE funciona como referência de mercado para depuração de valor, base de cobertura e cálculo de prêmios. Entender o que a FIPE representa, quais limites ela possui e como é aplicada no universo específico de caminhões é fundamental para quem precisa escolher coberturas adequadas, vigentes e economicamente eficientes. A FIPE não determina o preço de venda do caminhão usado em uma transação particular, mas oferece um patamar de referência ao setor de seguros e ao comércio de usados. A partir dessa base, seguradoras ajustam a soma segurada, a depreciação e, por consequência, o prêmio mensal ou anual.

Ficha técnica resumida do Iveco Tector 240E28 (2017)

Abaixo, apresentamos itens-chave da ficha técnica deste modelo, de forma objetiva para facilitar a avaliação de seguro e a leitura de valores de referência pela FIPE. Observa-se que a configuração específica pode sofrer variações conforme o país, a versão de fábrica, a lista de opcionais e o histórico de manutenção. A informação aqui reunida visa apoiar a compreensão do peso de cada elemento no cálculo de cobertura e depreciação, sem substituir qualquer ficha técnica oficial ou o atendimento de uma corretora.

Tabela FIPE IVECO TECTOR 240E28 6×2 2p (dies.)(E5) 2017
  • Motor: Cursor 9, diesel, 8,9 litros de deslocamento, potência nominal em torno de 240 cv.
  • Torque: aproximadamente 900 Nm, com bom regime de torque para operação de carga/descarga e deslocamento em trechos com aclives.
  • Conjunto de transmissão e tração: configuração 6×2, com três eixos, sendo o eixo auxiliar possivelmente com artigução para facilitar manobrabilidade e distribuição de peso em diferentes cenários de carga.
  • Emissões: Euro 5 (E5), atendendo a padrões de controle de emissões vigentes na época de fabricação e nos mercados onde o veículo é utilizado.

Como referência adicional, o GVWR típico desta configuração costuma situar-se próximo a 28.000 kg, o que confere ao conjunto capacidade compatível com operações de médio a pesado, incluindo distribuição de carga em ambientes urbanos e rodoviários. Embora cada unidade possa apresentar variações de acordo com a carroceria, o conjunto de suspensão, o tipo de eixo auxiliar e o peso de equipamentos adicionais, o valor de referência para a Tabela FIPE tende a manter-se alinhado com esse patamar, sendo importante considerar também a quilometragem, o estado geral de conservação e o histórico de manutenção na hora de ajustar o valor de reposição ou o valor de mercado para fins de seguro.

A marca Iveco e a linha Tector

A Iveco, marca italiana de veículos comerciais fundada em 1975, consolidou-se ao longo de décadas como referência na indústria de caminhões leves, médios e pesados, com presença global e forte rede de assistência técnica. A linha Tector, especialmente nos segmentos de média e pesada, representa o esforço da Iveco em combinar robustez, eficiência e confiabilidade para operações comerciais que demandam disponibilidade e custo de operação contido. O Tector é conhecido por sua versatilidade de configuração, o que permite adaptar o veículo para atividades como entrega de mercadorias, transporte de cargas em canteiros de obras, serviços públicos, construção civil e logística de última milha em áreas urbanas com restrições de peso e manobrabilidade.

Ao considerar a Tector 240E28 6×2 2p, o conceito de marca ganha relevância na hora de avaliar não apenas a depreciação, mas também o custo de manutenção, o tempo de disponibilidade da frota e a rede de assistência. A Iveco investe em motores com eficiência de consumo, soluções de transmissão que buscam equilíbrio entre desempenho e conforto do motorista, além de componentes estruturais que asseguram durabilidade em aplicações com cargas moderadas a pesadas. Em termos de seguro, uma marca com histórico consolidado costuma favorecer uma percepção de risco estável por parte das seguradoras, desde que o veículo esteja bem mantido, com documentação em dia e histórico de sinistros baixo. Esse panorama não substitui a necessidade de avaliação individual de cada unidade, mas oferece um referencial positivo ao planejar a proteção veicular.

Como a Tabela FIPE influencia o seguro de caminhões

A Tabela FIPE funciona como uma referência comum para estimar valor de mercado de veículos usados no Brasil. No contexto de seguros de caminhões, esse valor de referência alimenta diversos componentes do contrato, incluindo a soma segurada, a forma de indenização (parcial ou total em caso de sinistro), a depreciação anual aplicada ao veículo, bem como a determinação de coberturas adicionais como assistência 24 horas, cobertura de acessórios, truck cargo e danos de terceiros. Em termos práticos, o valor FIPE costuma ser utilizado como base para o “valor venal” ou “valor de mercado” do caminhão na assinatura de apólices de seguro contra colisões, incêndio, roubo e danos a terceiros.

É relevante notar que o valor FIPE não é imutável nem representa exatamente o preço pago na transação entre comprador e vendedor. O mercado de caminhões envolve fatores específicos que influenciam o valor, como:
– Quilometragem acumulada e utilização (uso urbano, rodoviário, misto);
– Condições de desgaste de motor, transmissão, suspensão e sistemas de freios;
– Histórico de sinistros, reparos significativos e manutenção preventiva;
– O estado da carroceria, cabine e acessórios de proteção;
– Configuração de eixo, cabine, tipologia de caçamba ou plataforma e a presença de itens adicionais (aros, esteiras, sistemas de telemetria etc.).

Esses elementos podem fazer com que o valor FIPE sirva como referência, mas a apólice de seguro utilize ajustes para refletir a realidade do veículo específico avaliado pela seguradora, inclusive com avaliações independentes, quando necessário. Além disso, é comum que seguradoras considerem variações regionais de preço e o tipo de uso (período de inatividade, rotas de transporte, etc.) ao definir o prêmio final. Portanto, compreender o papel da FIPE ajuda o proprietário e o corretor a negociar uma cobertura com valores mais condizentes com a realidade de uso, reduzindo surpresas no momento de um sinistro.

Outro ponto importante é a periodicidade de atualização da FIPE. O mercado de caminhões muda com o tempo, e a FIPE atualiza seus valores mensalmente para refletir a evolução de preços de mercado. Por isso, é comum que seguradoras reavaliem a cobertura ao renovar a apólice, levando em conta a atualização mais recente da tabela. Essa prática assegura que o valor segurado permaneça alinhado com o preço de mercado de caminhões semelhantes naquele momento, o que contribui para uma proteção mais adequada e sem lacunas.

Para entender de forma prática, pense na FIPE como um referencial do que o mercado paga ou aceitará pagar no momento da venda de um veículo semelhante. Quando você contrata ou renova um seguro, essa referência orienta a determinação de quanto a seguradora deve pagar em caso de perda total ou de indenização parcial, bem como a base para a depreciação anual. No entanto, a FIPE não é o único fator. O estado específico do caminhão, a quilometragem, o histórico de manutenção e as coberturas contratadas também influenciam diretamente o custo do seguro. Em resumo, a FIPE serve como uma âncora confiável para a avaliação de valor, mas o prêmio é resultado de uma combinação de fatores que refletem as particularidades de cada unidade.

Considerações para a cotação com a GT Seguros

Para quem opera um Iveco Tector 240E28 6×2 2p e busca proteção adequada, a cotação de seguro deve considerar não apenas o valor FIPE, mas também a realidade operacional da frota. O objetivo é obter coberturas que protejam ativos, motor e carga, sem custos desnecessários. Um guia útil para esse processo envolve:

– Analisar o valor de mercado do veículo com base na FIPE, levando em conta a versão 2017, a configuração 6×2 e o estado atual;

– Considerar a necessidade de cobertura de danos a terceiros, colisões, incêndio, roubo e danos a carga, ajustando as coberturas conforme o tipo de operação;

– Examinar a possibilidade de incluir serviços adicionais, como guincho, assistência em viagem, carro reserva ou extensão de garantia de componentes críticos;

– Avaliar as opções de franquias e a relação prêmio de cobertura versus valor segurado, para evitar pagamentos desnecessários no dia a dia da frota.

Ao planejar a proteção do seu caminhão, vale conversar com profissionais que entendam as particularidades do setor de transportes, com especial destaque para o uso de tabelas de referência como a FIPE e para a avaliação de depreciação conforme o estado de conservação do veículo. Os especialistas da GT Seguros costumam oferecer orientações personalizadas, alinhando as coberturas com as necessidades operacionais da sua transportadora, seminarizando a proteção para que a gestão de riscos seja eficiente e economicamente viável.

O que diferencia uma cotação bem-estruturada está, entre outros fatores, na clareza sobre como cada item afeta o prêmio. Por exemplo, dois caminhões com o mesmo ano e modelo podem ter prêmios diferentes se um estiver com quilometragem muito acima da média, se a cabine sofreram danos anteriores ou se a configuração de eixo e de carroceria for distinta. Por isso, a documentação precisa, o histórico de manutenção regular e o detalhamento da operação são ativos importantes na hora de obter uma cotação fiel ao cenário real.

Se você busca uma avaliação que leve em conta o