| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 51.099,00 |
| Fev/26 | R$ 51.212,00 |
| Jan/26 | R$ 51.325,00 |
| Dez/25 | R$ 51.423,00 |
| Nov/25 | R$ 51.501,00 |
| Out/25 | R$ 51.625,00 |
| Set/25 | R$ 51.791,00 |
| Ago/25 | R$ 51.900,00 |
| Jul/25 | R$ 51.984,00 |
| Jun/25 | R$ 52.037,00 |
| Mai/25 | R$ 52.142,00 |
| Abr/25 | R$ 52.189,00 |
Guia de leitura da Tabela FIPE para o VW 16-220 T 3-Eixos 2p (Diesel) de 1991
Entender como a Tabela FIPE se aplica a um caminhão pesado de configuração tão específica como o Volkswagen 16-220 T, ano 1991, com três eixos e carroceria de duas portas, é essencial para quem trabalha com seguros, avaliações de frota ou aquisição de peças de reposição. Este veículo, típico da linha de caminhões da Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO) da época, representa uma geração em que a robustez, a simplicidade de manutenção e a capacidade de carga eram determinantes para o uso em construção, distribuição e transporte de grandes cargas. A Tabela FIPE funciona como uma referência de mercado que agrega dados históricos, condições de uso e variações de configuração para oferecer uma estimativa de valor de reposição. No entanto, quando falamos de modelos tão específicos como o 16-220 T de 1991, é comum encontrar variações entre unidades devido à carroceria instalada, ao estado de conservação, ao número de quilômetros rodados e às modificações realizadas ao longo dos anos. Em termos práticos, a FIPE serve como base para seguradoras, lojas e compradores, mas não substitui uma avaliação técnica detalhada do estado atual do veículo. A compreensão dessa dinâmica é especialmente relevante para quem precisa planejar um seguro adequado, já que o valor de referência influencia coberturas, franquias e critérios de indenização no caso de sinistro.
Ficha técnica do Volkswagen 16-220 T (1991) com 3 eixos
A ficha técnica de referência para o VW 16-220 T, modelagem de 1991 com três eixos e entração de 2 portas, destaca características que eram típicas de caminhões pesados da época. O conjunto foi desenhado para oferecer resistência e confiabilidade em operação contínua, com foco em capacidade de carga, durabilidade de motor e alcance operacional em trajetos variados. Abaixo estão dados-chave, apresentados de forma prática para consulta rápida e uso em contextos de seguro e avaliação de frota:

- Tipo: Caminhão pesado, com três eixos (configuração comum para maior capacidade de carga) e carroceria instalada conforme necessidade de operação (baú, carroceria seca ou plataforma).
- Motor: Diesel, turboalimentado, com motor de seis cilindros em linha. A configuração de fábrica priorizava torque útil para deslocamentos com carga e esforço em subidas, mantendo uma boa resposta em viações rodoviárias e urbanas integradas à logística de frota.
- Potência: Aproximadamente 220 cavalos de potência. Este valor, típico para o conjunto motor-tração da época, refletia o equilíbrio entre desempenho, consumo e durabilidade exigidos por operações pesadas.
- Peso bruto total (PBT) e payload: O conjunto era projetado para um PBT próximo de 16 toneladas, com payload típico entre 8 e 10 toneladas, dependendo da carroceria e de acessórios instalados. Essa faixa permitia operações de transporte de cargas volumosas com estabilidade adequada e distribuição de peso.
Deslocamento do motor, torque, câmbio e cabine variavam conforme a versão específica, a carroceria instalada e as opções de transmissão. Em linhas gerais, o 16-220 T priorizava robustez mecânica e facilidade de manutenção, características que transformaram o veículo em escolha recorrente para serviços pesados. A transmissão era tradicionalmente manual, com várias marchas, desenhada para suportar o regime de trabalho de caminhões de grande porte. A tração típica deste conjunto é 6×4, ou seja, três eixos com dois eixos acionados, o que favorece distribuição de peso e tração em terrenos desafiadores. A cabine, simples e utilitária, priorizava durabilidade e conforto básico para jornadas prolongadas, com foco na praticidade de manutenção e na visibilidade para o motorista.
Dimensões e características de cabina também influenciam a maneira como o veículo é utilizado. Comprimento total, largura, altura e entre-eixos variam conforme a carroceria instalada, o que por sua vez impacta na manobrabilidade, no espaço de carga e no consumo de combustível. Em termos de segurança, sistemas de freio a ar com redundância, suspensão robusta e freios com assistência foram elementos comuns aos caminhões desse segmento. A eficiência energética, por sua vez, dependia da manutenção regular, da qualidade do combustível utilizado e da configuração de marcha da transmissão. Por tudo isso, ao consultar a FIPE para este modelo, é crucial considerar a especificação de cada unidade, pois pequenas diferenças podem influenciar o valor de mercado de reposição e, consequentemente, o cenário de seguro.
A marca Volkswagen no Brasil: tradição e inovação no segmento de caminhões
A Volkswagen, por meio da VWCO, tem uma história de longa data no Brasil no segmento de caminhões e ônibus. A presença da marca no mercado nacional remonta a décadas de atuação que ajudaram a moldar padrões de confiabilidade, rede de assistência técnica e disponibilidade de peças de reposição. Caminhões como o 16-220 T refletiam uma mentalidade de longo prazo: uma linha de produção com peças padronizadas, facilidade de manutenção, até hoje reconhecidas por oficinas especializadas. A marca investiu em uma rede de serviços que, mesmo após mudanças em políticas corporativas, manteve a disponibilidade de peças originais, manuais de manutenção e suporte técnico, fatores que reduzem o tempo de inatividade de frotas e aumentam a vida útil de veículos pesados usados em operações críticas. Além disso, a VWCO tem investido em inovações de cabine, sistemas de freios e motores, mantendo a marca presente em mercados de logística, construção e agronegócio, onde caminhões de três eixos são comumente utilizados para transportar cargas volumosas com maior estabilidade.
Para o proprietário ou gestor de frotas, a noção de confiabilidade associada à marca pode impactar decisões de seguro, manutenção programada e planejamento de substituição de veículos. O histórico de garantia, as opções de retrofit, bem como a disponibilidade de peças de reposição em oficinas autorizadas, entram como critérios relevantes para a avaliação de risco pela seguradora. Em termos de reputação, a Volkswagen tem um legado de engenharia robusta voltada a aplicações pesadas, o que costuma ser valorizado por seguradoras quando se analisa o histórico de sinistros, a consistência de manutenção e a probabilidade de recuperação de valor no caso de sinistro total ou parcial.
Tabela FIPE, seguro e avaliação de risco para caminhões antigos
A Tabela FIPE funciona como uma referência de mercado que facilita a comparação de preços de reposição entre diferentes anúncios, concessionárias, peças usadas e opções de substituição. Para caminhões de 1991 como o 16-220 T, a aplicação dessa tabela envolve nuances específicas: o estado de conservação, o histórico de manutenções, a disponibilidade de peças originais e a eventual presença de modificações que possam alterar o peso, a capacidade de carga ou a eficiência do trem de força. Diferentemente de veículos de passeio, caminhões pesados costumam exigir avaliações mais criteriosas, pois pequenos desvios na geometria do eixo, no estado de freios ou no sistema de suspensão podem gerar impactos significativos na segurança, no desempenho e, consequentemente, no custo de seguro. Por isso, ao usar a FIPE como referência, é comum que seguradoras adotem uma faixa de valores, levando em conta a data de referência da tabela, o estado do veículo e a documentação disponível, como laudos de inspeção, histórico de man
