Valor FIPE Atual
R$ 6.154,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 012015-4
Ano: 1995-1
MêsPreço
Mar/26R$ 6.154,00
Fev/26R$ 6.168,00
Jan/26R$ 6.182,00
Dez/25R$ 6.194,00
Nov/25R$ 6.204,00
Out/25R$ 6.219,00
Set/25R$ 6.239,00
Ago/25R$ 6.253,00
Jul/25R$ 6.264,00
Jun/25R$ 6.271,00
Mai/25R$ 6.284,00
Abr/25R$ 6.290,00

Como a Tabela FIPE aborda o Daihatsu Charade CX/TS 1.0 1995 e o que isso significa para o seguro

Ficha Técnica do Charade CX/TS 1.0 (1995)

O Daihatsu Charade CX/TS 1.0, lançado no Brasil na década de 1990, é um hatch compacto cuja proposta era oferecer mobilidade urbana com baixo consumo e manutenção contida. A ficha técnica para o modelo 1.0, ano 1995, costuma apresentar características que o tornam adequado a percursos urbanos, com desempenho modesto porém previsível. Em termos de motor, trata-se de um conjunto de 1.0 litro, com três cilindros, que entrega potência e torque suficientes para deslocamentos diários, especialmente no trânsito urbano, sem exigir acelerações bruscas para manter a fluidez da rotina. A transmissão tradicionalmente é manual de quatro velocidades, com tração dianteira, o que favorece a simplicidade mecânica e a facilidade de reparo em oficinas de bairro. A construção é típica de carros compactos da época: rodas pequenas, suspensão ajustada para conforto sobre pavimento irregular e carroceria com linhas simples que priorizam leveza. Em termos de dimensões, o Charade 1995 costuma apresentar comprimento em torno de 3,6 metros, largura próxima de 1,5 a 1,6 metros e altura compatível com o tamanho de citycar, resultando num impacto razoável de manobrabilidade. O peso de vazio fica na faixa de aproximadamente 700 a 800 kg, o que favorece o consumo moderado de combustível, especialmente em trajetos urbanos com paradas e retomadas frequentes. O tanque de combustível, com capacidade aproximada entre 40 a 45 litros, contribui para autonomia que atende bem a deslocamentos diários, desde que o proprietário mantenha uma boa prática de rodagem. Quanto aos componentes de carroceria e acabamento, há variações entre os lotes de fabricação e entre as versões CX (de entrada) e TS (com alguns itens adicionais), o que pode influenciar ligeiramente o comportamento na condução e a percepção de ruídos. A ficha técnica, ainda que resumida aqui, serve como referência para entender os itens relevantes do veículo ao analisar a Tabela FIPE e o impacto no seguro. Vale lembrar que, por ser um modelo antigo, alguns exemplares podem apresentar diferenças significativas dependendo do histórico de uso, manutenção e restauros realizados ao longo dos anos. Em termos de consumos, a média observada historicamente fica alinhada com o perfil de carros urbanos da época, onde a economia de combustível era favorecida pela leveza do conjunto e pela relação peso-potência ajustada para uso cotidiano.

A marca Daihatsu: foco em urbanidade, simplicidade e custo-benefício

A Daihatsu é uma fabricante japonesa reconhecida por produzir carros compactos pensados para uso urbano, com foco em economia, praticidade e custo de manutenção contido. No cenário global, a marca ganhou destaque pela eficiência de seus motores, designs compactos que favorecem a manobrabilidade em áreas urbanas, e por uma rede de assistência que, em muitos mercados, se adaptou às necessidades de proprietários de veículos menores. No Brasil, a presença da Daihatsu ganhou consistência durante as décadas de 1980 e 1990, quando modelos como o Charade passaram a cumprir o papel de opções acessíveis para quem buscava um carro novo ou seminovo com baixo custo operacional. Essa aproximação com o dia a dia do motorista comum influencia diretamente o índice de confiabilidade pública atribuída pela indústria e, por consequência, a percepção de valor ao consultar a Tabela FIPE para um Charade 1995. A reputação de simplicidade mecânica, aliada à disponibilidade de peças de reposição e de serviços de oficina em várias regiões, tende a tornar o Charade mais previsível em termos de custo de manutenção. Para o setor de seguros, isso pode significar uma relação entre o valor de referência da tabela e o custo de reposição ou reparo, sempre levando em conta a condição do exemplar específico, a quilometragem e o histórico de uso do veículo. A marca, assim, é um elemento que se entrelaça com o entendimento do carro como um bem de menor ou moderado risco, especialmente quando comparado a modelos mais modernos ou com alto valor de mercado atual. Em síntese, a filosofia da Daihatsu em seus compactos urbanos dialoga com uma expectativa de orçamento equilibrado entre aquisição, manutenção e seguro, o que faz do Charade uma referência interessante para quem precisa de um veículo funcional sem exigir grandes investimentos ao longo do tempo.

Tabela FIPE Daihatsu Charade CX/TS 1.0 1995

O que é a Tabela FIPE e como ela influencia o seguro

A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é o referencial mais utilizado no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos na hora de contratos de seguros, financiamentos e transações. Ela organiza dados de venda de veículos usados e seminovos, levando em conta variações por modelo, ano, versão, estado de conservação, quilometragem e histórico de habilitação de proprietários. No entanto, é crucial entender que o valor indicado pela FIPE não representa apenas o preço de compra atual; ele funciona como uma referência de valor de reposição para fins de cobertura de seguros, ou como base de cálculo para indenização em caso de sinistro. Para veículos como o Daihatsu Charade CX/TS 1.0 1995, o valor FIPE é uma métrica de referência que ajuda as seguradoras a dimensionar o valor de indenização ou o montante segurável, que pode influenciar o prêmio de forma indireta. Em períodos de oscilações de mercado, a FIPE funciona como um ponto estável para comparar documentos, catálogos de peças e avaliações de oficinas, deixando claro que o seguro é uma combinação de risco, valor de veículo, histórico de uso e comportamento do condutor. Além disso, para carros mais antigos, como o Charade de 1995, a FIPE pode indicar um patamar de desvalorização mais acentuado, refletindo a depreciação natural de modelos fora de produção há décadas, o que tende a tornar o seguro mais econômico do que se fosse um modelo atual de alto valor. Em termos práticos, ao solicitar uma cotação de seguro, o usuário pode observar como o valor FIPE influencia o limite de cobertura, especialmente quando o contrato opta pela “valor de mercado” ou pela “indenização pelo valor de reposição” — a diferença entre elas pode impactar o custo final do prêmio. Por fim, é importante frisar que a FIPE não leva em conta particularidades do veículo específico, como estado de conservação, modificações ou histórico de sinistros, fatores que são considerados pela seguradora ao calibrar o prêmio final.

Como a idade, o estado do veículo e o histórico afetam o valor na FIPE (e, por consequência, o seguro)

  • Condição de conservação externa e interna: peças originais, pintura sem danos extensos e interior sem desgaste acentuado costumam manter o valor FIPE mais próximo do original, dificultando grandes quedas no prêmio.
  • Quilometragem: carros com menor quilometragem tendem a ser mais valorizados, pois indicam menor desgaste mecânico, o que eleva o valor de referência utilizado pela seguradora.
  • Histórico de sinistros e número de proprietários: sinistros frequentes ou histórico de trocas de proprietário pode reduzir o valor FIPE estimado, refletindo maior risco para a seguradora.
  • Acessórios originais versus modificações: itens originais ou equipamentos de fábrica não costumam impactar o valor de forma negativa se estiverem em bom estado; modificações não originais podem reduzir a confiabilidade do veículo aos olhos da FIPE e, por consequência, impactar o valor de reposição.

Como isso impacta a escolha de seguro e quais pontos observar ao contratar

Para quem busca um seguro de veículo antigo como o Charade CX/TS 1.0 1995, o principal aspecto é entender que o valor de referência da FIPE funciona como uma âncora para o montante segurável. Um valor de indenização bem calibrado evita pagar prêmio excessivo e, ao mesmo tempo, garante proteção adequada em caso de sinistro. Ainda que o veículo tenha baixas taxas de desvalorização por ser um modelo clássico urbano, fatores de risco do dia a dia, como estacionamento irregular, eventos de trânsito e uso em vias com tráfego intenso, podem influenciar o prêmio final. Além disso, a idade do carro exige atenção redobrada à manutenção preventiva, pois problemas mecânicos simples podem gerar custos elevados de reparo se não forem devidamente monitorados. Em termos práticos, ao conversar com a seguradora, é comum discutir a modalidade de cobertura: valor de mercado, reposição a novo em determinados anos, ou indenização conforme a FIPE atualizada. Cada opção tem implicações diretas no valor do prêmio, na franquia e na abrangência da assistência. Em resumo, entender a Tabela FIPE e como a seguradora a utiliza ajuda o consumidor a escolher a melhor combinação entre custo e proteção para o Charade, levando em consideração não apenas o preço, mas a tranquilidade de estar coberto conforme o uso cotidiano do veículo.

Vantagens de um seguro bem alinhado com o Charade 1995 e dicas rápidas de proteção

Para maximizar a relação custo-benefício, vale adotar uma leitura prática sobre como proteger o Charade em termos de seguro e manutenção. Em primeiro lugar, manter as revisões em dia e conservar o carro em garagem protegida reduz o risco de sinistros e de deterioração, o que pode refletir positivamente no valor segurável. Em segundo lugar, investir em dispositivos de proteção, como sistemas antifurto autorizados, ajuda a reduzir o prêmio, especialmente em veículos com valor de reposição mais baixo, onde o custo do equipamento pode compensar a redução do prêmio ao longo do tempo. Terceiro, manter o antirroubo, o rastreador e a documentação organizada facilita o processo de indenização caso haja sinistro, tornando o atendimento mais ágil com a seguradora. Por fim, é aconselhável manter o registro de manutenções e peças originais, já que comprovantes de qualidade e originalidade podem favorecer avaliações positivas pela FIPE e pela seguradora, contribuindo para uma proteção mais adequada. Em todas as situações, a escolha de uma corretora especializada, como a GT Seguros, pode facilitar a comparação entre coberturas, franquias, assistências e condições de indenização, sempre com foco na realidade de uso do Charade CX/TS 1.0 1995.

Para entender melhor o custo e as opções de proteção, faça uma cotação com a GT Seguros e descubra a combinação de coberturas mais adequada ao seu Charade, sem compromisso e com suporte especializado para carros clássicos e urbanos.