| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 83.849,00 |
| Fev/26 | R$ 84.271,00 |
| Jan/26 | R$ 84.695,00 |
| Dez/25 | R$ 83.189,00 |
| Nov/25 | R$ 83.608,00 |
| Out/25 | R$ 82.927,00 |
| Set/25 | R$ 83.344,00 |
| Ago/25 | R$ 83.763,00 |
| Jul/25 | R$ 80.931,00 |
| Jun/25 | R$ 81.338,00 |
| Mai/25 | R$ 81.747,00 |
| Abr/25 | R$ 80.208,00 |
Visão detalhada da Tabela FIPE para a Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Mec. 2010 e seus impactos no seguro
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado de seguros de automóveis para estimar o valor de mercado de veículos usados. Ela funciona como um referencial público que agrega dados de observação de negociação de carros semelhantes na praça, ajudando seguradoras, corretores e clientes a compreenderem qual seria o valor de reposição ou indenização em diferentes cenários. Para quem atua na área de corretagem de seguros, entender como a FIPE se aplica a modelos específicos é essencial: isso evita surpresas na hora de acionar uma cobertura e ajuda a calibrar o prêmio com mais realismo. Neste artigo, exploramos a Tabela FIPE no contexto da Toyota Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Mec. 2010, destacando a ficha técnica, as peculiaridades da marca e os principais pontos que influenciam a escolha de coberturas e o cálculo do seguro.
Ficha técnica resumida da Toyota Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Mec. 2010
- Motor: 2.7 L,4 cilindros, 16V, alimentação gasolina/flex; potência estimada em torno de 160 cv; torque próximo a 25 kgf.m.
- Câmbio e tração: câmbio manual de 5 velocidades; tração 4×2; cabine dupla (CD); carroceria pick-up média.
- Dimensões e massa: comprimento entre 5,1 a 5,2 m; largura próxima de 1,8 m; altura em torno de 1,7 a 1,8 m; entre-eixos por volta de 3,0 m; peso em ordem de marcha estimado entre 1,5 e 1,7 t.
- Capacidade de carga e combustível: payload típico entre 700 e 800 kg; tanque de combustível com capacidade de cerca de 70 a 80 litros; capacidade de reboque aproximadamente entre 1,0 e 1,8 t.
Observação sobre a ficha técnica: os valores apresentados são estimativas com base no conjunto comum da geração da Hilux 2010 disponível no mercado brasileiro para o modelo CD SR 4×2 com motor 2.7 16V/2.7 flex e transmissão mecânica. Pequenas variações podem ocorrer conforme subversões, configuração de fábrica e país de montagem. Em qualquer caso, esses dados ajudam a entender o perfil do veículo e a orientar a leitura da Tabela FIPE, bem como a escolha de coberturas de seguro mais alinhadas com o uso real do carro.

Sobre a marca Toyota
A Toyota consolidou-se globalmente como uma referência em confiabilidade, durabilidade e custo total de propriedade. A Hilux, em particular, é reconhecida como uma utilidade robusta, capaz de enfrentar condições desafiadoras de trabalho, tráfego urbano e longas jornadas em estradas. A relação entre robustez mecânica, manutenção previsível e reconhecida disponibilidade de peças de reposição faz da Hilux uma opção popular entre pequenos empresários, profissionais autônomos e famílias que utilizam o veículo tanto para lazer quanto para atividades profissionais. No Brasil, a presença da Toyota no segmento de pickups reforça a credibilidade da marca e a confiança de consumidores que valorizam assistência técnica qualificada, rede de concessionárias e apoio em situações de sinistro. Esses atributos influenciam, direta ou indiretamente, o custo do seguro, já que sinistros e custos de reparo costumam ser avaliados com base na disponibilidade de peças originais e na facilidade de manutenção.
Além disso, a filosofia de qualidade da Toyota se traduz em componentes que costumam manter um nível de desempenho estável ao longo do tempo. Em termos de seguro, esse fator se reflete na previsibilidade de custo de reposição de peças e na confiança na durabilidade do veículo, dois elementos que as seguradoras consideram quando definem o valor segurado, margens de depreciação e cenários de sinistralidade para modelos específicos. A Hilux, com seu histórico de uso prático e confiável, é vista como uma opção com perfil de risco moderado a relativamente estável, dependendo do histórico do veículo, manutenção e uso pretendido pelo segurado.
Importância da Tabela FIPE para o seguro
Para o segurado e para o corretor, a FIPE funciona como um norte para diversas decisões. Abaixo, destacamos os principais pontos sobre como essa tabela influencia o seguro da Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Mec. 2010:
- Valor de referência: a FIPE fornece um valor de referência que serve para calibrar o “valor do veículo” usado na apólice, influenciando o montante de cobertura contratado e a base de cálculo de indenização em caso de dano total ou roubo.
- Depreciação e reposição: a idade do veículo afeta a depreciação no momento de uma indenização. Veículos mais antigos tendem a ter depreciação maior, o que pode impactar o valor de reposição do modelo na prática de seguro.
- Customizações e estado de conservação: itens adicionais (roda, pneus, acessórios) e o estado de conservação podem divergir do valor básico da FIPE. Em cenários de sinistro, a seguradora avalia se houve alterações que elevem ou reduzam o valor de reposição correspondente ao modelo da FIPE.
- Variações regionais e de uso: a FIPE reflete mercado nacional, mas variações regionais e padrões de uso (particular, frete, serviço) podem influenciar o prêmio. A contratação de coberturas adicionais, como proteção veicular para roubo/furto ou assistência 24h, pode contemplar o cenário específico de cada região.
Compreender essas nuances ajuda o cliente a alinhar a cobertura ao uso real do veículo, evitando tanto excesso de prêmio quanto lacunas de proteção. A Tabela FIPE não é o único fator determinante para o preço do seguro, mas é um componente central na construção do preço justo e da indenização adequada, especialmente para modelos consolidados como a Hilux 2010.
Fatores práticos para segurado da Hilux 2010
Ao planejar o seguro de uma Hilux CD SR 4×2 2010, alguns pontos práticos podem influenciar o custo, a tranquilidade na utilização diária e a eventual indenização. Abaixo, destacamos quatro fatores que costumam ter impacto relevante:
- Histórico de manutenção: manter o histórico de revisões em dia, com registro de serviço e peças originais, tende a favorecer condições de garantia e pode influenciar positivamente o prêmio, ao sinalizar menor probabilidade de falhas graves.
- Uso do veículo: veículos usados para atividades profissionais ou transporte de carga podem ter maiores índices de desgaste ou maior risco de sinistro; descreva com clareza o uso pretendido na apólice para que
