| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 9.417,00 |
| Fev/26 | R$ 9.324,00 |
| Jan/26 | R$ 9.232,00 |
| Dez/25 | R$ 9.279,00 |
| Nov/25 | R$ 9.326,00 |
| Out/25 | R$ 9.373,00 |
| Set/25 | R$ 9.421,00 |
| Ago/25 | R$ 9.469,00 |
| Jul/25 | R$ 9.517,00 |
| Jun/25 | R$ 9.565,00 |
| Mai/25 | R$ 9.471,00 |
| Abr/25 | R$ 9.519,00 |
Chrysler Stratus LE 2.0 1996: entendendo a Tabela FIPE e o perfil técnico para seguros
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada por seguradoras, concessionárias e compradores para estimar o valor de mercado de um veículo em determinado período. Quando o tema envolve modelos mais antigos, como o Chrysler Stratus LE 2.0 do ano 1996, a leitura da tabela ganha ainda mais importância prática para o universo de seguros: ela orienta o esforço de avaliação, influência a forma como a soma segurável é definida e, consequentemente, pode impactar o custo de apólices e as coberturas recomendadas. Este artigo explora, de forma educativa, como interpretar a Tabela FIPE para esse modelo específico, além de apresentar uma ficha técnica clara, um olhar sobre a marca Chrysler e recomendações úteis para quem busca proteger um carro dessa geração. Tudo isso com foco educativo para quem atua na área de seguros, bem como para proprietários interessados em compreender os fundamentos da avaliação de risco e de valor de reposição.
Ficha técnica do Chrysler Stratus LE 2.0 1996
Abaixo está uma síntese objetiva daquilo que envolve o Stratus LE 2.0, versão emblemática do sedã de segmento médio que circulava no Brasil e em outros mercados na década de 1990. A ficha técnica aqui apresentada utiliza informações típicas da configuração dessa geração, com números que costumam variar conforme o veículo específico, o mercado e a calibração de fábrica. Consulte o manual do exemplar em mãos e o histórico de serviço para dados exatos da unidade de interesse.

- Motor: 2.0 L inline-4, aspirado naturalmente; alimentação a gasolina; potência estimada entre 120 e 130 cv; torque estimado entre 16 e 18 kgf.m.
- Transmissão e tração: opções manuais de 5 velocidades ou automática de 4 velocidades; tração dianteira (FWD).
- Dimensões e capacidades: comprimento aproximado de 4,6 metros; largura por volta de 1,75 metro; altura próxima a 1,40 metro; entre-eixos entre 2,60 e 2,70 metros; peso estimado entre 1.250 e 1.300 kg; tanque de combustível com capacidade em torno de 60 litros; porta-malas na faixa de 400 a 450 litros.
- Equipamentos relevantes: freios a disco nas quatro rodas com ABS opcional em versões mais equipadas; configuração de suspensão típica de sedan médio dos anos 90; rodas com aro geralmente entre 14 e 15 pol; banco dianteiro com ajustes manuais, centralização de comandos do rádio e climatização simples para aquela época.
Observação: valores de potência, torque, peso e dimensões são estimativas que refletem a faixa comum desta configuração. Pequenas variações podem ocorrer entre unidades, mercados e anos-modelo. Para qualquer avaliação de seguro, o ideal é cruzar a ficha técnica com a documentação da unidade específica e, se possível, com a leitura do painel eletrônico ou do certificado de inspeção do veículo.
Sobre a marca Chrysler e o contexto do Stratus
A marca Chrysler tem uma história centenária no cenário automotivo global. Fundada originalmente para atender a uma demanda de automóveis de passageiros com foco em conforto, tecnologia e imagem de confiabilidade, a Chrysler promoveu ao longo de sua existência uma linha diversificada que incluía sedãs elegantes, minivans utilitárias e modelos esportivos. Nos anos 1990, quando o Stratus LE 2.0 foi lançado, a marca buscava consolidar-se como uma opção de mobilidade prática para famílias e equipes de trabalho, oferecendo um equilíbrio entre espaço interno, conforto de condução e desempenho adequado para uso urbano e viagens curtas. O Stratus, nesse contexto, foi apresentado como um sedã de porte médio que pretendia atender a quem buscava uma alternativa aos modelos então dominantes no segmento, com foco em acabamento, conforto e uma proposta de confiabilidade recorrente do portfólio da época.
Na prática, a presença da Chrysler no Brasil e em muitos mercados latino-americanos durante aquela década foi marcada pela oferta de modelos importados ou de origem norte-americana que, muitas vezes, apresentavam características distintas da produção local. A identidade da marca se apoiava em traços de design que buscavam uma linha de estilo mais tradicional, com interior cómodo, acabamento cuidadoso e uma valorização da experiência de condução para o motorista e os passageiros. Ao longo dos anos, a Chrysler passou por transformações corporativas que culminaram na integração com outras marcas sob o guarda-chuva de novos grupos automotivos, como o que hoje integra a Stellantis. Esse percurso reforça uma ideia: a percepção de valor de um veículo pode ser influenciada não apenas por especificações técnicas, mas também pelo legado da marca, pela disponibilidade de peças de reposição, pela rede de assistência técnica e pela história de uso do modelo no mercado onde ele circula.
Como a Tabela FIPE se relaciona com o Stratus LE 2.0 1996 e o seguro
A Tabela FIPE fornece, basicamente, uma referência de preço de mercado com base em transações reais de usados. Para o seguro, o valor de referência calculado pela FIPE costuma servir como base para estabelecer a soma segurável (valor de reposição ou indenização, dependendo da apólice) e orientar o enquadramento de coberturas como taxa de prêmio, valor de franquia e opções de cobertura adicional. No caso do Chrysler Stratus LE 2.0 1996, a FIPE costuma refletir as flutuações de preço associadas a carros com mais de duas décadas de uso, onde fatores como estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção, número de proprietários anteriores, modificações não originais e a disponibilidade de peças podem puxar para cima ou para baixo a avaliação de mercado. Em termos práticos, isso significa que a Tabela FIPE oferece um ponto de referência, mas a seguradora poderá aplicar ajustes com base em dados específicos da unidade e no escopo da apólice.
Ao considerar o Stratus 1996 para seguro, alguns aspectos merecem atenção para entender como a FIPE impacta a apólice:
- Condição do veículo: a condição geral — carroceria, interior, motor, suspensão — influencia a avaliação de risco e, por consequência, o prêmio. Um veículo bem conservado tende a apresentar uma avaliação mais estável na FIPE e, muitas vezes, uma apólice com condições mais favoráveis.
- Histórico de sinistros: registros de colisões, sinistros por terceiros, ou perdas totais anteriores podem alterar a proibição de coberturas ou a exigência de ajustes na soma segurável. A FIPE, nesse contexto, é um referencial, não uma regra rígida.
- Peças de reposição: para modelos mais antigos, a disponibilidade de peças originais ou aftermarket pode influenciar o custo de reparos e, por extensão, o risco segurado e o custo das coberturas adicionais (como assistência 24h, carro reserva, ou cobertura de vidros).
- Uso e local de circulação: veículos com maior uso urbano frequentemente sofrem maior desgaste em componentes como freios e suspensão, o que pode impactar o custo de manutenção e, indiretamente, o custo do seguro.
É relevante notar que a FIPE não é o único fator que determina o preço do seguro. Compõe-se de um conjunto de parâmetros — incluindo idade do veículo, perfil do condutor, uso pretendido, região de circulação, tipo de coberturas contratadas e franquias, bem como o histórico de sinistros. Por isso, ao solicitar uma cotação, a seguradora considera tanto o valor de referência da FIPE quanto o estado real e as circunstâncias do veículo particular, chegando a uma solução de proteção alinhada ao risco percebido.
Considerações para quem pretende adquirir, manter ou cobrir um Stratus LE 2.0 1996
Para proprietários ou gestores de frotas que avaliam opções de seguro para o Chrysler Stratus LE 2.0 1996, algumas diretrizes ajudam a tomar decisões mais informadas, equilibrando custo, cobertura e tranquilidade. Abaixo, apresento pontos de orientação prática para o processo de proteção:
1) Verifique a procedência e o histórico do veículo. Um Stratus 1996 com documentação completa, revisões regulares e histórico de manutenção claro tende a oferecer menor risco para a seguradora, favorecendo condições de apólice mais estáveis.
2) Avalie a rede de peças e assistência. Diante de modelos mais antigos, a disponibilidade de peças originais ou aftermarket compatíveis pode influenciar custos de reparo. Uma rede de oficinas bem preparada para veículos da marca ajuda a reduzir o tempo de imobilização e, por consequência, o custo total de proteção.
3) Considere coberturas adicionais conforme o uso. Cobertura contra roubo, colisão, incêndio, danos a vidros, além de serviços integrados
