Valor FIPE Atual
R$ 6.986,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 827024-4
Ano: 1996-1
MêsPreço
Mar/26R$ 6.986,00
Fev/26R$ 7.002,00
Jan/26R$ 6.933,00
Dez/25R$ 6.865,00
Nov/25R$ 6.798,00
Out/25R$ 6.731,00
Set/25R$ 6.753,00
Ago/25R$ 6.768,00
Jul/25R$ 6.701,00
Jun/25R$ 6.635,00
Mai/25R$ 6.570,00
Abr/25R$ 6.576,00

Tabela FIPE e a Yamaha WR200 1996: guia didático para entender o valor de mercado e a relação com o seguro

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para motos antigas

A Tabela FIPE, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) da Universidade de São Paulo, é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Embora o nome remonte aos carros, o índice FIPE também abrange motocicletas, com séries específicas para modelos de diferentes anos e versões. O objetivo central é oferecer uma referência de preço de venda praticado no mercado, ajudando compradores, lojistas e, especialmente, seguradoras, a avaliar o valor de reposição e o risco envolvido na contratação de coberturas. Em termos simples, a Tabela FIPE funciona como um ponto de referência estável que facilita a comunicação entre o titular da apólice, a seguradora e o corretor durante o processo de emissão ou renovação de seguro.

Para quem acompanha motos clássicas e de uso misto, como a Yamaha WR200 de 1996, a Tabela FIPE serve como base para comparação de valores entre diferentes unidades em funcionamento, conservação e quilometragem. É importante notar que o valor FIPE não representa, necessariamente, o preço de venda de uma moto específica; ele é uma média de mercado que ajuda a calibrar prêmios, indenizações em casos de perda total ou roubo, bem como a definição de coberturas adicionais. Em seguros, esse parâmetro pode influenciar desde a definição de franquias até a escolha entre cobertura total, parcial ou apenas responsabilidade civil complementar, sempre com o objetivo de refletir o risco real envolvido na posse do veículo.

Tabela FIPE YAMAHA WR 200 1996

Outro ponto relevante é que a FIPE atualiza periodicamente suas tabelas, levando em conta fatores como a desvalorização, a oferta de peças, condições de circulação e o histórico de acidentes. Modelos antigos ou de nichos específicos costumam ter comportamentos distintos no mercado, o que pode impactar o valor de reposição em caso de sinistro. Por isso, ao planejar o seguro de uma Yamaha WR200 1996, é comum que o corretor utilize a referência FIPE como uma das bases, porém complemento com itens como estado de conservação, histórico de manutenção e itens originais que possam valorizar a motocicleta perante a seguradora.

Neste contexto, o tema do artigo — a Tabela FIPE associada à Yamaha WR200 1996 — se transforma em uma ferramenta educativa para entender como o mercado classifica esse modelo no Brasil, quais elementos podem elevar ou reduzir o valor de mercado relativo e como isso impacta escolhas de proteção, franquias e coberturas em contratos de seguro de moto. Ao acompanhar a Tabela FIPE, o público aprende a alinhar expectativas entre o preço de substituição da moto e o custo do seguro, buscando equilíbrio entre custo de prêmio e proteção adequada ao patrimônio.

Ficha técnica: Yamaha WR200 1996

A Yamaha WR200, apresentada na embalagem de enduro leve, tornou-se referência entre motocicletas de uso misto por combinar agilidade fora de estrada com confiabilidade típica da marca japonesa. A versão de 1996 segue um estilo de engenharia que privilegia resposta, leveza e robustez para trilhas, estradas de terra e trechos de uso urbano moderado. A seguir, apresentam-se os componentes e características que costumam compor a ficha técnica desse modelo em sua geração do meio dos anos 90, com foco naquilo que influenciaria a avaliação de valor e o seguro.

  • Cilindrada e motor: monocilíndrico de aproximadamente 199 cm³, dois tempos, com cultura de uso off-road e entrega de torque crescente nas rotações médias.
  • Alimentação e refrigeração: motor alimentado por carburador, com refrigeração por ar, configurado para resposta rápida em trilhas e trechos com ar cheio.
  • Transmissão: câmbio de 6 velocidades, com corrente de transmissão para transferir o torque do motor às rodas traseira e dianteira, mantendo a simplicidade de manutenção típica de motos da época.
  • Sistema de freios, chassis e suspensão: freio a disco dianteiro e traseiro, chassis em aço com guidão e geometria ajustados para manobrabilidade; suspensão dianteira com garfo telescópico adequado a trilhas, suspensão traseira com sistema monoamortecedor para absorção de impactos em terrenos irregulares.

Além desses itens centrais, a WR200 de 1996 costuma apresentar especificações complementares que ajudam na identificação, na manutenção e no seguro: rodas de aro adequado para uso misto (tipicamente 21 polegadas na dianteira e 18 polegadas na traseira, favorecendo mobilidade em terreno acidentado), tanque de combustível com capacidade suficiente para caminhadas moderadas, e um conjunto de carenagens simples que favorecem o acesso ao motor para manutenção rápida. A ficha técnica, nesse formato, oferece uma visão clara para o corretor de seguros entender o perfil técnico da moto e, assim, correlacionar com o risco coberto pela apólice.

Para quem busca comparação entre unidades, é comum observar constatações de conservação, originalidade de peças, estado de motor, histórico de revisões e eventuais alterações em itens de segurança, como bleques de rotação, protetores de motor e proteção de carenagem. Embora a WR200 tenha sido concebida para uso off-road, seu valor de mercado em 1996 e nos anos subsequentes depende da condição prática de funcionamento, da disponibilidade de peças de reposição e do interesse de colecionadores ou entusiastas por modelos clássicos da Yamaha. Por isso, a avaliação cuidadosa do estado atual da moto é fundamental para a precificação dentro da Tabela FIPE e para decisões de seguro mais assertivas.

A marca Yamaha: tradição, tecnologia e proteção ao usuário

A Yamaha é uma das marcas mais reconhecidas globalmente no segmento de duas rodas, com uma história que mescla desempenho esportivo, durabilidade e uma busca contínua por inovação. Fundada no Japão no início do século XX, a Yamaha cresceu a partir de um portfólio que, ao longo dos anos, se transformou em referência para motos de rua, off-road, esportivas e utilitárias. A WR200, como parte da linha de enduro da marca, representa o espírito de explorar terrenos desafiadores com confiança, sem abrir mão de conforto e segurança para o piloto.

Um dos pilares da Yamaha é a engenharia centrada no condutor — uma filosofia que se traduz em motos equilibradas, com comportamento previsível, manobrabilidade intuitiva e resposta rápida do motor. No segmento de enduro, essa abordagem se reflete em suspensões calibradas para absorção de impactos, peso controlado para facilitar a condução em trilhas e um conjunto de componentes que favorecem a manutenção a longo prazo. Essa busca por durabilidade e desempenho impacta diretamente o seguro: modelos bem conservados costumam ter perfis de risco moderados, o que pode influenciar, de forma positiva, o custo de prêmios e a disponibilidade de coberturas adicionais, como proteção contra roubo específico, assistência 24h e cobertura de peças originais.

Além do desempenho, a reputação de fábrica está associada a redes de assistência técnica, disponibilidade de peças de reposição e histórico de recalls que, quando bem monitorados, ajudam na validação de condições da moto para seguradoras. Em termos de marca, a Yamaha também se destaca pela sua atuação em corridas, eventos e patrocínios que fortalecem a percepção de confiabilidade entre os usuários. Tudo isso contribui para o entendimento do valor de mercado, a percepção de risco e, consequentemente, os seguradores, ao calcularem o seguro da Yamaha WR200 1996 com base na Tabela FIPE e nas particularidades do veículo.

Como a FIPE influencia o seguro de motos antigas como a WR200 1996

Para quem contrata ou renova seguro, a Tabela FIPE atua como um referencial objetivo para determinar o valor de reposição do veículo em caso de sinistro. Em motos antigas como a WR200 1996, o valor FIPE ajuda a calibrar o montante que a seguradora irá considerar para indenização, o que, por sua vez, impacta diretamente o valor do prêmio. É comum que as seguradoras utilizem o FIPE como base, mas também incorporem outros fatores — como estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção, originalidade de peças e presença de acessórios originais — para chegar a um montante de indenização ou de prêmio mais alinhado com a realidade do mercado.

É fundamental entender que a FIPE não representa uma garantia de preço de venda específico para cada unidade. Em seguros, no entanto, essa referência ajuda a reduzir assimetrias de avaliação entre o que o proprietário acredita ser o valor de reposição e o que a seguradora está disposta a fornecer em caso de sinistro. Por isso, é comum que o corretor utilize a FIPE como norte e agregue informações adicionais para chegar a uma base de cálculo que reflita fielmente a condição da moto. Além disso, quando o veículo é considerado clássico ou de baixa produção, algumas seguradoras podem oferecer coberturas adicionais específicas para itens originais, proteção de peças e até opções de indenização em espécie, desde que comprovados itens de valor histórico ou de colecionismo.

Por fim, vale destacar que, embora a tabela ofereça uma referência estética de mercado, o valor de reposição pode variar conforme a política interna da seguradora, o tipo de apólice, o perfil do condutor e o uso pretenso da moto (lazer, competições amadoras, uso diário, etc.). Por esse motivo, ao planejar o seguro da Yamaha WR200 1996, é importante dialogar com o corretor sobre a melhor estratégia de proteção, levando em conta as particularidades do modelo, do estado da moto e do seu plano de uso ao longo do tempo.

Cuidados e estratégias para proteger a Yamaha WR200 1996

Proteção e planejamento de seguro para motos antigas exigem uma abordagem que combine avaliação de mercado (a partir da Tabela FIPE), conservação física, documentação em dia e escolhas inteligentes de coberturas. A seguir, algumas diretrizes que ajudam a construir uma apólice mais