Valor FIPE Atual
R$ 497.191,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 516149-5
Ano: 2019-3
MêsPreço
Mar/26R$ 497.191,00
Fev/26R$ 498.288,00
Jan/26R$ 504.120,00
Dez/25R$ 505.080,00
Nov/25R$ 505.839,00
Out/25R$ 507.056,00
Set/25R$ 508.684,00
Ago/25R$ 509.755,00
Jul/25R$ 513.753,00
Jun/25R$ 514.268,00
Mai/25R$ 515.299,00
Abr/25R$ 515.764,00

Como interpretar a Tabela FIPE para o Volvo FH-500 6×4 2p (diesel) (E5) 2019: fundamentos, ficha técnica e impactos no seguro

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para orientar a reposição de veículos e, consequentemente, influenciar cenários de seguro. Quando o tema é um caminhão pesado como o Volvo FH-500 6×4 2p (diesel) (E5) 2019, entender como a tabela se relaciona com as características do veículo ajuda corretoras, clientes e frotistas a alinhar expectativas, calcular depreciação e estruturar coberturas mais eficazes. O objetivo deste texto é apresentar, de forma educativa, como a Tabela FIPE se aplica a esse modelo específico, quais informações compõem a ficha técnica, o que a marca Volvo representa no universo de transportes de carga e, por fim, como tudo isso impacta a apólice de seguros.

A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) coleta dados de mercado para compilar valores de referência de veículos usados e seminovos. Esses valores costumam servir de base para as avaliações de indenização total, depreciação e, de modo indireto, para as margens de prêmio em apólices de frotas. Ao falar de caminhões pesados, como o FH-500, é comum que o seguro utilize a Tabela FIPE como referência de valor de reposição em caso de sinistro, especialmente quando não há veículo novo disponível ou quando a operação envolve reposição rápida para continuidade de frota. Além disso, a composição de características técnicas, idade do veículo e o histórico de manutenção influenciam o custo do seguro, mesmo que o valor FIPE seja apenas uma referência de mercado.

Tabela FIPE VOLVO FH-500 6×4 2p (diesel) (E5) 2019

Ficha técnica do Volvo FH-500 6×4 2p (diesel) (E5) 2019

  • Motorização: motor diesel de seis cilindros em linha com 12,8 litros de deslocamento, potência nominal de 500 CV (cavalo-vapor) e torque que varia entre 2.500 e 2.600 Nm. O conjunto é compatível com a norma de emissões E5, refletindo avanços em eficiência e controle de poluentes.
  • Transmissão: sistema automatizado I-Shift (ou equivalente) com múltiplas marchas, proporcionando mudanças mais suaves, maior controle em rampas e melhor aproveitamento do torque em diferentes cargas. Ideal para operações de longa distância e distribuição de cargas volumosas.
  • Eixos e tração: configuração 6×4, com eixo dianteiro de direção e dois eixos traseiros tracionados. Essa arquitetura é comum em caminhões pesados destinados a transporte de cargas volumosas ou com semiremoladores de peso elevado, oferecendo boa tração em subidas, pistas molhadas e terrenos desafiadores.
  • Peso bruto total (PBT) e capacidades: PBT típico na faixa de 40.000 a 44.000 kg, com payload compatível para operações de semirreboques de grande porte. A capacidade de carga efetiva depende da configuração da carroceria, dos implementos acoplados e das exigências da legislação vigente para o peso por eixo.

Outros aspectos relevantes que costumam compor uma ficha técnica mais ampla, sem destoar da ideia de uma lista concisa, incluem a capacidade de tanque de combustível (cavidades de até cerca de 600 litros, com variações conforme a configuração de cabina e tanque), dimensões externas (comprimento de aproximadamente 7,9 a 8,9 metros, largura em torno de 2,50 metros e altura de cabine compatível com padrões de segurança de rodovias), bem como especificações de cabine (2 portas, espaço para motorista e copiloto, opção de configuração de dormitório dependendo da versão). Essas informações ajudam a estabelecer o perfil operacional do veículo, o que, por consequência, impacta a avaliação de risco e as condições de cobertura do seguro. Vale lembrar que números específicos podem variar conforme a configuração adotada pela transportadora, o tipo de suspensão, o sistema de freios (incluindo ABS e controle de estabilidade) e itens opcionais de segurança ou conforto.

Por que a marca Volvo é relevante no segmento de caminhões

A Volvo é reconhecida globalmente pela engenharia de precisão, durabilidade e foco em segurança no transporte rodoviário de cargas. No segmento de caminhões pesados, a marca tem histórico de integração entre motor, transmissão, chassis e sistemas de assistência ao motorista que favorecem a confiabilidade em operações de alto desempenho. Em termos de seguro, alguns pontos recorrentes associados à Volvo contribuem para avaliações de risco mais estáveis:

  • Inovação em segurança ativa: sistemas como controle de estabilidade, assistentes de frenagem e monitoramento de trajetória ajudam a reduzir a probabilidade de colisões, influenciando positivamente as cotizações de seguro.
  • Durabilidade de componentes: plataformas robustas, manutenção preditiva e disponibilidade de peças originais tendem a manter a disponibilidade da frota, reduzindo o tempo de indisponibilidade por reparos.
  • Rede de suporte e manutenção: presença de serviços autorizados com peças originais facilita agilidade na reposição de componentes, o que pode afetar o custo total de propriedade (TCO) e, por consequência, a viabilidade de determinadas coberturas.
  • Histórico de eficiência energética: motores modernos com controle de emissões E5 e estratégias de gestão de combustível contribuem para consumo mais previsível, o que se reflete no planejamento de rotas e na gestão de sinistros em situações de combustível, como derramamentos.

Essa reputação de confiabilidade, aliada à base tecnológica do FH-500, costuma atrair clientes que buscam continuidade operacional com riscos gerenciáveis. Para quem atua com frotas, a marca oferece confiança adicional na hora de estruturar políticas de seguro, programas de telemetria e reposição de peças, sempre com foco na redução de interrupções e no controle de custos de manutenção.

Implicações da Tabela FIPE para seguros e gestão de riscos

A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para o valor de reposição ou indenização de veículos usados. Em contextos de seguro de caminhões, isso impacta diretamente alguns componentes da apólice, como o valor segurado, a base de cálculo de depreciação e a indenização em casos de perda total ou roubo. Abaixo, quatro pontos-chave para entender esse impacto no caso do Volvo FH-500 6×4 2p (diesel) (E5) 2019:

  • Determinação do valor de reposição: ao acionar a cobertura, o valor FIPE serve como referência para indicar o montante necessário para substituir o veículo, considerando uma configuração similar de fábrica ou próxima do equipamento segurado.
  • Ajustes com o tempo de uso: conforme a idade do caminhão, a depreciação prevista pela FIPE pode influenciar o valor segurado. Veículos com menos tempo de uso tendem a manter valor de reposição mais próximo ao preço de tabela.
  • Impacto nas franquias e coberturas adicionais: quando a apólice incorpora itens como guincho, cobertura para acessórios ou proteção para danos a terceiros, a avaliação pela FIPE ajuda a calibrar limites que reflitam a realidade de reposição do ativo.
  • Variabilidade por configuração: versões com cabine distinta, tanque reforçado, opções de sleeper ou equipamentos adicionais podem ter variações de valor que a FIPE não capta com exatidão de imediato. Por isso, é essencial que o corretor considere as particularidades da operação da frota ao propor a cobertura.

Em termos de gestão de risco, entender o que a FIPE representa ajuda as equipes de frotas a planejar substituições, renegociar contratos com seguradoras e estruturar planos de contingência para dias de pico de demanda por caminhões específicos. Além disso, a comparação entre o valor FIPE e os custos de manutenção, seguro e depreciação fornece uma visão holística do custo total de propriedade (TCO) de uma frota Volvo FH-500 6×4 2p (diesel) (E5) 2019.

Como a GT Seguros apoia motoristas e frotistas na prática

Para quem gerencia a viabilidade financeira de uma frota, a combinação de uma referência de mercado estável com uma apólice bem ajustada faz toda a diferença. A GT Seguros trabalha com corretores especializados em transportes de carga, oferecendo soluções que consideram as particularidades de caminhões pesados, como o FH-500:

  • Coberturas sob medida para operações de longa distância, com foco em continuidade operacional e minimização de indisponibilidades.
  • Opções de telemetria e monitoramento de frota integradas à apólice, ajudando a qualificar o risco e a reduzir perdas.
  • Planos de proteção de carga, responsabilidade civil ambiental e cobertura para acessórios, com ajustes que acompanham a evolução da tabela FIPE e do mercado.
  • Assistência 24 horas, serviços de busca de peças originais e prazos de reparo otimizados para reduzir o tempo de frota fora de operação.

Entender a relação entre a Tabela FIPE, a ficha técnica e as políticas de seguro é fundamental para quem atua no ramo de transportes. Ao alinhar as expectativas entre o valor de reposição, o custo de manutenção, a depreciação prevista pela idade do veículo e as coberturas disponíveis, é possível estruturar uma apólice que proteja o patrimônio da empresa sem onerar custos operacionais desnecessários.

Além disso, conhecer bem o veículo ajuda a identificar riscos específicos associados ao FH-500 6×4, como a necessidade de manutenção preventiva em sistemas de transmissão, motor e freios, bem como a gestão de risco relacionado a condições de carga, rotas repetitivas e padrões de uso. A Tabela FIPE, quando entendida como referência de mercado e não como valor absoluto, orienta negociações com seguradoras e facilita a tomada de decisões estratégicas para manter a frota funcionando com eficiência e segurança.

Para caminhoneiros e gestores de frota que desejam alinhar a proteção com o real comportamento da operação, a cotação com a GT Seguros pode ser um passo prático para testar cenários de cobertura, limites de indenização e opções de assistência. Abaixo, uma breve síntese para lembrar:

  • FIPE serve de referência de reposição, não é preço de venda.
  • O FH-500 em 6×4 reúne potenciais de alto desempenho e maiores exigências de manutenção.
  • A segurança e a confiabilidade da marca Volvo influenciam positivamente a percepção de risco pela seguradora.
  • A personalização da apólice, com foco na operação da frota, costuma gerar melhor relação custo-benefício.

Se a pergunta é como avançar, procure entender as características específicas do seu veículo, o padrão de uso da frota e as rotas operacionais. Com isso, fica mais fácil conversar com corretores e escolher as coberturas que de fato protegem a atividade, mantendo a eficiência financeira da operação.

Resumo: a Tabela FIPE, associada à ficha técnica do Volvo FH-500 6×4 2p (diesel) (E5) 2019 e ao histórico de manutenção, oferece uma base sólida para decisões de seguro mais alinhadas com a realidade da frota. Com a correta leitura desses elementos, a cotação fica mais precisa, os prêmios mais justos e a proteção mais adequada para o ativo mais valioso da operação: a própria carga que trafega pelas estradas brasileiras.

Para quem busca orientação especializada e condições de proteção sob medida, a GT Seguros está preparada para conduzir esse processo com foco em eficiência, tranquilidade operacional e segurança financeira. Faça a cotação com a GT Seguros e descubra como a combinação de uma boa leitura da FIPE com uma apólice bem estruturada pode trazer mais previsibilidade para o seu negócio.