Valor FIPE Atual
R$ 70.335,00
↑ 3,3% vs mês anterior
FIPE: 002076-1
Ano: 2004-3
MêsPreço
Mar/26R$ 70.335,00
Fev/26R$ 68.071,00
Jan/26R$ 68.414,00
Dez/25R$ 70.896,00
Nov/25R$ 70.525,00
Out/25R$ 69.225,00
Set/25R$ 67.041,00
Ago/25R$ 67.183,00
Jul/25R$ 67.521,00
Jun/25R$ 66.708,00
Mai/25R$ 69.128,00
Abr/25R$ 67.443,00

Panorama da Tabela FIPE para a Hilux CD SR 4×4 3.0 8V Diesel 2004

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados. Embora muitos associem a FIPE apenas ao preço de venda, ela desempenha um papel fundamental na área de seguros, especialmente na definição de coberturas, sinistros e indenizações. Quando falamos da Toyota Hilux CD SR 4×4 3.0 8V Diesel 2004, entender como o valor médio de referência da FIPE é calculado ajuda a compreender por que as seguradoras costumam pedir informações específicas sobre o veículo, o estado de conservação e o histórico de uso. Este artigo não apenas descreve a relação entre a Tabela FIPE e o seguro, mas também apresenta a ficha técnica desta versão da Hilux, discute a importância da marca Toyota no setor de utilitários e oferece insights úteis para quem busca uma cotação com a GT Seguros.

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa no seguro de veículos usados

A Tabela FIPE é elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas e utiliza dados de negociação efetiva no mercado brasileiro, coletados de lojas, concessionárias, anúncios e transações de veículos usados. O objetivo é oferecer uma referência confiável e padronizada devalor de mercado para cada modelo, ano e configuração. Para o setor de seguros, esse valor serve como base para diversas situações, como a indenização em caso de perda total, a definição de valores de cobertura adicional e a avaliação de depreciação ao longo do tempo.

Tabela FIPE Toyota Hilux CD SR 4×4 3.0 8V 90cv Diesel 2004

Quando uma seguradora avalia uma pólise para a Hilux CD SR 4×4 3.0 8V Diesel 2004, o histórico de uso do veículo é apenas parte da análise. A idade do veículo, a configuração de tração (4×4), o tipo de motor (diesel) e o estado geral de conservação influenciam a leitura do risco. Veículos mais antigos tendem a ter valores mais baixos de reposição, o que pode impactar a indenização em caso de sinistro e, por consequência, o custo da apólice. Por outro lado, componentes específicos de utilitários leves, como motor diesel robusto, tração 4×4 e cabines simplificadas, costumam oferecer boa durabilidade, fator que pode favorecer determinadas coberturas, desde que o veículo esteja bem mantido.

É importante notar que a FIPE é apenas um dos parâmetros avaliados pela seguradora. Outros elementos entram em jogo na cotação, como histórico de sinistros, uso do veículo (particular, trabalho, atividades de risco), localização geográfica, garagem, perfil do motorista, quilometragem anual prevista e a existência de modificações ou acessórios adicionais. O resultado final da apólice reflete essa combinação de fatores, buscando equilíbrio entre proteção adequada e prêmio justo.

Ficha técnica da Toyota Hilux CD SR 4×4 3.0 8V Diesel 2004

  • Marca: Toyota
  • Modelo: Hilux CD SR 4×4
  • Ano/modelo: 2004
  • Versão: 3.0 8V Diesel, cabine dupla (CD) com tração 4×4

A Hilux desta configuração é reconhecida no mercado brasileiro pela robustez típica da linha, aliada à versatilidade de um utilitário leve capaz de enfrentar terrenos desafiadores sem abrir mão do conforto para quatro ocupantes. A referência “CD SR” indica cabine dupla, com quatro portas, adequada tanto para uso profissional quanto para atividades que exigem espaço para deslocamento de equipe ou de carga reduzida. O motor diesel de 3.0 litros com 8 válvulas, associado a uma transmissão manual de várias marchas, compõe a base de propulsão que muitos proprietários valorizam pela torqueabilidade em baixa rotação, confiabilidade e baixo custo de combustível por deslocamento moderado.

Entre os aspectos de segurança e operação, a Hilux 2004 nessa configuração costuma apresentar componentes típicos de utilitários da época, como freios dianteiros a disco e traseiros a tambor em algumas versões, suspensão robusta para uso em estrada e fora de estrada, e um sistema de tração 4×4 que proporciona melhor aderência em pisos molhados, arenosos ou de terra. A caixa de câmbio manual, frequentemente com 5 velocidades, facilita a condução em terrenos de carga, o que é uma vantagem comum para quem depende do veículo para atividades profissionais. É importante lembrar que as especificações exatas podem variar conforme o mercado e a configuração original de cada unidade, e um diagnóstico técnico detalhado é sempre recomendado antes da contratação de qualquer seguro, especialmente para veículos de uso comercial ou com Km acumulado elevado.

A marca Toyota: tradição, rede de assistência e valor de reposição

A Toyota é uma das marcas mais reconhecidas no segmento de utilitários leves e SUVs, com um histórico de confiabilidade, durabilidade e desempenho consistente ao longo de décadas. A Hilux, em particular, consolidou-se como uma referência no mercado brasileiro e global para quem busca um veículo que combine capacidade de carga, desempenho urbano e aptidão para serviços pesados. Esse posicionamento tem impactos diretos na área de seguros. Primeiro, a rede de assistência técnica autorizada da Toyota facilita a obtenção de peças originais, o que pode reduzir prazos de reparo e manter o veículo em condições de condução seguras. Segundo, a reputação de confiabilidade influencia a percepção de risco da seguradora, sobretudo para modelos com histórico de uso intenso em atividades profissionais, onde a disponibilidade de manutenção adequada é determinante para a fragilidade de sinistros orçamentários.

Outro aspecto relevante é a disponibilidade de peças de reposição. Em veículos de utilitários como a Hilux, a possibilidade de encontrar peças originais com facilidade tende a influenciar o custo de reparo após um acidente ou dano mecânico. Mesmo com o sistema FIPE apresentando valores de referência para o conjunto, a realidade de peças pode impactar a indenização final dependendo da extensão dos danos e da necessidade de reposição de itens específicos. Por fim, a marca também demonstra uma boa penetração de mercado, o que facilita a obtenção de informações técnicas, manuais de operação e atualizações de software de gestão veicular — fatores que ajudam a manter o veículo em condições estáveis ao longo de sua vida útil.

Para quem utiliza a Hilux CD SR 4×4 3.0 8V Diesel 2004 como ferramenta de trabalho, esses aspectos de marca vão além da simples estética de um carro. A previsibilidade de desempenho, aliada a uma rede de assistência já estabelecida, pode influenciar positivamente a decisão de contratação de coberturas com cobertura de danos a terceiros, proteção contra roubo/furto, assistência 24 horas e outros itens que ajudam a reduzir impactos financeiros em situações adversas. Em resumo, a identidade da Toyota como marca confiável é um ativo indireto na avaliação de risco para seguros, contribuindo para propostas que valorizem a continuidade de uso do veículo com tranquilidade.

Como a idade, o uso e a configuração 4×4 afetam a segurabilidade desta Hilux

Veículos mais antigos, como a Hilux de 2004, costumam apresentar um mapa de risco diferente daqueles de geração recente. A idade do veículo está associada à maior probabilidade de desgaste de componentes e à necessidade de substituição de peças com o passar do tempo. Por outro lado, a robustez estrutural e a disponibilidade de peças de reposição para a Hilux ajudam a manter os custos de manutenção sob controle. Em termos de seguro, isso se traduz em uma necessidade de equilíbrio entre valor de reposição (o que a seguradora indenizará em caso de sinistro) e prêmio. A Tabela FIPE funciona como um referencial de mercado, mas o estado de conservação, a quilometragem rodadas e o histórico de manutenções corretas influenciam o risco real para a seguradora.

A configuração 4×4 acrescenta um conjunto de considerações. Veículos com tração integral costumam ter maior atratividade de uso em áreas rurais, estradas não pavimentadas ou trabalhos que demandam maior desempenho fora de estradas asfaltadas. Embora isso aumente a utilidade do veículo, também eleva o valor de reposição em situações de sinistro que comprometem o conjunto de tração, o que pode impactar o custo da apólice. Além disso, carros com tração 4×4 podem exigir peças e reparos de maior complexidade, o que influencia tanto o preço da manutenção quanto o tempo de recuperação do veículo após um incidente. Por isso, ao cotar o seguro, é essencial informar corretamente a configuração do veículo, o uso previsto (particular, profissional, locação) e o cenário de circulação para que a seguradora ajuste as coberturas conforme o risco real.

Outro fator relevante é a quilometragem anual prevista. Em modelos com uso profissional ou serviço de transporte, uma quilometragem maior pode aumentar o risco de desgaste prematuro de componentes. A FIPE, por si só, não determina esse risco; é a combinação da tabela com o histórico de serviços, o tipo de estrada percorrida, a frequência de viagens em ambientes com poeira, lama ou terrenos acidentados que molda a avaliação de risco. Por fim, mudanças ou alterações realizadas no veículo — como alterações de suspensão, rodas, proteções adicionais ou equipamentos de utilidade — devem ser comunicadas à seguradora para evitar surpresas em caso de sinistro. A transparência sobre o estado do veículo costuma favorecer condições de proteção mais estáveis e um processo de indenização menos contencioso.

Conselhos práticos para quem busca cotação de seguro da Hilux 2004 com a GT Seguros

Ao planejar a cotação da Toyota Hilux CD SR 4×4 3.0 8V Diesel 2004, considere estes pontos que costumam influenciar o preço e a qualidade da cobertura:

Primeiro, mantenha a documentação atualizada e tenha alterações registradas junto à seguradora. Peças originais, histórico de manutenções e comprovantes de oficinas autorizadas ajudam a demonstrar cuidado com o veículo, o que pode favorecer condições de seguro mais estáveis ao longo do tempo.

Segundo, descreva com clareza o uso diário do veículo. Se a Hilux é utilizada para atividades profissionais que envolvem deslocamento em áreas de terra, obras, ou transporte de cargas leves, informe isso à seguradora. O perfil de uso impacta o tipo de cobertura adequada, bem como o nível de proteção para terceiros, para o veículo segurado e para acessórios adicionais que você desejar incluir.

Terceiro, avalie a necessidade de coberturas adicionais. Além da proteção básica contra roubo e colisão, considere assistência 24 horas, cobertura de acessórios originais e a possibilidade de proteção para guinchos, reboques ou equipamentos de trabalho. Na prática, a escolha de coberturas deve refletir o uso real do veículo e o valor de reposição, para evitar lacunas de proteção sem comprometer o orçamento.

Quarto, compare propostas com atenção aos limites de cobertura, franquias e cláusulas de exclusão. A Tabela FIPE informa o valor de referência, mas cada apólice poderá ter especificidades quanto à indenização, aos prazos de carência e às condições de sinistralidade. A GT Seguros oferece orientação para entender essas diferenças e ajustar a cotação às suas necessidades, sempre privilegiando uma relação custo-benefício que preserve a funcionalidade do veículo sem sobrecarregar o orçamento mensal.

Por fim, não deixe de considerar o custo total de propriedade ao planejar o seguro. Além do prêmio anual, inclua despesas com manutenção prevista, seguro contra terceiros, proteção de acessórios, e eventuais impostos sobre propriedade de veículos. A Hilux 2004, com sua reputação de durabilidade, ainda demanda planejamento cuidadoso para equilibrar custo de seguro com o valor de reposição e a funcionalidade do veículo no dia a dia.

Conclusão: entendendo a Tabela FIPE, a Hilux e a escolha certa de seguro com a GT Seguros

A Tabela FIPE, ao ser aplicada à Toyota Hilux CD SR 4×4 3.0 8V Diesel 2004, oferece uma referência de mercado útil para seguradoras, proprietários e compradores de usados. Entretanto, a efetiva proteção de uma apólice depende de uma leitura holística: o que a FIPE diz é um ponto de partida, mas o estado de conservação, o histórico de manutenção, a configuração específica do veículo e o perfil de uso cada vez mais moldam o risco coberto pela seguradora. Em uma linha de veículo tão valorizada pela utilidade, como a Hilux, estar atento a esses fatores ajuda a estabelecer coberturas proporcionais, evitando subseguro ou sobrecusto desnecessário.

Para quem busca uma solução de seguro que combine cobertura adequada, atendimento confiável e facilidade na gestão de sinistros, a GT Seguros oferece suporte especializado. Uma cotação direcionada a essa configuração particular, com foco nas necessidades reais do veículo e de seu uso, pode revelar opções que protegem você e o seu investimento sem custos desnecessários. Faça já a sua cotação com a GT Seguros e descubra condições que privilegiem a continuidade da sua operação, o bem-estar da sua frota ou do seu veículo particular, com tranquilidade e transparência.